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Primeiro gibi de ‘Tintin’ será republicado na versão colorida quase 90 anos depois do lançamento

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O primeiro álbum das aventuras do célebre repórter criado por Hergé, Tintin no país dos Sovietes, será publicado em janeiro pela primeira vez em cor, quase 90 anos seu lançamento e apenas meses antes do centenário da Revolução de Outubro.

A empresa Moulinsart, que administra os direitos de exploração da obra do belga e presidida pela viúva de Hergé, Fanny Rodwell, anunciou nesta sexta-feira que a “primeira grande história que marca o nascimento” do imortal correspondente do “Le Petit Vingtième”, e que até este momento era em preto e branco e agora será em cores.

A coloração, que ficou sob responsabilidade de Michel Bareau com a assistência de Nadège Rombaux, dos estúdios Hergé, “melhora a legibilidade da história, a clareza dos desenhos e surpreende por sua modernidade, como se tratasse de um novo disco”, afirmou Moulinsart em comunicado.

Esta é a primeira aventura deste imortal repórter que Georges Remi, mais conhecido por seu pseudônimo Hergé, transformou no correspondente mundial do Le Petit Vingtième, cujos desenhos foram inicialmente publicados em 1929, e depois compiladas em um álbum no ano seguinte.

A nova edição chegará nas livrarias no dia 11 de janeiro de 2017, um dia depois do 88º aniversário do álbum e “alguns meses antes das celebrações do centenário da Revolução de Outubro”, destacou a editora.

Na história em quadrinhos, hoje considerado um clássico, um jovem Hergé de apenas 21 anos começa a definir seu estilo de desenho, conhecido como “linha clara”, e antecipa a dinâmica e viajante que se tornaria a marca registrada das aventuras de Tintin.

Fonte: Estadão

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Em meio a emoções artificiais, Baby do Brasil e família comovem o Rock in Rio

Baby e Pepeu RIR2015

Por ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER

Folha de São Paulo

Para comemorar sua guinada balzaquiana, o Rock in Rio achou que dava para fazer história a fórceps.

Reuniu popstars nacionais para cantar hits surrados e até pôs à venda 500 azulejos de acrílico preenchidos com lama removida (recentemente) do terreno onde aconteceu a primeira Cidade do Rock, em 1985. R$ 185 cada um.

O reencontro entre o ex-casal Baby do Brasil e Pepeu Gomes, que desde a separação, em 1988, não tocavam juntos, mostrou que emoção não é algo que se fabrica com uma boa equipe de marketing.

Claro que a ideia de escalar os velhos Novos Baianos, em show mediado pelo filho guitarrista Pedro Baby, 36, era uma estratégia publicitária esperta. O saldo, contudo, revelou que não dá para criar emoção artificial —quando ela é de verdade, acredite, você saberá.

E todos na plateia souberam. Num dos momentos mais bonitos do Rock in Rio 2015, pais e filho descobriram em tempo real, após uns poucos ensaios de agosto para cá, que o trio funcionava. “É um momento único na história da música. Tem que viver cem anos para viver uma coisa parecida”, disse Baby, 63, enquanto rodopiava seu tutu de bailarina, roxo como seus cabelos.

A apresentação foi um desdobramento de “Baby Sucessos”, turnê da baiana produzida pelo filho desde 2012. Só que, desta vez, o convidado especial era o homem com quem trocou fralda de seis filhos (Sarah Sheeva, Zabelê, Nana Shara, Pedro Baby, Krishna Baby e Kriptus Rá).

Eles entraram no Palco Sunset às 16h35 e, antes das 17h, todos já tinham ido às lágrimas. Num dado momento, enquanto o vento jogava suas madeixas para trás, Baby estirava os dois braços para cada extremidade do palco, onde Pepeu, 63, e Pedro “duelavam” em solos de guitarra.

O vencedor, no fim, foi o público bem heterogêneo, formado por senhores namorados, adolescentes em prantos e até uma vovó recriminada pelo neto ao tentar acender um baseado de maconha.

