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DALTONISMO ESTATÍSTICO-IDEOLÓGICO

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De Jacinto Flecha

Você sabia que só os 10% mais ricos comem tudo o que podem, e os 90% mais pobres comem o resto? Não sabia!? Mas esta afirmação é muito natural. Muito normal também, pois todos se alimentam como querem e como podem. Os donos de muito dinheiro só comem os alimentos que podem comer, não conseguem ir além disso, e o mesmo acontece com os outros.

Será que a estatística lhe deu a impressão de injustiça? Claro que deu, pois foi feita para isso. Numa formulação demagógica como essa, os ricos parecem injustos, exploradores. Quem ouve coisas assim imagina cenas dantescas, onde miliardários obesos esbanjam fortunas com alimentos caros, enquanto multidões de proletários esquálidos e famintos mal conseguem se alimentar.

Um milionário paulistano, cuja única atividade era consumir a fortuna herdada, precisou defender-se dos críticos, e afirmou que cada um dos seus hobbies – boa alimentação e colecionar carros antigos, por exemplo – gerava empregos para cinco pessoas. Tanto ele como os seus empregados comiam o que podiam comer, com o dinheiro disponível, e ainda sobrava para as outras despesas. A alimentação de muitos deles, por sua própria função, era a mesma do patrão rico. Muito natural e normal.

Comparações tendenciosas como essas, sempre com forte carga igualitária, são repetidas por aí como arma para a luta de classes. É flagrante a ausência de base estatística confiável, e as fontes nunca são reveladas. Em outras palavras, não passam de chutes. Tão falsas quanto outras que mudassem apenas o ponto de corte. Por exemplo, de um lado 10, 20, 30, 40, 50 por cento; de outro lado, 90, 80, 70, 60, 50 por cento, respectivamente. Para dar mais aparência de exatidão, alguns chegam ao requinte de incluir alguns decimais. Um literato, tão confiável em assuntos de estatística quanto quem inventou a dos 10 contra 90, fez a clivagem em 50, e decretou: Metade da população passa fome, a outra metade faz regime.

Qual a diferença entre os dois chutes estatísticos? A rigor, nenhuma diferença, mesmo porque ambos são inventados, têm apenas a credibilidade que se pode atribuir a chutes. O primeiro contém forte ranço igualitário, e no outro está evidente o objetivo humorístico, contrapondo dois tipos de fome – uma por escassez de alimentos, a outra por autopunição com objetivos estéticos.

Por que estou tomando o seu tempo com estatísticas inexistentes, que nem sequer obedecem ao método científico de avaliação dos dados? Meu objetivo é chamar a atenção do leitor para a manipulação abusiva de números, geralmente apresentados como dados indiscutíveis. Posições ou propostas de caráter esquerdista se sustentam frequentemente com base neles, visando influir nas pessoas quando se discutem pontos de vista ideológicos. Ficarei contente se conseguir que o leitor não se deixe iludir por tais manipulações.

Quando demagogos esquerdistas deblateram a favor da reforma agrária, por exemplo, não é raro tirarem da cartola coelhos como este: 10% de latifundiários exploram 90% das terras, enquanto 90% de miseráveis derramam seu suor em apenas 10%. Por que uns derramam suor, enquanto outros exploram? Onde fica o limite entre latifundiários e miseráveis? De onde saíram esses dados? Não ouse pedir ao demagogo tais informações, pois se arrisca a receber dele torrentes de desaforos acusatórios, lançados a fim de livrar-se das perguntas incômodas, sem dar nenhum esclarecimento.

Na atual controvérsia ambientalista sobre poluição e aquecimento global, os decepcionados herdeiros do fracassado regime comunista mudaram um pouco a cantilena antiga, mas prosseguem jogando pobres contra ricos. Batucaram longamente sobre o consumo predatório das reservas mundiais de petróleo – os 10% mais ricos consumindo 90% do petróleo mundial, ou algo assim – mas já se cansaram da música, pois as reservas de petróleo não param de crescer. Quanto maior o consumo de petróleo, mais fontes de petróleo aparecem. A ponto de um potentado do mundo petrolífero afirmar que a era do petróleo não terminará por falta de petróleo, da mesma forma que a idade da pedra lascada não terminou por falta de pedras.

Diante desses fatos indiscutíveis, os esquerdistas passaram a acusar os 10% mais ricos de poluir o mundo dos 90% mais pobres. Trauteiam também que o planeta vai ser destruído pelo CO2 que os ricos despejam no ar.

Sofrem de um curioso daltonismo, esses esquerdistas. Durante décadas a fio, empenharam-se em propagar como solução para o mundo uma revolução vermelha. Fracassou esta quando o mundo ocidental não comunista já estava em plena onda verde do agronegócio, caminhando decididamente para saciar a fome mundial. Mas o progresso inegável do agronegócio, gerador de empregos e alimentos, passou a ser incriminado por eles como fator de poluição ambiental e aquecimento global. Tudo indica que o verde deles não é o mesmo que conhecemos. Deve ser por daltonismo, deficiência genética sem remédio e sem conserto.

