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Vamos conversar sobre ordenação pastoral feminina?

Muito tem se discutido sobre a ordenação de mulheres para o ministério pastoral e outras funções de liderança na Igreja do Senhor. Essa discussão circula entre os setores mais tradicionalistas da religião cristã e até os mais, digamos, liberais da Teologia moderna. Mas, o que realmente importa para o crente em Jesus é o que a Bíblia Sagrada diz sobre o assunto, seja de forma direta ou indireta. Por isso, decidi trazer uma reflexão, ainda que não exaustiva sobre o tema, mas que traz, à luz das Sagradas Escrituras qual o papel da mulher no contexto da Igreja de Cristo.

Não, nesse breve estudo bíblico, eu não recorri a fontes extra bíblicas, nem mesmo no que se refere à História da Igreja, ou a estudos sociológicos seculares ou mesmo de cunho religioso. Mas, procurei ater-me única e exclusivamente ao que a Bíblia elucida. Sendo assim, vamos ao que interessa.

1 – Jesus e as mulheres

Ao ressuscitar, o Senhor Jesus apareceu primeiro para uma mulher, Maria Madalena, e lhe autorizou para anunciar aos Seus discípulos sobre a Sua ressurreição, lhe dando diretrizes de como deveriam agir. Da mesma forma, anteriormente, ela e mais duas mulheres, Maria, mãe de Tiago, e Salomé, que haviam ido ao sepulcro para ungir o corpo do Senhor, que elas pensavam estar morto ainda, se encontraram com um anjo que também lhes havia autorizado a anunciar para Seus discípulos sobre a ressurreição (Mateus 28.5-10; Marcos 16.1-11). Cabe perguntar aqui: teria Jesus se equivocado ao autorizar tais mulheres falarem sobre a ressurreição para aqueles homens que O seguiam? Ainda mais sabendo que eles não acreditariam de primeira em suas palavras (Lucas 24.9-11).

2 – Mulheres liderando na Igreja do Novo Testamento?

No livro dos Atos, no capítulo 18 versículo 18, há um relato breve de um casal que viajou com o apóstolo Paulo para a Síria. O interessante é que esse texto traz um detalhe que não era comum naquele tempo em que foi escrito: o nome da mulher Priscila vem antes do nome do marido Áquila, o que pode ser uma indicação de que ela se destacava no ministério que exercia mais do que o marido, embora ambos tivessem o mesmo ministério. Nos versículos 24 a 26, eles encontram Apolo e juntos lhe ensinam com precisão sobre o Evangelho, destacando-se o nome de Priscila antes do de Áquila. Será que Priscila era líder na Igreja primitiva? Romanos 16.3-5 esclarece que o casal em questão eram cooperadores do apóstolo Paulo; I Coríntios 16.19 diz que havia uma igreja na casa deles; e II Timóteo 4.19 não os deixa de fora da lista de saudações de Paulo, e o nome de Priscila vem sempre antes do nome de seu marido, exceto em I Coríntios 16.19 e Atos 18.2.

3- Mulheres em silêncio?

Outro dado interessante, que é questionado pelos que usam o texto de I Timóteo 2.9-15 (e, por vezes, junto com o 5.14) para defender o posicionamento de que mulher não pode exercer liderança na Igreja, é o fato de que havia na Igreja de Atos mulheres que profetizavam: as filhas de Filipe (Atos 21.8-9). Mas, como, se Paulo afirmou para Timóteo que mulheres sequer poderiam falar nas igrejas? Creio que haja aqui um erro de interpretação textual, pois Paulo fala a Timóteo sobre a submissão da mulher para com seu respectivo marido, como fica evidente no versículo 12 em diante. Se não fosse assim, Filipe e suas filhas estariam cometendo um sacrilégio quando elas profetizavam, mesmo que elas o fizessem fora do contexto da igreja em que serviam. Não teríamos que discernir entre o serviço ministerial da mulher e o seu papel no contexto do seu lar e no casamento? Fica essa questão aqui.

