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Escândalo na música gospel envolvendo verba pública. A Banda Resgate se recusa a participar da maracutaia.

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Esta semana fomos presenteados com um exemplo de ética cristã e, antes de tudo, de cidadania. E para os cansados das “vergonhas”dos evangélicos, a boa notícia veio de onde menos se espera, o tal cenário musical gospel.
Bom, não tão inesperado assim para quem conhece os dinossauros do Rock da Banda Resgate, mas ainda assim, uma surpresa para a maioria.
Recentemente, a Prefeitura da cidade goiana de Anápolis, um dos municípios com maior percentual de população evangélica do país, andou pressionada (e cobrada) pela população organizada e pela mídia local por gastos no patrocínio de shows e eventos (gospel, inclusive). Em um momento em que o poder público não consegue prover com o que arrecada o mínimo nos serviços básicos de saúde, limpeza e educação, torrar centenas de milhares de reais em eventos de entretenimento não parece fazer o menor sentido.
No entanto, dois eventos “evangélicos”, organizados na cidade parecem ter conseguido o “milagre da verba pública”. O primeiro foi um encontro de jovens de uma Assembleia de Deus do ministério Madureira (Aff, quem imaginaria!) e o segundo o II Festival de Música Gospel. Juntos, os dois eventos custaram aos cofres públicos mais de 320 mil reais.
E foi justamente o II Festival de Música Gospel que produziu o verdadeiro milagre, não o dá captação da verba pública, mas o do vislumbre de quem há quem não tenha se dobrado à Baal no meio da música gospel. Sim. Há remanescentes!
A Banda Resgate ao tomar conhecimento de que o evento para o qual foram convidados seria financiado com verba pública em meio a grande celeuma da mídia local, se adiantou e cancelou a sua participação, conforme nota reproduzida a seguir. Outras personalidades convidadas, entre outras: Kleber Lucas e Disco Praise não aderiram ao protesto e devem se apresentar.
Banda Resgate cancela show em Anápolis após saber que seria paga com dinheiro da Prefeitura - Portal 6 Google Chrome, Hoje at 05.16.13

Refrigerio é o que define.

A vergonha gospel já está metida até as narinas na lama dos eventos musicais financiados com verbas públicas e à serviço da política eleitoreira. Em 2011, Ana Paula Valadão se envolveu em um escândalo na gravação de um DVD patrocinado pela prefeitura de Natal envolvendo um cachê de 250.000 reais e que foi objeto de investigação pelo Ministério Público. (confira AQUI).
Fonte: Genizah
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Baby é vaiada após comentário dito “preconceituoso” em bloco LGBT

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Por

“Apesar das kengas, todo homem para mim é homem. O que talvez tenha faltado é uma boa mulher”. Foi com essa frase que a cantora Baby do Brasil “agradeceu” o convite para representar o bloco de travestis, drag queens e gays Desfile das Kengas, no último domingo, em Natal. O que aconteceu? Ela recebeu vaias do público e até ofensas em sua conta no Facebook.

Baby tentou se explicar via Facebook, escreveu que tem amigos e membros da família homossexuais e que o significado de seu comentário foi, na verdade que “não importa a escolha sexual, pois ela não invalida um homem ser homem ou uma mulher ser mulher”, escreveu.  “Tenho amigos gays que são tão maravilhosos que me casaria com um deles (…)”, acrescentou.

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Seguidores da famosa, no entanto, não perdoaram o mal entendido e a acusaram de ser preconceituosa, de não apoiar a causa LGBT e “estar cega” pelas crenças da igreja – Baby se tornou evangélica nos anos 1990. Os mais de 200 comentários na página de Baby se misturam entre críticas, decepções e apoio à cantora:

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Fonte: Vírgula


Malafaia critica “meia dúzia de esquerdopatas gospel” contrários ao impeachment de Dilma

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O pastor Silas Malafaia reagiu à nota do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) posicionando-se contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e afirmou que, dentre os evangélicos, ninguém possui autoridade para falar em nome de todas as denominações.

