Living The Life Without Labels

Welcome to Jesus,Vida & Rock'n Roll!

Preaching the Gospel to all the world and, when necessary, using words.
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Itens à venda no Mercado Livre para colecionadores – Quadrinhos e diversos

Para os colecionadores de quadrinhos, tenho alguns itens disponíveis para venda, bem como algumas revistas relacionadas à cultura pop e outros assuntos. Aproveitem!

Quadrinhos

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Super Almanaque Zero Nº 17 (ed. Rio Gráfica, 1984)

Almanaque Especial Turma Do Menino Maluquinho Nº 5 (globo)

Almanaque Turma Do Astronauta Nº 3 (ed. Globo, 2004)

Almanaque Do Cascão Nº 81 (ed. Globo, 2004)

Almanaque Da Mônica Nº 89 (ed. Globo, 2002)

Mônica Especial De Natal Nº 2 (panini, 2008)

Marvel Especial Nº 4 As Grandes Batalhas (ed. Abril, 1987)

Almanaque Os Padrinhos Mágicos Nº 1 (online Editora)

Gibi Juba & Lula Nº 1 – Editora Nova Fronteira, 1988

Almanaque Turma Da Tina Nº 4 (panini, 2008)

Coleção Luluzinha Teen 1ª, 2ª E 3ª Temporadas (estilo Mangá)

O Incrível Hulk Nº 27 (editora Abril, 1985)

Especial Justiceiro 2099 Nº 1 (abril Jovem, 1994)

X-men Anual Nº 1 (abril Jovem, 1994)

Almanaque Pernalonga E Sua Turma Nº 1 (panini Comics, 2004)

Mônica Nº 18 [100 Anos Brasil & Japão] (panini Comics, 2008)

Almanaque Piteco & Horácio Nº 1 (panini Comics, 2009)

Almanaque Bidu & Mingau Nº 1 (panini Comics, 2008)

Almanaque Historinhas De Uma Página Turma Da Mônica Nº 1

Almanaque Da Magali Coleção [reedição] (globo, 2003)

 

Revistas de Cultura Pop

Revista Superinteressante Nº 202 – Casamento Gay

Coleção Mundo Estranho – 100 Melhores Clássicos Super-heróis

Coleção Mundo Estranho – 10 Melhores Capas (ed. Abril, 2012)

Itens à venda no Mercado Livre para colecionadores – Revistas de Rock

Paz, amigos do Jesus, Vida & Rock’n’Roll! Esse post é de caráter de divulgação, pois estou me desapegando de parte do meu acervo. São algumas edições da Roadie Crew, Metal Head e Templo Metal. Para mais informações e adquirir os produtos, basta clicar nos links a seguir:vendas-roadie-ml

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 126 Chickenfoot

Revista Roadie Crew – Ano 10 Nº 109 Iron Maiden

Revista Roadie Crew – Ano 10 Nº 104 Saxon

Revista Roadie Crew – Ano 11 Nº 118 Motörhead

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 124 Deep Purple

Revista Roadie Crew – Ano 11 Nº 113 Testament

Revista Roadie Crew – Ano 11 Nº 116 Rush

Revista Roadie Crew Ano 11 Nº 114 – Whitesnake

Revista Roadie Crew Ano 11 Nº 121 – Metallica

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 128 – Immortal

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 132 – Slayer

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 134 – Slash

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 162 Kreator

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 170 Metallica

Revista Roadie Crew – Ano 17 Nº 186 Ratos De Porão

Revista Roadie Crew – Ano 17 Nº 192 Angra

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 127 Steve Vai

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 129 Manowar

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 131 André Matos

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 133 Dream Theater

Revista Roadie Crew – Ano 13 Nº 136 Especial Bay Area

Revista Roadie Crew – Ano 13 Nº 138 Korzus

Revista Roadie Crew – Ano 14 Nº 149 Sepultura

Revista Roadie Crew – Ano 14 Nº 152 Dream Theater

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 164 Scorpions

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 165 Testament

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Revista Metal Head Extra 2007 Encadernado Rock Heavy Metal

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Revista Templo Metal Nº 1 (formato Pocket – Rock Cristão)