4- Outras considerações

Em I Coríntios 11.3-16, Paulo trata de um assunto pertinente àquela igreja local e, ao mesmo tempo em que ele ensina princípios de Deus sobre o comportamento de homens e mulheres, ele também fala de alguns costumes que somente eram aplicáveis àquela congregação, como deixa claro no versículo 16. Ali, ele ensina que o homem tem o encargo divino de liderar sua família, que a mulher deve submeter-se ao seu marido e que, por isso, ela deve portar-se de forma conveniente para não envergonhar seu marido. O que me chama atenção no que concerne ao assunto desse texto é que, no versículo 5, Paulo fala da possibilidade de mulheres profetizarem ou orarem publicamente. Será que Paulo equivocou-se? Ele não falou para Timóteo que as mulheres deveriam ficar caladas na igreja? Como poderiam profetizar ou orar publicamente e estarem ao mesmo tempo caladas? Não foi Paulo também que ensinou que em Cristo homens e mulheres têm o mesmo valor (Gálatas 3.28)? O fato de o marido ser o líder natural no relacionamento conjugal e familiar, conforme estabelecido por Deus (Efésios 5.22-23; Tito 2.3-5), deveria impedir que uma mulher com vocação específica exerça liderança no meio eclesiástico? Não foi Paulo também que ensinou que não devemos extinguir a ação do Espírito Santo, nem desprezar as profecias (I Tessalonicenses 5.18-19)? Ou podemos despreza uma palavra profética proferida por uma mulher?
Por fim, em Colossenses 4.15, Paulo envia uma saudação aos irmãos da igreja de Laodiceia e a uma mulher chamada Ninfa, que tinha uma casa onde se reunia uma igreja. Por que ele não falou do chefe da casa? Poderão alegar que ela poderia ser uma viúva, ou mulher solteira, e que, talvez, ela não fosse necessariamente a líder da igreja, mas apenas a anfitriã. Mas, por esse dado não estar bem claro, a pergunta fica para refletirmos.

Sabemos que há requisitos estabelecidos para que alguém seja elevado a uma função pastoral. O apóstolo Paulo os expôs para seu discípulo Timóteo e chegaram até nós através da Bíblia. Estão listados em I Timóteo 3.1-13, e são aplicáveis tanto para homens quanto para mulheres: devem ser irrepreensíveis, monogâmicos, vigilantes, sóbrios, honestos, hospitaleiros, aptos para ensinar, sem vícios, pacíficos, não gananciosos, equilibrados e sensatos, que evitem contendas, sem apego material, bom mordomo de suas funções no seus respectivos lares, que exerçam bem autoridade sobre os seus filhos, que sejam modestos, maduros na fé, sem vaidades e soberba, íntegros diante da sociedade. Enfim, o que impede uma mulher de exercer um ministério pastoral, senão que ela tenha uma conduta que a desabone? A Bíblia não diz que mulheres podem ser ordenadas ao pastorado, mas também não deixa claro que não podem. Mas, e essas passagens citadas aqui? Não dizem nada sobre o assunto? Só para refletirmos. Fiquem à vontade para debatermos sobre o assunto.

Minha posição é de defesa da ordenação feminina para o ministério pastoral, isso deixo bem claro, e não tem nada a ver com feminismo ou qualquer que seja o pensamento ideológico, até porque sou conservador. Como todos podem perceber, me ative apenas ao que a Bíblia traz sobre o assunto, lembrando que um trecho apenas das Escrituras não pode servir de base para uma defesa de um pensamento. Eu trouxe vários textos e levantei questões sobre eles sem descontextualizá-los do todo bíblico e espero que os que vierem aqui argumentar contra façam o mesmo.

Autor: Amauri Menezes, Metal Missionary.


O heavy metal na ciência: pesquisadores usam estilo musical em seus estudos

Daniel Buarque
Do UOL, em São Paulo

A ciência comprova: jovens superdotados gostam mais de heavy metal de que de outros estilos musicais, e pesquisas acadêmicas dizem ainda que homens que gostam de metal são mais atraentes para mulheres. Por outro lado, estudos revelam que fãs de rock pesado são mais imprudentes, depressivos e correm o risco de machucar o cérebro e o pescoço ao agitar as cabeças para cima e para baixo no ritmo do som pesado.

Não são poucos os estudos científicos realizados em algumas das mais importantes universidades do mundo envolvendo o heavy metal. Só uma busca no site de USP tem 1.250 referências para música e heavy metal, desde artigos e pesquisas acadêmicas até arquivos de jornais e revistas, mesmo que a maioria das referências seja de citações do termo em textos relacionados a outros assuntos.

