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Skymetal lançará coletânea comemorativa dos 20 anos da banda e anuncia campanha para ajudar ex-integrante que está lutando contra o câncer

O Skymetal estará lançando, se possível ainda esse mês, uma coletânea celebrando os nossos 20 anos de estrada. O material contará com musicas dos nossos 4 álbuns e algumas faixas da nossa primeira demo e versões ao vivo. TODA A RENDA que for capitada pelas vendas da coletânea será REVERTIDA para o tratamento medico do nosso antigo baixista e amigo Lucio Rodrigues da Silva que luta bravamente contra um câncer.

Às lojas, selos e outros parceiros que queiram participar desta iniciativa, façam contato com o nosso brother Cássio Adriano A. Oliveira para mais detalhes.

Quem quiser ajudar o Lucio de forma mais rápida e direta segue adiante a conta bancaria para o deposito de ofertas.

Caixa Econômica Poupança
Agência 0162
Operação 013
Num da Conta: 00050603-0
CPF: 015.075.126-51
Lúcio Rodrigues da Silva

Contamos com a sua ajuda!
Deus abençoe a todos!

Via: Facebook

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O exemplo de Perpétua e Felicidade

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Gregorio Vivanco Lopes  

A todo momento lê-se na imprensa, vê-se na televisão, ouve-se no rádio que é preciso tomar medidas contra a desigualdade, que esta aumenta, que o governo não consegue controlá-la etc. etc.

Mas nunca se faz a distinção – absolutamente indispensável – entre a desigualdade exagerada e abusiva, portanto condenável, e a desigualdade boa e legítima, que está de acordo com a ordem natural das coisas. De modo que a impressão subliminar que o noticiário transmite é de que toda desigualdade, seja qual for, é sempre um mal e deve ser erradicada.

Segundo essa concepção, o ideal — não explicitado, mas latente — seria alcançado numa sociedade onde houvesse a igualdade absoluta, de todos os modos e em todas as formas. É a utopia revolucionária em sua formulação crua e nua.

Tal teoria acaba arrombando as portas das mentes das pessoas, que não se dão ao trabalho de refletir e analisar aquilo que vem subentendido no noticiário, instalando-se assim no universo de conhecimentos de cada indivíduo como uma espécie de verdade evidente, que não é preciso demonstrar.

*    *    *

Ora, nada de mais falso. As desigualdades exageradas e abusivas são más, não por serem desigualdades, mas por serem exageradas e abusivas. As desigualdades justas e harmônicas são um bem. Não seria difícil provar essa tese, mas seria longo e não caberia nesta seção. Baste-nos lembrar o ensinamento de Plinio Corrêa de Oliveira:

“Em um universo no qual Deus criou desiguais todos os seres, inclusive e principalmente os homens, a injustiça é a imposição de uma ordem de coisas contrária a que Deus, por altíssimas razões, fez desigual. Assim, a justiça está na desigualdade. […] Com efeito, Deus criou as desigualdades, não aterradoras e monstruosas, mas proporcionadas à natureza, ao bem-estar e ao progresso de cada ser, e adequadas à ordenação geral do universo. E tal é a desigualdade cristã” (A justiça está na desigualdade cristã, “Jornal da Tarde”, 9-6-1979).

Para o espírito malfazejo da Revolução, toda desigualdade deve gerar um ódio e uma luta de quem é menos contra quem é mais. Pelo contrário, onde entrou o espírito autenticamente cristão, a desigualdade gera respectivamente o serviço e a proteção, ligados pelo laço do amor a Deus.

Foi o que se deu, por exemplo, com as santas Perpétua e Felicidade (século III). Perpétua era uma nobre romana muito rica, que se converteu ao cristianismo. Felicidade era sua escrava, que igualmente se converteu. Por isso foram conduzidas à prisão e condenadas à morte. Amarradas com arame e colocadas na arena diante de uma vaca brava, esta a princípio as atacou, mas depois desistiu.