Pedro já tinha avisado que não cabia tanta história em apenas uma hora de show. Foi o suficiente para desfilarem clássicos deles em carreira solo ou na fase Novos Baianos, como “Masculino e Feminino”, “Todo Dia Era Dia de Índio” e “A Menina Dança”. Músicas acompanhadas em coro pela plateia e que são uma aula de como fazer refrão —e boa parte da “geração Sesc” contemporânea poderia passar por esse intensivo.

Em “Menino do Rio” (composta para Baby por Caetano Veloso), ela trocou o verso “dragão tatuado no braço” por “Jesus ‘forever’ tatuado no braço”, numa de suas várias amostras de proselitismo religioso.

Baby é do Brasil e, desde os anos 1990, também de Deus. Em 1985, quando ela e Pepeu tocaram no primeiro Rock in Rio, sua busca pela espiritualidade desembocou em louvação a Thomaz Green Morton, o guru do “rá” —grito energizante que também fez a cabeça de Gal Costa e Tom Jobim.

Agora, ela esclarece no palco, é “popstora” evangélica do “reino que não pode ser abalado”. Aproveita até para fazer propaganda de uma conferência gospel que programa para o final do ano: “Não Vai Ter Bunda Mole no Céu”.

Nem no céu nem na bem mundana Cidade do Rock, que minutos antes do show familiar começar era preenchida pelo hino gay “I Will Survive”, tocado num palco ao lado.

A milhas de distância de líderes como Silas Malafaia e Marco Feliciano, a sobrevivente Baby preserva o espírito livre da menina que, em 1985, cantou no festival de minissaia e top, grávida de oito meses do filho Kriptus Rá.

Questiona na letra: “Se Deus é menina e menino, sou masculino e feminino”. A menina, definitivamente, ainda dança.

Fonte: Folha de São Paulo (http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/09/1684181-em-meio-a-emocoes-artificiais-baby-do-brasil-e-familia-comovem-o-rock-in-rio.shtml?cmpid=newsfolha)


Foie gras e irracionalidade

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Gregorio Vivanco Lopes 

Os gregos antigos ficaram conhecidos como os pioneiros da filosofia; os romanos pelo seu corpo de leis; os medievais pelo seu cristianismo autêntico, que inspirou a filosofia escolástica e a arte gótica. Os séculos futuros poderão classificar nossa época como a da irracionalidade total.

A cada dia se nos impõe uma nova insensatez. Seja nas modas, no plano intelectual, nos costumes, nas leis que vão sendo aprovadas.

Evidências de furar os olhos e sobre as quais se assentaram durante milênios todas as civilizações, mesmo as mais diferentes e até opostas, são agora alegremente (ou imbecilmente) contestadas, apesar de decorrerem da própria natureza das coisas

Não, caro leitor, não vamos falar aqui da teoria de gênero. Poderíamos nos referir a ela, mas não é o nosso tema de hoje.

Vamos tratar de um assunto culinário, pois até lá chega a irracionalidade. Trata-se da proibição do foie gras (fígado gordo), uma iguaria muito apreciada.

O que é o foie gras? É um patê gorduroso feito com o fígado dilatado de patos, gansos ou marrecos. Essa dilatação pode ser o resultado orgânico de uma ave que se alimentou a seu bel-prazer e engordou muito, como pode também ser induzida, fazendo com que as aves sejam submetidas a uma vida confinada com alimentação forçada.

Quem não gosta de uma camada de foie gras no pão, seja no café da manhã ou como antepasto? Seria um erro achar que é uma iguaria apenas dos ricos. Quantos camponeses por esse mundo afora, e não só na França, criadores de aves, se beneficiam de vez em quando do foie gras extraído de um de seus animais mais gordos!

Pois bem, agora a Prefeitura Municipal de São Paulo aprovou uma lei proibindo o consumo de foie gras! Ele decorreria de uma crueldade para com as aves!

Poder-se-ia argumentar que alguns métodos de alimentação de animais são tão artificiais que, pelo que têm de exagerado, atentam contra a própria racionalidade humana. A admitir-se essa possibilidade, seria o caso então de proibir esses métodos, mas não de proibir toda e qualquer comercialização do foie gras.