Já a Biblioteca Britânica, um dos maiores arquivos do mundo, tem 1.025 retornos para a busca por “heavy metal” e “música”, enquanto o arquivo da biblioteca do King’s College, de Londres, uma das melhores universidades do mundo, oferece 3.415 referências para estudos acadêmicos acerca do heavy metal (o estilo musical, não confundir com estudos químicos e de medicina sobre metais pesados).

As pesquisas vão desde assuntos curiosos e engraçados, como a relação entre atração sexual e preferência musical, até análises de física cinética que comparam o movimento dos roqueiros em rodas de pogo (dança em que eles se empurram e dão cotoveladas uns nos outros em frente ao palco) com a dispersão de gases.

O UOL reuniu abaixo oito das mais interessantes pesquisas acadêmicas relacionadas ao heavy metal no mundo.

1 – Metaleiros superdotados

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Em 2007, uma pesquisa da Academia Nacional para Jovens Talentosos e Superdotados da Universidade de Warwick, no Reino Unido, apontou uma relação entre heavy metal e estudantes superdotados. Estudantes que se identificaram com a subcultura metaleira disseram que o heavy metal pode ser usado como instrumento de catarse, com a música normalmente agressiva e em alto volume usada para liberar as suas frustrações e irritações.

O estudo descobriu que rock era o estilo mais popular entre os jovens gênios e que, de fato, havia uma associação entre os estilos musicais e a personalidade dos estudantes: os que dizem gostar de heavy metal teriam uma autoestima mais baixa do que os outros.

Os pesquisadores Stuart Cadwallader e Jim Campbell avaliaram 1.057 alunos entre 11 e 18 anos e suas respostas sobre família, escola, lazer e mídia, além de opiniões sobre gosto musical. “Talvez as pressões associadas ao talento e a superdotação possam ser temporariamente esquecidas com o auxílio da música”, escreveu Cadwallader, em um trecho do trabalho. “Como um estudante sugeriu, talvez jovens mais inteligentes se sintam mais pressionados do que os outros e usem a música para lidar com isso.”

2 – Física da roda de pogo

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O movimento de metaleiros em uma rodinha daquelas abertas durante os shows, que pode ser confundida com uma briga pelos desavisados, se assemelha ao comportamento de partículas gasosas, segundo um estudo do departamento de física da universidade de Ithaca, nos Estados Unidos.

Cientistas desenvolveram uma pesquisa sobre o movimento do pogo, como ficou conhecido esse estilo de dança praticado por metaleiros e punks, e alegaram que “shows de heavy metal são modelos únicos para estudar o movimento coletivo humano de forma confiável, consistente e ética”. O nome do estudo é “Movimento Coletivo de Humanos em Rodas de Pogo em Shows de Heavy Metal”, e ele foi publicado em 2013.

Um grupo de quatro pesquisadores se debruçou sobre vídeos da internet que mostram as rodas em shows de metal para estudar a forma como se dava o movimento dos envolvidos. “Descobrimos que esses grupos sociais extremos geram comportamentos igualmente extremos: um estado de desordem semelhante a um gás no chamado ‘mosh pit’ [roda de pogo em que os participantes batem de frente] e um movimento ordenado como um vortex, no que é chamado de ‘circle pit’ [roda de pogo em que eles correm em círculos, empurrando uns aos outros]. Os dois fenômenos são reproduzidos em simulações de movimento de manada, demonstrando que o comportamento coletivo humano é consistente com as previsões de modelos simplificados.”

“Em ‘mosh pits’ tradicionais, os participantes se movimentam aleatoriamente, colidindo uns contra os outros de forma não dirigida.” Segundo o estudo, “este fenômeno se assemelha à cinética das partículas gasosas, embora ‘moshers’ sejam agentes com autopropulsão que experimentam colisões dissipadoras e existem em uma densidade muito mais elevada do que a maioria sistemas gasosos.”

3 – Abraçados ao caos

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As rodas de pogo formadas por metaleiros também foram estudadas por uma pesquisadora do Canadá, que desenvolveu uma análise dos “mosh pits” sob o ponto de vista cultural. Segundo ela, “‘moshing’ é uma forma de dana ritualizada e furiosa que combina a agressão física com exibição coletiva de emoções”.

O trabalho buscou entender o que leva os frequentadores a entrarem em espaços nos quais, aparentemente, os movimentos dos participantes geram completo caos e violência. “O ‘mosh pit’ é considerado parte vital da experiência de ir a um show, oferecendo uma oportunidade para fãs de metal jogarem com aspectos mais obscuros da existência, subvertendo convenções sociais normativas e liberando frustrações mundanas enquanto fortalece o senso de comunidade.”

