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U2 abre turnê do álbum ‘The Joshua Tree’ com quatro shows em São Paulo

POR RODRIGO SALEM
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE LOS ANGELES

Da última vez em que esteve no Brasil com a gigantesca “360º Tour”, o grupo irlandês U2 bateu o recorde de turnê mais rentável da história, alcançado no segundo show em São Paulo, em abril de 2011.

A relação com a cidade continua especial na nova vinda do quarteto. Além de ser palco pela primeira vez do encerramento de uma turnê mundial do U2, São Paulo será o único local a sediar quatro shows da “The Joshua Tree Tour 2017”, a partir desta quinta (19).

Organizada em comemoração aos 30 anos do “The Joshua Tree”, álbum que transformou a banda numa potência global com mais de 25 milhões de cópias vendidas, a turnê chega ao Brasil seis meses depois de começar em Vancouver, Canadá.

O que era para ter sido uma programação com menos de 10 shows se tornou se em um evento com 50 apresentações nos Estados Unidos, Europa, México e América do Sul.

“Não sabíamos se conseguiríamos fazer uma turnê que honrasse ‘The Joshua Tree’ sem sermos nostálgicos”, disse o vocalista Bono em entrevista à revista “Rolling Stone”.

O show é dividido em três atos. O primeiro engloba os anos de formação do grupo com os hits que começaram a mudar o status do U2, como “Sunday Bloody Sunday” e “Pride (In The Name of Love)”.

O segundo, banhado por um telão em 8K que toma o palco inteiro, é a espinha dorsal do show, com o “The Joshua Tree” tocado na íntegra.

O terceiro ato é quando Bono, The Edge (guitarra), Adam Clayton (baixo) e Larry Mullen Jr. (bateria) mostram sucessos mais recentes (“Beautiful Day”, “One”) e aproveitam para fazer algumas mudanças discretas no setlist.

A Folha foi a três shows da turnê nos EUA e detalha como devem ser os quatro no país.

*

TURNÊ DO U2
Faixa a faixa

1º ATO

‘Sunday Bloody Sunday’
Baterista Larry Mullen Jr. começa sozinho o hino político em um palco mais próximo da plateia

‘New Year’s Day’
Bono canta a versão original do disco ‘War’ (1983)

‘Bad’
Balada passou a substituir a mais rara ‘A Sort of Homecoming’ em shows e agora parece ser a titular

‘Pride (In The Name Of Love)’
Último momento no palco secundário joga a banda diretamente no mote da noite

2º ATO

‘Where The Streets Have No Name’
U2 assume o palco principal e o ‘The Joshua Tree’ começa a ser tocado. Imagens em preto e branco no telão de 8K caminham por uma estrada no meio do parque ‘Joshua Tree’, na Califórnia

‘I Still Haven’t Found What I’m Looking For’
Parte da música é levada pelo público, que é inundado pelo telão em uma floresta com as árvores que batizam a turnê. Quase hipnotizante

‘With Or Without You’
Balada de maior sucesso do grupo se desgastou com o tempo, mas o público se encarrega de injetar vigor

‘Bullet The Blue Sky’
“Vem a encrenca”, grita Bono. Show começa a pegar fogo. O telão mostra imagens do fotógrafo Anton Corbijn. É um mix das cenas consagradas no filme ‘Rattle and Hum’ com a tecnologia da tour ‘Zoo TV’

‘Running To Stand Still’
The Edge vai para o teclado numa versão mais idílica da balada sobre vício em heroína. Bono volta a se arriscar na velha gaita

‘Red Hill Mining Town’
Mais um grande momento do show. Versão com metais (pré-gravados para sincronizar com a banda do telão) e corais tem novos arranjos. A música nunca havia sido tocada ao vivo

‘In God’s Country’
Bono avisa: “É hora do lado B do disco. Deve ter uns arranhões no vinil”. A música ficou mais azeitada ao longo da turnê

‘Trip Through Your Wires’
Bono toca gaita na clássica introdução de uma música raramente tocada pela banda

‘One Tree Hill’
Canção volta ao setlist com homenagens a populações nativas e mudanças para adequar as notas mais altas que Bono não consegue mais alcançar

‘Exit’
Melhor momento do show. Começa com cenas de um faroeste com um personagem chamado Trump (“Você é um mentiroso, Trump”, diz um personagem). Visual de Bono remete à turnê original (terno, colete e chapéu negros). The Edge brilha