Estamos próximo do Natal, e ocorreu-me sugerir aos ecologistas mudar a roupa do Papai Noel de vermelho para verde. Seria muito propagandístico, e também uma boa oportunidade para mudar de mentalidade. Que tal presentearem a humanidade com algum progresso (verde, que seja), ao invés de criticar qualquer progresso?

 

(*) Jacinto Flecha é médico e colaborador da Abim

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

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Ameaças de internacionalizar a Amazônia

Fatores determinantes da campanha pró-internacionalização da Amazônia brasileira: mídia internacional, reservas indígenas e principalmente esquerda católica.

Gregorio Vivanco Lopes  

Amazônia

Ao analisar, em 1987, o projeto de Constituição que depois se cristalizou na atual Carta Magna, Plinio Corrêa de Oliveira denunciava “a existência de um plano arquitetado, dentro e fora do País, com vistas à internacionalização da Amazônia e sob pretexto da defesa das prerrogativas indígenas”.

Citando o então Ministro da Justiça, Paulo Brossard, o Prof. Plinio salientava ainda que “a emenda constitucional patrocinada [na época] pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) ‘comprova a existência de plano preparado pelos que imaginam solapar a soberania nacional por conta de seus interesses’” (Projeto de Constituição Angustia o País, Cap. VII; item 7: Concepção hipertrofiada dos direitos dos índios: ameaça à soberania nacional).

Em resumo: 1) já naquela data, era patente a existência de uma ameaça à soberania nacional sobre a Amazônia; 2) a internacionalização desse precioso pedaço de chão brasileiro estava sendo arquitetada “dentro e fora do País”; 3) dentro do País, um dos atores mais evidentes dessa pressão para entrega da Amazônia era o Cimi, órgão da esquerda católica ligado à CNBB; 4) o pretexto alegado era a defesa das prerrogativas indígenas.

Depois disso, até jornais de Londres e Nova York falaram em internacionalização:

1) “Uma coisa precisa ficar clara. Esta parte do Brasil é importante demais para ser deixada aos brasileiros. Se perdermos as florestas, perderemos a batalha contra as mudanças climáticas”. A afirmação é do jornal “The Independent”, de Londres, em artigo intitulado Salvem os pulmões de nosso Planeta (15-5-08). E acrescenta: “A Amazônia constitui um precioso recurso para o mundo todo, e sobre a qual nós devemos tomar as responsabilidades”. É como dizer: a casa do meu vizinho constitui um precioso recurso para mim, logo vou invadi-la.

2) Com o título De quem é a Amazônia, afinal?, o jornal norte-americano “The New York Times” (18-5-08) disse que “um coro de líderes internacionais tem declarado cada vez mais abertamente que a Amazônia faz parte de um patrimônio mais amplo do que o das nações que dividem seu território”. E cita o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, que em 1989 afirmou: “Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não pertence a eles; ela pertence a todos nós”.

Reservas indígenas causam muitas preocupações

Ante tais ameaças, a existência de extensas e desprotegidas reservas indígenas na Amazônia aumenta as preocupações.

Para o próprio bem dos índios, deveriam eles ser normalmente integrados à civilização e catequizados aqueles que ainda não o foram, pois são eles parte da população brasileira, e não tem sentido permanecerem confinados em guetos, para ali vegetar numa vida infra-humana. Mas, além disso, há o problema muito sério de que os índios isolados não teriam como resistir a uma investida estrangeira.

Já não falo de uma investida armada, contra a qual arcos, flechas e bordunas não fariam melhor figura do que peças de museu; mas falo de uma “imigração” insidiosa, patrocinada por ONGs suspeitas que, uma vez estabelecidas na Amazônia como em território próprio, facilmente se aproveitam da ignorância e do pequeno número de indígenas em cada reserva imensa, para tentar aí a aventura de um estado comuno-indígena, independente e mesmo contrário ao Estado brasileiro.

O governo brasileiro fica aquém do momento histórico

Ante a estranheza que se vem levantando na opinião pública nacional em face de tais manobras, a presidente Dilma tem feito uma ou outra afirmação no sentido de que a Amazônia é brasileira. Mas essas afirmações não têm o timbre da indignação e da força que a gravidade da situação e o interesse do País exigem. Sobretudo não se vê que estejam sendo tomadas medidas à altura do perigo.

A preocupação ecológica com a biodiversidade não pode virar uma mania e um despropósito, a ponto de nos cegarmos para outras realidades mais altas, como a defesa da integridade do território nacional ameaçada, bem como a preservação da nacionalidade e dos valores que ainda nos restam da Civilização Cristã.

Essa posição tíbia do governo, que deixa muito a desejar, estadeou-se francamente contrária aos interesses nacionais quando se tratou da demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Chamou a atenção o esforço quase desesperado do governo em retirar daquela parte da Amazônia os brancos, negros e pardos, como se aquele território não pertencesse mais ao Brasil.