Então, aproveitem e boas compras! God bless you all! \m/_

É questão de ideologia…

Plinio Maria Solimeo  

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Muitos ingênuos se perguntam por que os esquerdistas, quase na totalidade, de modo geral são a favor do aborto, do pseudo “casamento homossexual”, da Ideologia de Gênero e de tantas outras aberrações morais que surgem em nossos dias. Para constatá-lo basta ver as plataformas de nossos partidos da esquerda tupiniquim, para os quais se trata pura e simplesmente de uma questão ideológica, como o é para os verdadeiros conservadores a questão da propriedade privada, da livre iniciativa, da teoria de que a vida se dá desde o primeiro instante da concepção e da diferença salutar existente entre os sexos.

Maximo Segato

Maximo Segato

Nesse sentido, o diário italiano “Corriere della Sera” publica uma interessante entrevista com o médico Massimo Segato, com o título: “Confissão de um médico a respeito do aborto: ‘Trabalho sujo, como numa guerra’”. E o subtítulo: “O Dr. Segato, radical, socialista, ateu: ‘Eu o faço [o aborto] por senso cívico, por essas mulheres’” que o desejam.

Esse médico de 62 anos, vice-diretor do hospital de Ginecologia de Valdagno, tem nas suas costas — e deve responder por isso a Deus — milhares de abortos, ou seja, de bebês assassinados no ventre materno.

Um fato ocorrido há 30 anos começou a abalar sua ideia sobre o aborto e poderia tê-lo levado a deixar inteiramente de fazê-lo. Mas questões ideológicas o impediram, por ser ele socialista.

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Efetuando um aborto naquela ocasião, Segato cometeu uma barbeiragem qualquer e não matou o feto. Como consequência, a criança nasceu normalmente. Em sua aludida entrevista, esse médico abortista declarou ao jornal: “Uma manhã voltei a encontrar-me com essa senhora, que acabava de dar à luz. Ela me deteve, e me disse: ‘Doutor, lembra-se de mim? Vê isto? É o seu erro’”. E mostrou-lhe o menino não desejado, são e salvo. Continua o médico: Era “um lindo moreninho, já tinha cabelo, e tomava o peito tranquilo. Ela sorria. Foi então quando tive minha primeira crise de consciência”, que não o fez mudar inteiramente sua opinião a respeito do aborto. Hoje aquele menino tem 30 anos, bom trabalho, e dois irmãos maiores. “Foi o erro mais formoso de minha vida”, declara Segato.

Apesar disso, como socialista convicto, Segato continuou a praticar abortos, mas reduzindo seu número, pois “cada vez que saía da sala de operações, tinha um sentimento de náuseas. Começava a me perguntar se estava realmente fazendo o correto. Quantas crianças poderiam ser como aquele pequeno?” Entretanto, logo abafava esse movimento da consciência, acrescentando: “Mas respondia-me que sim, que estava bem o que fazia. Pois o fazia por essas mulheres”. Quer dizer, sufocava a voz de Deus em sua alma.

É claro que, para um ateu materialista, continuar a assassinar crianças no ventre materno pode não ser deleitável, mas não causa maiores problemas de consciência.

Quando se deu o caso do referido bebê não desejado, esse médico assassino realizava 300 abortos por ano! Quantas crianças sacrificadas! Isso evidencia a decadência moral da outrora católica Itália. E escandalizava muitos: “As religiosas do hospital, quando me viam, se persignavam; e o capelão dizia que, comparado comigo, Herodes era um diletante, se bem que logo comíamos juntos, e nos tornamos amigos. Eu, entretanto, continuava convencido de minha decisão. Considerava-a honrada e cheia de sentido cívico, respeitosa da vida das mães destinadas a abortar clandestinamente”. E a vida das crianças abortadas? Não lhe causava, por certo, alguma dor de consciência, que ele culposamente não dava atenção?