‘Mothers Of The Disappeared’
Escrita sobre as Mães da Praça de Maio (mulheres que perderam o filho durante a ditadura militar argentina), a canção ressoa mais forte na América do Sul

3º ATO

‘Beautiful Day’
U2 entra no modo mais alegre. O palco ganha cores e o hit de 2000, versão mais dance

‘Elevation’
Música que funciona muito bem ao vivo, principalmente com o público latino, que interage mais

‘Vertigo’
Não há muita diferença para a canção que era um dos pontos altos da “Vertigo Tour”, que passou pelo Brasil

‘Miss Sarajevo’
Canção sumiu nos últimos shows -parecia deslocada

‘You’re The Best Thing About Me’
U2 mostra que ainda faz músicas novas

‘Ultra Violet (Light My Way)’
Banda aproveita para homenagear mulheres importantes da história. O telão mostra fotos de figuras femininas internacionais e locais

‘One’
Hit encerra o show

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CURIOSIDADES DO U2

1 – Todos os integrantes do U2 estudavam na Mount Temple Comprehensive School, quando começaram a ensaiar na cozinha da casa do baterista, em 1976. Ele foi responsável pela formação da banda, após espalhar panfletos pela escola atrás de outros músicos para poder estrear sua bateria nova.

2 – Antes de virar oficialmente U2, o grupo se chamou Feedback e era um quinteto: Larry Mullen Jr. (bateria), Adam Clayton (baixo), Paul Hewson (vocalista, mais conhecido pelo apelido Bono), Dave Evans (o guitarrista The Edge) e seu irmão, Dick (guitarra). Já com a formação tradicional, a banda virou The Hype para somente depois assumir o nome U2.

3 – O nome U2 veio de uma lista criada por um amigo do baixista Adam Clayton com várias sugestões, como “The Blazers” e “Flying Tigers”. A inspiração foi um avião norte-americano de espionagem.

4 – Ninguém do grupo gostou inicialmente do nome. Eles decidiram manter porque era pequeno -perfeito para a banda trabalhar em pôsteres, panfletos e bottons.

5 – O apelido Bono Vox surgiu no fim dos anos 1970. Seu amigo, o também músico Gavin Friday tirou o nome de uma loja em Dublin chamada Bonavox -um trocadilho com o latim “boa voz”. No início dos anos 1990, o “Vox” foi cortado e hoje ficou apenas Bono.

6 – Durante a turnê do segundo disco, “October”, o guitarrista The Edge pediu para sair da banda. Foi uma época em que o U2 estava lidando com as raízes católicas (Bono e Mullen Jr.) e protestantes (The Edge e Clayton), um problema na Irlanda dos anos 1980, dividida entre os dois grupos. O quarteto superou a fase e nunca chegou a ter outro nível de tensão motivado pelas escolhas religiosas e a vida no rock.

7 – A única vez que um membro do U2 perdeu um show foi em 26 de novembro de 1993. O baixista Adam Clayton teve uma recaída na luta contra o alcoolismo no fim da turnê Zoo TV. Ele bebeu tanto que não conseguiu se apresentar na primeira noite em Sydney, Austrália. Seu técnico de som assumiu o baixo, porque a banda não podia adiar a apresentação, pois a noite seguinte seria transmitida ao vivo para o mundo todo. Clayton ficou sóbrio desde então.

8 – A árvore que batiza o disco “The Joshua Tree” e aparece na contracapa do álbum fica perto da entrada do Vale da Morte, no deserto californiano. A árvore foi derrubada pelos ventos, mas ainda se encontra no mesmo local da foto da banda. Há um memorial feito por fãs ao redor dela, mas a maioria prefere manter em segredo a exata localização para evitar peregrinações.

9 – O disco teve vários nomes antes de ganhar o título final. “The Two Americas”, “Desert Album” e “Desert Songs” foram algumas das opções. No fim, Bono escolheu “The Joshua Tree” depois do fotógrafo holandês Anton Corbijn sugerir uma viagem pelo deserto do Mojave.

10 – “Where the Streets Have No Name”, talvez a música mais poderosa do U2 ao vivo, quase foi apagada da história. Irritado por passar semanas trabalhando sem frutos na versão final da faixa, o produtor Brian Eno decidiu apagar a fita master com a gravação. Ele foi fisicamente afastado da mesa de som. Eno admite o episódio, mas diz que “teria sido mais fácil começar do zero”.