O povo sanguinário que a tudo assistia pediu então que lhes cortassem as cabeças. A senhora e a escrava abraçaram-se emocionadas. Felicidade teve sua cabeça cortada por um golpe de machado. O verdugo, muito nervoso, errou o golpe em Perpétua. Ela deu um grito de dor, mas em seguida posicionou melhor a cabeça e indicou ao verdugo onde deveria atingi-la.

De tal modo elas foram unidas na fé, que a senhora e a escrava morreram juntas, sendo por isso seu martírio celebrado pela Igreja no mesmo dia 7 de março.

Sem querer de nenhum modo justificar aqui a escravidão romana, que tinha aspectos altamente censuráveis, a lição que nos dão Perpétua e Felicidade é de como a fé cristã e o amor de Deus unem de modo perfeitíssimo pessoas colocadas nos extremos opostos da escala social. Perpétua não desprezou Felicidade, nem esta se revoltou contra a sua senhora. Permanecendo cada uma na sua condição social, o amor de Cristo as uniu na Terra e na Eternidade.

Como é injusta e antinatural a pregação de uma

igualdade a qualquer preço!

 

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


Filme do Bibleman chegará aos cinemas em maio de 2017

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Como Batman V Superman: Dawn of Justice explodiu a bilheteria, o último de uma série de filmes de super-heróis maciçamente popular, um amado favorito amigo de fé vai começar um novo universo cinematográfico.

Os criadores das populares séries direct-to-video dos anos 1990/início de 2000 , Bibleman, se reuniram e já começaram a produção antecipada para um novo filme estrelando o super-herói evangélico.

Bibleman Reemerges está programado para 12 de maio de 2017. A versão para cinema não é apenas um reboot do cavaleiro da Espada do Espírito; é a criação de um gênero de filmes totalmente novo : super-heróis baseados na fé.

“Bibleman trouxe para uma geração de crianças cristãs um herói para olhar para cima”, disse Mark Burnett, produtor executivo de Bibleman Reemerges. “Em uma época de super-heróis, estamos animados para trazê-lo de volta com a tecnologia de hoje e a mensagem atemporal que ele traz.”

O Bibleman original, o ator Willie Aames de Eight is Enough e Charles in Charge , não vai vestir o traje do Bibleman, mas ele vai reprisar seu papel como Miles Peterson – que serve mais como um mentor de confiança para o novo Bibleman, interpretado pelo rapper Nate “NF”Feuerstein em sua estréia como ator da grande tela.

“Eu sempre quis ser um super-herói”, NF a repórteres em uma BiblemanCon – a convenção anual para todas as coisas do Bibleman – no início deste ano. “Eu acho que é uma extensão natural da imagem e mensagem que eu tenho vindo a colocar para a frente como um artista.”

De acordo com o site oficial do filme, a trama traz Ricky Young (Feuerstein), um adolescente problemático, já que ele considera se juntar a uma gangue e vende drogas nas ruas. A operação policial pela polícia aterra o adolescente na cadeia, onde a comunidade de voluntários Miles Peterson (Aames) é atribuído ao mentor dele. Peterson, eventualmente, compartilha com ele o poder de Bibleman, bem a tempo de pôr abaixo uma nova ameaça vil um Supremo Tribunal, que foi substituído por robôs ateus empenhados em substituir o lema “In God We Trust” por We Trust Nothing”


O filme é declaradamente apenas o primeiro de um desenvolvimento Bibleman Cinematic Universe, onde os heróis adicionais, vilões e temas serão introduzidos, conforme o estúdio informou. Dependendo do sucesso da Bibleman Reemerges, existem vários outros filmes sendo planejadas, incluindo um filme independente para a ajudante de Bibleman, Coats.

“É claro que há uma forte demanda por filmes de super-heróis amigos de fé e entretenimento”, disse Burnett. “E nós temos o melhor dos dois, além de algumas efeitos especiais muito assassinos, os lotes de fogo, e de conteúdo em tempo hábil.”

