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Quem diz o que é certo?

…os gentios, que não têm lei […] servem eles de lei para si mesmos. (Romanos 2.14)

Os que rejeitam os padrões de certo e errado são, muitas vezes, absolutamente incoerentes. Quando pensam que são tratados de forma injusta, apelam para um modelo de justiça e esperam que todos sigam tal padrão.

Um professor de filosofia começava cada novo semestre perguntando à classe: “Vocês acreditam que existem valores absolutos, como a justiça, e que estes podem ser comprovados?” Os alunos adeptos do livre pensamento argumentavam que tudo é relativo e nenhuma lei pode ser aplicada de forma universal.

Ao final do semestre, o professor dedicava um período de aula para debater a questão. Por fim, concluía: “Independente do que vocês pensam, quero que saibam que a existência de valores absolutos pode ser comprovada. E se vocês não aceitam o que estou dizendo, vou reprová-los!” Um estudante, irado, levantou-se e insistiu: “Isto não é justo!” E o professor respondeu: “Você acabou de comprovar a minha tese: apelou para um padrão maior de justiça.”

Deus deu a todos o discernimento sobre o certo e o errado (Romanos 2:14,15), e Seus padrões morais estão descritos na Bíblia. Toda vez que usamos as palavras bom e mau indicamos um padrão, pelo qual fazemos tais julgamentos. Os valores bíblicos valem para qualquer época, porque têm sua origem no Deus eterno e imutável.

Somente Deus tem o direito de definir o que é errado.
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Novelas, “gênero” e uma encíclica

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Gregorio Vivanco Lopes

Um fato sintomático! Novelas televisivas vêm impondo ao público brasileiro a aceitação de um nível de moralidade baixíssimo. As situações mais degradantes do ponto de vista moral são apresentadas com “naturalidade”, como se fossem normais. As novelas vêm se apresentando como o carro-chefe da imoralidade ambiente.

Mas quando a dose de veneno é forte demais, indo além daquilo que o paciente consegue absorver, de duas uma: ou a vítima engole a peçonha e morre, ou a repudia e com isso fica mais arredia ao veneno, além de pôr a nu a indústria de perversão que o difunde.

O segundo caso foi o que se deu com a tentativa de impor ao público brasileiro os horrores moralmente deteriorantes da novela “Babilônia”, um ambiente onde o lesbianismo, a transexualidade e os traficantes proliferam. A reação do público foi forte. A audição da novela caiu vertiginosamente. Foi a novela da Globo menos assistida da história no horário.

E o diretor-geral da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, perguntado pela jornalista Lígia Mesquita “estão pisando em ovos após ‘Babilônia?’”, respondeu: “Conversamos muito internamente sobre isso. O País é mais conservador do que você imagina” (“Folha de S. Paulo”, 27-6 e 20-7-2015).

Essa nota conservadora, que vem se afirmando cada vez mais no panorama nacional (e não só nele!), está provocando o desespero em certas cúpulas da esquerda que imaginavam poder conduzir o País para os sucessivos abismos da corrupção moral. Alguém moralmente corrompido é uma pessoa entregue, que não tem forças para lutar contra os desmandos ideológicos ou políticos, seja do comunismo ou do socialismo em suas diversas formas e cores, seja ainda do ecologismo panteísta.

O caso da novela “Babilônia” levou a jornalista Cristina Padiglione a comentar: “Diante de tendências conservadoras e de uma polarização de comportamentos, ideologias e religiões, é de se perguntar como um canal de TV, que sempre foi bem-sucedido em agradar o gosto médio da massa, tem agido na escolha de sua programação” (“O Estado de S. Paulo”, 27-6-15).

Mas o conservadorismo em ascensão não se limita a desdenhar uma novela fortemente imoral, ele tem manifestações multiformes.

Os jovens do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira que foram à Câmara de Vereadores de São Paulo pleitear a retirada do Plano Municipal de Educação das expressões “gênero”, “teoria de gênero” e outras que tais, contaram-me que os representantes pró-família se encontravam em número bem maior e eram mais atuantes do que aqueles recrutados pelos movimentos homossexuais e feministas. Os vereadores tiveram o bom senso de retirar as indigitadas expressões.

