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Remember (posts antigos do flogão) – Parte 26: Oficina G3

Paz extrema a todos os leitores do Jesus, Vida & Rock’n Roll! Este é o último post da série Remember, que trouxe de volta tudo que foi postado no noss0 antigo flogao! Deus abençoe a todos! Para encerrar, uma das melhores bandas do Rock Cristão nacional: Oficina G3!

Oficina G3: MySpace e mais detalhes do novo álbum

O OFICINA G3 acaba de inaugurar seu MySpace oficial, que pode ser acessado no endereço http://www.myspace.com/oficinag3. Este é o único sítio onde a banda e sua equipe tem participação direta, as outras páginas são mantidas por fãs. O espaço será usado em paralelo ao site oficial para a divulgação de novidades e assuntos diversos.

Além disso, Juninho Afram (guitarra/vocal), Duca Tambasco (baixo) e Jean Carllos (teclado) encontram-se em estúdio, junto aos produtores Heros Trench e Marcello Pompeu, que assumiram os trabalhos do sétimo disco inédito da banda paulista, ainda sem título definido. As composições estão sendo preparadas desde janeiro, com os arranjos finalizados em maio. O álbum será o sucessor de “Além Do Que Os Olhos Podem Ver”, de 2005 e “Elektracustika”, de 2007, ambos indicados ao Grammy Latino.

Trechos das novas músicas estão disponíveis no YouTube. Recentemente, Duca Tambasco deu uma entrevista completa de quase 50 minutos, dividida em 5 partes, falando sobre vários assuntos pertinentes à atualidade e ao futuro do trio. Ela pode ser vista no canal do OFICINA G3 no You Tube:

Os planos do grupo para 2008 incluem ainda o lançamento de um possível DVD comemorativo, previsto para dezembro.

Site Oficial: http://www.oficinag3.com.br

MySpace: http://www.myspace.com/oficinag3

Fonte: Whiplash!

Oficina G3 tem novo vocalista

Agora é oficial: a banda Oficina G3 tem novo integrante: Mauro Henrique nos vocais.

Hoje, Juninho Afram (vocal e guitarra) e Jean Carllos (teclado) estiveram na sede da gravadora MK Music, no Rio de Janeiro, reuniram-se com a presidente da empresa, Yvelise de Oliveira, e definiram todos os detalhes do novo CD, que chega às lojas neste semestre e já tem nome: “Depois da Guerra”.

Apesar dos boatos que pairavam nos bastidores, o G3 não estava procurando um vocalista. Tudo aconteceu depois que Mauro fez participações como convidado especial em alguns shows da banda. “Nunca estivemos fechados ao que Deus tem para nós. E o contato que tivemos com o Mauro nos fez ficar à vontade para convidá-lo para fazer parte da banda”, conta Juninho Afram.

Mauro não é novato. Tocou, cantou e compôs em algumas bandas de Brasília antes do Oficina G3. “O Mauro é produtor musical, dono de técnica vocal apurada e, principalmente, compromissado com Deus. Houve um direcionamento e sentimos que essa era a hora!”, explica Jean.

Vale dizer que Mauro já irá participar das gravações do novo CD “Depois da Guerra” – o 10º da carreira da banda e o 5º pela MK Music.

Obs.: Duca Tambasco não esteve na reunião, pois sua mulher, Ester, entrou em trabalho de parto. O casal aguarda a chegada da primeira filha, Naomi.

MySpace: http://www.myspace.com/oficinag3

Oficina G3: “Elektracustika” recebe disco de ouro

Por Assessoria Oficina G3 | Publicado em 16/08/08

O último trabalho do OFICINA G3, “Elektracustika”, lançado em 2007 e indicado para o Grammy Latino, acaba de receber o certificado de disco de ouro da Associação Brasileira de Produtores de Disco, superando a marca de 50.000 mil cópias vendidas. Este é o quarto disco de ouro da banda.

O grupo está na fase final da produção do seu novo álbum, “Depois Da Guerra”. A bateria e o baixo já foram gravados e os próximos a entrar em estúdio serão o guitarrista Juninho Afram e o vocalista Mauro Henrique, recém-integrado à banda. Mais novidades em breve.

Mais informações: Oficina G3 @ MySpace
Fonte: Whiplash!

Juninho Afram: capa da Guitar Player e super promoção!

O guitarrista Juninho Afram está na capa da revista Guitar Player de setembro, a maior e mais respeitada publicação do gênero em todo o mundo, já nas bancas de todo o país. A edição traz uma matéria exclusiva com Juninho, revelando detalhes sobre o novo álbum do OFICINA G3, “Depois Da Guerra”, e também uma lição especial para a revista, incluindo partes da guitarra do próximo CD jamais reveladas antes.

Além disto, está lançada uma promoção que dará ao vencedor um kit completo do Juninho, incluindo uma guitarra Tagima JA1 (modelo Juninho Afram), dois pedais Landscape (Pedalboard PB12 Case Aluminum e Organic Drive & Booster ODB1), cordas e pedal NIG (1 caixa com 12 cordas do modelo Juninho Afram – JA10; 1 caixa do modelo .009 – N63 e 1 pedal Chorus Nig modelo ASDC).

Para participar, o interessado deverá recortar o selo de autenticidade que vem recortado na edição de setembro da revista (número 149), criar uma frase dizendo “O que faz de Juninho Afram um mestre da guitarra” e enviar para a redação. O autor da melhor frase ganha!

Acesse trechos da matéria para maiores informações.

Boa leitura e boa sorte!

Mais informações: Oficina G3 @ MySpace
Fonte: Whiplash!

Capa do novo CD e foto do novo integrante do Oficina G3

Abaixo o comunicado da gravadora MK Music, e no final a foto do novo integrante da banda: Mauro Henrique, e a capa do novo CD da banda.

Não é brincadeira, não. Uma banda com mais de vinte anos de estrada, duas indicações ao Grammy Latino, dez álbuns gravados, e um público pra lá de fiel. A banda Oficina G3 consegue tudo isso, e muito mais: manter sua característica e o propósito confiado a eles por Deus: fazer do rock uma ferramenta de evangelismo e, claro, uma ótima música para os ouvidos, com um som pesado e baladas que nos fazem viajar.

Pois bem, vamos logo ao assunto. O Oficina G3 está finalizando seu quinto CD pela MK Music, Depois da Guerra. E também acaba de apresentar seu novo integrante, Mauro Henrique, de Brasília. Aliás, a notícia da entrada do vocalista à banda, que foi divulgada no mês passado, repercutiu bastante. Agora, não só temos mais detalhes do novo álbum, como também a arte capa com exclusividade. Além de ser a estréia dos produtores Heros Trench e Marcelo Pompeu, que assinam juntamente com Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos a produção.

Falando em Jean, o tecladista explicou o título do álbum. “Parece que nós passamos por uma guerra. Esse CD então surgiu sendo um marco de tudo aquilo que já vivemos para o que vamos viver. O nome tem muito a ver com o contexto de hoje”, afirma. A capa reflete bem o tema: ruínas de uma cidade, com pétalas caindo do céu e uma rosa com folhas nascendo em meio à destruição. “A capa retrata aquilo que a gente acredita, que vivemos. As lutas, a batalha, sim, mas a alegria chegando com o amanhecer”, completa Jean.

Musicalmente, a banda vive experiências novas trabalhando, pela primeira vez, com Marcelo e Heros. “Os caras estão há muitos anos na estrada do heavy metal”, revela Duca, detalhando que todos da banda participam ativamente com sugestões. Os produtores, além de criarem, também funcionam como mediadores. Cada um dá a sua colaboração. E o clima entre todos é o melhor possível no dia-a-dia de gravação, no estúdio NaCena, em São Paulo, capital.

Essa descontração nos bastidores foi fundamental para a adaptação de Mauro aos demais integrantes do G3. A galera já está em total harmonia. Mauro falou sobre o momento que está vivendo. “O Juninho me ligou me convidando para conhecer mais do ministério. Eu senti paz e tive a confirmação de Deus de que era algo vindo dEle. E meu coração só quer uma coisa: entender a vontade de Deus para isso tudo e cumprir Sua vontade sem falhar”, afirma Mauro convicto no propósito do Pai para sua vida.

Juninho Afram comemora a chegada de Mauro. Para ele, foi um grande presente. “O Mauro é de Deus, e isso pra gente é primordial. Para fazer a obra de Deus, devemos estar na mesma visão. Viver com Jesus é a melhor experiência que o homem pode ter”, conclui. Depois da Guerra está em fase de finalização. Mauro concluiu a colocação de voz essa semana. A sessão de fotos para a capa também já aconteceu. Agora é só mixar e… muito pouco tempo de espera até o CD chegar em suas mãos!

 


Remember (posts antigos do flogão) – Parte 25: Alice Cooper

Alice Cooper e Slash ajudando os viciados

Traduzido por

Cristina Sturm | Publicado em 16/04/08

Depois de 26 anos de sobriedade, ALICE COOPER tem alguns conselhos para passar para a geração mais nova: “Eu não acho que você deva morrer por sua arte”.

O shock-rocker será homenageado pelo seu trabalho com os dependentes no dia 9 de maio durante um jantar beneficente e concerto em Hollywood organizado pela fundação MusiCares MAP, que facilita acesso para os membros da comunidade de música aos tratamentos de recuperação de viciados. “Eu me tornei mais disponível para os meus amigos,” diz Cooper, que irá receber o Stevie Ray Vaughan Award. “Eles são as pessoas que me chamariam no meio da noite e diriam, ‘Cá entre nós, eu tenho um problema.'”

MusicCares também prestará homenagem ao guitarrista do VELVET REVOLVER, Slash por sua dedicação para as missões e objetivos da organização. Cooper e Slash irão se apresentar no Alcohol-Free Event, no Music Box no teatro Fonda, assim como CAT POWER, BLIND MELON e o grupo CAMP FREDDY.

Traduzido de:

Sleaze Roxx

Fonte: Whiplash.net

Alice Cooper: novo álbum trará Slash e Ozzy Osbourne

“Along Came a Spider”, novo álbum de ALICE COOPER, já tem suas datas de lançamento marcadas nos Estados Unidos e Europa. A gravadora Steamhammer/SPV lança o trabalho nos mercados da Alemanha, Áustria e Suíça no dia 25 de julho. O resto do velho continente terá o disco à disposição no dia 28 do mesmo mês. No dia seguinte acontece o lançamento norte-americano.

O álbum, que contará com a participação especial de Slash e Ozzy Osbourne, estará disponível na versão normal em CD e em vinil duplo. As faixas presentes serão: ‘Catch Me’, ‘Hungry’, ‘I Am The Spider’, ‘I Know Where You Live’, ‘(In Touch With) Your Feminine Side’, ‘Killed By Love’, ‘Salvation’, ‘The One That Got Away’, ‘Vengeance Is Mine’, ‘Wake The Dead’, ‘Wrapped In Silk’.

Alice falou sobre o novo álbum no seu programa de rádio, “Nights With Alice Cooper”.

Fonte: Whiplash

Alice Cooper: Sempre quis encarar James Bond!

Traduzido por Marco Néo | Publicado em 23/07/08

A matéria a seguir é cortesia do site People.co.uk:

O lendário shock rocker ALICE COOPER tem aterrorizado seus fãs por mais de 40 anos – e agora ele quer amedrontar ninguém menos que James Bond.

O cantor mascarado pode até ter atingido a marca de milhões de álbuns vendidos e recebido uma série de prêmios de prestígio por hits mundiais como “School’s Out”.

Mas ele diz que não ficará satisfeito até ficar frente a frente com o superespião interpretado por Daniel Craig, 007.

Alice, 60, diz: “eu sempre quis fazer um vilão do James Bond. Eu me vejo como um grande adversário, como Blofeld, ainda que eu tenha uma cobra em vez de um gato branco. Eu não acho que Bond tenha tido um nêmesis para encará-lo, eu poderia ser esse inimigo. Ele precisa de alguém que a platéia acredite que possa surrá-lo. Eu acho que posso encarar Daniel Craig”.

Traduzido de: Brave Words

hod=full&objectid=20655403&siteid=93463-
name_page.html target=_blank>Leia mais neste link.

Fonte: Whiplash!

Últimas do Alice Cooper

“Não quero ficar parecido com Brad Pitt”

De acordo com a Showbizpy.com, ALICE COOPER foi impedido por sua mulher, Sheryl, de se submeter a uma cirurgia plástica. Houve uma vez em que o veterano Rockstar, de 60 anos de idade, considerou fazer uma intervenção no nariz, mas sua esposa o impediu.

E Cooper, cujo nome real é Vincent Furnier, admite que não ficou tentado a estar sob a “faca” do cirurgião, pois tem medo de agulhas.

Em suas palavras: “Nunca entrarei na faca. Tenho fobia a agulhas, então cirurgia não é para mim. Não estou tentando ficar parecido com Brad Pitt. ALICE COOPER precisa ser parecido com ALICE COOPER”.

“Pensei em arrumar meu nariz uma vez e minha mulher gritou: ‘nunca faça isto! Seu nariz tem muita história para contar!'”.

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Jogue pinball e ouça “Along Came A Spider”

O site oficial de ALICE COOPER lançou um jogo como divulgação do novo álbum “Along Came A Spider”. Além de jogar uma máquina de pinball temática, é possivel ouvir todo o álbum. Os melhores jogadores podem ainda ganhar brindes exclusivos e um encontro com o rockstar.

Vc pode curtir o jogo neste link:

.html target=_blank>http://whiplash.net/materias/news_885/075754-alicecooper
.html

Fonte: Whiplash!

Alice Cooper usa imagens de terremoto em vídeo promocional

Alice Cooper usa imagens de terremoto em vídeo promocional de seu novo álbum

O cantor norte-americano Alice Cooper utilizou imagens captadas durante recente terremoto em Los Angeles em vídeo promocional de “Along Came a Spider”, seu novo álbum, segundo o site “Yahoo! Music News”.

O terremoto alcançou 5.4 na escala Ricther e Cooper decidiu utilizar alguns “segundos de caos” na versão final do vídeo, que também contém cenas em que o artista simula estrangular uma enfermeira.

O cantor de 60 anos declarou que, ao ver o chão se mover, chegou à conclusão de que “efeito especial algum poderia ser tão poderoso”.

Segundo o site britânico “New Musical Express”, “Along Came a Spider” chega às lojas no exterior no dia 28 de julho.

O disco conta a história de um serial killer chamado Spider, um psicopata que tem medo de aranhas, protagonizado por Cooper.

