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Artes

DcTalk se reúne no palco para apresentação surpresa

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Houve um burburinho entre os artistas que viajam no tapete vermelho no 47º Dove Awards, na noite de terça, da Gospel Music Association, de que o desempenho do superstar da música cristã TobyMac seria algo inesquecível.

E eles estavam certos.

Pela primeira vez em mais de uma década, TobyMac tem a banda de volta juntos com ele: Michael Tait (atualmente de Newsboys) e Kevin Max reunidos como dcTalk, tocando a música “Love Feels Like” ao vivo para um público atônito.

O grupo de Toby começou com uma versão reduzida do seu atual single “Til The Day I Die” antes de as luzes se apagarem. Um vídeo reproduzido, com Toby falando sobre o dcTalk e seu coração, ao fundo “Love Feels Like“, a música lançada em 2015 no This Is Not A Test.

Então, Toby começou a canção, e foi gradualmente acompanhado no palco por seus companheiros da banda dcTalk. A multidão no Allen Arena da Universidade de Lipscomb levantou-se e respondeu em voz alta e com entusiasmo, para dizer o mínimo.

Será que isso só acontecerá? Será que nós realmente apenas testemunharemos o reencontro do dcTalk no Dove Awards?” perguntou o apresentador em êxtase após o desempenho na premiação.

O dcTalk é reconhecido como um dos grupos mais bem sucedidos e pioneiros da música cristã, depois de ter dominado a indústria durante os anos 1990 antes de entrar em um “intervalo” indefinido no início de 2000. O trio vencedor do Grammy passou a perseguir projetos solos, que incluiu o surgimento de TobyMac, Tait substituindo Peter Furler como vocalista do Newsboys e, por um tempo, Max fronteia um Audio Adrenaline revivido.

O desempenho vem como o mais recente sinal de vida nova para a banda, na sequência de notícias na primavera que dcTalk iria se reunir para o Jesus Freak Cruise no próximo verão, em 2017. Não há planos de reunião adicionais anunciados para depois do cruzeiro, no entanto, se o desempenho no Dove Awards foi qualquer indicação, é impossível saber exatamente o que o grupo pode ter na manga.

Traduzido de New Release Today.

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Orival Pessini, criador do Fofão e Patropi, morre aos 72 anos

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Morreu na madrugada desta sexta-feira (14) em São Paulo Orival Pessini, criador do Fofão e Patropi. O ator e humorista de 72 anos tinha câncer no baço e estava internado no Hospital São Luiz, no Morumbi, na Zona Sul da capital.

Álvaro Gomes, empresário do ator, afirmou por meio do Facebook que Pessini faleceu às 4h.

“Uma pessoa que trouxe alegria a várias gerações com seu humor adulto ou para as crianças, com o Fofão”, disse.

Nascido em Marília (SP) em 1944, Pessini iniciou a carreira no teatro amador e atuando em comerciais. Estreou na TV em 1963, no infantil “Quem conta um conto”, da TV Tupi. O sucesso viria anos depois, com os personagens Sócrates e Charles, do “Planeta dos Homens” (Globo).

O Fofão foi criado em 1983, para o programa “Balão Mágico” (Globo). O alienígena atrapalhado de enormes bochechas, nascido no planeta fictício “Fofolândia”, tornou-se um dos mais populares personagens infantis dos anos 1980.

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Em 1986, migrou para a Rede Bandeirantes, onde estreou um programa inteiramente dedicado ao monstrinho. O “TV Fofão” ficou no ar até 1989.

Antes do fim da atração, criou outro personagem de sucesso, o Patropi, para o programa “Praça Brasil”. Um típico hippie universitário, o personagem tornou famosos bordões como “Sei lá, entende?!” e “Sem crise, meu!”. Como Patropi, participou ainda do “A Praça É Nossa” e “Escolinha do Gugu”, ambos do SBT, “Escolinha do Professor Raimundo” (Globo) e “Escolinha do Barulho” (Record).

No “A Praça É Nossa”, também lançou o locutor Juvenal, conhecido pelo bordão “Numa velocidade…”. Entre seus personagens, está ainda Ranulpho Pereira, um aposentado reclamão que participou de “Uma Escolinha Muito Louca” (Band).

Em 2014, atuou sem máscara na série “Amores Roubados” (Globo), como o padre José. Nos últimos anos da carreira, também se apresentava com o espetáculo “Eles sou eu”, uma síntese dos quase 30 anos de trabalho, na qual revivia alguns de seus principais personagens.

O personagem Fofão foi um dos homenageados pela escola de samba Rosas de Ouro em 2014. “Fico abismado com a reação do público. Fofão fez 30 anos em 2013 e as pessoas querem fazer foto comigo. Hoje em dia participo de eventos para adultos. Pessoas que me viam quando criança”, disse Pessini ao G1 antes do desfile.