O trabalho de Gabrielle Riches foi publicado em julho de 2011 no “Journal for Cultural Research”. Seu título é “Abraçando o Caos: Rodas de Pogo, Música de Metal Extremo e Liminaridade”. Riches ainda aproveita a pesquisa para apresentar a história dessas rodinhas. Segundo ela, o termo surgiu no início dos anos 1980 em Washington, DC, graças à banda punk Bad Brains, que costumava usar o termo “mash” (amassar, esmagar) em suas letras, incentivando danças violentas em frente ao palco. Segundo a pesquisadora, o sotaque forte de H.R., o vocalista da banda, levou os fãs a entenderem erroneamente “mosh”, e o termo acabou se espalhando.
4 – Metaleiros imprudentes

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Adolescentes que gostam de rock pesado têm comportamentos mais imprudentes, passando a ser mais irresponsáveis em relação à direção de veículos, à vida sexual, ao uso de drogas, e até mais próximos de atividades criminosas, segundo uma pesquisa de psicologia realizada na virada da década de 1980 para os anos 1990. O estudo “Música Heavy Metal e Comportamento Imprudente entre Adolescentes”, de Jeffrey Arnett, comparou adolescentes que ouvem heavy metal com outros que não gostam do estilo e descobriu que os fãs de rock pesado são diferentes e têm autoestima mais baixa.

Com um olhar que hoje pode ser considerado cheio de preconceitos, a pesquisa cita protestos de associações de pais dos EUA nos anos 1980 contra o heavy metal, alegando que o estilo promovia comportamentos perigosos como promiscuidade, uso de drogas e satanismo.

A pesquisa até tenta fugir do preconceito ao falar que a relação não indica causa, mas diz que a relação entre a preferência musical por metal e diferenças de comportamentos é real. “Pode se dizer que a atração pelo heavy metal reflete um alto nível de busca por sensações, e o alto nível de comportamento imprudente reflete o fracasso em dirigir essa busca por sensações através de canais socialmente aceitos.”

5 – Roqueiros depressivos

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Adolescentes que gostam de heavy metal têm uma tendência “significativamente mais alta” a comportamentos depressivos do que adolescentes que preferem outros estilos musicais, segundo uma pesquisa de psicólogos da Turquia.

Segundo o artigo acadêmico “A Associação da Preferência Musical e Sintomas Depressivos em Estudantes do Ensino Médio”, o percentual de estudantes com relações problemáticas com os pais era mais alto entre os jovens que gostam de heavy metal. O estudo analisou 1.226 estudantes de quatro escolas de Istambul, dos quais 27,7% indicaram o rock como estilo musical preferido.

Os pesquisadores defendem que a música tem um importante impacto na vida dos adolescentes, independentemente do gênero, e que ela é uma forma de refletir os sentimentos, valores, necessidades e conflitos dos jovens.

6 – Torcicolo de quem “bate cabeça”

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Uma música de heavy metal tem em média 146 batidas por minuto, o que pode causar danos leves no cérebro e no pescoço quando o metaleiro sacode a cabeça para cima e para baixo em um movimento com amplitude maior do que 75 graus. Esta é a conclusão do estudo “Danos à Cabeça e ao Pescoço no Heavy Metal”, da universidade australiana New South, publicado em 2008. Quanto maior a velocidade da música, maior o risco de ferimento no pescoço.

“Jovens que vão a shows de heavy metal costumam se sentir tontos e confusos, possíveis sintomas de dano traumático leve ao cérebro”, diz a pesquisa, que explica que “bater cabeça” (headbanging, em inglês), “é uma atividade violenta associada com rock pesado e vários subgêneros do heavy metal”. Para minimizar o risco de ferimentos, os “batedores de cabeça” ou “headbangers” devem diminuir a amplitude do movimento de cabeça e pescoço. Outras precauções são bater cabeça em músicas mais lentas ou mexê-la em batidas alternadas. Outra opção é usar equipamento de proteção.

O estudo ainda explica que o termo “bater cabeça” surgiu em 1968 em um show do Led Zeppelin em Boston. Durante a apresentação, as filas do público na frente do palco balançavam as cabeças no tempo da música, dando origem à expressão.