11 – O baixista Adam Clayton é casado com a brasileira Mariana de Carvalho desde 2013. A primeira filha do casal, Alba, nasceu em julho passado.

12 – O U2 já ganhou 22 Grammy e dois Globo de Ouro, mas não venceu o Oscar nas duas vezes em que foi indicado, em 2003 e 2014: melhor canção por “The Hands That Built America”, de “Gangues de Nova York”; e “Ordinary Love”, de “Mandela: Longo Caminho para a Liberdade”.

*

THE JOSHUA TREE – TOUR 2017
QUANDO 19, 21, 22 e 25/10, às 19h
ONDE Estádio do Morumbi (pç. Roberto Gomes Pedrosa, São Paulo)
QUANTO de R$ 260 a R$ 900
CLASSIFICAÇÃO 14 anos

Fonte: Folha de São Paulo

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Militantes anuncia show de pré-lançamento de CD e gravação de vídeo

SHOW DE PRÉ LANÇAMENTO DO CD E GRAVAÇÃO DE VÍDEO
25/07 – 20h
Local: Igreja O Brasil para Cristo – Sede – São Miguel
R. Domingos Massulo, 170 – São Miguel Paulista
São Paulo – SP – Cep: 08011-380
Fone: (11) 2037-8386

Fonte: Facebook


Com Bono recuperado, U2 faz show em estação de metrô de Nova York

Reprodução: Instagram

Reprodução: Instagram

Bono, vocalista do U2, parece estar completamente recuperado do acidente de bicicleta que quase o impossibilitou de voltar a tocar violão. Na última segunda, 4, ele e os companheiros de banda se disfarçaram e fizeram uma apresentação surpresa em uma estação de metrô de Nova York.

Segundo o site do semanário britânico NME, o show acústico secreto foi gravado em vídeo para integrar um quadro do programa Tonight Show, apresentado por Jimmy Fallon, que deve ser exibido esta semana nos Estados Unidos.

Em novembro do ano passado, o U2 faria cinco apresentações seguidas na atração diária, mas foi forçado a cancelar as participações por conta da contusão de Bono. O acidente com o vocalista aconteceu dias antes da residência do grupo no Tonight Show.

Usuários que passaram pela estação Grand Central do metrô nova-iorquino registraram pelo celular algumas fotos e vídeos da banda irlandesa tocando. Alguns dos registros foram compartilhados no Instagram, pelos usuários u2italianfans, dreyarchives, u2news.

Sobre o acidente de Bono
Em novembro de 2014, em um domingo, Bono tentou evitar o choque com outra bicicleta, enquanto andava pelo Central Park, em Nova York, e terminou sofrendo o que os médicos chamaram de um “acidente de bicicleta de alta energia”.

Bono foi rapidamente levado ao departamento de emergência do centro médico New York-Presbyterian/Weill Cornell e foi submetido a “exames múltiplos de raio x e tomografia computadorizada”, seguidos por cinco horas de cirurgia.

O músico sofreu diversas lesões, incluindo uma “fratura facial envolvendo a órbita do olho”, três fraturas separadas na escápula do ombro esquerdo e uma fratura no osso úmero esquerdo, na parte superior do braço.

Esta última lesão foi particularmente prejudicial, com o osso se partindo em seis lugares diferentes e despedaçando-se pela pele. Na época, o cirurgião Dean Lorch afirmou à Rolling Stone EUA que Bono foi tratado com três placas de metal e 18 parafusos.

Alguns dias depois, o líder do U2 endereçou uma carta aos fãs, via site da banda. Ele afirmou: “A recuperação tem sido mais difícil do que eu imaginava. Enquanto escrevo isso, não está claro se voltarei a tocar guitarra novamente.”

Bono ainda comentou que “as consequências deste acidente maluco são tão sérias que eu terei que me concentrar muito para estar pronto para a turnê do U2”. “Por isso, cancelei todas as aparições públicas e decidi que esta carta é toda a comunicação que posso garantir pela primeira metade de 2015, além de murmurar e cantar para mim mesmo, claro.”