A estratégia do CONIC para se posicionar contra o impeachment foi baseada em críticas aos argumentos jurídicos dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal – recentemente reforçados pela recusa do Tribunal de Contas da União (TCU) ao recurso da defesa de Dilma – classificando-os como “frágeis”.

A nota da CONIC alega ainda que o processo de impedimento da presidente não teria legitimidade e “nos conduziria para situações caóticas”, ignorando a previsão constitucional de afastamento de um presidente através de um processo baseado na Justiça, mas conduzido politicamente.

“Vemos com muita preocupação que o presidente da Câmara tenha acolhido um pedido de impeachment com argumentos frágeis, ambíguos e sem a devida sustentação fática para acusação de crime de responsabilidade contra a presidente da República”, diz o texto do Conselho, formado por igrejas evangélicas de Confissão Luterana, Episcopal Anglicana do Brasil, Metodista e Católica.

Malafaia gravou um vídeo pontuando que não existe “papa evangélico” para falar em nome do segmento, e que por isso, o CONIC não poderia se posicionar como porta-voz das igrejas.

“Uma meia dúzia de esquerdopatas gospel disseram que os evangélicos são contra o impeachment. Eu queria saber quem é que tem procuração e autoridade para falar em nome de evangélicos?”, questionou, acrescentando que o CONIC representa denominações que somam “2% dos evangélicos”.

Lembrando que o segmento evangélico é bastante heterogêneo, Malafaia pontuou que não existe uma opinião única entre as denominações e seus fiéis, embora a maioria queira a saída de Dilma: “Com que autoridade esses caras vem falar isso? Nem eu, que sou presidente do Conselho de Pastores do Brasil, [entidade] que reúne mais de 10 mil pastores de tudo que é denominação, tenho autoridade para falar isso, porque a igreja evangélica não tem papa. A igreja evangélica não tem líder máximo. Nem eu, nem nenhum líder, tem autoridade para dizer que os evangélicos são a favor ou contra […] O que eu posso dizer é que tem muita gente evangélica que é a favor do impeachment, e tem gente que é contra”, concluiu.

Assista aqui.

Fonte: Gospel+


Tem algo errado se você é cristão e não tem inimigos, diz pastor John Piper

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O pastor, escritor e teólogo John Piper publicou um vídeo recentemente alertando sobre os riscos de ser, viver, falar e compartilhar tudo que a sociedade impõe, e sintetizou afirmando que ser cristão é fazer inimigos.

As fortes palavras de Piper precisam ser colocadas em contexto, pois foram proferidas a partir da fala de Jesus que diz que as pessoas que são precedidas por boa reputação popular podem ser seduzidas: “Ai de vocês, quando todos falarem bem de vocês, pois assim os antepassados deles trataram os falsos profetas”, disse Jesus (Lucas 6:26).

Alertando aos irmãos na fé, Piper diz: “Se você não tem nenhum inimigo, sua vida cristã provavelmente não está sendo muito bem conduzida”.

O pastor acrescenta ainda mais argumentos contra a vida politicamente correta escolhida por muitos cristãos: “Jesus disse: ‘Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo, como o seu senhor. Se o dono da casa foi chamado Belzebu, quanto mais os membros da sua família! (Mateus 10:25)’. O que significa que se Jesus foi criticado, o que dizer de nós? Então, se você é um seguidor de Jesus, é fato que você vai ter inimigos. E se você não tiver isso, você só pode estar no caminho errado”.

Piper não ignorou o fato de que os cristãos são orientados a responder com amor aos inimigos, mas questiona sobre o que seria esse “amor” em casos que, conscientemente e voluntariamente, as pessoas fazem coisas erradas.