7 – Sem esperança

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A história do heavy metal é marcada por processos judiciais nos EUA em que músicos foram acusados de incentivar o suicídio de jovens. Mesmo que isso seja parte de uma postura preconceituosa em relação ao estilo, um estudo acadêmico publicado em 1998 revelou que há ligação entre gostar de heavy metal e a aceitação do suicídio por conta da “exposição a uma cultura de caos pessoal e social marcada pela falta de esperança”.

Segundo Steven Stack, autor de “Heavy Metal, Religiosidade e Aceitação do Suicídio”, não é possível dizer de forma direta que metaleiros são suicidas, mas existe evidência para uma ligação entre o estilo musical e suicídios. “Caos é o tema que distingue o metal das outras formas de rock surgidas antes dele. O caos tem duas dimensões no metal: pessoal e social”, diz um trecho do estudo.

O trabalho também defende que essa relação deixa de ser significativa quando o nível de religiosidade é controlado. “Fãs de metal têm baixa religiosidade, o que contribui, por sua vez, para uma maior aceitação do suicídio.”

8 – Metaleiros atraentes

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Homens que gostam de heavy metal são mais atraentes de que os que gostam de outros estilos musicais, segundo o estudo “Efeitos da Associação a Gêneros Musicais na atração Heterossexual”, desenvolvido em 1989 por Dolf Zillmann e Azra Bhatia.

Segundo a pesquisa, a preferência por música country diminui a atração em entrevistados dos dois sexos. Por outro lado, a devoção à música clássica e ao heavy metal teve uma reação específica por gênero.  O fascínio pela música pesada aumentou muito o apelo dos homens e diminuiu o apelo das mulheres. Enquanto a adoração por música clássica teve consequências contrárias, aumentando o apelo das mulheres e diminuindo o de homens.

Na pesquisa, estudantes universitários foram convidados a estimar traços de comportamento e avaliar a quantidade de desejo por um potencial encontro heterossexual.  O estudo descobriu que a revelação da preferência musical tem influência sobre a atração heterossexual, assim como a percepção e a avaliação dos traços pertinentes. O estudo revelou ainda que as mulheres não preferem necessariamente homens que têm as mesmas preferências musicais que elas, enquanto homens se sentem mais atraídos por mulheres que têm os mesmos gostos que eles.

Fonte: UOL


Espelho Embaçado

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Pr. Olavo Feijó

1 Coríntios 13:12 – Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

A maioria das desavenças entre cristãos tem início em nossas limitações. Geralmente, o pouquinho de conhecimento que temos de Deus parece-nos como um conhecimento total. Paulo, por causa disto, nos alerta: “O que agora vemos é como uma imagem imperfeita, num espelho embaçado; mas, veremos face a face” (I Coríntios 13:12).

Há cristãos que passam a noite toda de joelhos, orando. De madrugada, sentem uma profunda experiência espiritual e crescem espiritualmente. Até aí, tudo bem. O problema é quando decidem generalizar sua experiência individual, insistindo com seus irmãos na fé que, para serem abençoados devem, como ela/ele fez, passar horas orando de joelhos.

A teologia bíblica ignora a doutrina da exclusividade dos joelhos dobrados. “Sem oração de joelhos, esquece a bênção”, dizem os cristãos que de joelhos experimentavam experiências espirituais. Tais irmãos, muito honestos na experiência que tiveram ignoram, sem nenhuma intenção negativa, que há irmãos que sofrem de artrose nos joelhos. E daí? Eles serão punidos por não “se humilharem, de joelhos”? O conselho de Paulo nunca deve ser ignorado: por mais profunda que seja nossa abençoada experiência, ela não deixa de ser “uma imagem imperfeita, num espelho embaçado”. Graças a Deus, o Senhor não permite que nós blindemos Sua soberania.

Fonte: Amor em Cristo


O Custo De Ter Prejudicado Os Outros

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Pr. Olavo Feijó

Lucas 19:8 – E, levantando-se Zaqueu, disse ao Senhor: Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado.

Zaqueu era bem conhecido e odiado, em função da maneira corrupta com que exercia seu cargo de cobrador de impostos para o imperador romano. Após receber Jesus em sua casa e mais ainda, no íntimo de sua alma, Zaqueu espontaneamente, prometeu ao Mestre: “Escute, Senhor, eu vou dar a metade dos meus bens aos pobres. E, se roubei alguém, vou devolver quatro vezes mais” (Lucas 19:8).