O cantor britânico Ozzy Osbourne toca harmônica em uma composição

Fonte: Uol Música

Alice Cooper: tratando de temas adolescentes aos 60 anos

Traduzido por Carlos Rafael Braun | Publicado em 05/09/08

Steven Patrick, da Uweekly.com, entrevistou recentemente o lendário roqueiro ALICE COOPER, que explicou como é tratar de temas adolescentes aos 60 anos de idade.

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Uweekly.com: Você concorda que “Along Came A Spider” é um retorno aos bons tempos?

Alice: “Faço meus álbuns para os meus fãs. Percebi que não inovo mais nada. E não acredito que OZZY ou AEROSMITH estejam inovando. Temos os nossos fãs. São nossos fãs por muito tempo. Estamos conseguindo novos fãs porque crianças que gostam de MARILYN MANSON pensam: ‘Quem é esse ALICE COOPER que eles tanto falam?’. Então eles me procuram na internet e pensam: ‘Nossa, gosto mais desse cara aí, e ele já lançou 25 discos!’. Então, eles me redescobrem. Mas, honestamente, quando faço um álbum, não fico pensando: ‘Cara, eu preciso atingir a audiência do FOO FIGHTERS’ (risadas). Eu penso em agradar à minha audiência. Eu passei mais tempo preparando este disco, acho que por isso dizem que é um retorno aos bons tempos. Provavelmente eles se lembram do ‘Welcome To My Nightmare’ com ele, e isso é bom, pois nossos shows da próxima turnê pareceram com os da turnê do ‘Welcome To My Nightmare’. Vai manter a tradição ALICE COOPER. O álbum está indo muito bem. Está bem posicionado, vendendo bem. Em uma semana já vendeu mais que todos os outros juntos. Devo ter achado algo de bom ali”.

Uweekly.com: Muitas das suas músicas falam da rebeldia adolescente; como você trata desse tema com 60 anos?

Alice: Bem, a coisa boa é que não sou eu quem faz isso. É o Alice. Não sei a idade do Alice. Quando toca ‘Eighteen’, ele tem 18. Quando toca ‘School’s Out’, ele tem 15, 16 ou 17, eu acho. Você por acaso sabe a idade do Dracula? Ou do Batman? Qual a idade de qualquer personagem fictício? Eles não têm idade. Então, quando estou no palco tocando ‘Eighteen’, acredite, tenho 18 anos como qualquer garoto de 18 por aí. Mas quando saio do palco, digo: ‘Bem, eu não tenho 18 anos’. Alice precisa ter 18. Mas há outras vezes que Alice precisa ter 100 anos. Ele precisa ter saído de uma cripta e eu adapto ele ao que ele precisa ser”.

A entrevista completa (em inglês) está no link abaixo.

Traduzido de: Uweekly.com
Fonte: Whiplash!

Alice Cooper: “O futuro do mercado musical é trágico”

Em entrevista recente, ALICE COOPER revelou que pausou a turnê do disco “Along Came A Spider” até 2009, enquanto garante ter milhares de idéias para incrementar seus shows com figurinos, decorações e outras atrações. Mas primeiro vai ter que se livrar da turnê atual, pois machucou uma costela no show de abertura.

“Que tal?” diz COOPER. “Tenho 100 shows marcados e me machuquei já no primeiro da turnê ‘Psycho Drama’. Há uma música (“Welcome To My Nightmare”) onde temos 6 ou 7 zumbis no palco. Eu caí em uma escada e me machuquei. Passou, mas depois de 5 shows virou um inferno. Especialmente quando fazemos a parte onde me penduram a um metro do chão e me jogam em uma plataforma. Essa plataforma machucou ainda mais a minha costela”.

ALICE sabe que seus shows fantásticos e sua personalidade criaram uma legião de fãs, mas ele diz que apenas uma coisa o mantém neste lugar. “Se não tiver músicas boas, está morto”, afirma. “Se (David) BOWIE não tivesse aquelas músicas, seria apenas o cara ruivo de roupa espacial. Se Elton (John) não tivesse seus hits, seria apenas o carinha engraçado de óculos”.

“Mas quando você tem “No More Mr. Nice Guy”, “School’s Out”, “I’m Eighteen”, “Elected” e “Poison” você tem um certo respeito, pois suas músicas garantem isso”;

“Eu sinto pena das bandas jovens porque o mercado musical atual não te dá mais do que três anos. Se você está em uma banda, e essa é a banda do momento, tudo que tem são 3 anos. E isso é ruim”.

“Quando fui contratado pela Warner Brothers, eles disseram: “Queremos 20 álbuns”. Se cometesse erros, eles trabalhariam nesses erros e esperariam o próximo álbum. Mas se começar uma banda agora e tiver certo sucesso, a gravadora tem 25 bandas esperando que você cometa um erro. Não é sobre o que é bom, é sobre o futuro, que é trágico”.

A matéria completa (em inglês) está
neste link.

Traduzido de: Brave Words
Fonte: Whiplash!

Alice Cooper: Slash participará de vídeo de nova música

Slash (VELVET REVOLVER) fará uma aparição no vídeo da música “Vengeance is mine” de ALICE COOPER. A faixa faz parte do novo álbum chamado “Along came a spider”, que vendeu cerca de 10.000 unidades em sua primeira semana de lançamento nos Estados Unidos, ficando na 53ª posição no ranking da Billboard.

Mais informações: Blabbermouth
Fonte: Whiplash!

Alice Cooper: ainda censurado após todos esses anos

Traduzido por Daniel Cruz dos SantosVillela | Publicado em 03/10/08

ALICE COOPER, em participação no programa da CBS-TV “Late Late Show with Craig Ferguson” na noite de segunda, 29 de setembro, foi vítima, mais uma vez, da intervenção ‘coorporativa’ no seu rock’n’roll. Ela é chamada de censura e Cooper, atualmente promovendo seu álbum “Along Came A Spider” (SPV), encontrou essa besta numerosas vezes durante a sua carreira de 40 anos.

O álbum conta a história de um assassino em série, e como parte da apresentação, Alice interpretaria uma parte de seu vídeo-clipe pegando uma vítima feminina da audiência e a sufocando com uma echarpe de seda durante a performance ao vivo de “Vengeance is Mine” (as versões da música do álbum e do vídeo têm a participação do ex-guitarrista do GUNS N’ ROSES, Slash). O que os telespectadores viram foi uma versão “sabotada” do que realmente aconteceria. Infelizmente, a “morte” de uma vítima seria demais para a censura da CBS-TV (apesar de Ferguson ter adorado) e, assim, o pedido dele foi negado.

Assista abaixo a performance censurada, ao-vivo, de ALICE COOPER:

Ou assista a versão oficial do clipe (sem censura e com a participação de SLASH) abaixo:

Traduzido de: Blabbermouth
Fonte: Whiplash!

Alice Cooper: Expulsamos do palco qualquer banda de moleques

Johnson Cummins, do Montreal Mirror, fez recentemente uma entrevista com o lendário roqueiro ALICE COOPER.

Montreal Mirror: Como eram as coisas em Detroit no final dos anos 60, tocando com MC5, STOOGES, MITCH RYDER, entre outros?

Alice: “Detroit, na época, tinha a melhor cena musical. Quando fomos lá pela primeira vez, nunca tínhamos ouvido falar do MC5 ou do STOOGES. Procuramos o STOOGES neste festival e quando vi Iggy [Pop], percebi que tinha encontrado meu concorrente. O público de Detroit só reagia a bandas com uma atitude, que não se desculpavam e tocavam alto. Toda semana, havia shows do STOOGES, MC5, ALICE COOPER e THE WHO no Grande, e mesmo naquela época percebemos que esses eram alguns dos melhores shows de rock ‘n’ roll de todos os tempos. Todos também eram muito competitivos. Se o Keith Moon tinha 31 tambores, Neal [Smith, ex-baterista] tinha que ter 32”.

Montreal Mirror: Algo raro, mas o STOOGES e seu show atual ainda são ótimos, passados 40 anos.

Alice: “Quando as pessoas chamam a mim e ao Iggy de dinossauros, simplesmente digo que somos carnívoros, porque pegamos qualquer banda de moleques de 20 anos agora e a expulsamos do palco. Não baseio isso no conteúdo ou na qualidade da apresentação, e sim na energia pura”.

Montreal Mirror: Você se irrita com o fato de tantas pessoas copiarem, até hoje, sua imagem e teatralidade?

Alice: Quando Marilyn [Manson] surgiu, pensei: ‘se ele tocasse hard rock, seria próximo demais’, mas não era isso o que ele fazia. Quer dizer, respeito o que ele faz, mas ainda acho que é um pouco engraçado – poxa, um cara com nome de mulher usando maquiagem, queria ter pensado nisso… Quando o encontrei pela primeira vez, foi como Bela Lugosi encontrando Boris Karloff”.

A entrevista completa (em inglês) está no link abaixo.

Traduzido de: Montreal Mirror
Fonte: Whiplash!

Alice Cooper – Biografia

Por Marcelo Nucci | Publicado em 13/10/08

Nascido Vincent Damon Furnier em 4 de fevereiro de 1948, em Detroit, Michigan, Alice Cooper tinha asma quando pequeno, o que levou sua família a realizar diversas mudanças durante sua infância. Aos 10 anos, seu pai é nomeado ministro da Igreja de Jesus Cristo, levando a família à sua ultima mudança, desta vez para Phoenix, visando ajudar os nativos da região.

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Em 4 de julho de 58, Vincent começa a adoecer. Após passar por uma cirurgia descobrem que ele tinha peritonites e apendicite. Muito enfraquecido, ele passa por mais uma cirurgia (que lhe deixa as famosas cicatrizes visíveis no pôster do álbum “Killer”). Seu estado era muito grave. Após sair do hospital ele se encontra tão debilitado que passa um ano na cama vendo televisão, o que lhe confere um gosto muito grande por filmes.

Visando melhorar a asma que o acompanha, ele entra para o time de corrida de sua escola (Cortez High School), onde conhece Dennis Dunnaway, John Speer, e John Tatum.

Também faz parte do jornal da escola, “Cortez Tip Sheet”, com sua coluna “Get Out of My Hair”, sobre o pseudônimo Muscles McNasel, onde conhece Glen Buxton, fotógrafo do jornal. Encarregado de organizar o festival “Lettermen Talent Show”, Vince tenta recrutar quem queira participar. Após fracassar, Dennis sugere que os cinco se reúnam e participem eles mesmos, tocando as paródias dos Beatles que eles costumavam cantar enquanto corriam. Forma-se os Earwigs

Eles participam do festival dublando as músicas, já que apenas Glen Buxton sabe tocar, e gostam do sucesso que conseguem na escola por fazê-lo. Decidem, então, continuar com a banda. Todos aprendem a tocar instrumentos apropriadamente, e começam a ensaiar constantemente. John Tatum, guitarrista da banda, sai do grupo. Eles colocam um anúncio no jornal em busca de outro, e acham Michael Bruce. Mudam o nome para The Spiders. Tocando sempre em festas e ensaiando constantemente, conseguem uma repercussão local. Começam a tocar no Vip Club, propriedade de Jack Curtis. Nessa época eles conseguem abrir o show de várias grandes bandas, entre eles Jimi Hendrix e Yardbirds. Jack Curtis lança o primeiro single deles, que chegaria a primeiro lugar numa das rádios locais, com a música “Why Don’t You Love Me”. Mudam o nome para The Nazz quando John Speer sai da banda, e contratam Neal Smith.

Eles crescem bastante na cena local, e decidem tentar a sorte em Los Angles. Lá eles perdem todo o dinheiro em 3 dias. Tendo sorte por estarem nos tempos hippies eles conseguem sempre algum lugar para dormir. Com dificuldades, o grupo sobrevive, porém enfrenta problemas com o nome da banda, pois já havia um grupo com esse nome. O nome Alice Cooper surge, porém de imediato não é aceito. Nessa mesma época eles devem voltar para Phoenix por causa do serviço militar. Eles conseguem resolver sua situação, e o pai de Vince compra uma van com equipamentos para eles. Porém, um dia eles perdem o controle do carro, que capota quatro vezes. Por sorte o carro tinha seguro e eles compram outro. Após esse acidente eles decidem que o nome seria Alice Cooper.

De volta a Los Angeles eles conhecem o grupo GTO’s, ou Girls Together Outrageously. Elas deram roupas antigas para eles, ajudando-os a formarem o novo visual da banda. Miss Christine, uma das GTO’s, era também babá do filho de Frank Zappa. Ela consegue um encontro entre eles. Eles conseguem marcar uma audição com Zappa, e conseguem um contrato.

Porém, eles não tinham empresário ainda, e precisavam de um. Conhecem Shep Gordon por conselho de Jimi Hendrix e Janis Joplin, que moravam no Landmark Hotel, mesmo hotel onde Shep estava, e lugar onde o próprio Alice chegou a morar um tempo. Após ver o grupo esvaziar lugares com 3000 pessoas em alguns minutos o empresário fica encantado, pois, de acordo com ele, “alguém que consegue fazer 3000 pessoas fazerem qualquer coisa em tão pouco tempo pode gerar milhões”.

Eles assinam o contrato e lançam “Pretties For You” (1969). Fazem uma pequena turnê, conseguem abrir para algumas bandas importantes, incluindo o próprio Zappa. Porém, é graças a Shep que eles conseguem tocar no Toronto Rock Revival Festival. Nesse show estariam tocando nomes como John Lennon. É também nesse show que o vocalista joga a galinha para o público.

Apesar de conseguirem alguma atenção da imprensa por esse show, não chegam ao sucesso. Lançam o segundo álbum, “Easy Action” (1970), que tem menos repercussão ainda. Fazem outra pequena turnê, passando por Detroit, onde eles finalmente conseguem agradar o público. Mesmo assim, decidem que precisam melhorar sua música, e para isso precisariam de um bom produtor. Eles procuram o melhor da época, que manda o jovem Bob Ezrin ver a banda. Após ouvir a banda, Ezrin diz não valer a pena. Shep Gordon convence-o a conhecer a banda, o que ele faz, porém ainda não se interessa. Ainda por insistência do empresário, Ezrin vê um show da banda, e acaba gostando deles. Porém, como já havia dito ao produtor que não valia a pena, ele mesmo produz o novo álbum. O selo de Frank Zappa, Straight Records, que tinha um contrato com eles para 3 LPs, fora vendido para a Warner Brothers, que não queria lançar mais um álbum da banda.