Em sua reflexão, novamente, Piper aponta para a Bíblia, lembrando que o homem foi salvo por Deus quando ainda era seu inimigo: “’Se quando éramos inimigos de Deus fomos reconciliados com ele mediante a morte de seu Filho, quanto mais agora, tendo sido reconciliados, seremos salvos por sua vida! (Romanos 5:10)’ Você não fez amizade com Ele antes da mudança acontecer em você e te salvar. Assim, a origem, a raiz, de como amar nossos inimigos é a experiência de ser amado como um inimigo de Deus”, sugeriu.

“Uma das razões pelas quais é difícil amar nossos inimigos é porque parece que nós estamos deixando que eles fujam com o assassinato”, diz Piper. “Ninguém fica indiferente com um assassinato ou qualquer outra coisa. ‘A vingança é minha. Eu retribuirei, diz o Senhor’”, conclui o pastor, pontuando que o papel do cristão é apontar os erros e oferecer a solução, e que nesse processo, invariavelmente, inimigos serão feitos, mas que Deus se responsabilizará por isso.

Fonte: Gospel+


Lipstick anuncia campanha de caridade para as vítimas de massacres

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A banda glam rock americano Lipstick anunciou uma campanha especial de caridade para o mês de dezembro. Todos os lucros das vendas da edição especial de seu álbum de estreia autointitulado irá para a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha (IFRC). Lipstick escolheu esta caridade, a fim de ajudar as vítimas de chacina em sua terra natal Estados Unidos, mas também para ajudar as vítimas dos recentes atentados terroristas na França.

Nós realmente queríamos fazer algo para ajudar as vítimas desses fuzilamentos em massa“, afirma o vocalista Greg Troyan. Nós já estávamos pensando em fazer esse fundraiser de caridade quando ouvimos a notícia da chacina em San Bernardino, o que torna tudo ainda mais pungente. A Cruz Vermelha está consistentemente nestes tempos de necessidades para ajudar as vítimas destes ataques, e nós queremos fazer a nossa parte para ajudá-los.

“Nós somos uma pequena, independente banda, por isso temos de pagar do próprio bolso para gravar e lançar nossos álbuns. Mas, só porque nós somos uma banda menor, não significa que nós não queremos ajudar. Assim, todos os lucros do novo álbum durante o mês de dezembro irá diretamente para a IFRC, que não só irá ajudar as vítimas do terror que atacou Paris, mas vítimas de outras tragédias e chacinas também. O único dinheiro que não vai diretamente para o IFRC são as taxas PayPal, o custo da impressão do álbum, e o custo de envio do álbum. Caso contrário, todo o dinheiro vai para a caridade. Nós não estamos fazendo nenhum dinheiro fora destas vendas de álbuns: nós só queremos ajudar em qualquer maneira que pudermos.

A edição especial do álbum de estreia é de US$ 10, mais US$ 5 para o transporte e manuseio. O álbum está disponível tanto em CD físico como em download digital. Aqueles que comprarem a versão digital do álbum receberão duas faixas adicionais por mundialmente famosos roqueiros da nerd NUCLEAR BUBBLE WRAP.

“Obviamente, se você comprar a versão digital do álbum, você vai acabar doando mais para a caridade, porque não há nenhum custo de transporte ou impressão, por isso decidimos oferecer um bônus especial para as pessoas que compram a versão digital. Nossos amigos no NUCLEAR BUBBLE WRAP doaram gentilmente duas de suas músicas para ser parte desta promoção de caridade, por isso, se você comprar a versão digital do nosso álbum, você também pode obter duas de suas canções. Um deles é a sua música clássica, Sharktopus”, e outra é uma canção chamada “The Fault In Our Death Star” de seu próximo álbum Multiverses. Da maneira que você comprar o álbum, você está ajudando uma grande causa.

Lipstick está atualmente trabalhando no seu segundo álbum, Lipstick II.