A declaração de Zaqueu foi tão tipicamente cristã, que o Senhor afirmou – “hoje a salvação entrou nesta casa…” (v.9). Em que Jesus se baseou para uma afirmação categórica? E nós – que lições podemos aprender deste episódio?

Dentre outras possíveis coisas, a declaração de fé de Zaqueu, o ladrão confesso, nos ensina que Cristo, ao restaurar nossa alma, também modifica nosso comportamento. O pecado, quando nos domina, nos leva a prejudicar os outros – quer saibamos, quer não. A salvação em Cristo, ao nos libertar da nossa conduta egoísta e exploradora, gera dentro de nós uma necessidade de justiça. O amor de Cristo nos leva a corrigir o mal que causamos nos outros. Sentimos a obrigação de indenizar. De pedir perdão. De agir corretamente. Zaqueu é um bom modelo.

 

Fonte: Amor Em Cristo


Aprender a Conviver com Gostos e Costumes Diferentes dos Nossos

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A questão apresentada no 14º capitulo de Romanos quanto ao ato de não comer ou beber aquilo com que possa se escandalizar nosso irmão é diferente em ordem da que foi apresentada nas epístolas dirigidas aos Coríntios, porque o problema nesta igreja dizia respeito a se comer carne sacrificada a ídolos.
Aqui neste décimo quarto capítulo, o problema era de outra natureza, diferente do citado em I Coríntios, porque estava relacionado ao fato das distinções cerimoniais da Lei de Moisés sobre alimentos puros e imundos, e também sobre as libações e comidas que acompanhavam os sacrifícios apresentados no templo de Jerusalém, e não propriamente a prática de idolatria como estava ocorrendo em Corinto.
Uma coisa é a predileção por gostos ou práticas particulares ou de grupos, diferentes dos nossos, e que devemos suportar em amor para não quebrar a unidade do corpo de Cristo, conquanto tais gostos e práticas não ofendam a norma bíblica, não se tratando de heresia, idolatria ou má conduta, e outra muito diferente quanto o que se encontra em questão é a conivência com qualquer forma de mal.
Paulo demonstra que ninguém seria recomendado ao reino de Deus pelo ritualismo cerimonial de distinções de alimentos impostas no regime da lei no Velho Testamento, e nem se deveria por outro lado, se atacar aos judeus que ainda guardavam tais costumes.
Por isso, é dito que aquele que come não julgue o que não come, e o que não come também não julgue o que come, porque afinal não é nisto que consiste o reino de Deus, mas em justiça, paz e alegria no Espírito Santo, como se vê no verso 17 de Rom 14.
Além disso, os judeus estavam acostumados a guardarem dias festivos conforme determinados pela lei, e que agora em Cristo já não eram mais exigidos por Deus.
Então, quando um cristão judeu afirmava a importância de se guardar tais dias para se agradar a Deus a um gentio, ele estava errando, do mesmo modo que estaria errando os gentios que os condenassem por estarem ainda guardando aqueles cerimoniais da lei, aos quais estavam apegados por dever de consciência e tradição, como se vê nos versos 5 e 6.
Foi somente em relação a esta questão de comer ou não certos alimentos, e de se guardar dias sagrados assim considerados pela lei, que Paulo disse que cada um deveria ter uma opinião bem definida em sua mente.
Ele restringiu o fato de cada cristão estar inteiramente seguro em sua própria mente, apenas a esta questão cerimonial de alimentos e dias sagrados segundo os judeus; para que ninguém tentasse impor aos outros o seu próprio ponto de vista.
Por isso, o apóstolo disse que em Cristo já não havia mais nenhuma distinção entre alimentos puros e imundos. Na verdade Ele não tem considerado mais nenhum alimento imundo, mas se alguém quisesse continuar assim considerando que o considerasse, mas que o fizesse para si mesmo, sem condenar ou rejeitar os demais de pensamento diferente.
Deste modo, ao dizer no verso 14 que estava bem certo no Senhor Jesus que não há mais nenhuma coisa de si mesma imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda, ele não estava de modo algum dizendo que tudo o que existe no mundo é puro; porque estava restringindo o uso desta expressão apenas aos alimentos que comemos.
Paulo aproveitou para estender a questão sobre a comida e bebida, para além do cerimonialismo e aplicou-a ao fato de se comer e beber de maneira escandalosa, que sirva como pedra de tropeço para alguns irmãos (v. 20 a 23).
Assim, em vez de estarem preocupados em julgarem seus irmãos quanto a estas coisas não essenciais, eles pecavam contra o Senhor, esquecidos que, cada um dará conta de si mesmo a Deus, no Tribunal de Cristo.
Evidentemente, podemos e devemos transferir tudo isto para a nossa forma de nos relacionar com irmãos que pertençam a congregações cuja prática cultual seja diferente da nossa, quanto ao gosto musical, ordem de culto, forma de ministração da Palavra de Deus, etc, uma vez que não somos autorizados pelas Escrituras a evitar ter comunhão com eles por conta de nossos gostos serem diferentes.
Nossos modos e costumes não são um padrão de verdade nem para nós mesmos, porque estão sujeitos a serem alterados com o tempo. Faríamos bem, portanto, em aprendermos simplicidade, humildade, amor, renúncia, por amor aos irmãos e ao Senhor, negando-nos a nós mesmos quanto aos nossos gostos em prol de não sermos uma causa de tropeço ou de tristeza para os nossos irmãos.
Caso alguém não consiga fazê-lo, que se guarde então de criticar aqueles que Deus não tem rejeitado por conta de seus costumes diferentes dos nossos.

