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Artes

Jaspion vai ganhar remake brasileiro nos cinemas

Filme tem aval da Toei Company e é produzido pela Sato Company

Jaspion vai ganhar um remake brasileiro. Para celebrar os 30 anos da estreia do herói dos “tokusatsu” no Brasil (em 22 de fevereiro de 1988 foi exibido o primeiro episódio de O Fantástico Jaspion no Clube da Criança da TV Manchete), a Sato Company vai produzir um filme que será rodado por aqui e estrelado por atores brasileiros.

A ideia é modernizar o visual do personagem e não economizar nos efeitos visuais. “Estamos bastante empolgados com a produção do longa. Resgatar um dos mais expressivos tokusatsu exibidos no Brasil, tendo a oportunidade de criar uma nova história e dar um update no personagem será um desafio encantador. Para nós, é uma honra ter tido a permissão de realizar esse sonho”, explica Nelson Sato, CEO da Sato Company, empresa responsável por trazer ao Brasil outros conteúdos audiovisuais japoneses como National Kid, Ultraman e Cybercop.

O remake tem o aval da Toei Company, produtora original de Jaspion, conforme explica Yusei Nagamatsu, Senior Manager da empresa: “Este é o melhor momento para lançarmos o filme, são 110 anos de imigração japonesa no Brasil e 30 anos da série.  Nosso parceiro para essa produção é a Sato, que conhece o mercado há mais de três décadas, tendo sido a grande responsável pela introdução do conteúdo japonês no Brasil”.

O elenco será anunciado durante o festival de filmes japoneses, que acontecerá em agosto, dentro das comemorações dos 110 anos da imigração japonesa no Brasil. A estreia é prevista para meados de 2019.

Fonte: Omelete

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A volta da Extreme Records

O guerreiro da luz Cássio Antestor começa 2018 com novidades e anuncia em seu Facebook:

Saudações seres e criaturas brutais!

Saudamos a todos os apreciadores(a) de uma arte abrupta e pesada, mas com uma opção melhor de letras e alma. A partir de hoje, a Metal Survivor após sofrer um duro golpe, está neste momento em processo de decomposição. Simultaneamente ressuscita dos mortos a Extreme Records para brindar a todos que amam a boa música pesada.
Assim como antes, a Extreme Records continuará apoiando a arte extrema, porém agora, estará também dando suporte a outros estilos nem tão pouco pesados como Heavy, Thrash, Power, Speed entre outros.
A nova página, agora da Extreme Records possui um belo layout trazendo consigo todos os recursos necessários com ótimas ferramentas de averiguação, conferência e compra segura. Confira e desde já faça seu cadastro. Alertamos também a presença de novos artefatos bem como outros que virão compor seu arsenal.
A fim da corrupção humana é apenas uma questão de tempo. Hail!
EXTREME RECORDS
Site oficial:
www.extremerecords.com.br

Continua a luta pela remanescência da cena cristã no Brasil! Levantai-vos, guerreiros!


DcTalk se reúne no palco para apresentação surpresa

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Houve um burburinho entre os artistas que viajam no tapete vermelho no 47º Dove Awards, na noite de terça, da Gospel Music Association, de que o desempenho do superstar da música cristã TobyMac seria algo inesquecível.

E eles estavam certos.

Pela primeira vez em mais de uma década, TobyMac tem a banda de volta juntos com ele: Michael Tait (atualmente de Newsboys) e Kevin Max reunidos como dcTalk, tocando a música “Love Feels Like” ao vivo para um público atônito.

O grupo de Toby começou com uma versão reduzida do seu atual single “Til The Day I Die” antes de as luzes se apagarem. Um vídeo reproduzido, com Toby falando sobre o dcTalk e seu coração, ao fundo “Love Feels Like“, a música lançada em 2015 no This Is Not A Test.

Então, Toby começou a canção, e foi gradualmente acompanhado no palco por seus companheiros da banda dcTalk. A multidão no Allen Arena da Universidade de Lipscomb levantou-se e respondeu em voz alta e com entusiasmo, para dizer o mínimo.

Será que isso só acontecerá? Será que nós realmente apenas testemunharemos o reencontro do dcTalk no Dove Awards?” perguntou o apresentador em êxtase após o desempenho na premiação.

O dcTalk é reconhecido como um dos grupos mais bem sucedidos e pioneiros da música cristã, depois de ter dominado a indústria durante os anos 1990 antes de entrar em um “intervalo” indefinido no início de 2000. O trio vencedor do Grammy passou a perseguir projetos solos, que incluiu o surgimento de TobyMac, Tait substituindo Peter Furler como vocalista do Newsboys e, por um tempo, Max fronteia um Audio Adrenaline revivido.