A campanha de caridade do Lipstick decorrerá ao longo de todo o mês de dezembro. Para comprar a edição especial do álbum de estreia e contribuir para a campanha de caridade do Lipstick, clique em www.lipstickgeneration.com/merch

Lipstick track listing:

1. “We’re Here To Rock You”
2. “I Like The Way I Rock”
3. “Alone”
4. “Merle”
5. “Having Fun”
6. “The Conan Song”
7. “I Want The World To Know”
8. “The Flash”
9. “Tonight”
10. “Love One Another”
11. “Rock N Roll Forever”
12. “It’s Christmas (And You Don’t Want Me Here)”
13. “Having Fun (Alternate Mix)” (Bonus Track)
14. “Illium” (Bonus Track)
15. “Fight Club” (Bonus Track)
16. “I Want The World To Know (Alternate Take)” (Bonus Track)

LIPSTICK online: www.lipstickgeneration.com & www.facebook.com/lipstickgeneration

Traduzido de: Angelic WarLord


“Ideologia de Gênero” e bafo de Satanás

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Gregorio Vivanco Lopes  

Como é possível que se tenha chegado ao absurdo ululante, ao disparate total, à negação da natureza, afrontando despudoradamente as evidências mais claras e objetivas, como essa perniciosa invencionice chamada “Ideologia de gênero”?

Então a criança que nasce com todas as características próprias de um menino, ancoradas na natureza, poderia ser considerada menina? E a menina viria a ser um menino? E haveria ainda diversos outros gêneros!

Estupidez ou má fé?

Por mais que haja gente asnática e imbecilizada, e a espécie não é tão rara, entretanto não foi dado ao ser humano levar a estupidez tão longe a ponto de achar que a Mariazinha pode ser um menino e que o Chiquinho possa ser menina. A imbecilidade humana não comporta tal extremo.

A maldade humana, esta sim, pode chegar a radicalismos insuspeitados, sobretudo quando se deixa inspirar pelo demônio e adere a ele.

Ora, ao que a “Ideologia de gênero” conduz, antes de qualquer modificação física, é a uma mudança mental nas pessoas. É a alma que deve mudar. Uma mudança tão medular e desmedida que dela resulte uma espécie de infra-homem, do qual a lógica tenha sido totalmente extirpada, os conceitos mais elementares abolidos, e extintas as evidências mais palpáveis. Fabrica-se assim um ser ex-humano que não seja mais capaz de pensar, analisar ou julgar. Robô perfeito para ser conduzido pela propaganda e por manobras parapsicológicas.

Atingido esse patamar infra-humano, espera-se, talvez, nesses mesmos laboratórios psicológicos nos quais a “Ideologia de gênero” foi urdida, ter desconstruído a própria ideia de ser humano, e a partir de então criar o “homem novo”, já anteriormente esboçado pelas correntes comunistas, nazistas e por certos veios ecologistas.

 A obra do Deus criador teria sido vulnerada em seu âmago, nem homem nem mulher, e em seu lugar uma nova “criação”, diferente e oposta àquela que nos é revelada no Livro do Gênesis.

O demônio odeia a Deus, mas como é totalmente impotente para O atingir, volta seu ódio contra a natureza humana, feita à imagem e semelhança do Criador, para conspurcá-la e infeccioná-la com sua baba imunda. Como alguém que, odiando muito determinada pessoa, mas não podendo alcançá-la pelo fato de ela residir em outro continente, atira-se contra sua fotografia, cobre-a de imundícies e depois a rasga em pedaços.

Essa face religiosa da “Ideologia de gênero” é o seu aspecto mais sinistro e profundo, e explica por que seus arautos põem tanto empenho em que as crianças em idade escolar sejam nela doutrinadas, a fim de (de)formar os futuros adultos segundo os novos parâmetros.

E explica também por que tantas reações nobres e boas se levantaram indignadas contra esse atentado às mentes infantis, pois muitas pessoas, mesmo quando não chegam a uma explicitação cabal dos males aí contidos, têm a consciência de sua própria natureza conspurcada, sentem no ar o nauseabundo bafo de Satanás e o repelem. É um embate digno dos Últimos Tempos.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


Novelas, “gênero” e uma encíclica

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Gregorio Vivanco Lopes

Um fato sintomático! Novelas televisivas vêm impondo ao público brasileiro a aceitação de um nível de moralidade baixíssimo. As situações mais degradantes do ponto de vista moral são apresentadas com “naturalidade”, como se fossem normais. As novelas vêm se apresentando como o carro-chefe da imoralidade ambiente.