Porém eles conseguem lançar um single, “I’m Eighteen”, que repercute muito bem em território americano, e consegue para a banda o lançamento do álbum “Love it to Death” (1971). Com músicas como “Ballad of Dwight Fry”, em homenagem ao ator Dwight Fry do filme Drácula, e o hit “I’m Eighteen”, o álbum seria ótimo para os shows do grupo, que passam a incluir a famosa cobra, camisa de força, e as primeiras formas de morte do vocalista. Depois de algumas tentativas se decidem pela cadeira elétrica.

Pagando todas as dividas que a banda havia adquirido nos anos anteriores e finalmente conseguindo sucesso, eles lançam o álbum “Killer” (1971). Durante a turnê deste álbum começam a surgir as marcas que seriam associadas ao nome Alice Cooper para sempre: forca, maquiagem com apenas um risco em cima e um risco em baixo, violência no palco (“Killer”), bebês sendo mortos (“Dead Babies”), etc. A banda já havia mostrado que viera para ficar, e chega a vez de, em 1972, lançarem o álbum “School’s Out”.

O álbum precisava de um pequeno empurrão para alavancar as vendas, e Shep Gordon sabe como fazê-lo. Encomenda mil calcinhas de material inflamável da Inglaterra, produto proibido nos EUA. Ele acerta tudo para que as calcinhas não passem pela fiscalização sem serem apreendidas, e no dia seguinte os jornais do país inteiro mostravam que o novo álbum de Alice Cooper, “School’s Out”, traria calcinhas em seu interior.

Após lançarem o álbum ele chega à segunda posição nos EUA e Inglaterra. O single da música homônima ao álbum chega a primeiro lugar, e é o mais vendido pela Warner Bros na época. A música, de acordo com Alice, tenta capturar o que seriam os três últimos minutos de aula no último dia antes das férias. O álbum também traz “Gutter Cats vs. The Jets”, baseada na violência do filme “Laranja Mecânica”, que traria brigas ao palco quando fosse tocada ao vivo.

Em 1973 chega a hora de eles entrarem para a elite. Seus shows estavam cada vez mais elaborados, contando com truque de mágicas, sangue, brigas no palco, e, agora, a forca havia saído de cena para a entrada da guilhotina. Os shows sem dúvida alguma faziam grande sucesso, lotando todos os lugares por onde passavam e batendo diversos recordes locais. Porém, faltava um álbum que vendesse tanto quanto os shows. E é para isso que “Billion Dollar Babies” é feito. Sendo o álbum mais bem produzido até seu lançamento, e contando com uma turnê que seria a mais cara do mundo à época.

Tendo como tema a própria banda e o sucesso deles, assim como o dinheiro absurdo que eles ganhavam, o álbum começa com um cover, “Hallo Hurray”, música que versa sobre o sentimento em um show. Segue-se para a louca “Rapped and Freezin’”, o hit “Elected”, música favorita do Beatle John Lennon, “Billion Dollar Babies”, “Unfinished Sweet”, música em que, ao vivo, o cantor sofre ao ser tratado por um dentista. “No More Mr. Nice Guy” é uma resposta de Vincent à imprensa, que o atacava por mais que, fora dos palcos, ele fosse um “bom garoto”. “I Love The Dead” abre as portas para a necrofilia, causando grande polêmica na época.

O álbum emplaca o primeiro lugar tanto na Inglaterra como nos EUA, e a turnê do disco é sucesso absoluto, desbancando bandas como Led Zeppelin. Eles conseguem recordes de público em varias cidades. Nessa turnê gravam o vídeo “Good To See You Again Alice Cooper”.

Chega a vez de “Muscle Of Love”. O álbum foi basicamente feito pela banda sem o vocal, pois eles queriam mais espaço e reconhecimento. O encarte controverso do disco causou alguns problemas em certos lugares, incluindo o Brasil, pois nesses lugares a capa original do disco (que imitava uma embalagem de encomenda por navio) foi retirada, deixando exposto o encarte, que trazia o grupo espancado de um lado e contando dinheiro no outro, ambos em frente a uma casa noturna, como capa.

O álbum é lançado no final de 1973, visando as vendas de natal. A turnê do álbum, “Billion Dollar Babies Holiday Tour”, segue a linha da anterior, porém com um clima natalino. Ao final do show, onde eles costumavam espancar o presidente Nixon, eles espancavam Papai-Noel. Essa turnê foi curta, pegando apenas os meses de novembro e dezembro, com alguns shows nos EUA. Acaba no dia de reveillon de 1973.

Em 1974 eles lançam o álbum “Greatest Hit 1974”, contendo as melhoras músicas da banda. Com a vinda ao Brasil eles se tornaram a primeira banda daquele porte a fazer um show na América do Sul, e batem o recorde de audiência para locais fechados, marca que até hoje ninguém superou. É nesse ano também que o grupo se separa. Os membros se desentendia muito por causa da atenção que o vocalista estava recebendo. Queriam mais espaço, e decidem lançar discos solos. Vincent era conhecido como Alice Cooper, apesar de este ser o nome da banda e não do vocalista, e por isso decide mudar seu nome para Alice Cooper oficialmente, a fim de manter o nome da banda para ele.

Ele passaria o ano ensaiando para a nova turnê, do vindouro disco “Welcome To My Nightmare”, que conta a história de Steven perdido em seus próprios pesadelos. O álbum seria lançado pela Atlantic Records, pois esta estava oferecendo mais dinheiro para a produção do disco. Para não romper o contrato com a Warner, eles deviam transformá-lo em uma trilha sonora. E para isso é feito o vídeo “The Nightmare”, onde todas as músicas do álbum, mais “Ballad of Dwight Fry” entram. Contando com Vincent Price, o álbum é um grande sucesso, sendo até hoje um dos três mais vendidos da carreira do artista. Também é uma marca na carreira dele por ser o primeiro disco a trazer uma balada, “Only Women Bleed”, o que atrairia novos fãs, porém afastaria outros.

A turnê deste álbum é extremamente bem produzida, com bonecos gigantes, caixa de brinquedos (que iria lhe custar um acidente no qual ele quebraria as costelas) e aranhas gigantes. Durante a turnê ele conhece a dançarina Sheryl Gail Goddard, com quem se casaria no ano seguinte, e que seria também produtora e atriz em vários de seus shows até 2000. Porém, pelo tamanho da turnê e cansaço causados pelos anos sem pausa em que o cantor estivera em atividade, Alice começa a se enterrar no álcool. Ao fim da turnê ele está viciado e debilitado.

Em 1976 lança um novo disco, “Alice Cooper Goes to Hell”, em que seu alterego vai para o inferno e depois volta. Traz a balada “I Never Cry”, uma confissão alcoólica do cantor, e as músicas “tapa na cara das autoridades” “Go To Hell”, em que ele satiriza o fato de tudo que o ele faz nos palcos ser motivo para ir para o inferno, e “Guilty”, onde ele brinca com o fato de ser culpado das coisas que faz.

O álbum não conta com turnê, pois Alice está anêmico, e as vendas começam a cair.

Neste ano ele se casa com Sheryl, em 20 de março, em Acapulco, México. Também é lançada sua biografia, escrita por Steven Gaines, “Me, Alice. The autobiography of Alice Cooper, as told to Steven Gaines”, contando sua vida desde a infância, porém com vários erros causados pelo excesso de álcool consumido por Alice.

Em 1977 ele lança “Lace and Whiskey”, álbum sobre Maurice Escargot, nome que ele usava quando estava com Peter Sellers, ator da “Pantera cor-de-rosa”. Maurice é um detetive, e na mesma época sai um livro com histórias sobre ele.

O álbum traz a balada “You and Me”, grande sucesso, e a músicas “Road Rats”, também usada no filme “Roadie”. A turnê do álbum tinha como tema Maurice, e durante o show ele usava alguns comerciais criados por ele. Apesar de sempre lotados, os shows dessa época eram muito ruins devido ao estado do cantor, o que não impede, porém, que o primeiro álbum ao vivo seja gravado. “The Alice Cooper Show” foi gravado contra a vontade do vocalista, sendo que a turnê já havia acabado, porém a gravadora tinha um contrato que exigia dele um álbum assim. Até hoje ele diz ser o álbum de que menos gosta em sua carreira.

Ao fim do ano, Sheryl e Shep Gordon decidem interná-lo, e ele vai para o hospício. Após três meses lá dentro, ele consegue parar de beber, e volta em 1978 com “From the Inside”, álbum conceitual sobre sua estada dentro do hospício. Todos os personagens do álbum refletem alguém que ele conheceu dentro do sanatório. A turnê conta com a coreografia feita por Sheryl, e Alice ainda encontra-se muito debilitado, fazendo com que os shows percam um pouco do brilho. O público, porém, lota todas as datas.

Em 1980 ele volta a beber, após tomar um gole de vinho de um copo de sua mulher. Progressivamente passa a beber mais, e como havia passado quase três anos sóbrio ninguém desconfia de sua recaída. Nesse ano ele decide mudar o rumo, e lança “Flush The Fashion”, álbum new wave, com teclados e eletrônica nas músicas, fugindo completamente do rock and roll. O álbum consegue uma vendagem razoável, atingindo as paradas, coisa que ele não faria pelos próximos seis anos. Nos shows ele muda o visual também, aparecendo com o cabelo preso, fazendo parecer que ele o cortara. Todos os shows estão lotados.

Em 1981 ele lança “Special Forces”, mantendo a linha do anterior, e sem conseguir vendagens relevantes. Porém, seus shows ainda lotam os lugares por onde passa. Nesse mesmo ano nasce sua primeira filha, Calico Cooper (que significa muitas cores), em 19 de maio. No ano seguinte ele lança “Zipper Catches Skin”, álbum mais hard rock que os anteriores, que sem o apoio de uma turnê acabou esquecido pela mídia e público.

Em 1983 lança “Da Da”, álbum que conta com uma releitura de Salvator Dalí na capa. O álbum é um pouco mais eletrônico que o anterior, porém não tanto quando os outros dos “dark years” (1980 -1983). Nesse ano Sheryl pede divorcio por causa dos problemas com bebida do marido, e após um tempo, em uma reunião, ele promete parar de beber por ela. Volta ao hospício Camelback em setembro desse ano, e passa quase um mês lá. Em 28 de setembro de 1983 ele sai de lá, e vê-se livre do alcoolismo para sempre.

Em 1984 e 1985 vai para a Espanha, na cidade de Torrelodones, gravar “Monster Dog”, filme de terror com ele no papel principal. No filme ele vive um cantor de uma banda chamado Vincent, que vai para uma mansão com amigos, onde são atacados por lobisomens. Para o filme ele grava duas músicas, “See Me in The Mirror” e “Identity Crisis”. 1985 também é o ano em que ele tem o segundo filho, Dashiel Cooper, em 20 de junho.

Em 1986, após um longo hiato de shows e álbuns, lança “Constrictor”, primeiro álbum fora da Warner, lançado pela MCA. O álbum é extremamente hard rock, e conta com uma turnê avassaladora. Cheia de teatralidades e muito pesada, conta com o “Rambo do rock”, Kane Roberts, excelente guitarrista que, com sua aparência, atraia o público aos shows. Uma performance dessa tour foi gravada e lançada sobre o título “The Nightmare Returns”, e apesar de Alice estar um pouco tímido por ser o começo da turnê, ainda tem jeito para os shows, e é dono do palco.

A música “He’s Back (the Man Behind The Mask)” foi escrita para o filme “Friday the 13th Part 6: Jason Lives”. Um clip foi gravado da música, com o tema central voltado ao filme. Na época rumores de que o próprio Alice interpretara Jason circularam, porém eram falsos.

Em 1987 Alice lança seu segundo álbum hard, “Raise Your Fist And Yell”, ainda mais pesado que o anterior, e com uma turnê ainda mais sangrenta, que conta com ele matando uma prostituta no palco, agitando machados, e facões e a volta da forca. Em um dos shows da turnê o truque da forca falha e ele quase morre enforcado. Após alguns minutos desmaiado, ele acorda e volta a fazer o show, mostrando que o espetáculo nunca para. O álbum também contava com a participação de Robert Englund, ator que interpreta Freddy Krueger, fazendo a introdução da música “Lock me Up”.

O ano de 1988 é inteiro tomado pela turnê do álbum, e, em 1989, ele lança o “Trash”. Produzido por Desmond Child, o álbum é cheio de hits, incluindo o maior da carreira dele, “Poison”, porém, muitos fãs o acham falho em relação à musicalidade do próprio cantor, dizendo ser mais latente a musicalidade do produtor. Novamente uma gravação do show pode ser encontrada, sobre o nome “Trashes The World”. Um outro vídeo com clipes do álbum foi lançado, sob o nome de “Vídeo Trash”.

Em 1991 mais um álbum hard, “Hey Stoopid”, contando com participações de Ozzy, Slash, Joe Satriani e Steve Vai (ele é o único artista a ter os dois tocando na mesma música), Vinnie Moore, Nikk Sixx, Mick Mars, entre outros. A turnê contava com uma caveira gigante atrás do palco, teatralidade muito forte e pode ser conferida em parte no filme “Wayne’s World” (no Brasil “Quanto Mais Idiota Melhor”). Foi uma turnê conjunta com o Judas Priest, chamada “Operation Rock And Roll”. Após o término dessa turnê, começa uma série de pequenos shows gratuitos em locais abertos, chamada “Nightmare On Your Street”. O nome tem muito a ver com a turnê em si, que chegou a parar o trânsito de New York.

Em 1992 ele tem a terceira e última filha, Sonora Rose, nascida em 14 de dezembro. Em 1993 ele começa a trabalhar com Neil Gaiman para o próximo álbum, “The Last Temptation”, que seria lançado no ano seguinte, contando a estória de Steven adolescente, quando ele encontra o Mestre de Cerimônias (Alice) que o tenta a se juntar ao “Teatro do Real”, lugar onde ele jamais iria crescer para enfrentar a vida. Um gibi com a história foi feito, e até mesmo um videogame foi cogitado, apesar de nunca lançado. Infelizmente uma turnê jamais ocorreu, apesar dele ter feito uma viagem promocional à Europa com algumas seções de autógrafos e aparições na TV. Foi gravado também um vídeo da música “Lost In América” e em 1995 ele participa do “Monsters of Rock” sul-americano, tocando algumas das músicas do álbum.