Fofão no Balão Mágico, em 1984 (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fofão no Balão Mágico, em 1984 (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

O Macaco Sócrates, um dos primeiros personagens de Orival Pessini, criado na década de 1970 e que integrava o programa 'Planeta dos Homens' (Foto: Reprodução/TV Globo)

O Macaco Sócrates, um dos primeiros personagens de Orival Pessini, criado na década de 1970 e que integrava o programa ‘Planeta dos Homens’ (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

Fofão e crianças do programa 'Balão Mágico', entre elas a atriz Simony, na década de 1980 (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fofão e crianças do programa ‘Balão Mágico’, entre elas a atriz Simony, na década de 1980 (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

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Poucos artistas se tornam donos de um formato ou estilo. No Brasil, Orival Pessini se tornou único na confecção e interpretação de personagens com máscaras de borracha.

O indefinível Fofão, o hippie Patropi e o símio Sócrates do humorístico Planeta dos Homens foram seus personagens mais famosos. Apesar de ter o rosto encoberto, Pessini conseguia impressionante expressividade.

A máscara enrijecida ganhava vida, literalmente. E aquela aparência surreal exalava carisma. Tentativas de imitá-lo se mostraram simpáticas; contudo, ninguém conseguiu atingir a mesma originalidade.

Inconfundíveis, seus personagens tinham em comum o humor debochado, às vezes cínico, que era a marca da personalidade de seu criador.

Orival Pessini, assim como tantos outros artistas igualmente fenomenais, foi desprezado pela TV. Nos últimos anos fez trabalhos eventuais, aquém do espaço merecido.

Quem o viu em cena sabe que ele tinha uma produção artística variada que poderia ter sido aproveitada pelos humorísticos exibidos atualmente. Era também bom ator quando estava de ‘cara limpa’.

Uma das últimas aparições aconteceu no programa Pânico, na Band. Ele foi entrevistado para comentar o sucesso do cover de Fofão no grupo de dançarinos Carreta Furacão.

Sem perder o bom humor, o artista reclamou não ter sido consultado a respeito do uso de seu personagem mais popular – idolatrado por diferentes gerações de telespectadores – em performances divertidamente bizarras.

No fundo, ele parecia se sentir homenageado e, de certa maneira, contente em constatar que o Fofão original, mesmo fora da TV, continuava a inspirar e entreter.

E continuará, mesmo com a morte de seu criador. Fofão é eterno.

Fontes: Textos copiados do G1 e Terra.


Bob Dylan vence o Prêmio Nobel de Literatura 2016

Por Igor Miranda

Bob Dylan venceu o Prêmio Nobel de Literatura 2016. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (13), em um evento na cidade de Estocolmo, na Suécia.

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Dylan não foi escolhido por uma obra recente em específico. A opção pelo músico foi porque ele criou “uma nova expressão poética no cancioneiro tradicional americano”.

Além de cantor e compositor, Bob Dylan também lançou livros como “Tarantula”, de prosa poética; “Crônicas: Volume Um”, a primeira parte de suas memórias; várias obras com as letras de suas músicas e seis trabalhos literários sobre arte.

Fonte: Whiplash!


Globo fará nova versão do humorístico “Os trapalhões”. Será que vai dar certo?

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Seguindo o sucesso de remakes com o da Escolinha do Professor Raimundo, a Globo estuda retomar agora o humorístico Os trapalhões. Sucesso entre as décadas de 1970 e 1990, o programa mostrava as histórias do quarteto Didi, Dedé, Mussum e Zacarias.

— Achei muito boa a sugestão e só pedi para não ter substitutos porque o quarteto é insubstituível. Tem que ser com imitadores, como na Escolinha. Fiquei feliz, é uma grande homenagem. Toda ideia nova é boa, desde que bem realizada — disse Renato Aragão ao site Ego.

O projeto, com estreia prevista para 2017, está sendo capitaneado por Ricardo Waddington, que também dirige a nova Escolinha. A emissora vai escolher novos atores para os protagonistas, mas o programa deverá contar com a participação de Renato Aragão e Dedé Santana. Eles podem interpretar tios de seus personagens originais. Mussumzinho está cotado para reviver o papel que foi de seu pai, Mussum.

A ideia é produzir 12 episódios de 30 minutos cada na primeira temporada. Segundo a colunista Patricia Kogut, a Globo planeja exibir o novo Os trapalhões nos domingos na faixa das 13h.
Fonte:  Zero Hora

Primeiro gibi de ‘Tintin’ será republicado na versão colorida quase 90 anos depois do lançamento

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O primeiro álbum das aventuras do célebre repórter criado por Hergé, Tintin no país dos Sovietes, será publicado em janeiro pela primeira vez em cor, quase 90 anos seu lançamento e apenas meses antes do centenário da Revolução de Outubro.

A empresa Moulinsart, que administra os direitos de exploração da obra do belga e presidida pela viúva de Hergé, Fanny Rodwell, anunciou nesta sexta-feira que a “primeira grande história que marca o nascimento” do imortal correspondente do “Le Petit Vingtième”, e que até este momento era em preto e branco e agora será em cores.

A coloração, que ficou sob responsabilidade de Michel Bareau com a assistência de Nadège Rombaux, dos estúdios Hergé, “melhora a legibilidade da história, a clareza dos desenhos e surpreende por sua modernidade, como se tratasse de um novo disco”, afirmou Moulinsart em comunicado.