Mas quando a dose de veneno é forte demais, indo além daquilo que o paciente consegue absorver, de duas uma: ou a vítima engole a peçonha e morre, ou a repudia e com isso fica mais arredia ao veneno, além de pôr a nu a indústria de perversão que o difunde.

O segundo caso foi o que se deu com a tentativa de impor ao público brasileiro os horrores moralmente deteriorantes da novela “Babilônia”, um ambiente onde o lesbianismo, a transexualidade e os traficantes proliferam. A reação do público foi forte. A audição da novela caiu vertiginosamente. Foi a novela da Globo menos assistida da história no horário.

E o diretor-geral da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, perguntado pela jornalista Lígia Mesquita “estão pisando em ovos após ‘Babilônia?’”, respondeu: “Conversamos muito internamente sobre isso. O País é mais conservador do que você imagina” (“Folha de S. Paulo”, 27-6 e 20-7-2015).

Essa nota conservadora, que vem se afirmando cada vez mais no panorama nacional (e não só nele!), está provocando o desespero em certas cúpulas da esquerda que imaginavam poder conduzir o País para os sucessivos abismos da corrupção moral. Alguém moralmente corrompido é uma pessoa entregue, que não tem forças para lutar contra os desmandos ideológicos ou políticos, seja do comunismo ou do socialismo em suas diversas formas e cores, seja ainda do ecologismo panteísta.

O caso da novela “Babilônia” levou a jornalista Cristina Padiglione a comentar: “Diante de tendências conservadoras e de uma polarização de comportamentos, ideologias e religiões, é de se perguntar como um canal de TV, que sempre foi bem-sucedido em agradar o gosto médio da massa, tem agido na escolha de sua programação” (“O Estado de S. Paulo”, 27-6-15).

Mas o conservadorismo em ascensão não se limita a desdenhar uma novela fortemente imoral, ele tem manifestações multiformes.

Os jovens do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira que foram à Câmara de Vereadores de São Paulo pleitear a retirada do Plano Municipal de Educação das expressões “gênero”, “teoria de gênero” e outras que tais, contaram-me que os representantes pró-família se encontravam em número bem maior e eram mais atuantes do que aqueles recrutados pelos movimentos homossexuais e feministas. Os vereadores tiveram o bom senso de retirar as indigitadas expressões.

Isso não se deu apenas em São Paulo. Pelo Brasil afora, pressões do eleitorado conservador levaram numerosas Câmaras Municipais a rejeitar as ingerências do Ministério da Educação no sentido de obrigar as escolas a ensinar tais teorias abstrusas. O plano maquiavélico do Ministério consistia em fazer aprovar seu nefando desiderato pelas Câmaras Municipais, depois de ter sido ele derrotado na Câmara dos Deputados, em Brasília. Mas o conservadorismo foi mais forte, ao menos em grande número de importantes municípios.

Não vamos analisar aqui as manifestações de conservadorismo no intrincado campo político, pois isso nos levaria muito longe; e ademais, tais manifestações são de conhecimento geral. O PT que o diga.

Lembramos apenas os insucessos de diversos governos que, propelidos por bispos e padres da esquerda católica, tentaram impor ao Brasil uma Reforma Agrária radical que o levasse rapidamente às portas do comunismo.

Por fim, uma palavra sobre as resistências conservadoras ao ecologismo alarmista e sem base científica. Muito contestado e à míngua de provas para suas afirmações mirabolantes, ele procura utilizar para seus objetivos a recente e perplexitante encíclica do Papa Francisco, tendente a um ecologismo radical. Sem muito resultado, diga-se de passagem.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)