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Após ter ingressos esgotados para dois shows, U2 anuncia terceira data em SP

Após esgotar ingressos para dois shows no Estádio do Morumbi, a banda irlandesa U2 anunciou nova apresentação no dia 22 de outubro em São Paulo.

Os ingressos, que custam entre R$260,00 e R$ 1360,00, estarão disponíveis para cliente do Banco do Brasil na segunda-feira (26) para clientes com cartões Ourocard Black, Infinite, Nanquim, Platinum Estilo e Grafite Estilo.

A partir de 27 de junho, estarão disponíveis para os demais clientes Ourocard. Para o público geral, vendas começam no dia 29 de junho pelo site da Tickets For Fun.

A turnê The Joshua Tree Tour 2017 celebra os 30 anos do álbum que vendeu mais de 25 milhões de cópias no mundo, que conta com hits como “Where the Streets Have No Name”, “I Still Haven’t Found What I’ve Looking For” e “With or Without You”.

Na última passagem do U2 pelo Brasil, em 2011, os irlandeses fizeram três shows no estádio do Morumbi com a turnê 360º Tour.

Fonte: Folha de São Paulo


dC Talk assiste ao show do U2 com OneRepublic

Enquanto eles estão se preparando para o Jesus Freak Cruise no próximo mês, TobyMac, Michael Tait e Kevin Max separaram um tempo para participar do Joshua Tree Tour do U2 em Tampa, FL. O lendário trio também passou parte da noite saindo com os membros do OneRepublic.

O Joshua Tree Tour comemora o aniversário de 30 anos do lançamento do álbum definidor da carreira do U2 “The Joshua Tree”, um projeto que influenciou profundamente inúmeros músicos contemporâneos – incluindo os então jovens membros do dC Talk. O cantor principal do grupo pop OneRepublic, Ryan Tepper Tedder, foi influenciado pelo álbum, mas suas influências também incluíram o dC Talk. Ryan Tedder cresceu na música cristã nos anos 90, quando o dC Talk estava no auge.

Todos os artistas compartilhavam instagrams e snapshots durante toda a noite, incluindo a captura da impressão de Ryan Strader sobre Kevin Max, cantando “What If I Stumble”.

No instagram de Michael Tait, o atual líder da Newsboys compartilhou: “Pendurado nos bastidores em Tampa com o @rynerderer depois do seu slot de abertura com @U2 ….. nós temos tanta história juntos e ele cresceu como o principal fã do dC Talk!!!”.

A noite emocionante para dc Talk vem menos de um mês antes do Jesus Freak Cruise navegar. A reunião oficial tão aguardada da banda terá lugar de 11 a 15 de julho. Outros artistas que aparecem no cruzeiro incluem Finding Favor, Capital Kings, Ryan Stevenson e Hollyn. Você pode descobrir mais em jesusfreakcruise.com.

Traduzido de NewsReleaseToday


U2 fará mais um show no Brasil e nova turnê arrecada 200 milhões em apenas um mês

Por Guilherme Silva, Fonte: U2 Wolves Brasil

Em seu site oficial o U2 anunciou um show extra no Estádio do Morumbi.

O show acontecerá no sábado 21 de outubro e os ingressos estarão à venda na próxima quinta-feira, 22 de junho, às 00:01 (hora local)

A pré-venda para assinantes do U2.com abrirá neste sábado, 17 de junho, as 10h e será executada até o domingo 18 de junho às 17h. (Todos os horários locais).

Por Bruce William, Fonte: Billboard

A turnê do U2 para comemorar os trinta anos de lançamento do “The Joshua Tree” arrecadou US$62 milhões (cerca de R$203 milhões) em apenas um mês, tendo todos os seus ingressos esgotados, inclusive do show agendado para o dia 19 de outubro em São Paulo cujos ingressos acabaram em menos de duas horas, informa a Billboard.

Veja abaixo os cinco primeiros colocados no levantamento semanal feito pela Billboard das turnês mais procuradas com seus respectivos valores em dólares, lembrando que a do U2 ainda não traz os números de São Paulo.

