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Pernalonga completa 75 anos; relembre a trajetória do personagem

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“O que que há, velhinho?” é sua frase favorita, não se sabe se ele é uma lebre ou um coelho, e ele vive fugindo de um caçador que troca as letras ao falar. Ainda não sabe quem é?

O astuto Pernalonga, personagem da série de animação Looney Tunes, está fazendo aniversário nesta segunda (27). Há exatos 75 anos, em 1940, ele fez a famosa pergunta pela primeira vez.

Foi em um curta metragem chamado “The Wild Hare” (“A Lebre Selvagem”), dirigido por Tex Avery.

O americano criou o protagonista em Nova York, ao lado de Robert McKimson. Por isso, o dublador original do coelho, o ator Mel Blanc, deu a ele uma mistura de sotaque de quem vive nas regiões do Brooklyn e do Bronx.

Em inglês, ele é chamado de Bugs Bunny. O nome vem do apelido de um dos diretores e desenhistas das animações do estúdio Warner Bros. Veja abaixo a primeira aparição do personagem em desenho animado.

DO PAPEL À FAMA

Alguns historiadores acreditam que a personalidade do coelho foi influenciada por um personagem de Walt Disney, a lebre “Max Hare”.

Happy Rabbit (ou coelho feliz), o protótipo do Pernalonga, apareceu pela primeira vez em 1938. Mas ainda era bem diferente do personagem que conhecemos: o pelo era branco e ele era mais maluco.

Ao longo desses anos, o protagonista estrelou mais de 160 curtas de animação, além de participar de outros filmes. O coelho “contracenou” com o astro do basquete Michael Jordan em “Space Jam” (1996) e também atuou em “Looney Tunes – De Volta à Ação” (2003).

Ganhou até Oscar e uma estrela na calçada da fama em Hollywood: foi premiado como “Melhor Curta-Metragem de Animação” em 1958, com o filme “Knighty Knight Bugs”.

Em 2002, foi eleito como melhor personagem de desenhos animados de todos os tempos pela revista americana “TV Guide”.

Fonte: Folha de S. Paulo


Disney proíbe cenas com personagens fumando em seus filmes

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Se fosse hoje, Cruela Cruel, a vilã do filme “1001 Dalmatas”, de 1961, e a lagarta de “Alice no País das Maravilhas”, de 1951, não apareceriam fumando seus cigarros (ou cachimbo, no caso da lagarta). Após uma decisão interna, personagens fumantes não serão mais retratados em produções da Disney e de empresas que pertencem ao grupo, como a Marvel, Lucasfilm e Pixar.

A decisão foi anunciada por Bob Iger, CEO da Disney, durante encontro com acionistas na semana passada. Na ocasião ele esclareceu, no entanto, que o impedimento não se aplica a casos em que fumar faz parte do contexto cultural ou histórico de uma figura da vida real e exemplificou: “Estamos fazendo um filme sobre Abraham Lincoln. Ele era fumante, e consideramos aceitável representá-lo assim. Mas em termos de novos personagens que forem criados para qualquer um de nossos filmes, nós iremos banir absolutamente o fumo”.

Diante do anúncio, o CEO foi questionado pelo médico ativista Stanton Glantz, contrário ao tabagismo, se ele apoiaria a ideia de todos os filmes com personagens fumantes passarem a possuir uma classificação etária “R”, ou “Restricted”, utilizada nos Estados Unidos para demacar produções que são proibidas para menores de 17 anos desacompanhados.

Iger afirmou que seria “um pouco presunçoso” da parte dele endossar a ideia sem saber a opinião dos outros estúdios de cinema. Mas ele concordou que a representação de fumar em filmes para menores de idade é um “problema sério” e prometeu que iria tratar do caso.

Recentemente o grupo PETA, de defesa dos direitos dos animais, pediu em carta aberta para Tim Burton, diretor da adaptação de “Dumbo”, também da Disney, alterar o final da história, fazendo com que o elefante voador e sua mãe pudessem viver em um santuário e não em um circo.

As informações são do jornal “Telegraph“.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/filmes/disney-proibe-cenas-com-personagens-fumando-em-seus-filmes-15607311#ixzz3UZEjckJA
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Politicamente Incorreto? Tom e Jerry completa 75 anos

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Se você já foi criança, com certeza já assistiu pelo menos um episódio de Tom e Jerry e ficou com dó do rato, depois do gato, torceu para que os dois se entendessem, mas eles continuavam brigando. E que brigas.

O desenho chegou a ser considerado politicamente incorreto por conta da violência das surras que Tom e Jerry trocavam entre si. Os fãs do cartoon chegaram a criticar a decisão.

Apesar de tudo, o desenho completa 75 anos e continua no circuito de programas infantis (e nostálgicos).