O desempenho vem como o mais recente sinal de vida nova para a banda, na sequência de notícias na primavera que dcTalk iria se reunir para o Jesus Freak Cruise no próximo verão, em 2017. Não há planos de reunião adicionais anunciados para depois do cruzeiro, no entanto, se o desempenho no Dove Awards foi qualquer indicação, é impossível saber exatamente o que o grupo pode ter na manga.

Traduzido de New Release Today.


Orival Pessini, criador do Fofão e Patropi, morre aos 72 anos

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Morreu na madrugada desta sexta-feira (14) em São Paulo Orival Pessini, criador do Fofão e Patropi. O ator e humorista de 72 anos tinha câncer no baço e estava internado no Hospital São Luiz, no Morumbi, na Zona Sul da capital.

Álvaro Gomes, empresário do ator, afirmou por meio do Facebook que Pessini faleceu às 4h.

“Uma pessoa que trouxe alegria a várias gerações com seu humor adulto ou para as crianças, com o Fofão”, disse.

Nascido em Marília (SP) em 1944, Pessini iniciou a carreira no teatro amador e atuando em comerciais. Estreou na TV em 1963, no infantil “Quem conta um conto”, da TV Tupi. O sucesso viria anos depois, com os personagens Sócrates e Charles, do “Planeta dos Homens” (Globo).

O Fofão foi criado em 1983, para o programa “Balão Mágico” (Globo). O alienígena atrapalhado de enormes bochechas, nascido no planeta fictício “Fofolândia”, tornou-se um dos mais populares personagens infantis dos anos 1980.

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Em 1986, migrou para a Rede Bandeirantes, onde estreou um programa inteiramente dedicado ao monstrinho. O “TV Fofão” ficou no ar até 1989.

Antes do fim da atração, criou outro personagem de sucesso, o Patropi, para o programa “Praça Brasil”. Um típico hippie universitário, o personagem tornou famosos bordões como “Sei lá, entende?!” e “Sem crise, meu!”. Como Patropi, participou ainda do “A Praça É Nossa” e “Escolinha do Gugu”, ambos do SBT, “Escolinha do Professor Raimundo” (Globo) e “Escolinha do Barulho” (Record).

No “A Praça É Nossa”, também lançou o locutor Juvenal, conhecido pelo bordão “Numa velocidade…”. Entre seus personagens, está ainda Ranulpho Pereira, um aposentado reclamão que participou de “Uma Escolinha Muito Louca” (Band).

Em 2014, atuou sem máscara na série “Amores Roubados” (Globo), como o padre José. Nos últimos anos da carreira, também se apresentava com o espetáculo “Eles sou eu”, uma síntese dos quase 30 anos de trabalho, na qual revivia alguns de seus principais personagens.

O personagem Fofão foi um dos homenageados pela escola de samba Rosas de Ouro em 2014. “Fico abismado com a reação do público. Fofão fez 30 anos em 2013 e as pessoas querem fazer foto comigo. Hoje em dia participo de eventos para adultos. Pessoas que me viam quando criança”, disse Pessini ao G1 antes do desfile.

Fofão no Balão Mágico, em 1984 (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fofão no Balão Mágico, em 1984 (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

O Macaco Sócrates, um dos primeiros personagens de Orival Pessini, criado na década de 1970 e que integrava o programa 'Planeta dos Homens' (Foto: Reprodução/TV Globo)

O Macaco Sócrates, um dos primeiros personagens de Orival Pessini, criado na década de 1970 e que integrava o programa ‘Planeta dos Homens’ (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

Fofão e crianças do programa 'Balão Mágico', entre elas a atriz Simony, na década de 1980 (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fofão e crianças do programa ‘Balão Mágico’, entre elas a atriz Simony, na década de 1980 (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

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Poucos artistas se tornam donos de um formato ou estilo. No Brasil, Orival Pessini se tornou único na confecção e interpretação de personagens com máscaras de borracha.

O indefinível Fofão, o hippie Patropi e o símio Sócrates do humorístico Planeta dos Homens foram seus personagens mais famosos. Apesar de ter o rosto encoberto, Pessini conseguia impressionante expressividade.

A máscara enrijecida ganhava vida, literalmente. E aquela aparência surreal exalava carisma. Tentativas de imitá-lo se mostraram simpáticas; contudo, ninguém conseguiu atingir a mesma originalidade.

Inconfundíveis, seus personagens tinham em comum o humor debochado, às vezes cínico, que era a marca da personalidade de seu criador.

Orival Pessini, assim como tantos outros artistas igualmente fenomenais, foi desprezado pela TV. Nos últimos anos fez trabalhos eventuais, aquém do espaço merecido.