U2 – US$62,267,951
2º TIM MCGRAW & FAITH HILL – US$16,350,439
IRON MAIDEN – US$10,591,312
4º ANDRÉ RIEU – US$6,218,951
5º THE WEEKND – US$5,715,340
6º JASON ALDEAN – US$5,421,968
7º TOOL – US$3,813,537
8º DARYL HALL & JOHN OATES – US$3,447,854
9º CHRIS BROWN – US$2,184,065
10º GLORIA TREVI VS. ALEJANDRA GUZMÁN – US$2,158,650

Fonte: Whiplash! e Whiplash!


U2 confirma show com Noel Gallagher em São Paulo em outubro

U2 volta ao Brasil, ao lado de Noel Gallagher, no dia 19 de outubro para um show único em São Paulo, no Estádio do Morumbi. O anúncio oficial foi feito hoje – confira a primeira imagem do evento:

Os ingressos começam a ser vendido no próximo dia 12 para clientes Ourocard; dia 16 a venda geral começa no site da TicketForFun. Os preços ainda não foram divulgados.

A turnê em questão é a de 30 anos de um de seus álbuns mais importantes da discografia do grupo, The Joshua Tree. Ainda existe a possibilidade de mais shows no país, mas, por enquanto, o anúncio se ateve ao show de SP.

O primeiro show da atual turnê foi realizado em Vancouver, no Canadá. Uma apresentação nos Estados Unidos contou com a participação de Eddie Vedder.

Fonte: Omelete


U2 celebra álbum ‘The Joshua Tree’ com espetáculo visual ambicioso

Por: Rodrigo Salem, do Folha de São Paulo.

A eterna luta do U2 contra a irrelevância sofreu um baque no fim do ano passado. A banda anunciou que, pela primeira vez, faria uma série de shows comemorativos de um disco, tocando a íntegra do álbum “The Joshua Tree”, que alçou os irlandeses para o topo do mundo há 30 anos.

Esse tipo de artifício é visto como sinal de fadiga criativa e apetite por uma grana extra. Mas na estreia mundial da turnê The Joshua Tree 2017, na noite de sexta (12), em Vancouver, no Canadá, o U2 mostrou como celebrar o passado sem deixar de pisar no futuro em um dos shows mais espetaculares da banda desde o fim dos anos 1990.

A turnê é um arrebate visual que utiliza um telão de altíssima definição de um lado ao outro do palco para construir uma sequências de filmes –quase todos dirigidos pelo holandês Anton Corbijn, que fez o visual do “The Joshua Tree” original.

Com 33 datas esgotadas em questão de horas na América do Norte e Europa –boatos apontam que o grupo pode tocar no Brasil em outubro–, seria fácil não investir no espetáculo e embolsar uma bela grana. Mas não foi o que a noite, iniciada com filas gigantes e atrasos, entregou.

O show foi dividido em três atos. O primeiro foi o caminho do U2 até o estrelato, parte em que a banda tocou sucessos como “Sunday Bloody Sunday” e “Pride” em um palco menor. A grande surpresa foi a reestreia de “A Sort of Homecoming”, música que não era tocada desde 2001.

O segundo ato foi o filé mignon: o U2 toca o “The Joshua Tree” na íntegra e na sequência original. Apoiadas pelas imagens hipnotizantes, canções que eram meio batidas do repertório (“With or Without You”, “I Still Haven’t Found…”) ganharam uma nova força. “Where The Streets Have No Name” continua sendo a música mais poderosa ao vivo que existe.

Bono não possui a mesma potência na voz dos seus 20 anos. Mas a banda preparou arranjos para suprir essa necessidade. “Red Hill Mining Town”, que o vocalista nunca cantou ao vivo porque o alcance das notas forçaria demais sua garganta, ganhou um formato soul magnífico.

Mas foi em “Exit” que o U2 mostrou a perfeita alquimia entre protesto político, visual e música, jogando anunciando “o fim do mundo à meia-noite” e chamando Trump de “mentiroso”. Por quase uma hora, “The Joshua Tree” parece o disco mais moderno do planeta. Até no emocionante fim com “Mothers of the Disappeared”, dedicada às mães da Plaza de Mayo, que perderam seus filhos durante da ditadura argentina.