Fonte: Terra


Satanismo para crianças

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A propaganda mundial do satanismo vai mar alto. Por toda parte ouvimos falar de manifestações satânicas, organizadas por autoridades políticas ou pelo menos sem oposição destas.

Dir-se-ia que, diante da brutal degradação dos costumes atualmente existente, como também das leis e dos atos dos homens, os demônios acharam que era chegada a hora de dizer: “Estou aqui. Sou eu mesmo que dirijo a sarabanda rumo ao Inferno”.

Aquilo que estava oculto, agora sai à luz do dia. São as missas negras ostensivamente promovidas em várias partes do mundo e com grande publicidade; é a satânica mostra na Bienal de São Paulo; é o direito de cidadania concedido aos ritos diabólicos; e assim por diante.

Chega-nos agora a notícia de que manifestações satânicas buscam atingir também as crianças. Tinha de ser! O demônio não tolera a inocência. Informa-nos o site da America Needs Fatima (A América necessita de Fátima), meritória campanha da TFP norte-americana, que o Conselho de Educação Escolar Pública do condado de Orange, no Estado da Florida, aprovou um livro para colorir… satanista. Para as crianças!!!

O Conselho deu permissão ao chamado Satanic Temple(Templo satânico: organização satanista que promove rituais diabólicos) para distribuir literatura aos alunos do Condado. E isso inclui um “livro para colorir”, infantil, de teor satanista.

Na página 1 do livro de colorir há imagens de um professor e crianças em uma sala de aula, juntamente com uma menina satanista chamada Annabel. A legenda diz:Annabel está difundindo conhecimento e ajudando a dissipar o medo e a ignorância, ao apresentar seu ritual satânico para a classe …”

A página 3 mostra o desenho de uma aconchegante sala de aula, com lareira e prateleiras de livros. Annabel está sentada em uma cadeira, com um sorriso nos lábios, lendo um livro que tem um pentagrama mágico na capa. Na parede, um quadro sobre a lareira representa uma família numerosa, na qual a mãe satanista tem dois chifres salientes na cabeça. E o pai satanista, careca, sentado em uma cadeira, igualmente com chifres, vestindo uma camiseta tipo Anton LaVey [fundador da igreja de Satã], com a figura de um bode. E Annabel está segurando o que parece ser um cálice ou copo de vinho. A legenda diz: “Colore o estudo de Annabel, que contém literatura e filosofia satânicas”.

A página 8 do livro apresenta um “código secreto” para as crianças decodificarem, com a legenda: Annabel enviou a Damian um bilhete durante a aula, mas é SEGREDO! Ajuda Damian a desvendar o código secreto para descobrir o que Annabel quer lhe dizer”. A resposta é chocante: “Ouve a minha oração, Satanás, bendito sejas”.

Na página 5 encontra-se o seguinte texto: Whopper [o Mentiroso, o Pai da Mentira] é grande e por vezes assustador, porque ele tem dificuldade em dizer o que está em sua mente. Ajude Damian e Annabel a ter paciência e a mente aberta para decifrar o que ele quer dizer.”

Trabalhar para a satanização das mentes infantis é certamente um dos maiores pecados que se possam cometer. E, no entanto, ela é promovida abertamente com todas as autorizações necessárias.

Como foi possível descer até esse extremo? Foi através do permissivismo moral, religioso e doutrinário. Uma vez que se adote o princípio de que tudo é permitido, de que é proibido proibir, o demônio se apresenta e diz: Por que não também eu?

Outro foi o ensinamento de Nosso Senhor Jesus Cristo, quando afirmou indignado: “Todo o que fizer cair no pecado a um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que uma pedra de moinho lhe fosse posta ao pescoço e o lançassem ao mar!” (Mc 9,42).
(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


‘Turma da Mônica’ ganhará versão adulta

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Publicado em O Globo

Já imaginou Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão adultos, inseridos no mercado de trabalho, cuidando da casa? Pois depois da “Turma da Mônica” jovem, vem aí “Turma da Mônica” adulta. O quadrinista e empresário Mauricio de Sousa está planejando uma revista em que seus famosos personagens aparecem a partir dos 25 anos.

Em formato de folhetim, a série prevê que Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão, entre tantos outros, envelheçam junto com os leitores. A ideia é que a história seja contemporânea, acompanhando os acontecimentos do Brasil.

A equipe do estúdio de Mauricio de Sousa chegou a fazer esboços de como seria a Mônica de 40 anos (veja acima). “Foi apenas uma adaptação feita no estúdio. Não significa que essa será a imagem dela nessa série da turma adulta”, explicou o cartunista José Alberto Lovetro, o JAL, que trabalha com Mauricio de Sousa.