Em 1996 ele faz uma turnê com o grupo alemão Scorpions, shows com pouca teatralidade e set de músicas centrado nos clássicos. Em 2 de junho ele grava o próximo álbum, “A Fistful Of Alice”, ao vivo, sendo lançado em 1997, ou seja, 20 anos após o primeiro álbum ao vivo. Com 12 músicas ao vivo no álbum americano (esse CD traz diversas versões com músicas diferentes, sendo a versão japonesa a mais completa, que trás 17 músicas, sendo 16 músicas ao vivo, o show inteiro) e a inédita “Is Anyone Home?”, o CD traz a energia do Alice no palco, coisa que os fãs esperaram muito tempo para ter de novo.

Em 1997 ele apenas faz a turnê de promoção de “A Fistful Of Alice”, mas esse ano marca a história do grupo original como o ano em que houve uma reunião, e a morte do guitarrista original, Glen Buxton. Aos 49 anos, apenas uma semana após realizar o show com os companheiros de banda Neal Smith, Dennis Dunnaway e Michael Bruce, Glen morre de pneumonia, em 19 de outubro. Alice, em turnê, é o único da banda a não poder ir ao enterro.

Em 19 de dezembro de 1998 é aberto o restaurante Alice Cooper’s Town em Phoenix. Na ocasião ele toca com Michael Bruce e Neal Smith. Em 1999 é lançado a box set do cantor, “The Life And Crimes Of Alice Cooper”, que traz músicas de todos os álbuns, varias músicas não lançadas antes e músicas das primeiras bandas do vocalista, além de um livro com um pequeno resumo de sua história, frases de outros artistas sobre ele e comentários dele e da banda sobre todas as músicas da Box.

Em 2000 Alice lança seu álbum mais pesado, “Brutal Planet”, contando a história de um mundo dominado pela dor. A turnê do álbum é sombria e muito bem produzida, contando pela primeira vez com sua filha, Calico, fazendo parte do show. Ele começa a zoar com Britney Spears, usando uma camiseta que diz “Britney Me Quer”, e nas costas “Morto”. Uma apresentação foi lançada em DVD, sobre o nome “Brutally Life”. A música “Take It Like A Woman” é uma continuação de “Only Women Bleed”, e no próximo álbum, “Dragontown”, a música “Every Woman Has a Name” fecha uma trilogia em homenagem às mulheres.

O álbum foi lançado em 2001, e é uma continuação de “Brutal Planet”, sendo “Dragontown” a capital do planeta brutal. Várias das passagens de “Brutal” são citadas na música “Dragontown”. A turnê segue o mesmo tom da anterior, também muito bem produzida e pesada, ainda com Calico participando do show.

Em 2003 ele abandona o projeto original que seria lançar uma trilogia, e lança um álbum de volta às origens, “The Eyes Of Alice Cooper”, com um rock de garagem estilo anos 70, gravado o mais “ao vivo” possível, com a banda inteira tocando junto e sem uso de equipamentos eletrônicos ou overdubs. Nessa mesma época ele decide não tentar chocar o público, dizendo ser impossível chocar alguém por cortar a cabeça no show quando essas mesmas pessoas viam terroristas cortando a cabeça de reféns na TV. Portanto, a turnê tem muito pouco do teatro que é a marca registrada do cantor, com apenas o uso da camisa de força e sem execução.

Em 2 de dezembro ele recebe sua estrela na calçada da fama em Hollywood, e no dia seguinte anuncia o começo de seu programa de radio “Nights With Alice Cooper”, programa diário com 5 horas de rock clássico.

Em 2004 é gravada a música “Stand” para as olimpíadas, junto ao rapper Xzibts, música que seria lançada no CD oficial das olimpíadas, e também como música bônus do álbum “Dirty Diamonds”, de 2005. Também um álbum voltado ao rock de garagem, um pouco mais de tecnologia foi usada para gravá-lo. Algumas músicas foram tocadas antes do lançamento em seu programa de radio. A turnê já apresenta um pouco mais de teatralidade, inteira desenhada por sua filha, com um palco incrementado e uma sátira com Paris Hilton, que é interpretada por Calico, sendo atacada por seu cachorro.

Um DVD foi lançado em 2006, filmado no festival de jazz de Montreux em 2005, trazendo o show completo e um CD contendo algumas das músicas. Nesse mesmo ano, em seu show anual chamado “X-mas Pudding Date”, criado em 2001, ele se reúne à banda pela primeira vez.

O ano de 2007 começa com a promessa de um novo álbum, porém problemas com agenda de produtores, e uma turnê já agendada, fazem com que o álbum tenha de ser atrasado. A turnê desse ano é repleta de clássicos, razoavelmente teatral, e começa em terra brasileira! Também nesse ano sai a segunda biografia do cantor, “Golf Monster”, que conta como ele passou de alcoólatra a viciado em golf, além de varias informações sobre sua vida, fotos e um capitulo inteiro dedicado à sua vinda ao Brasil em 74.

Em 2008 a turnê continua, porém pára após alguns shows para a gravação do CD. “Along Came a Spider” saí em 29 de julho nos EUA, e é o álbum mais bem recebido por público e critica em muitos anos. O álbum trazendo novamente o personagem Steven, como um serial-killer que corta uma perna de cada vitima para construir uma aranha. Chegando à 53ª posição na lista da Billboard, sua promoção conta com jogo de pinball, site exclusivo do CD, vídeos promocionais antes do lançamento, além de o próprio CD ter sido postado no Myspace oficial do cantor. Ozzy e Slash voltam a participar de obras do artista nesse álbum. A turnê do álbum anterior, “Psycho-Drama”, continua pelo mundo, agora com suas duas filhas, Calico e Sonora, e sua mulher no palco.

Fonte: Whiplash!

Alice Cooper diz que MP3 está matando a música

Em uma entrevista dada ao site Terra brasileiro, o cantor americano Alice Cooper afirmou que o MP3 está matando a música, o cantor também fala sobre seu último disco Along Came a Spider.

Aos 60 anos de idade e 44 de carreira, Alice Cooper acompanhou de perto a evolução da indústria musical: dos LPs, passando pelas fitas K7, a explosão dos CDs e agora a distribuição de faixas pela Internet. Lançando seu 25º álbum de estúdio, Along Came a Spider, o roqueiro diz que é “da Velha Guarda” e afirma que o MP3 está “matando a música”.
Fonte: Wind In Desert

Alice Cooper: “prefiro o Slash ao Yngwie Malmsteen”

Traduzido por Emanuel Seagal e João Renato Alves | Publicado em 26/12/08 | Traduzido de: Bravewords & Bloody Knuckles

A revista canadense BW&BK (Brave Words & Bloody Knuckles) recentemente entrevistou ALICE COOPER. Durante a conversa, Alice falou sobre seu novo álbum, que conta com a participação de Slash (ex-GUNS ‘N ROSES, VELVET REVOLVER) na música “Vengeance is Mine”.

“Ele é um guitarrista dos anos setenta,” disse Alice, sobre ter Slash no álbum. “É o que gosto nele. GUNS ‘N ROSES foi muito setentista. Eles meio que imitavam aquele som. Eles amavam todas aquelas bandas dos anos setenta e acabaram se tornando aquilo. Quando eu quero usar um guitarrista, eu não penso em YNGWIE (MALMSTEEN). Eu não sou louco por toda essa coisa de hammmering. Eu acho que isso tem seu lugar no mundo, mas normalmente não nas minhas coisas. Eu prefiro muito mais ouvir um guitarrista que toca no meio da escala como Slash ou Joe Perry (Aerosmith), alguém que é apenas um guitarrista. É provavelmente por isso que os dois guitarristas da minha banda (Keri Kelli e Jason Hook) já tocaram com Slash.”

Fonte: Whiplash!

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Na sequência do Remember: Oficina G3! Até já! \m/_


Remember (posts antigos do flogão) – Parte 24: Megadeth

Mustaine explica que Gigantour não pode ser de graça

Traduzido por

Alex Silva de Chico e Paulo Nesso | Publicado em 15/04/08

Após passar os últimos dois meses fazendo turnê pela Europa e Reino Unido, a terceira edição do festival itinerante anual, a Gigantour, terá início amanhã (12 de Abril) no Filmore em Denver. A série de shows – com MEGADETH, IN FLAMES, CHILDREN OF BODOM, JOB FOR A COWBOY e HIGH ON FIRE – vai até 22 de maio no Mesa Amphitheatre em Phoenix.

Muitas das datas na América do Norte para o festival, já estão esgotadas, com ingressos que vão de aproximadamente $35 a $40 dólares. Enquanto a Gigantour não pode fazer o que Sharon Osbourne fez, dando de graça a entrada do Ozzfest ano passado, Dave Mustaine fala para Billboard.biz que ele está fazendo o que pode para manter o preço dos ingressos baixos.

“Um preço razoável para o ingresso faz a audiência se sentir respeitada,” diz Mustaine, que fundou a Gigantour em 2005. “Eu quero que eles vejam grandes bandas e que possam ir embora com dinheiro em seus bolsos.”

A edição da Gigantour em 2006 – contendo MEGADETH, LAMB OF GOD, OPETH, ARCH ENEMY, OVERKILL, INTO ETERNITY, SANCTITY e THE SMASHUP – embolsou $1.8 milhões e levou próximo de 70,000 pessoas em 20 shows, de acordo com a tabela da Billboard. As performances nos shows filmadas na Gigantour 2006 serão lançadas no CD/DVD “Gigantour 2”, que chegará via Image Entertainment em 22 de Abril. O CD/DVD oferece uma olhada nos bastidores da excursão de 2006, junto com faixa bônus do MEGADETH com a música “Peace Sells”.

Mustaine recentemente falou com a Billboard.biz sobre lançar a Gigantour, o benefício de um festival itinerante, sobre lidar com chatos e os planos futuros do MEGADETH.

Desde que fundou a Gigantour em 2005, você teve uma participação muito significativa na escolha dos artistas para a turnê. Explique como esse processo funciona.

“Eu não necessariamente os localizo, mas quando vem para mim a aprovação final, é minha a decisão… Nosso foco principal foi o de ter bandas que possuem guitarristas que fazem solos. Então nós unimos tudo isso e queríamos que fosse um festival de guitarristas – positivo e encorajador para os garotos irem e estarem protegidos. As mães deles não vão dizer, ‘quer saber? Isso não é legal para você ir. Você deve esperar até ficar mais velho’. Qualquer idade pode vir a estes shows”.

Você já lidou com bandas jovens que querem muito dinheiro para tocar?

“Houve algumas bandas as quais conversamos ano passado – uma banda em particular da Bay Area que eu realmente gostei. Eu perguntei se eles queriam participar, e a quantia que eles pediram era fora do real. Eu poderia ter pagado, mas eu não compro o talento, eu apenas escolho. E isso foi uma boa coisa, porque provavelmente eu estaria pagando demais por alguns desses caras. Pessoas do ramo me informaram que eles valem algo em torno de $2.000 por show, e eles pediram algo em torno de $10.000. É uma diferença considerável em 40 shows”.

Qual resposta você teve após o lançamento da Gigantour em 2005?

“Eu nem consigo mais dizer quantas vezes me disseram que achavam Gigantour um nome estúpido. Mas sempre existirão pessoas para falar mal. Existem pessoas que não gostam de mim simplesmente porque eu nasci, e para mim está bem. Você precisa ter pessoas que acreditam em você. Você tem que trabalhar os relacionamentos com as pessoas, porque todos nós temos diferenças. Quando você tem problemas com outro indivíduo, você tem que achar uma forma para lidar com isso”.

Você é um músico que está fazendo turnês por mais de 25 anos. Qual é o benefício de fazer um festival itinerante em vez de ser a banda principal de seus próprios shows?

“Dá mais variedade, e torna mais acessível para a audiência. Se fosse apenas eu por conta própria, eu teria obviamente mais gastos para cobrir. Sendo um negócio, você precisa pensar em todas essas coisas. Se você tem outra banda e eles têm potencial de não vender o mesmo ingresso em duplicidade [vender ingressos a outro público], irá me ajudar em ter a possibilidade de cobrir nossas despesas e levar o festival para lugares de maior capacidade. Tudo se baseia em pisar em chão firme. Nós não queremos ir a lugares e ter uma grande quantidade de ingressos não vendidos”.

Eu soube que tem algumas pessoas que ficam tentando te irritar nos shows do Megadeth. Como você lida com eles?

“Você vê esses caras que pagam 35 dólares para vir e ficar tentando me irritar. Não aprendi como os fazer calarem a boca, eles nunca estiveram em um show do Megadeth. Hoje em dia já consigo saber quando tem alguém querendo me tirar do sério. Só não respondo mais a eles”.

Você aconselha as bandas mais jovens na Gigantour?

“Isso não me compete. Muito do auto-descobrimento – ou decepção – vem de coisas como essas. Você precisa aprender isso, porque se você não pagar suas dívidas, você será como um monte de bandas do momento que vende milhões de discos, e depois sendo espancados quando sobem ao palco. Eles não têm o que é necessário. No estúdio eles são fantásticos, mas uns completos babacas e fraudes no palco. Toda a maquiagem, tatuagens, delineadores e roupas pretas podem parecer legais nas fotos, mas quando sobem no palco, são horríveis”.

Quando os fãs verão o novo disco do Megadeth?

“A Roadrunner Records extendeu a sua opção para um novo disco nosso. Estou muito sobrecarregado para ter que ir ao estúdio agora, porque estou exausto. Assim que terminarmos a Gigantour, tenho certeza que irei tirar uma folga muito bem merecida. Mas um músico nunca para de compor. É como pedir a um cozinheiro que pare de cozinhar”.

Fonte: Billboard Biz. Saiba mais sobre a Gigantour aqui e confira as datas dos shows neste link:

Traduzido de:

Megadeth World

http://megadethworld.com/new/index.php?option=com_jcalpro&Itemid=134

Dave Mustaine: músicas de graça na Internet

Traduzido por

Pedro Thadeu Liguori | Publicado em 19/04/08

Dennis Cook do site JamBase recentemente conduziu uma entrevista com o lider do MEGADETH Dave Mustaine.