Não vamos nos deter no aspecto legal, pois uma lei desse tipo só teria sentido se promulgada no âmbito federal. É ridículo obrigar o paulistano a deslocar-se até um município vizinho, como Guarulhos ou São Caetano, por exemplo, para servir-se de foie gras.

Segundo historiadores, os primeiros foie gras datariam de três mil anos antes de Cristo e teriam sido detectados pelos egípcios em gansos selvagens, imigrados às margens do rio Nilo. Os egípcios concluíram que algumas espécies de aves migratórias poderiam se superalimentar naturalmente, para conseguir sobreviver durante o inverno, ou para enfrentar longos trajetos migratórios. Eles começaram então a desenvolver a prática da engorda dos gansos, de maneira a obter o foie gras.

O foie gras também é citado na época romana. Horácio descreve um magnífico banquete, no qual o fígado de um ganso branco engordado com figos estaria no menu.

O chefe de cozinha Gabriel Matteuzzi,  formado na Escola Hofmann, em Barcelona, explica que a engorda ou confinamento de animais não se aplica apenas aos patos e gansos, mas também aos bovinos, galinhas e perus, para que deem mais carne. “Vamos proibir tudo isso? Vamos proibir a pesca de arrastão, porque prejudica nossa fauna marinha? […] Essa lei abrirá precedente para futuras leis? Ou simplesmente estamos perdendo nosso poder de livre-arbítrio?” questiona ele. (“Folha de S. Paulo”, 23-5-15)

A proibição do foie gras é mais um exemplo da influência deletéria exercida por certa corrente ecologista radical que nega o preceito bíblico de que os animais devem estar submetidos ao homem e servi-lo. Para essa corrente, haveria uma igualdade de direitos entre homens e animais, o que é frontalmente contrário à ordem da Criação e ofende o Criador.

Relata a Sagrada Escritura: “Então Deus disse: ‘Façamos o homem à nossa imagem e semelhança. Que ele reine sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos e sobre toda a terra, e sobre todos os répteis que se arrastem sobre a terra’” (Gen. 1,26).

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


A falência do multiculturalismo

O mundo tem vivido, nos últimos meses, senão anos, ações terroristas que só têm se multiplicado. É como se a barbárie estivesse reingressando no mundo civilizado, com o intuito de abalar os seus alicerces. “Explicações” que mais se parecem “justificações” procuram dar conta de um fenômeno, de natureza política e religiosa, como se fosse um problema social ou uma suposta incapacidade de o Ocidente em lidar com a diferença. O argumento beira o absurdo, como se as vítimas devessem se explicar, ou ainda, como se as vítimas fossem os verdadeiros algozes. O terror, por muitos, é “condenado” pelo uso de orações adversativas (mas!), enquanto o verdadeiro problema seria a islamofobia!

Boa parte disto se deve ao politicamente correto ter impregnado a nossa cultura, como se toda forma de existência cultural diferente do Ocidente ou qualquer comportamento fosse de igual valor aos princípios e valores universais que orientam as sociedades democráticas, tolerantes e pluralistas. É o tal do “direito à diferença”, como se, em nome dele, tudo valesse, mesmo as piores aberrações, entre as quais o terror islâmico.

Por que esse silêncio atroz em relação às mulheres, na verdade meninas, muçulmanas que são mutiladas sexualmente em vários países africanos por motivos religiosos? Trata-se de um mero exercício do “direito à diferença”? As diferenças culturais devem ser simplesmente respeitadas? Por que não o terror enquanto forma de contestação “diferente” dos valores do Ocidente?

Os atentados, na França, ao jornal “Charlie Hebdo”, a uma policial mulher e a um supermercado judaico de comida kosher são exemplos, particularmente claros, da falência do multiculturalismo. Nos anos 70 do século passado, a França sucumbiu ao politicamente correto, ao suposto “direito à diferença”, e abandonou, diria por razões ideológicas, o seu modelo de integração republicana dos imigrantes. Segundo esse modelo, as pessoas se integram individualmente à cultura reinante, obedecendo às leis e valores do país de adoção, seguem as regras da escola pública e reservam a sua diferença cultural e religiosa para a vida privada e familiar

Ora, em seu lugar, foram “reconhecidos” os valores da diferença, como se os imigrantes tivessem todo o direito de viverem à parte, seguir publicamente a sua cultura e, mesmo, impô-la à sociedade francesa. Note-se que os terroristas islâmicos eram de cidadania francesa, voltando-se contra os próprios valores republicanos franceses.