Na “Turma da Mônica jovem”, que retrata os personagens na adolescência, Mônica e Cebolinha apareceram aos 25 anos. A cena, parte de um especial, mostrou o casamento dos dois.Previsto para “daqui a alguns anos”, o projeto seguirá junto com a “Turma da Mônica” clássica e a “Turma da Mônica” jovem. Para desenvolver as novas tramas, mais maduras, Mauricio de Sousa, de 78 anos, tem se consultado com colegas como o novelista Walcyr Carrasco, das novelas “Caras e bocas” e “Amor à vida”.

Via: Livros e Pessoas.


Versão metaleira para tema de abertura do Duck Tales

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Quem está hoje na casa dos trinta e poucos anos, com certeza deve lembrar da série de animação dos estúdios da Walt Disney, produzida entre 1987 e 1990, que mostrava as aventuras do pato mais rico do mundo (Tio Patinhas) e toda a sua turma, conhecida como DuckTales.

Se até hoje você ainda fica com aquela música de abertura em sua cabeça, confira uma versão metaleira que o músico Eric Calderone fez e lançou na net. Bons tempos que não voltam mais…!

http://www.youtube.com/embed/ZLeNhr1J430

Fonte: Ogro do Metal

 


Nigeriano cria bonecas negras contra preconceito e supera venda de Barbie

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Publicado no G1

A Nigéria é o país com a maior população negra do mundo. Mesmo assim, quando o nigeriano Taofick Okoya foi comprar um presente de aniversário para sua sobrinha, em 2006, só achou bonecas brancas nas lojas.

Foi então que o empresário de 44 anos, que na época era diretor-executivo da empresa familiar de utensílios de plástico, teve a ideia de fabricar bonecas que fossem da cor da imensa maioria das crianças de seu país.
Surgiu, assim, a Queens of Africa (“rainhas da África”), uma empresa que hoje já vende mais bonecas na Nigéria do que a famosa Barbie.

“A ideia é promover a autoaceitação e a confiança nas crianças africanas e nigerianas. Queria que elas gostassem de si mesmas e de sua raça. Percebi que a superexposição a bonecas e personagens brancos fazia com que elas desejassem ser brancas”, disse Okoya ao G1.

Ele conta que teve um exemplo disso em sua própria casa, em uma conversa com sua filha, quando ela tinha 3 anos de idade. “Os personagens preferidos dela eram todos brancos, as bonecas, também. Um dia ela me perguntou: ‘de que cor eu sou?’. Disse que ela é negra e ela falou que preferiria ser branca. Tive que explicar que há tipos diferentes de pessoas e culturas no mundo, que não somos todos iguais, e que negro também é bonito”, diz ele.

Resistência

A Queens of Africa fabrica seis modelos de bonecas, que representam os três maiores grupos étnicos da Nigéria: Hausa, Igbo e Yoruba. Os cabelos e as roupas se baseiam em looks de mulheres africanas.
A marca enfrentou resistência no início. Segundo Okoya, os nigerianos não estavam acostumados a ver bonecas negras e as crianças preferiam as brancas.

Além da barreira cultural, havia a barreira econômica. “Bonecas são vistas como algo elitista na Nigéria, porque costumam ser caras”, diz o empresário. A solução foi criar produtos com várias faixas de preço: a boneca mais barata, chamada Princesa Naija, é vendida pelo equivalente a US$ 5 (cerca de R$ 11).

Depois de “muitos altos e baixos”, a Queens of Africa emplacou. Em média, são fabricadas cerca de 24 mil unidades por mês – o número sobe nos períodos festivos, como Natal e Dia das Crianças.

Brasil

Por enquanto, as bonecas só são vendidas na Nigéria, mas Okoya pretende mudar isso logo. Segundo ele, até o fim do ano a marca fará vendas online. Ele diz tambem que há empresas de outros países da África, da Europa e dos Estados Unidos interessadas em revender os produtos.

No perfil da marca no Facebook, uma mensagem em inglês e em português diz que as bonecas chegarão em breve ao mercado brasileiro. Okoya afirma que está em negociação com uma pessoa que venderia or produtos no Brasil em pequena escala – ele não revela o nome. “Quero enviar o primeiro pedido neste mês”, diz.
No mercado brasileiro, as bonecas negras são minoria, mas alguns modelos podem ser encontrados em lojas de brinquedos.

Segundo Okoya, a aceitação das bonecas na Nigéria melhorou muito com o tempo. Ele defende que as crianças sejam expostas à diversidade nas brincadeiras. “Elas têm que aprender a apreciar e a aceitar as diferenças sem perder sua própria identidade. É triste que elas cresçam com esse sentimento de insegurança, querendo ser outra pessoa”, completa.

Fonte: Pavablog