E ainda por cima, NF é contratado para fornecer várias músicas para a trilha sonora, incluindo o single que recentemente vazou , “Depths of Despair (Swing That Sword Fool).”

No caso de você precisar de uma recordação sobre Bibleman …

Traduzido de New Release Today.


Primeira pesquisa mundial sobre religião e ciência tem resultados surpreendentes

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Será que todos os cientistas são ateus? Eles acreditam que religião e ciência podem coexistir? Ou acham que as duas coisas são conflitantes?

Enquanto existem muitas assunções e sensos comuns sobre o tema, uma nova pesquisa resolveu tirar esse assunto a limpo, e seus resultados foram surpreendentes.

O método

Esse foi o primeiro estudo mundial – e o maior – sobre como os cientistas veem a religião, conduzido pela Universidade Rice, dos Estados Unidos.

Os pesquisadores recolheram informações de 9.422 entrevistados em oito regiões do mundo: França, Hong Kong, Índia, Itália, Taiwan, Turquia, Reino Unido e EUA. Eles também viajaram a estas regiões para realizar entrevistas em profundidade com 609 cientistas.

Ao entrevistar cientistas em várias fases da carreira, nas aéreas de biologia e física, em instituições de elite e não de elite, os pesquisadores esperavam ter uma visão representante dos cientistas sobre religião, ética e como ambas se cruzam com seu trabalho científico.

Os resultados desafiam os pressupostos de longa data sobre a dupla ciência-fé. Enquanto é comumente assumido que a maioria dos cientistas são ateus, a perspectiva global do estudo mostra que esse simplesmente não é o caso.

Descobertas

“Mais da metade dos cientistas na Índia, Itália, Taiwan e Turquia se identificaram como religiosos”, disse a principal autora do estudo, Elaine Howard Ecklund, diretora do Programa de Religião e Vida Pública da Universidade Rice. “E é impressionante que existem aproximadamente o dobro de ‘ateus convictos’ na população geral de Hong Kong (55%), por exemplo, em comparação com a comunidade científica nesta região (26%)”.

Os pesquisadores descobriram que os cientistas geralmente são menos religiosos do que uma dada população em geral. No entanto, houveram exceções: 39% dos cientistas em Hong Kong se identificam como religiosos em comparação com 20% da população geral de Hong Kong. Além disso, 54% dos cientistas em Taiwan se identificam como religiosos em comparação com 44% da população geral de Taiwan.

Quando perguntados sobre os conflitos entre religião e ciência, apenas uma minoria dos cientistas em cada contexto regional disse acreditar que ciência e religião estejam em conflito.

No Reino Unido – um dos países mais seculares do estudo -, apenas 32% dos cientistas caracterizaram a intersecção entre ciência e fé como conflituosa. Nos EUA, este número foi de apenas 29%.

Por fim, 25% dos cientistas de Hong Kong, 27% dos cientistas da Índia e 23% dos cientistas de Taiwan acreditam que ciência e religião podem coexistir e ser usadas para ajudar uma a outra.

Nuances

Além dos resultados quantitativos do estudo, os pesquisadores descobriram nuances nas respostas dos cientistas durante as entrevistas em profundidade.

Por exemplo, numerosos cientistas expressaram que a religião pode fornecer uma “base” em áreas eticamente cinzentas. “Religião fornece uma base naquelas ocasiões em que você pode ficar tentado a tomar um atalho porque deseja ter algo publicado e pensa: ‘Oh, essa experiência não foi boa o suficiente, mas se eu retratá-la desta forma, vai parecer que sim’”, exemplifica um professor de biologia do Reino Unido.

Outro cientista disse que o ateísmo tem vertentes, algumas das quais incluem tradições religiosas. “Eu não tenho nenhum problema de ir à missa, é uma coisa cultural”, disse um físico do Reino Unido que por vezes frequenta a igreja porque sua filha canta no coral. “Não tenho fé religiosa, mas não me preocupa que a religião ainda exista”.