Quem foram os alvos de seus ataques?

Um grupo de jornalistas satíricos que exercia o seu próprio direito de liberdade de expressão. Em uma sociedade democrática, possuem todo o direito de assim fazê-lo. Os descontentes devem recorrer aos tribunais se se sentirem atingidos. O uso da violência e do assassinato não são “respostas”, salvo se as considerarmos como “justificadas” por uma suposta exclusão. Os supostos excluídos são os que, na verdade, querem impor os seus valores para a sociedade francesa e, também, em seus outros prolongamentos terroristas, para o mundo ocidental em geral.

Outro grupo foi constituído por policiais, também cruelmente abatidos. Um deles pediu clemência, inerte no solo, antes de ser assassinado. Ora, o que são policiais? Policiais são símbolos do Estado e, enquanto tais, devem ser reconhecidos. No momento em que policiais viram alvos de terroristas é o Estado, ele mesmo, que é atingido em um de seus pilares. Neste sentido, o objetivo dos terroristas consistia na destruição mesma do Estado, procurando suscitar a desordem pública e a generalização da violência.

Outro grupo foi o de judeus, atingidos, na “melhor” tradição nazista, pelo simples fato de serem judeus. É como se o terror islâmico procurasse relembrar, neste ano mesmo em que se rememora o terror de Auschwitz, que eventos semelhantes podem ocorrer novamente no futuro. Não é outra coisa que fazem quando pregam abertamente a destruição pura e simples do Estado de Israel.

Aqui há outro torpor do politicamente correto sob a forma da esquerdopatia reinante. Recentemente, Israel, em defesa própria, fez um ataque de helicóptero no lado sírio das Colinas do Golã, matando terroristas do Hezbollah e militares iranianos, entre eles um poderoso general da Guarda Revolucionária. Tal fato, de maior importância, não ganhou maior destaque como se não fosse uma anomalia que o Hezbollah e a Guarda Revolucionária iraniana estivessem na Síria preparando ataques visando à destruição do Estado de Israel.

Outra explicação seria, evidentemente, a de que os terroristas do Hezbollah e os militares iranianos lá estivessem fazendo turismo! Tudo terminando por se acomodar em um esquema mental onde todo exercício da diferença é justificado. É sempre “o mas”!

Um caso é particularmente exemplar de outro modelo de integração imigratória, independentemente de cultura, tradição e religião. Kirk Douglas, um dos maiores atores de Hollywood, é judeu, tendo nascido com o nome de Issur Danielovitch. Seus pais eram imigrantes da hoje Bielorrússia, que chegaram aos EUA no final do século XIX e início do XX.

Issur Danielovitch nasceu em 1916 e quando chegou à escola pública não falava inglês, tendo o ídiche como língua. Teve de se integrar à cultura americana, tornando-se fluente no inglês e veio a ser um dos maiores atores da história do cinema, representante por excelência da cultura americana. Serviu, inclusive, na Marina americana durante a Segunda Guerra Mundial. Se não tivesse se integrado, teria vivido à parte, exercendo, no linguajar modernoso de hoje, o seu “direito à diferença”. Não teria se tornado Kirk Douglas.

Hegel, em sua obra “Filosofia do Direito”, discorrendo sobre o Estado moderno, argumenta que não importa que a pessoa seja judia ou quaker, poderíamos acrescentar muçulmana, contanto que seja “homem”, a partir de sua integração em um Estado que expresse valores universais.

Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/a-falencia-do-multiculturalismo-15274858#ixzz3RGEE8SkL
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10 frases que as mulheres tatuadas ouvem

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Por Camila Tavares

Para quem gosta, tatuagem é uma paixão. Embeleza, traz estilo, nos posiciona, aumenta a autoestima e muitas outras vantagens que apenas cada tatuado vai saber falar. Mas mesmo sendo uma decisão íntima e personalíssima, sempre tem quem queira meter o bedelho. É por isso que a gente listou 10 frases que as mulheres tatuadas ouvem e que, com carinho e paciência (ou um sorriso amarelo), respondem.