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Sobre o governo dos EUA:

“Este é um bom país cheio de boas pessoas. De vez em quando uma pessoa que chega lá estraga tudo. Muitas pessoas pensaram que ele [George W. Bush] era incrível mas então as coisas começaram a declinar como na ultima vez. Bill Clinton foi incrivel para nossa economia, e eu tenho certeza que tem um grande contingente de pessoas gordas na América que se sentem especiais. Olhe para o que a administração Bush está fazendo. Voce realmente acha que precisamos pegar a maioria de nosso petróleo do Oriente Medio enquanto temos petróleo suficiente no Alasca para os EUA sobreviverem? Por que não cavamos? Eu lembro deles falando que não cavariam por causa dos alces. Sabe o que eu digo? Manda ver e assem eles. Alce tem gosto de Porco [risos]”

Sobre o décimo primeiro album de estudio, “United Abominations”:

“Foi um importante álbum para nós porque as pessoas estavam se perguntando aonde iríamos depois do ‘The System Has Failed’ (2004). [‘Abominations’] apenas pegou esse sentimento anti-ONU. Foi escrito durante o periodo recente de tensão líbano-israelense e o instauramento da segunda guerra no Iraque trazido até voce pela familia Bush, Haliburton e tudo mais. Voce tem todas as nações do mundo capazes de resolver suas afrontas e não tem nada a ver com a cartilha das Nações Unidas. A maioria das pessoas vai ao trabalho e não se preocupa com isso já que não tira nada do bolso delas. A razão de eu ficar chateado com a ONU foi um diplomata russo que veio aos Estados Unidos e alegadamente atravessou um farol vermelho e matou um americano. Nada aconteceu com ele, nada, [Por causa da] imunidade diplomatica. O cara não teve nem que receber algum conselho sobre seu alcoolismo. Ele apenas volto para a Russia. Se nós fossemos para a Russia e atravessássemos um sinal vermelho enquanto estávamos bêbados e matássemos um russo, ainda estariamos descascando batatas”

Sobre a Longevidade do MEGADETH:

“Megadeth está por ai faz muito tempo, e não é por eu não querer ir embora. Na verdade, teve tempos em que minha vontade de ir embora era a única coisa na qual eu conseguia pensar. Mas o público deixou claro que ainda gostava do trabalho que eu fazia. Estabelecer a Gigantour fez isso mais divertido para mim como músico. Agora eu posso aproveitar muito do sabor e dos frutos que estão sendo produzidos. Estou agendando um festival onde bandas jovens possam vir tocar comigo. Gigantour não é como ‘Dave Fest’ ou Ozzfest. É algo que pode continuar, com o MEGADETH tocando ou não. Ainda tem algumas coisas que eu gostaria de fazer. Eu falei de fazermos alguma coisa para nossas tropas do outro lado do oceano, alguma transmissão de algum lugar secreto em uma base militar aqui mesmo nos EUA, para os homens e mulheres que estão protegendo nossos direitos e liberdade. Não imagino fazer aqueles concertos corporativos para uma criança aniversariante, onde ele tem uma roda gigante e meleca saindo do nariz e eu tocando ‘Holy Wars’ [risos]”

Sobre a percepção de que não tem lugar onde Mustaine é mais feliz do que no palco fazendo uma multidão com os punhos erguidos ir à loucura:

“Eu posso dizer que isso é verdade. Tem um lugar onde sou mais feliz, e é com a minha família. Família é difícil, tem seus altos e baixos, mas tem a beleza da família e a beleza de cair na estrada. Voce tem que chegar em casa e trazer seu cinto de cabeças com o qual voce tem que presentear a rainha da tribo [risos]. Ser pai me fez perceber como suas pequenas mentes e suas pequenas vidas são. Pessoas pensam que quando eu me casei e tive filhos ia me tornar fraco. Minha mulher costuma fazer Kickbox e meu filho artes marciais. Eu acho que familias que chutam traseiros juntas continuam juntas.”

Sobre a arte do MEGADETH nos albuns, camisetas, website, etc. que revela uma intrincada e bem pensada paisagem:

“É uma faceta que é menosprezada pela maioria das bandas pois elas não tratam de perto do Merchandising. Eu acho que eles não chegaram à conclusão que podem criar internamente para os fãs. É uma outra camada para a música, e com a indústria implodindo – e eu tento não me prolongar sobre essas gravadoras recebendo o que está vindo para elas – ultimamente, não temos muitos lugares para gerar lucros sem ser em uma arena ao vivo. Com pessoas apenas extraindo músicas dos CDs e distribuindo, nós estamos vivendo em uma geração que está pegando as músicas da internet de graça. Tem pessoas que respeitam a banda e pagam, mas temos uma geração inteira que não paga. Uma vez que voce abraça essa idéia e está ok com a idéia de álbuns serem apenas cartões de visita, então voce faz um grande disco, sai em turnê e dá às pessoas o que elas querem. Nós temos um grande guitarrista agora [Chris Broderick] e estamos fazendo isso de modo fantástico. É quase como cair para cima quando Glen Drover [guitarrista] saiu. É quase como mais que sangue novo, estamos em uma máquina de diálise e acabamos de repor algumas veias tambem [risos].”

Leia a entrevista completa no link abaixo.

Traduzido de:

JamBase

MEGADETH: SAI GOIÂNIA E ENTRA BELO HORIZONTE NA TOUR

O site oficial do MEGADETH acaba de informar que o show em Goiânia marcado para o dia 8 de Junho, acaba de ser cancelado. No lugar a banda vai tocar em Belo Horizonte no mesmo dia. Confira a mensagem no site oficial.

“Por favor tomem nota de que o show do MEGADETH que estava marcado para Goiânia, Brasil, em 8 de Junho, acaba de ser movido para Belo Horizonte, Brasil. Veja a sessão Killing Road para mais informações.”

Desta maneira a turnê do MEGADETH pelo Brasil fica assim:

4 de Junho – Curitiba – Hellooch

6 de Junho – São Paulo – Credicard Hall

7 de Junho – Rio de Janeiro – Citibank Hall

8 de Junho – Belo Horizonte

Fonte: http://whiplash.net/

Megadeth: Dave Mustaine e o respeito aos fãs

Traduzido por

Monica Fontes | Publicado em 22/04/08

Amy Kelly, do Ultimate-Guitar.com, entrevistou recentemente o líder do MEGADETH, Dave Mustaine, que falou sobre a relação com a mídia e os fãs.

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Ultimate-Guitar.com: Uma das grandes novidades recentes foi a adição do guitarrista Chris Broderick. O que ele trouxe para a banda?

Mustaine: “Obviamente ele traz a experiência de um guitarrista de alto calibre. Ele foi recomendado por Shawn (Drover, atual baterista do MEGADETH), e Glen (Drover, antigo guitarrista do MEGADETH) saiu porque precisava se dedicar ao seu filho de três anos. Eu entendo perfeitamente porque Glen quis sair. Eu fiz isso há alguns anos atrás. Quando Glen soube que Chris iria entrar, ele aprovou. Tudo o que ele faz é malhar (treinar) e tocar guitarra, e isso é ótimo! Acessei o YouTube, vi alguns de seus vídeos e achei-o um grande guitarrista”.

“Ele estava indo para a audição e eu estava montando uma academia na minha casa. James (Lomenzo) riu porque Chris pensou que isso seria algum tipo de iniciação! ‘Dave, eu te conheço e sei que você precisava ter sua própria academia!'”

“Ele é um grande cara e convivemos bem. Ele tem um visual legal, muito saudável. Toca e canta bem e tem muita personalidade. Ele gosta de aprender, o que é bom nesse meio. Caras bons como ele geralmente são muito arrogantes e difíceis de lidar”.

Ultimate-Guitar.com: Você teve tempo de escrever alguma música nova na estrada?

Mustaine: “Honestamente, no momento, estou em casa tirando um merecido descanso. Ficamos em turnê por mais de um ano. Voltamos para casa exaustos e, como você pode imaginar, os outros integrantes estão parados. Tudo o que estou fazendo é descer de um trem para pegar outro. Durante as minhas férias estou dando entrevistas e hoje vou tirar fotos e ministrar um seminário. Gostaria de descansar meu ‘esqueleto’ de 46 anos na praia e ver o mar. Fui à praia hoje de manhã e as ondas estavam perfeitas. Se eu pudesse, faria as entrevistas pela internet através do meu site”.

Ultimate-Guitar.com: Mas você tem que admitir que os fãs e a mídia estão muito interessados no que o MEGADETH vem fazendo depois de 25 anos.

Mustaine: “Não estou desmerecendo toda essa atenção e essa atividade. Esse é um dos trabalhos em que se deve tratar os fãs com honra e respeito. Se você tiver um pouco de humildade, permanece no meio. Para mim, o mais importante é tratar as pessoas como eu gostaria de ser tratado. Alguns dizem que sou uma pessoa ruim. Mas quer saber? Quem diz isso provavelmente é um m* e eu os coloco no lugar deles! Levo jeito pra isso”.

Ultimate-Guitar.com: Tenho certeza que, em alguns momentos, eles mereceram seus ataques verbais.

Mustaine: “Em alguns casos, eu me arrependo. Às vezes quando eu leio o que foi publicado, agora que estou mais velho e tenho filhos, vejo que não fui muito delicado com as palavras. Mas eu era assim. Nunca pensei que um dia meu filho de 10 anos estaria lendo uma entrevista minha falando de sexo. Na época não pensava que era inapropriado porque ainda não tinha a minha filha. Isso me deu um grande senso de respeito com relação às minhas fãs. Sempre respeitei muito todos os nossos fãs”.

Traduzido de:

Blabbermouth

Fonte: Whiplash.net

Megadeth: Lomenzo fala sobre a turnê sul-americana

Traduzido por

Gustavo Hermann | Publicado em 24/04/08

James Lomenzo, respondendo fãs no chat do forum Gigantour, disse a respeito da turnê sul-americana e de possíveis mudanças no setlist:

“Estamos muito animados por estarmos indo para a América do Sul. Sempre gostamos de mudar o setlist tanto quanto o tempo nos permite. Nessa tour a quantidade de tempo gasto com viagens e com a imprensa está sendo terrível, então tem ficado cada vez mais difícil termos esses sound checks e passarmos algumas músicas antigas. Mas está na agenda de compromissos (a preparação de mudanças no repertório), tanto para a Gigantour em andamento quanto para turnê que virá a seguir”.

Sobre ter tocado em álbuns com uma sonoridade muito distinta do Thrash Metal do MEGADETH, como o caso de “Book of Shadows” do Zakk Wylde, um álbum majoritariamente acústico: “O ‘Book of Shadows’ também é um álbum que eu amo, me sinto orgulhoso por ter tomado parte nele! A respeito de estilo, eu estou começando a abraçar meu “eu-thrasher” interior, mas tenho que admitir, meu coração sempre esteve com o tipo de música melódica e mais lenta, o que torna tocar no MEGADETH tão legal, porque há (no material da banda) uma variedade de estilos… isso me mantém crescendo e me impede de ficar cansado.”

Sobre ter se tornado um “Rock star”: “O negócio de Rock Star vem a você. Ser músico sempre foi meu objetivo, não importava que tipo de músico ou como, vocal, guitarra, trompa (que eu toquei na escola)… Amo a energia de bandas como AC/DC e The Who, acho que foi isso o que me motivou a perseguir a carreira de músico como Rock Star”.

Traduzido de:

Forum Gigantour

Fonte: Whiplash.net

Megadeth anuncia shows em Goiânia e Manaus

Por Tiago Cabral e Paulo Nesso | Publicado em 02/05/08

O MEGADETH anunciou mais duas datas em sua turnê sulamericana: Goiânia receberá o primeiro show da banda em solo brasileiro e Manaus fechará a turnê, que passará também por outras quatro capitais.

Conforme o site oficial, estas são as datas e locais da turnê pela América Latina:

25/05 – Valencia, Venezuela – Estadio Polideportivo Misael Delgado

28/05 – Buenos Aires, Argentina – Luna Park Stadium

29/05 – Buenos Aires, Argentina – Luna Park Stadium

31/05 – Santiago, Chile – Arena Santiago

03/06 – Goiania, Brazil – Jao-Av. Quitandinha

05/06 – Curitiba, Brazil – Helooch

06/06 – Sao Paulo, Brazil – Credicard Hall

07/06 – Rio de Janeiro, Brazil – Citibank Hall

08/06 – Belo Horizonte, Brazil – Chevrolet Hall

11/06 – Lima, Peru – Explanada Sur del Estadio Monumental

13/06 – Quito, Ecuador – Coliseo General Rumiñahui

15/06 – Manaus, Brazil – Arena Amadeu Teixeira.

Mais informações: Megadeth – site oficial

Fonte: Whiplash

Megadeth: cobertura completa da tour no Brasil

O MEGADETH chegou no Brasil no início do mês logo após tocarem na Argentina e Chile. No dia 03 de junho aconteceu o primeiro show em terras brasileiras, Goiânia sacudiu com o som pesado da banda de Dave Mustaine & Cia e presenciou um show preciso com um bom set list, porém sem algumas músicas que vinham sendo tocadas em outros países sul-americanos como o hit “Trust”, “Mechanix” do primeiro álbum da banda e “Gears Of War”, do último trabalho “United Abominations.”

Logo depois no dia 05 foi a vez de Curitiba que viu um MEGADETH tão bom quanto o de Goiânia, porém Dave Mustaine estava mais “falante” e interagiu mais do que o costume com o público, brincando e fazendo poses para fotos. O set foi o mesmo de Goiânia o que já dava a impressão de que este se fixaria como o set a ser tocado no Brasil. Infelizmente houve um instante em que alguém atirou uma lata de cerveja em Dave, sorte não ter pego e Mustaine simplesmente disse “Por favor, não faça isso”. Quem esteve lá pode presenciar cenas cômicas produzido pelo líder da banda como por exemplo ele brincando com as baquetas no ar enquanto Shawn Drover na bateria o acompanhava até que Dave “batucou” na bunda, beijou as baquetas e as arremessou pra galera.

Em São Paulo no dia seguinte cerca de 4.500 pessoas acompanharam um show atípico para uma banda do porte do MEGADETH, logo no início do show, na primeira música notava-se que o som estava excessivamente alto e quase não se podia escutar Dave Mustaine cantando, após alguns “esporros” no operador da mesa de som sem obter sucesso, Mustaine se retirou de seu posto na introdução da música “Kick the Chair”. (Destaque para o extremo profissionalismo da banda neste momento). Enquanto Mustaine conversava com o técnico de som, a banda continuava a introdução da música, e a mesma continuou mesmo quando Mustaine saiu do palco. A banda tocou sua parte da introdução como se nada estivesse acontecendo, e ao término da introdução saíram do palco.

Aproximadamente 25 minutos se passaram até que a banda voltou de onde haviam parado na música, daí em diante com o som já bem melhor a banda seguiu sem problemas. Destaque para a grande interação do público no início do show, porém após a parada a multidão já não tinha mais o mesmo pique. Ponto negativo para algumas pessoas que jogavam tênis e outros objetos na galera e no palco bem como o fato de muitos dos presentes ficarem perdidos em músicas como “Burnt Ice”, do último álbum. O set foi o mesmo dos outros shows no Brasil.