Isso não se deu apenas em São Paulo. Pelo Brasil afora, pressões do eleitorado conservador levaram numerosas Câmaras Municipais a rejeitar as ingerências do Ministério da Educação no sentido de obrigar as escolas a ensinar tais teorias abstrusas. O plano maquiavélico do Ministério consistia em fazer aprovar seu nefando desiderato pelas Câmaras Municipais, depois de ter sido ele derrotado na Câmara dos Deputados, em Brasília. Mas o conservadorismo foi mais forte, ao menos em grande número de importantes municípios.

Não vamos analisar aqui as manifestações de conservadorismo no intrincado campo político, pois isso nos levaria muito longe; e ademais, tais manifestações são de conhecimento geral. O PT que o diga.

Lembramos apenas os insucessos de diversos governos que, propelidos por bispos e padres da esquerda católica, tentaram impor ao Brasil uma Reforma Agrária radical que o levasse rapidamente às portas do comunismo.

Por fim, uma palavra sobre as resistências conservadoras ao ecologismo alarmista e sem base científica. Muito contestado e à míngua de provas para suas afirmações mirabolantes, ele procura utilizar para seus objetivos a recente e perplexitante encíclica do Papa Francisco, tendente a um ecologismo radical. Sem muito resultado, diga-se de passagem.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


A cola é uma manifestação clara da desagregação moral

Em países onde há mais cola nas salas de aula também há mais desonestidade

A cola na escola: problema também na vida adulta (Foto: Thinkstock)

A cola na escola: problema também na vida adulta (Foto: Thinkstock)

 

Gustavo Ioschpe, na Veja

O efeito mais nefasto da falta de ética de nossas escolas é que seus profissionais transferem para os alunos e suas famílias a razão do insucesso da própria escola.

Pesquisa da Unesco com 17 000 estudantes e 1 300 professores mostra que os “mestres” culpam o aluno (39%) e seus pais (24%) quando ele repete o ano. Só 1,9% dos professores culpa a si mesmos (re­ferências completas em twitter.com/gioschpe). E, o que é pior, os alunos introjetam esse fracasso.

Em pesquisa com cinco escolas públicas, 90% dos matriculados na 4ª série (gente de 10 anos!) diziam que se algum dia repetissem o ano a responsabilidade seria sua(!).

Eis o cúmulo da atrocidade: não só nossos profissionais da educação vitimizam seus alunos, mas ainda conseguem transformar as vítimas em algozes.

Nossas escolas, que deveriam incutir o apreço pela conduta reta, viraram instâncias preparatórias para o mar de sem-vergonhice que assola nosso país.

Fonte: Livros e Pessoas


Novelas! Até quando?

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Gregorio Vivanco Lopes

 

É sabido que, por onde quer chegue sua influência, as novelas de televisão têm sido utilizadas como meio de dissolução dos costumes.

Recentemente houve numa novela da “Globo” um beijo entre homens, fato muito enaltecido por certa mídia conhecida até há pouco tempo como “imprensa marrom”. Ao que parece, também a “branca” vai se “amarronzando”.

A esse respeito, lemos no Painel do Leitor da “Folha de S. Paulo” (2-2-14) a seguinte carta: “Após a exibição do primeiro beijo entre homens nas telenovelas brasileiras, a TV Globo emitiu uma nota justificando a sequência como ‘uma necessidade dramatúrgica’ que ‘reflete o momento da sociedade’. Foi uma falta de respeito com as crianças e adolescentes que, com os pais, estavam em frente à TV nessa fatídica sexta-feira. Foi o primeiro passo para a exibição de sexo explícito em uma próxima novela, alegando ser uma ‘necessidade dramatúrgica’ que reflete ‘um momento da sociedade’”. — Jatiacy Francisco da Silva, consultor de negócios, Guarulhos, SP”.

Pouco depois, “a novela ‘Em Família’ tentou mostrar serviço com um menu pós-beijo gay, que incluía um nu dorsal de Oscar Magrini, a sugestão de nudez de Bruna Marquezine e, entre um batizado católico e um casamento budista, um milagre”. Porém, o primeiro capítulo teve a audiência mais baixa de uma estreia de novela das 21h da Globo, informa o mesmo diário (5-2-14). Ou seja, apesar de perder público, a emissora insiste em demolir a moral.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)