Finalmente, muitos cientistas mencionaram que convivem com visões religiosas de colegas ou alunos. “Questões religiosas são muito comuns aqui, todo mundo fala que templo frequenta, a qual igreja costuma ir. Portanto, não é realmente um problema que precisa ser escondido”, disse um professor de biologia de Taiwan.

Aplicações

Ecklund disse que o estudo tem muitas implicações importantes que podem ser aplicadas a processos de contratação de universidades, na estruturação de salas de aula e laboratórios e em políticas públicas gerais.

“A ciência é um empreendimento global”, afirma a pesquisadora. “E enquanto a ciência for global, então temos de reconhecer que as fronteiras entre ciência e religião são mais permeáveis do que a maioria das pessoas pensa”. [Phys]

Fonte: Hype Science


EVOLUCIONISTAS NO CONFESSIONÁRIO

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De Jacinto Flecha

Atendendo um paciente psiquiátrico que se imaginava deus (sem base razoável, ao que parece), o médico lhe pediu que contasse a história da moléstia atual (hma):

— Conte-me todo o seu problema, por favor. Desde o princípio.

— Pois não, doutor: No princípio, eu criei o céu e a terra…

Bem, casos como este caberiam naqueles momentos adequados para professores e conferencistas distenderem ou acordarem seus ouvintes. Muito útil, por exemplo, quando um professor resolvesse esclarecer que nem ele nem os alunos são deuses.

(Será possível que alguém pense assim, mesmo não sendo louco?!)

Não se espante, caro leitor, mas isso é bem mais comum do que parece. Não vou entrar em explicações teológicas, filosóficas, antropológicas ou de ciências correlatas, só quero alertar para certos perigos que correm os estudiosos. Muitos se pavoneiam como agnósticos e ateus no poleiro de celebridades, gênios, prêmios Nobel, PhDs, sumidades com vários graus de plumagem e tintura científica. Nenhum deles pensaria em procurar o psiquiatra da piada, mas bem que deveriam.

Entre os professores catedráticos que tive, muitos eram ateus e evolucionistas, aferrados a teorias sem fundamento, sem comprovação. Um deles chegava ao ridículo de agitar um tubo de ensaio contendo proteínas, e afirmar que o deus dele era aquilo, ali estava a fonte da vida. Argumentar contra essa tolice? Nem pensar, pois gente desse calibre zomba de quem os contradiz. E se vinga nas notas das provas…

Por que tantos cientistas se tornam ateus? Se estudam tanto, se a inteligência lhes basta para instruir-se, como explicar que cheguem a conclusão tão contrária às evidências? Quanto mais estudam a complexidade planejada do universo, mais deveriam admirar e reverenciar o Criador. Todas as civilizações reconheceram a existência de Deus e lhe prestaram culto, mas esses cientistas não o fazem, embora empanturrados de volumosos conhecimentos. Por quê?

Uma explicação parcial disso – não uma justificativa – está no próprio método científico, que restringe a pesquisa ao campo específico de uma ciência. A atenção do cientista limita-se ao seu âmbito de estudos, visando entender como funcionam e se relacionam os seus componentes. Não quer saber onde entrou a ação de Deus.

Se um cientista vai estudar, por exemplo, a hemoglobina – a proteína que dá a cor vermelha ao sangue – deve limitar-se ao que se relaciona diretamente com ela: Quais elementos químicos compõem a molécula de hemoglobina; como eles são aproximados para se unir e formar a molécula; como é produzida; quais os instrumentos orgânicos que agem na sua produção, etc. Trata-se de um “universo fechado”, limitado, circunscrito. Não importam a esse cientista como foram criados os elementos químicos (carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, ferro) necessários para formar a molécula; quanto tempo levou para ela surgir na natureza; quais outros agentes participaram no processo. Isso pode interessar a outros ramos da ciência, mas não ao estudioso da hemoglobina existente no organismo. Não lhe interessa também, muito mais acima, quem planejou e criou tudo isso. O Criador não interessa ao campo limitado da pesquisa, é como se Ele não existisse.