07 de junho, Rio de Janeiro. Talvez esse tenha sido o show em que a galera mais agitou e cantou as músicas junto com a banda, pequenos problemas técnicos com o áudio voltaram se repetir, mas desta vez foram quase imperceptíveis e Dave saiu do palco discreta e rapidamente algumas poucas vezes entre uma musica e outra para resolver este problema. O set ficou menor, “Ashes In Your Mouth” e “Burnt Ice” não foram executadas. Mas há quem diga que isso foi compensado pela presença da banda no palco (com destaques pra James Lomenzo no baixo e Chris Broderick na guitarra) e a animação do público com o show.

E com um show atrás do outro, no dia 08, Mustaine e sua equipe desembarcaram na capital mineira Belo Horizonte, onde encontraram um público extremamente ansioso e otimista, no entanto problemas técnicos no som voltaram a se repetir, após a terceira música Mustaine saiu do palco para que o problema pudesse ser resolvido. O set foi ainda menor que o do Rio de Janeiro, desta vez eles não tocaram “Sweating Bullets”, um clássico da banda considerado por muitos uma música essencial em qualquer show do MEGADETH. Houve ainda um caso de invasão de palco, no fim da música “A Tout Le Monde” uma pessoa correu para agarrar Dave Mustaine, mas acabou sendo agarrado pelos seguranças que o arrastaram para o backstage, Dave foi atrás enquanto Broderick permaneceu no palco realizando seu solo de guitarra posteriormente emendado pelo hit “Tornado of Souls”. A opinião é quase unânime entre os que acompanharam a banda em BH, o show com pouco mais de 1 hora de duração e com buracos no set-list ficou devendo.

Após cinco shows no Brasil a banda segue para Lima no Peru (11/06) e Quito no Equador (13/06) e depois voltam para o último show em Manaus no dia 15 de junho. Fica a expectativa de um show com um set mais extenso e sem problemas de som para que Dave Mustaine e Cia possam trazer abaixo a capital do estado amazonense!

Confira os sets, fotos e filmagens de todos os shows no portal megadethworld.com

Dave Mustaine e a vacina contra a febre amarela

Traduzido por Monica Fontes | Publicado em 25/06/08

Dave Mustaine postou a seguinte mensagem no fórum do site oficial do MEGADETH:

“Encerramos a turnê mundial ‘United Abominations’ ontem à noite em Monterrey, no México. Obrigado a todos que vieram nos ver e aos que nos apoiaram mesmo estando longe.

Farei um relatório sobre esse último um ano e meio. As duas últimas semanas quase me mataram depois que tomei a vacina contra a febre amarela para poder ir a Manaus, no Brasil. Não vou postar muito sobre as dificuldades de uma turnê, mas tenho certeza de que, quando voltar das férias, vocês vão entender porque fiquei quase ‘invisível’ nos últimos meses.

Não vejo a hora de chegar em casa, começar a trabalhar no TheLiveLine.com com os meus parceiros, e também começar a construir o nosso novo estúdio. Precisamos de um lugar só nosso para ensaiar quando começarmos a selecionar as músicas para o próximo álbum depois do verão.

Muito obrigado a todos e até a volta”.

Traduzido de: Blabbermouth

Fonte: Whiplash!

Megadeth: Dave Mustaine fala sobre James MacDonough

O líder do MEGADETH, Dave Mustaine, postou a seguinte mensagem no “forum” do site oficial da banda:

“Então, nós saímos em turnê com Shawn [Drover, baterista] e Glen [Drover, agora ex-guitarrista do MEGADETH] e tudo está documentado, e nós tínhamos James MacDonough [baixista] conosco daquela vez também. Shawn acaba a primeira noite no hospital com vertigens e confessa que ele só tinha tocado em dois concertos antes daquela noite.”

“Daí começa o tremendo trabalho de reconstruir a banda e ganhar de volta nossa credibilidade. James MacDonough estava na banda a tempo o suficiente para participar no largamente aclamado DVD ao vivo ‘That One Night’ feito em um dos meus lugares favoritos do mundo; Buenos Aires, Argentina. Esse DVD mostra em poucas palavras o que é o MEGADETH. Não houve conexão entre James MacDonough e o resto da banda e ele atualmente vive na costa oesta, norte dos EUA.”

“Assim que James e os MEGS se separaram, eu fiquei muito empolgado com James Lomenzo, ou ‘JLo’ como ele gosta de ser chamado. E você sabe que eu tirei muito sarro dele por causa de seu apelido. Eu me senti eufórico quando ouvi a linha de baixo para ‘Washington is Next!’. Até me senti de volta ao topo com possivelmente o melhor baixista da história da banda, e um bom e velho amigo, esse foi também o inicio de quase um ano e meio no inferno que eu mencionei.”

“Quando James entrou, nós tínhamos um empresário diferente e um time de produção/engenharia diferentes se comparados com as coisas no final. Nós começamos com Jeff Balding, um produtor e engenheiro que eu tenho na mais alta estima e terminamos com Andy Sneap (que foi uma grande coisa que aconteceu). E nós também tínhamos uma companhia diferente e terminamos com Mark Adelman, do Azoff Music.”

“Parece excitante, certo? Bom, nós tínhamos um monte de ratos no porão.”

“Após terminar a turnê mundial do ‘The System Has Failed’, tivemos que lidar com a tristeza de ter as datas no México canceladas, porque a ultima vez que tocamos na Cidade do México, nós tocamos com o MÖTLEY CRÜE, e eles foram vaiados no palco e acertados com os estofados dos asentos em chamas enquanto a audiência pedia para o MEGADETH voltar, e esse foi um dos shows mais famosos do MEGADETH de todos os tempos. Nós realmente estávamos ansiosos para voltar à Cidade do México e o empresário da turnê na época não teve tempo para agendar para que chegássemos ao México saindo de Oregon a tempo.”

“Pouco depois a gente se desfez desse ‘empresário de turnê.’”

“Então, todos nós nos separamos, e eu ainda tinha música de sobra de quando eu fui fazer meu álbum duplo de estúdio como artista solo. Lembram de que eu mencionei que o primeiro álbum desse suposto disco duplo se tornou o ‘The System Has Failed’ e eu tinha a segunda metade desse álbum já composta. Então nós começamos a pré-produção, nós estávamos bem adiantados em relação ao que devíamos estar, mas houve inúmeros problemas que interromperam a criação do álbum, fazer shows, ter interrupções bizarras, e por aí vai. Eu também prometi para a minha família que eu estaria em casa por dois meses no último verão enquanto as crianças estivessem de férias da escola. Eu fiz isso porque o álbum deveria estar pronto até então, mas numerosos inconvenientes e interrupções como as que eu mencionei acabaram por adiar a data de lançamento em vários meses, e para manter minha palavra e minha integridade, eu tive que ficar em casa pelos dois meses que eu mencionei e que foram os dois primeiros meses da campanha: NÃO PODERIA TER SIDO PIOR HORA”.

Fonte: Whiplash!

Megadeth: Dave Mustaine comenta incidente racista

Traduzido por Felipe Ferraz e Hugo Calheira | Publicado em 08/07/08

Dave Mustaine, do MEGADETH, revelou que já esteve envolvido em um caso de atropelamento seguido de fuga por parte de um taxista.

O músico ainda se mostra incomodado pela noite em que ele pegou um táxi em Atlanta, Georgia, cuja corrida terminou com a fatalidade.

Ele relatou para o site GuitarWorld.com que o motorista não aparentou demonstrar remorso após atropelar e matar uma mulher negra que entrou em sua frente.

Mustaine relembra, “O motorista se virou e me disse, ‘eu acertei aquela idiota diretamente e precisamente na cabeça, ’ então ele fez um comentário racista e eu falei para ele encostar o carro.”

“Todos nós ficamos ao lado da estrada e esperamos pela polícia. Fiquei muito nervoso pelo que aquele cara fez e disse. Eu realmente não compreendo a mentalidade do sul (dos EUA)”.

Traduzido de: Contact Music

Fonte: Whiplash!

MUSTAINE: BUCKETHEAD É 2 VEZES MELHOR QUE EU E SLASH

Em entrevista ao site SuicideGirls.com, Dave Mustaine (MEGADETH) falou sobre Slash e Buckethead. Veja o trecho.

SuicideGirls.com: É muito ruim quando o instrumento se torna secundário à personalidade ou ao seu chapéu. É algo como “espere, espere… aonde está a musicalidade?”

Mustaine: “Você se torna uma caricatura de si mesmo. Bem, veja, quando eu penso em um cara com um chapéu, eu penso em Slash. Eu acho que Slash é um excelente guitarrista. Ele é um dos meus favoritos. E ele não passa por isso”.

SuicideGirls.com: É, Slash é incrível!.

Mustaine: “Ele é brilhante, eu o adoro. Mas aí você pega um cara tipo o Buckethead… Buckethead é provavelmente duas vezes melhor que eu e Slash juntos, e ainda fica com um balde de frango frito na cabeça por várias horas durante uma noite”.

A entrevista completa (em inglês) está

neste link.

Traduzido de: GunnersBrasil.com

Fonte: http://whiplash.net/materias/news_885/075375-megadeth.html

Dave Mustaine: Estou no meio de uma intensa faxina!

Depois de algum tempo ocupado com a construção de um novo estúdio, Dave Mustaine fala no fórum oficial sobre seu atraso em ligar para fãs e sobre as coisas que serão arrumadas antes da gravação do novo disco.

“Droogies!

Eu encontrei uma folha de ligações de um concurso que fizemos ano passado e lá estão 7 nomes de pessoas a quem eu deveria ligar para parabenizar pela participação… e eu esqueci completamente. Sim, entre milhões de coisas que eu tenho que fazer ainda em turnê ou no estúdio ou enquanto me recuperava de uma viagem, eu esqueci.

Então, amanhã eu ligarei para Amanda Dixon – Rockchickbabe; Gwen Partlow – Lady G; Liam Robinson – Jotun; Eric Jeffery – ejeffrey; Jeff Payne – klssrfr; Chad (the monkey guy) – Aim Baby; e Belinda – Drache.

Pode levar um tempo para tentar acertar as coisas, mas eu vou ligar e o farei do nosso novo estúdio, então pode ser que você ouça Justis tocando ao fundo ou Brandon ou Jeff ou qualquer um dos caras que estão trabalhando comigo. Os rapazes da banda estão tirando seu merecido descanso… de mim!

Finalmente, eu estou no meio de uma intensa faxina no estúdio e há toneladas de coisas que serão separadas entes de nós começarmos o novo disco. Então, isso significa um monte de coisas legais para o eBay. E também haverão muitas coisas que precisam ser arrumadas que nosso amado webmaster anda pedindo, mas eu não estava ciente da importância delas; coisas como os sites oficiais, fóruns, e os assuntos importantes do fanclub já atrasados importam bastante para mim. Eu espero que vocês saibam o que fazemos para melhorar as coisas por aqui com a ajuda de nosso webmaster, nosso SLs, e VOCÊ!

DM”

Mais informações: Megadeth World
Fonte: Whiplash!

 

Megadeth “Anthology”: Set The World Afire

Por Paulo Nesso
quinta, 21 de agosto de 2008
Seguindo o sucesso do Warchest lançado em 2007, o Megadeth está de volta trazendo o álbum “Anthology: Set The World Afire”. Trata-se de uma coleção de 2 cd’s que abragem toda a carreira da banda que será lançada em 30 de Setembro pela Capitol/EMI. Confira a capa e o set list !

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“Eu estou realmente entusiasmado sobre este novo lançamento porque após o Warchest, o Arsenal Of Megadeth, e o Greatest Hits, eu estava preocupado que nós não teríamos um pacote que fosse capaz de encarar por igual esses outros três, e este é realmente uma grande coletânia de algumas de nossas músicas mais populares.” Mustaine

MEGADETH: Anthology: Set The World Afire (2-CD, Digital Album)

Disco 1:

01. Mechanix
02. Rattlehead
03. Peace Sells
04. Wake Up Dead
05. Devils Island
06. Anarchy in the U.K.
07. Set The World Afire
08. Into The Lungs Of Hell
09. In My Darkest Hour
10. Holy Wars … The Punishment Due
11. Tornado of Souls
12. Hangar 18
13. Take No Prisoners
14. Go To Hell
15. Sweating Bullets
16. Crown of Worms
17. High Speed Dirt [Demo]*

Disco 2:

01. Skin O’ My Teeth
02. Ashes In Your Mouth
03. Breakpoint
04. Angry Again
05. Train of Consequences
06. Reckoning Day
07. A Tout Le Monde
08. The Killing Road
09. New World Order
10. Trust
11. She-Wolf
12. Insomnia
13. Prince of Darkness
14. Kill The King
15. Dread And The FugitiveMind
16. Foreclosure Of A Dream
17. Symphony of Destruction (live, Cow Palace, 1992)**
18. Peace Sells (live, Cow Palace, 1992)

* Inédita
** Inédita nos E.U.A.

Fonte: Megadeth.com
Via: Megadeth World.

Megadeth: Dave Mustaine e sua doença degenerativa

O vocalista e guitarrista do MEGADETH, Dave Mustaine, postou a seguinte mensagem no forum do site oficial da banda:

“Estou escrevendo isto aqui do meu estúdio e Justis (filho de Dave de 16 anos) e um amigo da Escola, Ryan (um baterista) estão na sala de ensaios detonando um KILLSWITCH ENGAGE e RUSH para tocar com a banda deles, e agora que tenho um tempo extra rarísimo, aproveitarei para falar sobre a semana passada e o que faremos na semana que vem”.

“Fiz um churrasco na minha casa em Fallbrook (no sul da California, próximo a San Diego) depois do trabalho no domingo, e conheci alguns novos amigos da Pam (esposa de Dave) e preparei-me para algo que achei que nunca faria na vida. Mas primeiro vem a segunda-feira – um dia que odeio.”

“Estive brigando com as minhas costas faz algum tempo, e cheguei a fazer yoga, alongamento, acupuntura, benzer, massagem, injeções, quiropraxia e tudo mais que possa imaginar.”