Esta é a primeira aventura deste imortal repórter que Georges Remi, mais conhecido por seu pseudônimo Hergé, transformou no correspondente mundial do Le Petit Vingtième, cujos desenhos foram inicialmente publicados em 1929, e depois compiladas em um álbum no ano seguinte.

A nova edição chegará nas livrarias no dia 11 de janeiro de 2017, um dia depois do 88º aniversário do álbum e “alguns meses antes das celebrações do centenário da Revolução de Outubro”, destacou a editora.

Na história em quadrinhos, hoje considerado um clássico, um jovem Hergé de apenas 21 anos começa a definir seu estilo de desenho, conhecido como “linha clara”, e antecipa a dinâmica e viajante que se tornaria a marca registrada das aventuras de Tintin.

Fonte: Estadão


He-Man terá episódio inédito e crossover com Thundercats

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A febre dos remakes dos anos 1980 ganhará novo capítulo nos próximos dias quando a animação He-Man e os defensores do universo ganhar um episódio inédito. Exibida originalmente entre 1983 e 1985, a série fez muito sucesso no Brasil quando foi exibida pelo programa Xou da Xuxa (da Globo), tendo ganhado até linha de brinquedos — atualmente, a série é reexibida pelo canal infantil Gloob. No início dos anos 2000, um remake já tinha sido produzido para o canal Cartoon Network. A trama acompanha He-Man em uma luta para proteger o reino de Eternia do super vilão Esqueleto.

Chamado The curse of the three terrors, o episódio será exibido na quarta -feira, um dia antes do início oficial da Comic-Con em San Diego (Estados Unidos).

Em junho a DC Comics e a Mattel anunciaram que farão um crossover entre He-Man e ThunderCats — outra animação popular nos anos 1980 — para uma HQ com estreia prevista para outubro. Em seis partes, a série será publicada mensalmente a partir de 5 de outubro. A nova trama vai colocar o vilão de ThunderCats, Mumm-Ra, em missão para adquirir a Espada do Poder de He-Man para poder destruir os ThunderCats. Seu plano acaba criando uma grande crise que junta Lion-O, Cheetara, Tygra, Panthro, WilyKit e WilyKat com He-Man, Gato Guerreiro, Teela, Mentor e o resto dos Mestres do Universo.

Fonte: Zero Hora


Google faz homenagem ao Chaves, porém em data não confirmada

O navegador Google homenageia a Vencidad CH, mas se atreve a dar um dado que não é confirmada por quaisquer meios oficiais.

Com um doodle muito criativo, o navegador do Google faz homenagem ao programa nº 1 da televisão humorística, mas há algumas observações que fazem duvidar da veracidade dos dados.

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Segundo o Google, o primeiro episódio do programa foi lançado em 20 de junho de 1971, mas de acordo com nossas conclusões baseadas neste tempo de admiração pelo trabalho de Chespirito, podemos concluir que não há dados oficiais para confirmar que o primeiro episódio do programa foi transmitido nessa data.

A confusão do Google é que há muitos anos um rumor iniciado por um tributo para Chespirito em uma revista, em que o referido meio publicou essa data como a primeiro exibição de um episódio do programa. Essa informação nunca foi apoiada por meios de comunicação oficiais.

Como conhecedores da obra de Chespirito e todas as informações que recolhemos, podemos confirmar que, hoje, há um fato que nos faz conhecer a data original da primeira aparição do personagem Chavo del Ocho na televisão.

O especialista em Chespirito contactado  no Equador, Renato Castro, partilha conosco algumas informações sobre o assunto e vale a pena publicar para incentivar um pouco de dúvida se realmente é o 20 de junho aniversário do programa. Em seguida, a informação obtida:

* Como um primeiro erro nestas informações, devemos dizer que o 20 de junho de 1971 era domingo, mas naquele ano o programa “Chespirito” foi transmitido na quinta-feira.
*
Como se sabe, ele é creditado como o primeiro esboço do Chavo, aquele em que o personagem não tinha nome, mas era simplesmente uma criança que estava caminhando por um parque, e há uma outra menina (María Antonieta de las Nieves) e um vendedor de balões (Ramón Valdés). Correlacionando-se com outras informações, pode ser que um outro personagem tem sido o pai desta criança (Ruben Aguirre). No entanto, não há muitos detalhes sobre este episódio (nem mesmo Televisa voltou a transmitir o vídeo), nem foi confirmada, pelo menos, que foi emitido no ano de 1971.
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Se formos para o mais real, o programa “El Chavo” abre oficialmente (como esquete no programa “Chespirito”) em abril ou maio de 1972, em uma data não confirmada, mas que se situa entre 27 de Abril e 25 de maio, também uma quinta-feira.

Com estas revelações vale voltar a reformular a pergunta: é realmente o 20 de junho de 1971 a data original da primeira aparição do Chaves na TV?

Ainda assim, o Google fez uma grande homenagem para a Vencidad CH.

Traduzido de Vencidad CH