Fonte: Rolling Stones


Ringo Starr repete show variado ao lado da All-Starr Band em São Paulo

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Por Lucas Brêda

A alta frequência das recentes passagens dos ex-beatles sobreviventes pelo Brasil certamente têm diminuído a aura sobre as turnês atuais deles. No caso de Ringo Starr, ainda há um agravante, a mais recente versão da All-Starr Band (que o acompanha) é um apanhado de ex-integrantes de bandas como Santana, Toto e Mr. Mister, que enchem o show de hits, mas trazem uma diversidade que mais desagrada do que convida o fã dos Beatles.

Em apresentação no HSBC Brasil, em São Paulo, na noite da última quinta, 26, o ex-baterista do Fab Four teve ao lado a mesma All-Starr Band que o acompanhou na passagem pelo Brasil em outubro de 2013. Steve Lukather (guitarrista do Toto), Gregg Rolie (tecladista da fase clássica do Santana) e o guitarrista e cantor Todd Rundgren se juntam a Richard Page (ex-baixista do Mr. Mister), ao baterista Gregg Bissonette e ao saxofonista Mark Rivera.

Sem um novo disco de inéditas para promover – o último trabalho é Ringo 2012, de 2012, e o próximo, Postcards From Paradise, chega às lojas em 31 de março deste ano –, Starr encarou uma plateia longe de estar lotada com as tradicionais faixas dos Beatles cantadas por ele, alguns dos mais recentes singles da carreira solo dele e uma enxurrada de canções dos integrantes da All-Starr Band.

O show começou às 22h – com boa parte do público ainda do lado de fora da casa – com “Matchbox”, cover de Carl Perkins que os Beatles tocavam, e “It Don’t Come Easy” (single de 1971). Starr mostrou-se como sempre entusiasmado, dançando com todo o carisma que lhe é nato e pondo de pé até quem estava sentado nos camarotes. Em seguida, ele deu espaço para Ringo 2012, com a balada regueira “Wings” (que já havia sido lançada em 1977 e ganhou nova versão).

A partir de então, o protagonista de Help! foi ao banco que lhe consagrou: o da bateria. Aos 74 anos, entretanto, Starr trabalha com as baquetas mais para fazer uma espécie de “base” para Gregg Bissonette, com os tambores em volume mais baixo, sem arriscar viradas e pouco visitando os pratos.

A All-Starr Band começou a desfilar os hits das bandas originais de seus integrantes: Todd Rundgren comandou “I Saw the Light” e “Bang the Drum All Day”; Gregg Rolie puxou clássicos do Santana como “Evil Ways”, “Black Magic Woman” e “Oye Como Va”; Steve Lukather (com ajuda e Richard Page) deu voz a “Rosanna”, “Afrika” e “Hold the Line”, todas do Toto; Page reviveu o Mr. Mister com “Kyrie” e “Broken Wings” e ainda tocou a acústica “You Are Mine” (com Starr no cajón).

A diversidade grande entre as músicas foi sentida principalmente pelos que estampavam camisetas e bandeiras com imagens dos Beatles, à espera de algum clássico da década de 1960. Enquanto isso, a animação e movimentação por todo o palco da All-Starr Band fazia a felicidade dos saudosos dos anos 1980, além dos admiradores de Santana. As performances ganham solos extensos, principalmente os de guitarra, de Steve Lukather, que frequentemente se perdiam entre o virtuosismo e o exagero.

Ao fundo, distribuindo sorrisos e se concentrando para não perder o ritmo, Ringo Starr figurava no ponto mais alto no palco. Distante das músicas entoadas pela All-Starr Band, ele mostrava o jeito de tocar desengonçado e displicente, tão genial quanto fundamental para o som dos Beatles.

De trás da bateria, ele cantou “Boys” (cover inclusa no álbum de estreia do quarteto de Liverpool, Please Please Me, de 1963), para trazer de volta a plateia por completo ao show. Fazendo uma ponta no teclado, ele mandou “Don’t Pass Me By” (The Beatles, 1968), ocasião em que pegou e brincou com um boneco – uma miniatura dele mesmo – atirado da plateia.

Após um grito extremamente alto de “Vai, Corinthians!”, de alguém na plateia, Starr mostrou porque é conhecido pela irreverência e carisma. Ele respondeu: “Cale a boca! Agora, eu estou falando!”, levando todos ao riso. “Se não souberem cantar essa música, você está no lugar errado”, disse, em seguida. Veio “Yellow Submarine”, decorada com balões amarelos por parte do público, e um momento de festa entoado a plenos pulmões.