“Há dois anos atrás, fui visitar um amigo em Ohio e fui até o OSU Medical Center e fiz uma ressonância magnética do meu pescoço e espinha dorsal por quase duas horas. No outro dia, o doutor (chamo-o assim relutantemente) disse que eu tinha estenose, então disse que tinha uma indigestão e fui falar com outro médico. Não é necessário dizer que fiquei puto da cara quando ele me disse que não havia nada o que fazer a não ser tomar dois Aleve por dia e me acostumar. Depois de mais dois anos destruindo meu pescoço e minhas costas nas turnês e destruir meu organismo com a medicação, eu finalmente fui à clínica Kieran Jobe em Anaheim, onde o Dr. Orr Limpisvasti tirou mais raios-x, e pediu para eu tirar mais algumas ressonâncias magnéticas. Também receberia roupas ortopédicas, um colete e fisioterapia. DE NOVO A PORRA DA FISIOTERAPIA! Dessa vez por seis meses, Na quinta-feira fui saber dos resultados da ressonância. Descobriria se havia necessidade de uma cirurgia”.

“Agora, Elektra (filha de Dave de 10 anos) se interessando em atuar. Quando eu era criança, minha mãe costumava nos levar até o Costa Mesa Repertory Theater para ver peças de teatro. Acho que é dai que a Electra começou a gostar da coisa e agora apresenta, conjuntamente com sua amiga Wanda Goldberg, seu próprio programa, ‘Faithful Friends’, que fala sobre animais e vai ao ar no canal Animal Planet na TV à cabo e neste ano está na segunda temporada”.

“Falando nisso, fui para Las Vegas na terça-feira com a Pam para ver a peça ‘Mamma Mia’. Achei que seria um saco quando fômos ver o show, mas acabei gostando. Então eu aceitei ir ver a peça em Las Vegas e gostei de novo. Exceto pela troglodita obesa que ficava chutando as costas da minha cadeira, foi muito agradável; não tão bom quanto o filme, mas foi bom”.

“Voei de volta pra casa na quarta-feira e voltei a trabalhar no estúdio”.

“Quinta-feira foi o dia que descobri o estrago. E foi até inesperado, pois eu fui até um curandeiro chamado Todd Bentley e a dor tinha diminuido. Podia ser psicosomático, mas eu duvido. O doutor entrou na sala e mostrou-me os resultados do Raio-X”.

“Fui diagnosticado com uma doença degenerativa do disco e artrite no meu pescoço, o que está causando todos esses problemas nas minhas costas”.

“Mas não entrei em desespero, pois estou em um bom lugar e muito feliz”.

“Fiquei ouvindo meu filho e ele toca muito bem! Ele está na outra sala e estou feliz que ele não vai herdar minha reputação e ele vai ser melhor que eu”.

“Sexta-feira e chega de trabalho, não antes de outra viagem, para Los Angeles dessa vez, para gravar uma propaganda para a VH1, que tem uma campanha contra o autismo, e aproveitei para gravar um segmento das 100 melhores músicas de hard rock de todos os tempos, e nós estávamos lá. Só espero que nos mantenhamos lá!”

“Recentemente tive que jogar o ‘Rock Band’ e fui filmado jogando online e isso vai ao ar em um futuro próximo. Mandaremos uma mensagem se você for cadastrado no TheLiveLine (um serviço de mensagem que manda notícias de Mustaine para os fãs) e, se não for, será postado aqui”.

“Voltei para o estúdio e fiquei aqui até 00:30 com um vendedor de guitarras, e aproveitei para testar todas. Logo estaremos ouvindo uma DV-8. É uma das minhas últimas ESPs e, definitivamente, uma grande guitarra”.

“E, para terminar esse post, não posso parar de rir de como James Lomenzo (baixista do MEGADETH) veio aqui esta manhã e acionou o alarme, e como Brooklyn sempre foge quando os xerifes aparecem, como aconteceu hoje”.

“Estou terminando por hoje e deixando o estúdio pronto para nosso álbum e para clientes que o utilizam. O resto da semana passarei em Nashville com Justis, jogando um torneio de golf, e, embora tenha pedido para meu amigão Shawn Drover cuidar de tudo, acho que não vou vê-lo por algumas semanas. Mas espero ver alguns de vocês no torneio, ou até mesmo no aeroporto”.

Traduzido de: Blabbermouth
Fonte: Whiplash!

MEGADETH: DVD TRARÃ SHOW COMPLETO GRAVADO NA âGIGANTOURâ

O nome ainda não é oficial, mas já está certo o lançamento de mais um DVD ao vivo do MEGADETH, que deve trazer o show completo gravado em San Diego durante a Gigantour de 2008 no dia 20 de maio.

Apesar de se tratar de Gigantour, apenas o Megadeth vai estar nesse DVD, pois segundo o próprio Mustaine as outras bandas preferiram “dar um tempo”, então ao contrário do que aconteceu anteriormente nos álbuns Gigantour e Gigantour 2, este trará um show completo ao invés de 3 ou 4 faixas de cada banda.

“Eu assisti a alguns trechos e aposto que quando as outras bandas virem o resultado final eles vão ter lamentado deixar essa oportunidade passar. Será ótimo!” – Mustaine.

Andy Sneap, que produziu o “United Abominations” e mixou o “Warchest”, também está trabalhando neste novo trabalho fazendo o processo de mixagem.

Set list do show em San Diego:

Sleepwalker
Wake Up Dead
Take No Prisoners
Skin O´ My Teeth
Washington Is Next!
Kick the Chair
In My Darkest Hour
Hangar 18
Burnt Ice
A Tout Le Monde – Chris´s solo
Tornado of Souls
Ashes In Your Mouth
Sweating Bullets
Symphony of Destruction
Trust
Peace Sells – Ext.
Holy Wars.

Mais informações: Megadeth World
Fonte: Metal Land

Megadeth: Mustaine, Aldridge e Mendoza em regravações

Em post no fórum oficial, Mustaine dá novas notícias e diz ter sido convidado para junto com Tommy Aldridge, Mark Mendoza e possívelmente Shawn Drover regravar alguns clássicos da banda.

“Bem, talvez não seja um chamado de Londres, mas de Milton Keynes sim! Na semana de 4 de novembro estarei me aventurando pela velha e animada Inglaterra na visita à fábrica dos Amplificadores Marshall em Milton Keynes para visitar Dr. Jim Marshall (vocês devem conhecê-lo como o nome “Marshall” na frente dos meus amplificadores desde que eu comecei a tocar). E para fazer uma visita surpresa com os amplificadores Marshall aparecendo com minhas guitarras Dean, e de igual prestígio, minha signature VMNT.

Agora, como se isso não fosse legal o bastante, Paul Marshall (filho do Dr. Jim e herdeiro do trono) me perguntou o quanto de diversão eu queria e sugeriu que eu improvisasse uma música com Tommy Aldridge (baterista do WHITESNAKE, ex-OZZY OSBOURNE) e Mark Mendoza (TWISTED SISTER).

Então vem a parte interessante: vamos criar uma pequena lista de músicas antigas do Megadeth que Tommy, Mark e eu formos capazes de tocar juntos, e vamos criar umas enquetes onde vocês poderão votar nos sites do MEGADETH, Marshall e Dean.

Também vamos conectar tudo isso através da tecnologia do excitante projeto que eu chamo de “TheLiveLine” que alguns de vocês já devem conhecer. Então, se houve um tempo de ficar ligado esse tempo é agora!

Só fico pensando quem irá tocar na outra guitarra? Talvez Shawn Drover, huh?

ATUALIZAÇÃO: Terminamos a mixagem do show de San Diego e quanto ao título, ele poderá mudar. O show é incrível e carregado de energia!!!

Infelizmente, Andy está voltando para a Inglaterra hoje, antes deste evento, o qual me dará tempo para juntar riffs, arquivos, etc., mas por outro lado, Shawn está chegando e isso será ótimo para a nova música”.

Mais informações: Megadeth World
Fonte: Whiplash!

MEGADETH: DAVE MUSTAINE ELEGE SEU TOP 5 DA AUSTRÁLIA E UK

Dave Mustaine, líder do MEGADETH, elegeu seu “Top 5” somente de artistas australianos e britânicos para a revista Rolling Stone, confira:

01. CROWDED HOUSE – “Don´t Dream It´s Over”

“Escuto isso onde quer que eu vá”, diz Mustaine sobre a canção romântica melancólica do álbum de estréia de 1986 da banda australiana. “Posso estar tendo um momento absurdamente horrível, mas escuto essa música e ela melhora meu dia”.

02. MIKE AND THE MECHANICS – “The Living Years”

O primeiro colocado das listas de 1989, da banda do então ex-guitarrista do GENESIS, traz alegria a Mustaine. “Estava tocando na limousine depois que me casei”, ele diz. “Me faz lembrar desse dia maravilhoso”.

03. THE Beatles – “I Want You (She´s So Heavy)”

A faixa mais obscura de “Abbey Road” fez Mustaine gostar de riffs pesados de guitarra ainda enquanto criança: “Representa tudo o que os Beatles significam para mim”.

04. Led Zeppelin – “The Song Remains the Same”

O frontman pegou algumas dicas do “Houses of the Holy”: “A invasão britânica foi muito importante na minha abordagem da guitarra”.

05. AC/DC – “Let There Be Rock”

Ele conseguiu o clássico de 1977 numa troca em uma loja de discos. “Assim que a agulha encostou no disco”, ele diz, “percebi que minha vida havia mudado para sempre”.

Traduzido de: Blabbermouth

Fonte: http://whiplash.net

Mustaine: “não posso fazer o mesmo álbum duas vezes”

Tradução do post de Mustaine no dia de Ação de Graças onde ele fala muito sobre o novo álbum e faz um forte desabafo sobre as pessoas que o criticam e que se passam por ele na internet.

“Droogies!

Feliz Dia de Ação de graças para todos vocês que escolheram celebrar este dia. O post de hoje abrage toda a semana, ao invés de apenas um único dia.

Andy Sneap voltou para o Reino Unido, e Shawn Drover voltou para a terra dos mosquitos, a Georgia. Eu estou em casa em San Diego, assim como James. Chris na estrada por 2 horas até Los Angeles. Nosso último dia inteiro juntos foi terça-feira. E foi muito produtivo.

Sei que provavelmente existam dúvidas sobre como estou indo com as músicas, mas eu nunca tive dúvidas, e as músicas que ouvi até agora são excelentes na minha opinião, continuamos a fazer pequenos ajustes os quais aperfeiçoam a música – na maioria das vezes. Também acho que tive humildade o suficiente para saber quando uma alteração torna ou não uma música melhor, e continuar com o que é melhor. Também, respeito Andy o bastante para ouvi-lo se ele acha que algo está faltando.

Nas quatro músicas que fizemos demos (sem letras) existem elementos rápidos e lentos em cada uma. Estou bem com o jeito com que as partes estão se encaixando, e uma vez que o projeto terminado é sempre melhor que o rascunho, agora vou relaxar, sentar e ver como as coisas vão se revelar. Se torna muito cansativo com todas as cobranças de ‘como fazer o próximo álbum’ e ‘o que estou fazendo de errado’ e agora estamos ‘muito disso’ ou ‘muito daquilo’ para o que importa aos fãs de metal, então apenas balanço minha cabeça e dou risada.

De volta ao estúdio, adoro quando estou falando sobre como uma parte da bateria precisa de um pedal duplo mais forte ou uma parte mais frenética e como Shawn entende, ‘Sei o que ele quer’ e então corre até a ‘Live Room’ e faz. Que luxo o ter sentado aqui e ter sua ajuda no ‘feeling’ das pequenas nuances e fazê-los tão melhor quando tocada da maneira certa! Eu sabia que este seria um trabalho muito melhor do que o projeto anterior assim que o começamos, desde que estamos juntos, estamos muito melhor agora do que antes do ‘United Abominations’. Deixando vocês felizes ou não, eu não posso fazer o mesmo álbum duas vezes. Paralelamente, tive que superar a enorme dificuldade física que o problema no meu braço causou e tem quase 30 anos desde que escrevi estas músicas que todos levam consigo. Não será um álbum speed metal/thrash metal dos anos 80, 90 ou mesmo 2000. Já é quase 2010 e estou muito feliz com minha musicalidade, especialmente desde que tive que reaprender a tocar uma vez que não conseguia mais, acho que estou ficando melhor – não rápido – apenas melhor.

Então, tenho muita gratidão, Sim, é desapontante ler posts que estão constantemente criticando a mim, Megadeth, minha música ou qualquer outra coisa que venho a fazer com minha vida, e sei que tem muita gente aqui que percebe isso também, e discorda. Apenas peço que se lembrem, a fim de não ser considerado injusto, permitimos que um certo nível de opiniões ‘contra-Megadeth’ sejam postadas aqui [Fórum Oficial]; é que as vezes as pessoas vão além. Amo vir aqui e interagir com vocês todos. Realmente me faz sorrir, mas as vezes tem coisas que me fazem coçar a cabeça. Como por exemplo, porque eu não toco rápido como antes? Eu continuo tocando rápido. Talvez não tão rápido como Shawn Drover – o guitarrista mais rápido do mundo, Mas eu continuo rápido.

Peguem esse novo álbum. Metade das reclamações vem de pessoas que não conseguem tocar um instrumento e não tem idéia do quanto são difíceis essas partes, porque elas não são o que parecem ao ouvido humano. Diabos, eles nunca ouviram uma nota sequer e já estão criticando. Eu desafio vocês a perguntarem a qualquer ex-aluno, perguntem a qualquer monstro herói guitarrista que tocou no Megadeth e eles lhes dirão que é muito mais difícil do que parece. Quem em sã consciência deixa uma reclamação de fã mudar a maneira de como ele expressa sua música, sua alma. Isto não é apenas criar material para fazer dinheiro.

Atualmente amo tocar e estar na frente de vocês e entretê-los. Mais, é totalmente estúpido achar que depois de completa perda de movimento do meu braço esquerdo ele não ficaria com danos de velocidade, destreza e habilidade sacrificados com o acidente ocorrido. Quero dizer, vejo alguns caras que se machucam e não podem tocar, e as pessoas entram em vígilia por eles. Quando me machuquei era mais como, ‘agora vamos ver o que ele vai fazer’ que era provavelmente irrecuperável, mas me sinto mais como, ‘Jesus, Estou feliz, ainda posso tocar depois de tudo'”.

Confira na íntegra o post traduzido no Megadeth World.
Fonte: Whiplash!

Megadeth critica ‘dinossauros’ alheios à tecnologia

Respondendo a perguntas de fãs no site Blipback, Dave Mustaine, líder do grupo de heavy metal Megadeth, criticou as “velhas bandas de dinossauros” que não colocam suas músicas para vender em lojas online ou disponibilizam-nas em games como “Rock Band” e “Guitar Hero”.