O cientista está constantemente excluindo fatores externos superiores. Mesmo sabendo que existem, age como se não existissem. Quanto mais distantes, mais ignorados. Muito longe está quem criou todos eles, e o cientista O vai esquecendo, esquecendo, esquecendo… Daí a afirmar que não existe, vai apenas um passo, e aí temos o ateu. Limitar os estudos a uma proteína presente no tubo de ensaio é uma necessidade metodológica do cientista; mas afirmar que o deus dele é a proteína, já configura uma doença mental, cuja ciência é a psiquiatria. Ou o confessionário.

Domenico Ravalico, no livro A criação não é um mito (você o encontra na internet), toma como exemplo a hemoglobina, e mostra ser impossível ela se formar sem um projeto, sem a ação de um Criador. Seus 539 átomos devem agrupar-se em um conjunto, cuja forma correta só pode ser uma. Conseguir isso na base da sorte, por obra do acaso, sem seguir um plano rigoroso, exigiria um número de tentativas superior à compreensão humana: o algarismo 4 seguido de 619 zeros.

Ao longo da vida, o organismo humano precisa produzir cerca de 23.000 proteínas maiores e menores que a hemoglobina. Tomando o tamanho da hemoglobina como média, o número de tentativas necessárias à formação de todas essas proteínas seria o da hemoglobina elevado à potência 23.000. Teria aproximadamente 14 milhões de zeros e ocuparia mais de 3.000 páginas. Haja fé no onipotente acaso!…

Você ainda acredita que os seres vivos surgiram por obra do infalível e cultuável acaso? Espero que uma eventual resposta afirmativa conduza você ao confessionário, e não ao manicômio.

(www.jacintoflecha.blog.br)

(*) Jacinto Flecha é médico e colaborador da Abim

Fonte: Agência Boa Imprensa


Vi Satanás Cair Do Céu

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Pr. Olavo Feijó

Lucas 10:18 – E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu.

Jesus, como bom planejador, escolheu a dedo setenta e dois dos Seus discípulos e os enviou como “olheiros”, para as cidades em que pretendia pregar Sua mensagem. O relatório trazido pelos discípulos levou Jesus confirmar aquilo que Deus programara, mesmo antes da criação: “Jesus respondeu – de fato, Eu vi Satanás cair do céu como um raio” (Lucas 10:18).

Se é que alguém ainda tenha dúvida, quanto a quem é que manda no universo, a declaração de Jesus deve ser recebida como definitiva. No contexto inteiro das Escrituras, nunca ninguém encontrará a teologia das religiões não bíblicas, nas quais o “bem” e o “mal” são duas entidades com poderes iguais: nelas, quando uma das entidades consegue mais adeptos, seus poderes são reforçados, conferindo às suas divindades mais chances de vitória.

A bipolaridade do “bem” paralelo ao poder do “mal” é substituída, na Bíblia, pela realidade única de Jeová, o Eu Sou, que criou o universo e nunca abdicou da Sua soberania sobre ele. O Livro de Jó é emblemático: Satanás, o príncipe das trevas deste mundo, tem que pedir licença ao Soberano do universo, na sua vã tentativa de destruir um filho de Deus. Ao nos dizer que “Satanás caiu do céu como um raio”, Jesus Cristo declara abertamente o poder inferior e já derrotado do anjo decaído. É nesta convicção vitoriosa que se baseia a “vida abundante” dos discípulos de Cristo. Satanás, o “pai da mentira”, insiste em que não precisamos do poder do Cristo ressuscitado. Por isso, a escolha é nossa: colocamos nossa fé naquele que já caiu do céu ou erguemos a cabeça e depositamos nossa fé naquele que é o Senhor dos céus?