Hoje, 30 anos depois daquele episódio, Segato prefere não fazer mais abortos. Faz intervenções ginecológicas, partos, ecografias, mas não aborto, embora não tenha para isso objeção de consciência: “Se posso, o evito, e me sinto contente”. Conclusão: se não pode evitar, o faz. E explica essa contradição: “Sim, sei que eu também deveria ser um objetante [de consciência para não fazer o aborto], mas não o sou”. Qual a razão que ele dá? “Para não desdizer-me com relação à minha decisão inicial” [de o fazer]. Quer dizer, é por princípio ideológico que o faz.

Continua ele a descrever essa sua atitude dúbia, de ver o erro, mas cometê-lo: “A verdade é que, quanto mais passam os anos, mais desgosto encontro, e só intervenho em emergências. Mas se acontece, não fico sereno”. Repete que, apesar da inquietação que sente quando tem que fazer um aborto, não deixa de fazê-lo por causa de suas convicções.

Para se justificar dessa atitude dúbia, ele apela à sua ideologia: “Continuava só por compromisso cívico, por coerência [doutrinária]. Alguém tinha de fazer o trabalho sujo, e eu era um desses, e ainda sou. É como para um soldado ir à guerra. Se o Estado decide que tem que ir à guerra, tem que ir”. Qual é o “Estado” que o obriga a fazer abortos e ao qual ele tem que obedecer? Será o Partido Socialista? Não o diz…

Ele acrescenta uma coisa que é sabida, mas que na boca de um abortista tem seu peso. Assim como ele não fica sereno quando tem que praticar um aborto, também “não estão [serenas] as mães que durante tantos anos passaram por minha consulta. Jamais vi uma contente com seu aborto. Pelo contrário, muitas são devoradas para sempre pelo sentimento de culpa”. […] “Quando volto a vê-las, dizem-me: ‘Doutor, ainda tenho aquela cicatriz, que eu levarei para a sepultura’”.

Diante disso tudo, ele deveria ser coerente e deixar de fazer os abortos e, a fim de reparar seus inúmeros pecados, lutar contra a prática abortiva. Mas, não: “Logo raciocinas e te dizes que para muitas delas teria sido pior não fazê-lo, e segues adiante, absolvendo-te a ti mesmo”. Assim se embota uma consciência e se chega mesmo a negar a verdade conhecida como tal. Foi o que ocorreu no dia 29 último no STF.

*       *       *

Há pouco o Papa Francisco estendeu a todos os sacerdotes a absolvição nos casos de aborto, o que antes era reservado aos bispos e motivo de excomunhão. Sem considerar outros aspectos muito delicados da questão, a atitude do Pontífice tem sua contrapartida: procura-se espalhar a impressão de que esse crime hediondo — como o é o assassinato de seres inocentes — ficou transformado num pecado comum que pode ser absolvido por qualquer sacerdote. O que diminui o horror que todo católico bem formado deve ter a esse gravíssimo pecado que clama aos céus e, sobretudo, leva muitas mulheres católicas a abortar, já com a intenção de depois se confessar com qualquer sacerdote…

Plinio Maria Solimeo é escritor e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

Catalau (ex-Golpe de Estado) fala sobre o vício e vida de pastor

Por Igor Miranda, Fonte: Veja SP

André Catalau, ex-vocalista do Golpe de Estado, falou com a jornalista Adriana Farias, da Veja SP, sobre o show em que cantou com a sua antiga banda. O músico também conversou sobre a sua vida religiosa – desde 2000, ele é pastor da igreja Bola de Neve, em São Sebastião (SP).

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Sobre a saída do Golpe de Estado:

“Larguei a banda em 1997 porque eu estava atrapalhando todo mundo, estava pirando mesmo. Ficava bêbado, chapado, louco, faltava a shows, a entrevistas, entrava no palco sem saber as letras. Perdi outros dois irmãos por isso. Depois de ser internado várias vezes, conheci a clínica evangélica Novo Amanhecer, em Cotia. Era uma internação, mas com a uma parte espiritual mais acentuada. Agora já estou livre há 17 anos.”

Como ele virou pastor:

“Foi um amigo que me apresentou a Bola de Neve em 2000. Ele me reconheceu andando pelas ruas do bairro de Perdizes e me convidou. […] Me mudei para São Sebastião e durante cinco anos fiquei dormindo num quartinho nos fundos da igreja. Virei pastor e ajudei a construir ao menos cinco igrejas em todo o litoral norte, Caraguatatuba, São Sebastião, Ubatuba e Ilha Bela.”