1. E quando você envelhecer?

Olha gente, quando eu envelhecer, a tatuagem flácida vai ser o de menos. Tem muitas outras partes do corpo que estarão flácidas para eu me preocupar.

2. E se você se arrepender?

Boas e más escolhas fazem parte da vida. Pior do que um desenho feio ou que deixe de ter significado é ter memórias das quais você não se orgulha. Mas também é possível remover com tratamentos longos, doloridos e caros para casos bem extremos.

3. Isso é para sempre!

Alguém me conta como, porque nem a vida é para sempre. Quando você gosta de uma coisa, quer mesmo que ela te acompanhe.

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4. Todo mundo tem igual!

Isso depende. E mesmo que seja verdade, todo mundo usa jeans igual, camiseta branca… e daí? Algumas coisas nos diferenciam e outras nos identificam com grupos. Não há problema nisso, certo?

5. É coisa de homem, prostituta, presidiário, marinheiro…

Tatuagem é coisa de homo sapiens. Desde os homens nas cavernas a tribos primitivas em todos os continentes, pintar a pele é arte, status e comunicação. Os marinheiros encontraram nativos da Polinésia que usavam tatuagens e trouxeram a cultura para o ocidente. Simples assim entender a história.

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6. Não combina com roupa estampada/festa.

Esse comentário é bem irrelevante mesmo. A tatuagem enfeita o corpo e combina com tudo o que é bonito.

7. E para procurar emprego?

Depende do seu tipo de trabalho. Há casos em que você precisa ser discreto mesmo e as roupas ajudam nisso. Há outros casos em que posicionamento e profissionalismo resolvem a questão. E outra, né, ninguém precisa esfregar a tatuagem na cara do entrevistador. Dizem que a tatuagem é proibida em concursos públicos. Neste caso, basta decidir o que quer da vida e seguir feliz.

8. E quando você for mãe?

Simplesmente serei uma mãe mais enfeitada. De verdade, se eu não compartilho do preconceito, não vou ensinar meus filhos a pensarem assim.

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9. E se você enjoar?

Nunca vi alguém enjoar de algo que faça parte do próprio corpo. Alguém já enjoou das próprias mãos?

 10. É de verdade?

Ué, claro que sim. Não sou de usar tatuagem de chiclete!

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Fonte: Revista Donna


ARCA – Uma igreja diferente que se reúne no Centro do Recife.

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A Arca nasceu como o Ministério Skatistas de Cristo e, inicialmente, seus integrantes – uma turma de jovens skatistas e frequentadores da cena underground – encontravam-se nas dependências da Primeira Igreja Batista do Recife, no Centro. A ideia era reunir pessoas que não se encaixavam em modelos pré-fabricados, mas que desejavam ouvir mensagens da Bíblia.
Ação de Rua e Cultura Alternativa (Arca) é o nome da igreja que surgiu em 1999 a partir da ideia de cinco skatistas, entre eles Caveira, cujo nome surgiu de sua silhueta esguia. Seus seguidores dizem preferir a liberdade imposta pelas ruas às paredes dos templos tradicionais. Contam que sentem-se mais à vontade. “O que importa é a espiritualidade e não o estereótipo”, afirma Caveira, formado em teologia pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil e único pastor da Arca no Recife.