“Isso é apenas estúpido”, disse Mustaine, soltando sua habitual língua ferina, sem, no entanto, apontar nomes. “Sabe, tenham misericórdia e sintam compaixão por eles, e comprem nosso material no lugar”.

“De fato, penso que o advento desses novos jogos, o YouTube, o MySpace e a possibilidade de fazer upload de suas músicas, é o caminho para o futuro”, opina o “frontman” do Megadeth.

O Megadeth colocou seu álbum clássico “Peace Sells… But Who’s Buying?” em “Rock Band” e “Rock Band 2”, mas Mustaine disse que, por ora, não há intenção de disponibilizar “Rust in Peace”, um dos mais conhecidos da carreira do grupo, nos games. No entanto, afirmou que “adoraria” conversar com a produtora Harmonix sobre isso.

“Rock Band” e “Rock Band 2” são games que usam controles em forma de instrumentos musicais e o jogador pode assumir um dos componentes de uma banda, entre voz, guitarra, baixo e bateria. Estes “simuladores de banda” trazem um acervo abrangente de canções, tanto em termos de estilos como de época em que foram gravadas.

Fonte: UOL Jogos

Megadeth: Chris Broderick está empolgado com novo material

O Megadeth está no estágio final do processo de composição do novo álbum, que é esperado possivelmente para o próximo ano via Roadrunner Records. O CD está novamente sendo dirigido pelo aclamado produtor britânico Andy “Undie” Sneap, que produziu o último álbum do MEGADETH, “United Abominations” (que saiu em maio de 2007 também pela Roadrunner Records).

O próximo LP do Megadeth será o primeiro com o guitarrista Chris Broderick, que substituiu Glen Drover no final do ano passado. E Broderick publicou a seguinte notícia na seção “Forums” do web site oficial da banda:

“Estou realmente empolgado com o que estou ouvindo no Vic’s Garage [o estúdio do Megadeth recentemente construído]. Tem agressividade e algumas pegadas legais. Num outro dia eu vi [o frontman do MEGADETH] Dave [Mustaine] criar algumas partes que têm um groove pesado.”

“Essa semana vai ser ruim pra mim; acabei de falar pelo telefone com a corte superior de Los Angeles e eu tenho que me apresentar para o júri amanhã às 8:30 da manhã (simula vomitar). Essa vai ser a primeira vez que eu tenho que me apresentar e não tenho idéia do que esperar.”

O MEGADETH vai embarcar na turnê européia “Priest Feast” em fevereiro de 2009 com o Judas Priest como “headliner” e o TESTAMENT como banda de abertura.

Lançado em 30 de setembro, o álbum duplo / coleção digital do Megadeth “Anthology: Set The World Afire” (lançado pela Capitol/EMI), que abrange a carreira toda da banda, vendeu cerca de 2.600 cópias nos Estados Unidos na primeira semana de seu lançamento, segundo a Nielsen SoundScan.

Traduzido de: Blabbermouth
Fonte: Whiplash!

MEGADETH: COMEÇAM AS GRAVAÇÕES DE BATERIA DO NOVO DISCO

Dia após dia Dave Mustaine e seus companheiros vem postando atualizações sobre o andamento das gravações do novo álbum do Megadeth em seu estúdio próprio, o Vic´s Garage.

O baterista Shawn Drover postou no fórum oficial contando sobre o início das gravações das linhas de bateria, confira:

“Então agora é oficial, iniciamos a gravação do nosso 12º álbum ontem. Gravei as faixas de bateria para as primeiras duas músicas, e fico feliz em dizer que ficaram muito boas. Na terça-feira passei o dia trocando as peles da minha bateria em busca do melhor tom possível que eu e o Andy [Sneap, produtor] pudemos encontrar, uma vez que estamos voltando ao ´old school´ em termos de tons de bateria naturais. Desde o início deste novo álbum tive várias conversas com Andy sobre como são ótimas as antigas gravações e seus tons de bateria, etc, e destas é que queremos pegar certos aspectos para introduzir no que estamos fazendo agora. Vocês ouvirão os resultados quando o álbum for lançado. No segundo dia estarei gravando as músicas Nº 3 e 4, (obviamente, sem títulos enquanto escrevo) e se continuarmos nesse ritmo, teremos 8 músicas com bateria até o final da semana.

Fiquem bem,
Shawn”.

Fonte: Whiplash
Via: Metal Land

MUSTAINE: GRAVAÇÕES RETORNAM EM MARÇO OU ABRIL

Dave Mustaine postou a seguinte mensagem no fórum oficial do MEGADETH:

“Droogies!

Ainda estou sentado no meu escritório às 5h30 da manhã e estou digitando isso enquanto tento acordar. Ontem Andy voltou para a Inglaterra por um tempo, enquanto estamos nos preparando para o Priest Feast. Isso significa que as gravações pararam, até voltarmos em março/abril.

Terminamos as gravações das guitarras bases e baixo, assim como as gravações de baterias foram finalizadas duas semana atrás, eu até acho que ouvi algumas partes acústicas. A reação de nosso empresário, família, amigos (os críticos de verdade), e juíz e técnico Justis (filho do Mustaine), foi bem positiva.

Continuando, terei uns dias furiosos adiante me preparando para a turnê, e tendo certeza que estou pronto para essa ´mudança´ do estúdio para o palco.

Quero que vocês sabiam que levaremos aparelhos de gravação portáteis, como fizemos da última vez (que pareceu ter sido bem util), e nos preparar para finalizar as últimas gravações do ´Álbum de Estúdio Número 12´.

Todos já finalizaram as suas partes básicas nas músicas, e todas as músicas já estão com arranjos. É só uma questão de cantar com a minha voz e meus dedos agora.

Então, até amanhã (ou mais tarde hoje), Vida Longa ao Metal!!

MSGD!”

E Shawn Drover também postou uma mensagem no fórum:

“Não parece fazer tanto tempo que terminamos a tour mundial do UA, o que na verdade faz apenas 8 meses. Durante esse período de tempo, é claro estivemos muito ocupados escrevendo/ compondo para o novo álbum do Megadeth, e como as partes de guitarra/ baixo/ bateria finalizadas (com exceção de vocais e solos) eu acho que é a hora perfeita para sair em turnê e nos afastar do álbum por um curto período.

Várias idéias podem aparecer quando se está em outros lugares, e etc, então vamos ver o que acontece – no mínimo (por razões egoístas) estar em tour com o Judas Priest e o Testament vai ser o máximo para mim. Depois que essa parte da tour estiver concluída, Dave e Chris retornarão ao estúdio com o Andy Sneap para terminar essa nova obra prima de Heavy Metal.

Acreditem em mim quando digo que todos nós estamos muito empolgados para que vocês escutem esse novo álbum, e é só isso que tenho a dizer sobre o assunto.

Já estou com 100% das malas prontas para a viagem, e apesar de ser difícil dizer adeus a minha família, estou muito ansioso para ver vocês na Killing Road.

Se cuidem,
Shawn Drover
Megadeth”.

Mais informações: Rust In Page

Fonte: Whiplash

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Na sequência do Remember: Alice Cooper! \m/_


Remember (posts antigos do flogão) – Parte 23: Extol

Vamos começar uma série de fotos com a banda Extol num evento que eles se apresentaram lá na Suécia, há uns 2 anos!!!! Pra começar Ana, amiga da banda from Sweden!!!

Continuando com Christina, Celia, David do Extol e Samuel Durling do Endtime and Mental Destruction.

Este é o David do Extol!

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A seguir, no Remember: Megadeth! \m/_


Remember (posts antigos do flogão) – Parte 22: Antestor

Formação atual:

Vrede (Ronny Hansen): Vocal (ex-Vaakevandring)

Ann-Mari Edvardsen: Vocal feminino

Vemod (Lars Stokstad): Guitarra

Sygmoon (Morten Sigmund Magerøy): Teclados (ex-Vaakevandring)

Gard (Vegard Undal): Baixo

Tony Kirkemo: Bateria (ex-Old Man’s Child)

The Return Of The Black Death

Em 1994 o ANTESTOR assina com a “Morphine Records” e no mesmo ano lança seu primeiro álbum cheio, “Martyrium”. Entretanto, o álbum não decolou e a banda enfrentou graves problemas com a gravadora, que na época só liberou 50 cópias do material. Em julho de 1995 o guitarrista Pilgrim (Erling Jørgensen) decide sair e em seu lugar entra Erkebisp (Stig Rolfsen) que trouxe sangue novo e também mudanças no som do grupo, algo do tipo mais “folclórico”. Em 1997 Erkebisp (Stig Rolfsen) deixa o Antestor. Nisso a banda reincide o contrato com a antiga gravadora, lança o cd promocional “Kongsblod” de maneira independente e assina com a gravadora britânica “Cacophonous Records”. Em 1998, finalmente esse álbum é relançado com um novo título “The Return Of The Black Death” e com uma nova capa. E mais uma vez o ANTESTOR enfrenta sérios problemas com a gravadora, pois assim que a Cacophonous (que era uma gravadora só de bandas seculares) descobriu de que se tratava de uma banda cristã, retirou não apenas todo o marketing do álbum, mas também o produto do mercado. E mais uma vez o álbum não decolou, embora os raros discos disponíveis na época agradou à Gregos e Troianos, pois conseguiu penetrar em um meio saturado de pessoas envolvidas com Satanismo e Black Metal.

Det Tapte Liv

O Antestor gravou este EP em 2004, um prelúdio do que viria no ano seguinte em The Forsaken, que teria como capa uma continuação da arte conceitual do EP.

Martyrium

Título original de The Return Of The Black Death, a capa era bem menos ‘apavorante’!

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O próximo do Remember é Extol! \m/_


Remember (posts antigos do flogão) – Parte 21: Jaci Velasquez

Biografia(I)

Nascida em 1979, Jaci Velásquez é uma das cantoras latinas, ao lado de Gloria Estefan e Shakira, de maior sucesso musical. Com 13 anos de idade fez sua primeira apresentação cantando na Casa Branca e a partir daí parece que a moça passou a ter gosto por apoiar o governo americano. Chegou a ser muito questionada por ter participado das campanhas eleitorais de 2004, representando os latinos, ao lado de George W. Bush.

Biografia (II)

Seu primeiro álbum de sucesso foi Heavenly Place, que possui a canção Un Lugar Celestial, com partes em inglês e partes em espanhol. Este álbum agradou tanto o público latino quanto o americano, colocou cinco singles na primeira posição das rádios, fez com que ela recebesse o prêmio “Dove Awards” na categoria Revelação do Ano e Disco de Ouro.

Biografia (III)

A partir do lançamento de Heavenly Place, Jaci Velasquez rapidamente se tornou uma personalidade conhecida, apareceu em páginas e capas de várias revistas.

Biografia (IV)

Seu segundo grande êxito foi a canção Unspoken, toda em inglês, do CD com o mesmo nome. O motivo desse álbum ter gerado uma identificação maior no público é que as músicas falam de sentimentos comuns a partir de experiências que Jaci Velásquez passou, como o divórcio de seus pais, o fim de relacionamentos e invasão de privacidade.

Biografia (V)

Jaci Velásquez já trabalhou com importantes produtores como Martin Terefe (do Coldplay, Ron Sexsmith) e Emilio Estefan (de Gloria Estefan, Ricky Martin e Shakira).

Biografia (VI)

O seu primeiro filme foi Chasing Papi (Confusões Amorosas).

Biografia (VII)

Jaci Velasquez atualmente dirige seu próprio selo musical, o Apostrophe Records e está trabalhando em duas novas produções pop, uma em inglês e outra em castelhano, com previsão de lançamento para 2007.

Discografia

Discografia

* Help Me

* Keep The Fire Burning

* Heavenly Place

* Jaci Velasquez

* Llegar A Ti

* Crystal Clear

* Mi Corazon

* Christmas

* Navidad

* Unspoken

* Milagro

* Mi Historia Musical

* Beauty Has Grace

* On My Knees: The Best Of Jaci Velasquez

Simplesmente Jaci Velasquez

Ela fez 3 filmes Chasing Papi, Doc (on PAX), The Three Wise Men; escreveu um livro Heavenly Place (venda de 10.000 exemplares), e ainda conquistou 7 Dove Awards e 3 Victory Awards!!!

Para saber mais sobre esta mulher abençoada acesse:

*http://www.jacivelasquez.com/

*http://www.jacivelasquez.com.br/

*http://www.jacionline.com/

Musicfaith Reader’s Choice 2008

Temos uma missão para vocês que são fãs de Jaci. Ela está concorrendo no Musicfaith Reader’s Choice 2008 como Female Artist of 2007, assim vamos dar o nosso suporte e votar. Votem quantas vezes puderem, a votação termina dia 29/02.

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Vem aí: Antestor! No Remember! \m/_


Remember (posts antigos do flogão) – Parte 20: Tourniquet

Discografia do Tourniquet (I)

Álbuns

* Stop the Bleeding (1990)

* Psycho Surgery (1991)

* Pathogenic Ocular Dissonance (1992)

* Intense Live Series, Vol. 2 (1993) (ou Recorded Live, Vol. 2)

* Vanishing Lessons (1994)

* Carry the Wounded (1995)

* The Collected Works of Tourniquet (1996)

* Crawl to China (1997)

* Acoustic Archives (1998)

* Microscopic View of a Telescopic Realm (2000)

* Stop the Bleeding (remastered) (2001) (Relançamento do primeiro álbum da banda)

* Psychosurgery (remastered) (2001) (Relançamento do segundo álbum da banda com o nome aglutinado)

* Pathogenic Ocular Dissonance (remastered) (2001) (Relançamento do terceiro álbum da banda)

* Where Moth and Rust Destroy (2003)

* Vanishing Lessons (remastered) (2004) (Relançamento do quinto álbum da banda)

Tourniquet- Discografia (II)

Vídeos

* Ark of Suffering (1991) – Music Video

* Video Biopsy (1992) – VHS

* Pushin’ Broom Video (1995) – VHS

* The Unreleased Drum Solos of Ted Kirkpatrick (1997) – VHS

* Guitar Instructional Video (1998) – VHS

* Tourniquet Live in California (1998) – VHS

* Video Biopsy (re-release) (2000) – VHS

* Circadian Rhythms – The Drumming World of Ted Kirkpatrick (2003) – DVD

* Ocular Digital (2003) – DVD

* Till Sverige Med Kärlek (To Sweden With Love) (2006) – DV

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A seguir, no Remember: Jaci Velasquez! \m/_