Leia a entrevista na íntegra no link abaixo.

http://vejasp.abril.com.br/blogs/musica/2016/10/vocalista-qu…

Fonte: Whiplash!

Mustaine: o Metallica fez o certo ao demiti-lo em 1983

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Por Bruce William, Fonte: Team Rock, Tradução

Durante conversa com a Team Rock, Dave Mustaine falou sobre sua saída forçada do Metallica em abril de 1983. “Se você tem um cara que se torna violento quando bebe, e ele vive bêbado o tempo todo, tê-lo por perto não é bom para os negócios. Eu provavelmente teria feito a mesma coisa que o Metallica fez. Eu tinha problemas com álcool, custou meu emprego e dois amigos próximos. Mas eu não tinha um plano B. Viver de música era o que eu sempre quis, e não estava disposto a deixar o sonho morrer”.

Fonte: Whiplash!

DcTalk se reúne no palco para apresentação surpresa

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Houve um burburinho entre os artistas que viajam no tapete vermelho no 47º Dove Awards, na noite de terça, da Gospel Music Association, de que o desempenho do superstar da música cristã TobyMac seria algo inesquecível.

E eles estavam certos.

Pela primeira vez em mais de uma década, TobyMac tem a banda de volta juntos com ele: Michael Tait (atualmente de Newsboys) e Kevin Max reunidos como dcTalk, tocando a música “Love Feels Like” ao vivo para um público atônito.

O grupo de Toby começou com uma versão reduzida do seu atual single “Til The Day I Die” antes de as luzes se apagarem. Um vídeo reproduzido, com Toby falando sobre o dcTalk e seu coração, ao fundo “Love Feels Like“, a música lançada em 2015 no This Is Not A Test.

Então, Toby começou a canção, e foi gradualmente acompanhado no palco por seus companheiros da banda dcTalk. A multidão no Allen Arena da Universidade de Lipscomb levantou-se e respondeu em voz alta e com entusiasmo, para dizer o mínimo.

Será que isso só acontecerá? Será que nós realmente apenas testemunharemos o reencontro do dcTalk no Dove Awards?” perguntou o apresentador em êxtase após o desempenho na premiação.

O dcTalk é reconhecido como um dos grupos mais bem sucedidos e pioneiros da música cristã, depois de ter dominado a indústria durante os anos 1990 antes de entrar em um “intervalo” indefinido no início de 2000. O trio vencedor do Grammy passou a perseguir projetos solos, que incluiu o surgimento de TobyMac, Tait substituindo Peter Furler como vocalista do Newsboys e, por um tempo, Max fronteia um Audio Adrenaline revivido.

O desempenho vem como o mais recente sinal de vida nova para a banda, na sequência de notícias na primavera que dcTalk iria se reunir para o Jesus Freak Cruise no próximo verão, em 2017. Não há planos de reunião adicionais anunciados para depois do cruzeiro, no entanto, se o desempenho no Dove Awards foi qualquer indicação, é impossível saber exatamente o que o grupo pode ter na manga.

Traduzido de New Release Today.

Lançamentos na cena Hard Rock cristã internacional: Disciple e Jean Watson

Duas vezes vencedor do Dove Award, Disciple é um marco na cena cristã hard rock. Conhecido por sua mistura única de fé com intensa música, no entanto acessível, a banda construiu uma base de fãs profundamente conectados ao longo do caminho. Agora, depois de uma campanha no Kickstarter de grande sucesso, a banda está pronta para lançar seu 13º álbum de estúdio , Long Live The Rebels, em 14 de Outubro, em parceria com Tooth & Nail Records/BEC Recordings.

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A internacionalmente aclamada artista Jean Watson está ocupada preparando o lançamento de seu oitavo, e mais ambicioso até à data, CD full-length , WONDER, que deverá ser lançado hoje, 14 de outubro de 2016, em Suite 28 Records/Shadowlands Music pela Naxos of America, Inc., líder clássica na distribuição de música independente dos Estados Unidos.