Quem o viu em cena sabe que ele tinha uma produção artística variada que poderia ter sido aproveitada pelos humorísticos exibidos atualmente. Era também bom ator quando estava de ‘cara limpa’.

Uma das últimas aparições aconteceu no programa Pânico, na Band. Ele foi entrevistado para comentar o sucesso do cover de Fofão no grupo de dançarinos Carreta Furacão.

Sem perder o bom humor, o artista reclamou não ter sido consultado a respeito do uso de seu personagem mais popular – idolatrado por diferentes gerações de telespectadores – em performances divertidamente bizarras.

No fundo, ele parecia se sentir homenageado e, de certa maneira, contente em constatar que o Fofão original, mesmo fora da TV, continuava a inspirar e entreter.

E continuará, mesmo com a morte de seu criador. Fofão é eterno.

Fontes: Textos copiados do G1 e Terra.


Bob Dylan vence o Prêmio Nobel de Literatura 2016

Por Igor Miranda

Bob Dylan venceu o Prêmio Nobel de Literatura 2016. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (13), em um evento na cidade de Estocolmo, na Suécia.

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Dylan não foi escolhido por uma obra recente em específico. A opção pelo músico foi porque ele criou “uma nova expressão poética no cancioneiro tradicional americano”.

Além de cantor e compositor, Bob Dylan também lançou livros como “Tarantula”, de prosa poética; “Crônicas: Volume Um”, a primeira parte de suas memórias; várias obras com as letras de suas músicas e seis trabalhos literários sobre arte.

Fonte: Whiplash!


Globo fará nova versão do humorístico “Os trapalhões”. Será que vai dar certo?

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Seguindo o sucesso de remakes com o da Escolinha do Professor Raimundo, a Globo estuda retomar agora o humorístico Os trapalhões. Sucesso entre as décadas de 1970 e 1990, o programa mostrava as histórias do quarteto Didi, Dedé, Mussum e Zacarias.

— Achei muito boa a sugestão e só pedi para não ter substitutos porque o quarteto é insubstituível. Tem que ser com imitadores, como na Escolinha. Fiquei feliz, é uma grande homenagem. Toda ideia nova é boa, desde que bem realizada — disse Renato Aragão ao site Ego.

O projeto, com estreia prevista para 2017, está sendo capitaneado por Ricardo Waddington, que também dirige a nova Escolinha. A emissora vai escolher novos atores para os protagonistas, mas o programa deverá contar com a participação de Renato Aragão e Dedé Santana. Eles podem interpretar tios de seus personagens originais. Mussumzinho está cotado para reviver o papel que foi de seu pai, Mussum.

A ideia é produzir 12 episódios de 30 minutos cada na primeira temporada. Segundo a colunista Patricia Kogut, a Globo planeja exibir o novo Os trapalhões nos domingos na faixa das 13h.
Fonte:  Zero Hora

Primeiro gibi de ‘Tintin’ será republicado na versão colorida quase 90 anos depois do lançamento

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O primeiro álbum das aventuras do célebre repórter criado por Hergé, Tintin no país dos Sovietes, será publicado em janeiro pela primeira vez em cor, quase 90 anos seu lançamento e apenas meses antes do centenário da Revolução de Outubro.

A empresa Moulinsart, que administra os direitos de exploração da obra do belga e presidida pela viúva de Hergé, Fanny Rodwell, anunciou nesta sexta-feira que a “primeira grande história que marca o nascimento” do imortal correspondente do “Le Petit Vingtième”, e que até este momento era em preto e branco e agora será em cores.

A coloração, que ficou sob responsabilidade de Michel Bareau com a assistência de Nadège Rombaux, dos estúdios Hergé, “melhora a legibilidade da história, a clareza dos desenhos e surpreende por sua modernidade, como se tratasse de um novo disco”, afirmou Moulinsart em comunicado.

Esta é a primeira aventura deste imortal repórter que Georges Remi, mais conhecido por seu pseudônimo Hergé, transformou no correspondente mundial do Le Petit Vingtième, cujos desenhos foram inicialmente publicados em 1929, e depois compiladas em um álbum no ano seguinte.

A nova edição chegará nas livrarias no dia 11 de janeiro de 2017, um dia depois do 88º aniversário do álbum e “alguns meses antes das celebrações do centenário da Revolução de Outubro”, destacou a editora.

Na história em quadrinhos, hoje considerado um clássico, um jovem Hergé de apenas 21 anos começa a definir seu estilo de desenho, conhecido como “linha clara”, e antecipa a dinâmica e viajante que se tornaria a marca registrada das aventuras de Tintin.

Fonte: Estadão