Fonte: Templo Metal


Aprender a Conviver com Gostos e Costumes Diferentes dos Nossos

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A questão apresentada no 14º capitulo de Romanos quanto ao ato de não comer ou beber aquilo com que possa se escandalizar nosso irmão é diferente em ordem da que foi apresentada nas epístolas dirigidas aos Coríntios, porque o problema nesta igreja dizia respeito a se comer carne sacrificada a ídolos.
Aqui neste décimo quarto capítulo, o problema era de outra natureza, diferente do citado em I Coríntios, porque estava relacionado ao fato das distinções cerimoniais da Lei de Moisés sobre alimentos puros e imundos, e também sobre as libações e comidas que acompanhavam os sacrifícios apresentados no templo de Jerusalém, e não propriamente a prática de idolatria como estava ocorrendo em Corinto.
Uma coisa é a predileção por gostos ou práticas particulares ou de grupos, diferentes dos nossos, e que devemos suportar em amor para não quebrar a unidade do corpo de Cristo, conquanto tais gostos e práticas não ofendam a norma bíblica, não se tratando de heresia, idolatria ou má conduta, e outra muito diferente quanto o que se encontra em questão é a conivência com qualquer forma de mal.
Paulo demonstra que ninguém seria recomendado ao reino de Deus pelo ritualismo cerimonial de distinções de alimentos impostas no regime da lei no Velho Testamento, e nem se deveria por outro lado, se atacar aos judeus que ainda guardavam tais costumes.
Por isso, é dito que aquele que come não julgue o que não come, e o que não come também não julgue o que come, porque afinal não é nisto que consiste o reino de Deus, mas em justiça, paz e alegria no Espírito Santo, como se vê no verso 17 de Rom 14.
Além disso, os judeus estavam acostumados a guardarem dias festivos conforme determinados pela lei, e que agora em Cristo já não eram mais exigidos por Deus.
Então, quando um cristão judeu afirmava a importância de se guardar tais dias para se agradar a Deus a um gentio, ele estava errando, do mesmo modo que estaria errando os gentios que os condenassem por estarem ainda guardando aqueles cerimoniais da lei, aos quais estavam apegados por dever de consciência e tradição, como se vê nos versos 5 e 6.
Foi somente em relação a esta questão de comer ou não certos alimentos, e de se guardar dias sagrados assim considerados pela lei, que Paulo disse que cada um deveria ter uma opinião bem definida em sua mente.
Ele restringiu o fato de cada cristão estar inteiramente seguro em sua própria mente, apenas a esta questão cerimonial de alimentos e dias sagrados segundo os judeus; para que ninguém tentasse impor aos outros o seu próprio ponto de vista.
Por isso, o apóstolo disse que em Cristo já não havia mais nenhuma distinção entre alimentos puros e imundos. Na verdade Ele não tem considerado mais nenhum alimento imundo, mas se alguém quisesse continuar assim considerando que o considerasse, mas que o fizesse para si mesmo, sem condenar ou rejeitar os demais de pensamento diferente.
Deste modo, ao dizer no verso 14 que estava bem certo no Senhor Jesus que não há mais nenhuma coisa de si mesma imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda, ele não estava de modo algum dizendo que tudo o que existe no mundo é puro; porque estava restringindo o uso desta expressão apenas aos alimentos que comemos.
Paulo aproveitou para estender a questão sobre a comida e bebida, para além do cerimonialismo e aplicou-a ao fato de se comer e beber de maneira escandalosa, que sirva como pedra de tropeço para alguns irmãos (v. 20 a 23).
Assim, em vez de estarem preocupados em julgarem seus irmãos quanto a estas coisas não essenciais, eles pecavam contra o Senhor, esquecidos que, cada um dará conta de si mesmo a Deus, no Tribunal de Cristo.
Evidentemente, podemos e devemos transferir tudo isto para a nossa forma de nos relacionar com irmãos que pertençam a congregações cuja prática cultual seja diferente da nossa, quanto ao gosto musical, ordem de culto, forma de ministração da Palavra de Deus, etc, uma vez que não somos autorizados pelas Escrituras a evitar ter comunhão com eles por conta de nossos gostos serem diferentes.
Nossos modos e costumes não são um padrão de verdade nem para nós mesmos, porque estão sujeitos a serem alterados com o tempo. Faríamos bem, portanto, em aprendermos simplicidade, humildade, amor, renúncia, por amor aos irmãos e ao Senhor, negando-nos a nós mesmos quanto aos nossos gostos em prol de não sermos uma causa de tropeço ou de tristeza para os nossos irmãos.
Caso alguém não consiga fazê-lo, que se guarde então de criticar aqueles que Deus não tem rejeitado por conta de seus costumes diferentes dos nossos.

“As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores.”
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Fonte: Gospel+