“As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores.”
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Fonte: Gospel+


Por que rockstars têm menor expectativa de vida?

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A última rockstar – no sentido conceitual da palavra, não literal – a nos deixar precocemente foi Amy Winehouse. A lista é longa: Kurt Cobain, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Jim Morrison. Você já sabe o que as mortes deles têm em comum, né? Todos se foram com 27 anos e isso é motivo pra uma série de teoria conspiratórias dessas que a gente acaba perdendo horas pra ler na internet. Uma equipe de cientistas britânicos, no entanto, resolveu ir mais longe e pesquisar se é só coincidência ou se existe, de fato, algo por trás do Clube dos 27.

A conclusão: se você planeja viver bastante, fuja da carreira musical. E se ainda assim quiser, tenha uma banda, porque artistas solo tem duas vezes mais chances de morrer jovem do que membros de banda, de acordo com o estudo.

A pesquisa catalogou e examinou a vida de 1.489 músicos de rock, pop, punk e hip-hop em um período de 50 anos. Nesse período, 9,2% dos músicos analisados morreram e cerca de 39% dessas mortes foram causadas por fatores relacionados a violência ou consumo de drogas ou álcool.

Em seguida, o estudo comparou a duração média da vida desses músicos com a duração média da vida de uma pessoa comum com características parecidas. Por exemplo: a morte de Elvis Presley foi comparada a expectativa de vida de homens brancos, americanos, nascidos no mesmo ano que ele. E o resultado observado  é que rockstars tinham só 87,6% de chances de estarem vivos que pessoas da mesma idade e etnia, a taxa de sobrevivência mais baixa entre todos os grupos identificados no estudo.

Informações de domínio público permitiram aos cientistas identificar que morte por overdose de drogas ou álcool era, de longe, a causa mais comum. Outra correlação com morte precoce é o registro de situações de abuso físico ou psicológico na infância.

(via PolicyMic e Wall Street Journal)

 

Fonte: Galileu


Relação entre suicídio, músicas modernas e tatuagens

Fonte da imagem: Shutterstock

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O Jornal Brasileiro de Psiquiatria publicou em 2009 um documentado trabalho sobre a relação entre preferência musical e suicídio.

A questão continua candente, pois os principais estilos denunciados seguem circulando largamente mundo afora, como o rock, o heavy metal, a country music e também o blues.

Outros estudos demonstraram a relação entre tatuagens com baixa autoestima, delinquência, abuso de drogas, comportamento sexual de risco, participação em rituais satânicos além do suicídio.  (ABIM)

 

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

Minha opinião: Tudo bem que o estudo realizado tem seu grau de seriedade, mas aparentemente não leva em conta as mensagens passadas pelas músicas que os ouvintes suicidas curtem. Outra coisa, é que o uso da tatuagem nem sempre está relacionado com os comportamentos citados no estudo. É claro que há muito mais envolvido na questão do suicídio do que as músicas que o suicida ouve, ou o que ele usa em seu corpo. Seria muito superficial apontar música e tatuagem como causa de suicídio. Ademais, sempre houve suicidas na história da humanidade, antes mesmo de existir o blues, o rock ou heavy metal.