“A música em WONDER é o ‘eu’ música mais autêntica que eu já registrei”, diz Watson. “Eu acredito que a música é bastante acessível para ambos os mercados com base na fé e gerais, e a oportunidade de parceria com Naxos para obter a música nas mãos dos amantes da música é enorme. Eu realmente quero lançar este projeto bem. E é por isso que criamos esta campanha Indiegogo. ”

“Naxos tem um grande alcance para o mercado de música do mundo”, explica Watson. “Pela primeira vez, a minha música tem a possibilidade de ser oferecida ao público para além do mercado cristão. Como é incrível pensar que as pessoas podem ouvir esta música porque amo o som e ser desenhado mais perto de Deus no processo!”

WONDER representa algo de um momento de definição para a classicamente treinada cantora/compositora e instrumentista, que é uma das favoritas dos fãs no Reino Unido. Ela é especialmente popular na Irlanda, onde ela há muito apresentava um programa de rádio de inspiração diária que pode ser ouvida em todo o mundo na UCB Radio Irlanda. Assim, sua afinidade com som Celtic vem como nenhuma surpresa.

O produtor Billy Smiley, que já trabalhou com Watson em seus dois últimos projetos, sugeriu destacando suas canções celtas com sabor e performances violino etéreos sobre o novo CD e movendo-se em direção a um som mais world music. Ao fazê-lo, Watson descobriu uma gloriosa oportunidade de ser ela mesma, simplesmente, tanto artística e espiritualmente.

WONDER tem uma etérea qualidade de outro mundo, movendo-se até penetrar o coração e transportar o ouvinte para uma atitude de adoração.

Seguindo a direção world music de WONDER, Watson recorreu aos serviços de uma série de músicos de todo o mundo, incluindo o sul-africano John Ellis do Tree63 e o ex-baterista do Newsboys Peter Furler, da Austrália. Steve Hindalong do The Choir fornece a percussão, e como uma participação especial, o astro Michael W. Smith aparece como um acompanhador convidado já que Watson toca o hit de Smith, “I Can Hear Your Voice.”

“Eu sou muito grata por esta oportunidade para a minha música atingir um público mais amplo”, diz Watson. “Eu não posso esperar para ver o que Deus vai fazer com WONDER!”.

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Traduzido de New Release Today: http://www.newreleasetoday.com/albumdetail.php?album_id=16897 e http://www.newreleasetoday.com/albumdetail.php?album_id=16915

 

Orival Pessini, criador do Fofão e Patropi, morre aos 72 anos

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Morreu na madrugada desta sexta-feira (14) em São Paulo Orival Pessini, criador do Fofão e Patropi. O ator e humorista de 72 anos tinha câncer no baço e estava internado no Hospital São Luiz, no Morumbi, na Zona Sul da capital.

Álvaro Gomes, empresário do ator, afirmou por meio do Facebook que Pessini faleceu às 4h.

“Uma pessoa que trouxe alegria a várias gerações com seu humor adulto ou para as crianças, com o Fofão”, disse.

Nascido em Marília (SP) em 1944, Pessini iniciou a carreira no teatro amador e atuando em comerciais. Estreou na TV em 1963, no infantil “Quem conta um conto”, da TV Tupi. O sucesso viria anos depois, com os personagens Sócrates e Charles, do “Planeta dos Homens” (Globo).

O Fofão foi criado em 1983, para o programa “Balão Mágico” (Globo). O alienígena atrapalhado de enormes bochechas, nascido no planeta fictício “Fofolândia”, tornou-se um dos mais populares personagens infantis dos anos 1980.

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Em 1986, migrou para a Rede Bandeirantes, onde estreou um programa inteiramente dedicado ao monstrinho. O “TV Fofão” ficou no ar até 1989.

Antes do fim da atração, criou outro personagem de sucesso, o Patropi, para o programa “Praça Brasil”. Um típico hippie universitário, o personagem tornou famosos bordões como “Sei lá, entende?!” e “Sem crise, meu!”. Como Patropi, participou ainda do “A Praça É Nossa” e “Escolinha do Gugu”, ambos do SBT, “Escolinha do Professor Raimundo” (Globo) e “Escolinha do Barulho” (Record).