De faixas relacionadas aos Beatles, ele ainda tocou “Honey Don’t” (cover de Carl Perkins lançada em Beatles for Sale, de 1964), “Photograph” (de George Harrison), “Act Naturally” (outra cover lançada pelo Fab Four em Help!, 1965) e, é claro, a derradeira e sempre tocante “With a Little Help From My Friends”, que ganha extensão com “Give Peace a Chance”, de John Lennon. A ausência mais sentida é “Octopus’s Garden”, que Starr deu voz no disco Abbey Road (1969).

Ringo Starr ainda leva esta apresentação ao Rio de Janeiro, na passagem pelo Brasil. Ele toca na capital fluminense nesta sexta, 27.

Fonte: Rolling Stone (http://rollingstone.uol.com.br/noticia/ringo-starr-repete-show-variado-ao-lado-da-all-starr-band-em-sao-paulo/#imagem0)


Banda Catedral gravará DVD de 25 anos em Recife

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A banda carioca, divulgou há poucos dias local e data da gravação do seu quarto DVD, comemorativo aos 25 anos. A gravação será na cidade de Recife – PE, na casa de eventos Baile Perfumado. Segundo a banda, o evento será organizado pela mesma direção do Canta Recife. O show de gravação está marcado para o dia 13 de junho, um mês antes do dia mundial do rock.

Canta Recife:
Atenção!
A Banda CATEDRAL escolheu RECIFE como a cidade da Gravação e o Canta Recife para produzir a Gravação do DVD CATEDRAL 25 ANOS, AQUI, EM JUNHO… Aguardem!

Catedral:
ALÔ GALERA CATEDRÁTICA DE RECIFE E DE TODO NORDESTE BOA NOITE!
O SHOW DE GRAVAÇÃO DO DVD DA BANDA CATEDRAL 25 ANOS MÚSICA INTELIGENTE AO VIVO SERÁ NO DIA 13 DE JUNHO – SABADÃO – NA CASA DE SHOWS BAILE PERFUMADO! TUDO OK!
*MAIORES DETALHES EM BREVE! FIQUE SEMPRE LIGADO!
SEE U!

Fonte: Templo Metal / Via: Holy Metal 777


Fernando Cester estará no III Salão Gospel Internacional

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A vida musical de FERNANDO CESTER, começou aos sete anos de idade, época em que ganhou seu primeiro instrumento musical, um violão. Com o passar dos anos Fernando Cester juntou-se a uma banda gospel “Veste Branca”, quando então participou de shows em diversas cidades do Estado de São Paulo. “Vitorioso” foi seu primeiro CD lançado com a banda Veste Branca e marcou o início de seu trabalho como compositor. O álbum contou ainda, com a participação do renomado guitarrista Wander Taffo. Em Outubro de 2002, Fernando Cester deu início à sua carreira solo, com o lançamento do CD “MEU MELHOR AMIGO”, lançado pela gravadora Gospel Records. Em Setembro de 2004, Fernando Cester lançou também pela gravadora Gospel Records seu segundo CD intitulado “PERTO DE TI”. Após grandes desafios e shows pelo Brasil, Fernando Cester grava seu terceiro trabalho, o CD intitulado “PODIUM”, aliando muito louvor e rock’n roll. Em 2009 gravou pela Line Records o CD “Siga em Frente”. Em 2011 gravou seu primeiro DVD ao vivo chamado “A Virada”. Em 2013 nasceu o CD “A Virada” e agora no dia 19 de Setembro de 2014, sexta-feira, às 19h ele se apresenta nos palcos do III Salão Internacional Gospel, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

Fonte: NTGospel


Stryper: assista o trailer oficial de “Live At The Whisky”

Por Jefferson Guedes Giammelaro

A banda de Heavy Metal STRYPER, acaba de anunciar o trailer oficial do seu novo trabalho “Live At The Whisky”, CD/DVD que será lançado em setembro, confira.

A data do lançamento oficial será 23 de Setembro de 2014, pelo selo Frontiers Records.

Mais detalhes deste trabalho você encontra aqui:

Stryper: Live At The Whisky, confira capa e tracklist

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STRYPER é:

Michael Sweet – Vocal e guitarra

Oz Fox – Back-vocal e guitarra

Robert Sweet – Bateria

Timothy Gaines – Baixo

 

Fonte: Whiplash!