Se a coluna cervical foi um show poderoso em todos os sentidos, a volta para tocar hits mais recentes foi um desastre. Neste terceiro ato, “Beautiful Day” e “Elevation” ficaram deslocadas. Em “Ultraviolet”, Bono e o guitarrista The Edge pareciam tocar músicas diferentes com o telão homenageando importantes mulheres da história.

A partir daí, foi ladeira abaixo. “One” não escapou do enfado costumeiro e Bono não se controlou quando chegou aos discursos sociais. Em “Miss Sarajevo”, o público foi inundado por cenas da Síria destruída e de campos de refugiados na Jordânia. Uma bandeira na plateia deixou o momento não apenas deprimente, mas piegas –para piorar, usaram uma gravação de Luciano Pavarotti.

Isso não foi bom para a recepção da última música da noite, a nova “The Little Things That Give You Away”, balada que deve fazer parte do próximo disco, “Songs of Experience”, ainda sem data. O público ficou desnorteado. Parecia não ser o fim, tamanho anticlímax de uma noite tão magnífica. Se a ideia era celebrar o passado, o grupo conseguiu. Agora deve apenas ajustar o futuro.

Fonte: Folha de São Paulo.


Lifehouse e Switchfoot unem-se pela primeira vez na turnê ‘Looking For Summer’

Os fãs de rock em toda a América do Norte podem esperar por Lifehouse & SWITCHFOOT juntos pela primeira vez na turnê “Looking for Summer”, oferecendo mais de 30 shows em vários locais dos Estados Unidos e do Canadá. A turnê começa no dia 23 de julho no Fillmore Auditorium em Denver, CO e será lançada no outono, culminando em The Masonic em San Francisco em 10 de setembro. A cantora Brynn Elliott vai se apresentar todas as noites da turnê.

As pré-vendas para os clubes de fãs da Lifehouse e da SWITCHFOOT começaram dia 3 de abril às 11 horas, com pré-venda adicional durante a semana, incluindo a pré-venda do cartão Citi® (terça-feira, 4 de abril às 10:00), visite http://www.citiprivatepass. Com pré-venda do Facebook (quarta-feira, 5 de abril às 10:00), pré-venda do Spotify (quarta-feira, 5 de abril às 10:00) e pré-venda do Live Nation (quarta-feira, 5 de abril às 10:00). Geral à venda a partir de sexta-feira, 7 de abril @ 10:00 AM em livenation.com. Para informações completas sobre o ingresso, visite http://www.lookingforsummertour.com.

“Estamos empolgados em anunciar que nós estamos indo em turnê com LIFEHOUSE pela primeira vez”, disse o co-fundador e vocalista do Switchfoot Jon Foreman. “Estamos chamando-a de “Looking for Summer” Tour e não podemos esperar para cantar essas músicas com você.”

Foi em 2001, quando o Lifehouse de Los Angeles, em primeiro lugar, arrebentou em grande estilo quando “Hanging by a Moment”, de No Name Face, passou 20 semanas no Top Ten, e ganhou um Billboard Music Award para “Hot 100 Single Of The Year”. Desde então, a banda lançou mais seis álbuns, três dos quais fizeram parte do Top 10 da Billboard, venderam mais de 15 milhões de discos em todo o mundo e lançaram singles como “You and Me”, “First Time”, “Whatever Takes” “Broken”, “Halfway Gone”, “Between the Raindrops” e “Hurricane”. O 7º álbum de Lifehouse, Out of the Wasteland, estreou em #1 nas paradas de álbuns independentes em 2015.

O último álbum de SWITCHFOOT, Where The Light Shines Through, foi lançado em 8 de julho de 2016 via Vanguard Records. Where The Light Shines Through é o décimo álbum da banda e o primeiro desde o muito aclamado Fading West de 2014. O álbum foi auto-produzido em colaboração com John Fields, que dirigiu o avanço multi-platina The Beautiful Letdown.

 

Traduzido de New Release Today.


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Festival de Rock Cristão em Mesquita – RJ neste próximo fim de semana