No “A Praça É Nossa”, também lançou o locutor Juvenal, conhecido pelo bordão “Numa velocidade…”. Entre seus personagens, está ainda Ranulpho Pereira, um aposentado reclamão que participou de “Uma Escolinha Muito Louca” (Band).

Em 2014, atuou sem máscara na série “Amores Roubados” (Globo), como o padre José. Nos últimos anos da carreira, também se apresentava com o espetáculo “Eles sou eu”, uma síntese dos quase 30 anos de trabalho, na qual revivia alguns de seus principais personagens.

O personagem Fofão foi um dos homenageados pela escola de samba Rosas de Ouro em 2014. “Fico abismado com a reação do público. Fofão fez 30 anos em 2013 e as pessoas querem fazer foto comigo. Hoje em dia participo de eventos para adultos. Pessoas que me viam quando criança”, disse Pessini ao G1 antes do desfile.

Fofão no Balão Mágico, em 1984 (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fofão no Balão Mágico, em 1984 (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

O Macaco Sócrates, um dos primeiros personagens de Orival Pessini, criado na década de 1970 e que integrava o programa 'Planeta dos Homens' (Foto: Reprodução/TV Globo)

O Macaco Sócrates, um dos primeiros personagens de Orival Pessini, criado na década de 1970 e que integrava o programa ‘Planeta dos Homens’ (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

Fofão e crianças do programa 'Balão Mágico', entre elas a atriz Simony, na década de 1980 (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fofão e crianças do programa ‘Balão Mágico’, entre elas a atriz Simony, na década de 1980 (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

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Poucos artistas se tornam donos de um formato ou estilo. No Brasil, Orival Pessini se tornou único na confecção e interpretação de personagens com máscaras de borracha.

O indefinível Fofão, o hippie Patropi e o símio Sócrates do humorístico Planeta dos Homens foram seus personagens mais famosos. Apesar de ter o rosto encoberto, Pessini conseguia impressionante expressividade.

A máscara enrijecida ganhava vida, literalmente. E aquela aparência surreal exalava carisma. Tentativas de imitá-lo se mostraram simpáticas; contudo, ninguém conseguiu atingir a mesma originalidade.

Inconfundíveis, seus personagens tinham em comum o humor debochado, às vezes cínico, que era a marca da personalidade de seu criador.

Orival Pessini, assim como tantos outros artistas igualmente fenomenais, foi desprezado pela TV. Nos últimos anos fez trabalhos eventuais, aquém do espaço merecido.

Quem o viu em cena sabe que ele tinha uma produção artística variada que poderia ter sido aproveitada pelos humorísticos exibidos atualmente. Era também bom ator quando estava de ‘cara limpa’.

Uma das últimas aparições aconteceu no programa Pânico, na Band. Ele foi entrevistado para comentar o sucesso do cover de Fofão no grupo de dançarinos Carreta Furacão.

Sem perder o bom humor, o artista reclamou não ter sido consultado a respeito do uso de seu personagem mais popular – idolatrado por diferentes gerações de telespectadores – em performances divertidamente bizarras.

No fundo, ele parecia se sentir homenageado e, de certa maneira, contente em constatar que o Fofão original, mesmo fora da TV, continuava a inspirar e entreter.

E continuará, mesmo com a morte de seu criador. Fofão é eterno.

Fontes: Textos copiados do G1 e Terra.

Bob Dylan vence o Prêmio Nobel de Literatura 2016

Por Igor Miranda

Bob Dylan venceu o Prêmio Nobel de Literatura 2016. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (13), em um evento na cidade de Estocolmo, na Suécia.

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Dylan não foi escolhido por uma obra recente em específico. A opção pelo músico foi porque ele criou “uma nova expressão poética no cancioneiro tradicional americano”.

Além de cantor e compositor, Bob Dylan também lançou livros como “Tarantula”, de prosa poética; “Crônicas: Volume Um”, a primeira parte de suas memórias; várias obras com as letras de suas músicas e seis trabalhos literários sobre arte.

Fonte: Whiplash!