Fonte: Amor em Cristo


As I Lay Dying: “90% das bandas gospel fingem fé pra vender mais”

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Por Nacho Belgrande | Fonte: Playa Del Nacho

Uma banda autocategorizada como sendo de ‘Heavy Metal Cristão’ cujo frontman foi condenado por tentar contratar um pistoleiro para assassinar sua ex-esposa admitiu que vinha enganando seus fãs ao fazê-los acreditar que eles eram cristãos de modo a vender discos.

“Na verdade, eu era ateu”, disse Tim Lambesis, o vocalista e fundador do AS I LAY DYING ao site Alternative Press em uma entrevista recente. “Na verdade, eu não fui o primeiro cara no As I Lay Dying a deixar de ser cristão. Eu acho que fui o terceiro. Os outros dois que continuaram o sendo meio que pararam de falar no assunto, e daí eu acho que eles também largaram de mão também.”

O site ainda apontou para o fato de que sua ex-esposa, Meggan, havia divulgado na papelada do divórcio que Lambesis tinha se tornado ateu. Lambesis, ao admitir seu ateísmo, ressaltou que ele se distanciou do cristianismo tão logo se graduou em estudos religiosos, curso que realizou por meio de um programa de longa distância.

“No processo de tentar defender minha fé, eu comecei a pensar que o outro ponto de vista era mais forte”, ele declarou.

E um pecado levou ao outro, e ele tenta justificar sua renúncia a Cristo como justificativa para suas ações.

“A primeira vez em que chifrei minha esposa, minha interpretação de moral agora me era conveniente”, explicou Lambesis. “Eu me sentia menos culpado se eu decidisse, ‘Bem, o casamento não é uma coisa verdadeira, porque o Cristianismo não é verdadeiro. Deus não existe. Portanto, o casamento é apenas um pedaço de papel idiota do governo.”

Mas ele continuou a declarar que era cristão, assim como os outros da banda, de modo a vender discos para os fãs de música cristã.

“Eu me lembro de um festival cristão quando um jornalista queria que um dos caras da banda desse seu testemunho, e ele ficou paralisado e deixou que um dos caras que ainda eram cristãos respondesse”, conta Lambesis. ”Rimos daquilo depois, mas só ríamos porque foi muito constrangedor.”

“Quando os fãs queriam rezar com a gente depois dos shows, eu ficava tipo, ‘Ah, manda ver, reza! ‘, e eu só deixava eles rezarem. Eu dizia ‘amém’. Se rezar com a minha mão n ombro deles os faz sentir melhor, eu não queria tirar isso deles,” ele continuou. ”Quando eles pediam para que eu rezasse por algo em específico, eu dizia ‘Eu não gosto muito de rezar em voz alta, mas vou pedir por isso no ônibus.”

Ele disse que durante seu tempo com o As I Lay Dying, ele se deu conta que muitas bandas que se declaram cristãs disfarçam suas verdadeiras convicções tal qual ele fazia.

“Excursionamos com mais ‘bandas cristãs’ que na verdade não eram cristãs do que com bandas que de fato o fossem”, afirmou Lambesis. ”Em 12 anos de turnês com o As I Lay Dying, eu diria que talvez uma dentre dez bandas com as quais tocamos eram de fato cristãs.”

À medida que ele continuou a cair em tentação, Lambesis perguntou a um personal trainer da academia onde ele se exercitava se ele conhecia algum matador de aluguel que pudesse matar sua esposa. O vocalista logo foi preso e levado sob custódia da polícia após uma operação onde ele supostamente deu à polícia as instruções e o dinheiro para prosseguir com o homicídio. Ele foi condenado a seis anos de prisão no último mês de março.

Mas foi só recentemente que Lambesis trouxe à tona a verdade sobre seu ateísmo e a fachada que sua banda montou para vender discos.

“Muitos pais cristãos diziam, ‘Sim, você pode comprar esse CD do As I Lay Dying porque eles são uma banda cristã’. Eles nem se dão ao trabalho de conferir as letras”, Lambesis acusa. “Então, quando você muda de opinião, você meio que deve aos fãs essa honestidade.”