A esquerda católica manipula a questão indígena

A grande fautora dessa política indigenista na Amazônia é sem dúvida a esquerda católica.

Seu ativismo de incitamento de índios contra brancos, numa velada, mas autêntica luta de raças, já teve uma consequência bastante violenta em Altamira, no Pará, por ocasião de um encontro para discutir a construção de barragens na bacia do rio Xingu. Quando o engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Rezende, terminou sua palestra, “índios de diversas etnias, sobretudo caiapós, levantaram-se e começaram a gritar, cantar, dançar em círculos e se aproximar lentamente de onde estavam os palestrantes. Armados de facões e bordunas, eles cercaram o grupo e não deixaram ninguém sair” (“Folha de S. Paulo”, 21 a 23-5-08). Como se vê, um ritual para pegar a vítima. “O engenheiro teve a camisa rasgada, foi chutado e teve um corte profundo no braço”.

Quem forneceu esses facões aos índios? “Segundo o delegado Jorge Eduardo Ferreira de Oliveira, o padre espanhol Joseba Andoni Ledesma Sanchez e o secretário do Cimi em Altamira, José Cleanton Curioso Ribeiro, aparecem em imagens gravadas por uma loja de Altamira comprando três facões, acompanhados por um índio. O delegado da PF disse que as imagens são um indício forte de que houve ajuda aos índios na compra do material”.

O “argumento”: Quia nominor leo

Ante tais indícios de envolvimento de um sacerdote e do Cimi, seria de esperar que algum bispo, na ocasião, tomasse providências enérgicas, da parte da Igreja, para apurar o ocorrido e punir os responsáveis. Aconteceu o contrário.

“O bispo da prelazia do Xingu e presidente do Cimi, D. Erwin Krautler, disse na ocasião que ‘para os índios, os facões não são armas, são uma ferramenta usada como adereço em suas manifestações’. Ele eximiu o padre e o funcionário do Cimi de qualquer culpa. ‘Eles são gente minha’”.

Ficamos então sabendo que facões são… instrumentos de propaganda. Seria uma manifestação propagandística esfaquear o engenheiro da Eletrobrás? Quanto aos sacerdotes e demais integrantes do Cimi, segundo D. Krautler, são inimputáveis, pois “são gente minha”! Lembra a fábula do leão que, vendo cair por terra todos os argumentos que apresentava para comer o cordeiro, apresentou o argumento decisivo: Quia nominor Leo (Porque me chamo leão).

Vai se cristalizando uma ameaça

Estamos em 2015, e aquilo que era um alerta vai, por não ter sido ouvido vai se cristalizando numa ameaça.

O jornal “O Estado de S. Paulo” afirma em editorial (11-7-15): “A Amazônia é tema obrigatório em todos os grandes foros internacionais sobre meio ambiente e muito se discute a respeito de como preservar sua fauna e sua flora. Afinal ela representa mais da metade das florestas tropicais remanescentes no planeta, com uma biodiversidade ímpar”.

Ainda recentemente, a Encíclica Laudato Si, do Papa Francisco, adverte para a destruição da biodiversidade como uma ameaça ao planeta: “Mencionemos, por exemplo, os pulmões do planeta repletos de biodiversidade que são a Amazônia e a bacia fluvial do Congo, ou os grandes lençóis freáticos e os glaciares. A importância destes lugares para o conjunto do planeta e para o futuro da humanidade não se pode ignorar. Os ecossistemas das florestas tropicais possuem uma biodiversidade de enorme complexidade”.

O Comandante do Exército, General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, em recente palestra sobre a Amazônia, feita na sede do Ministério da Defesa, constatou que ali existe “falta de infraestrutura, desmatamento, contrabando e questões sociais”. E acrescentou: “O Brasil até hoje não tem uma política específica para a Amazônia” (Folha Militar, 10-6-15).

Se não abrirmos os olhos, tudo – ecologia, indigenismo, minérios no subsolo – será pretexto para nos roubarem a Amazônia.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


Foie gras e irracionalidade

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Gregorio Vivanco Lopes 

Os gregos antigos ficaram conhecidos como os pioneiros da filosofia; os romanos pelo seu corpo de leis; os medievais pelo seu cristianismo autêntico, que inspirou a filosofia escolástica e a arte gótica. Os séculos futuros poderão classificar nossa época como a da irracionalidade total.

A cada dia se nos impõe uma nova insensatez. Seja nas modas, no plano intelectual, nos costumes, nas leis que vão sendo aprovadas.

Evidências de furar os olhos e sobre as quais se assentaram durante milênios todas as civilizações, mesmo as mais diferentes e até opostas, são agora alegremente (ou imbecilmente) contestadas, apesar de decorrerem da própria natureza das coisas

Não, caro leitor, não vamos falar aqui da teoria de gênero. Poderíamos nos referir a ela, mas não é o nosso tema de hoje.

Vamos tratar de um assunto culinário, pois até lá chega a irracionalidade. Trata-se da proibição do foie gras (fígado gordo), uma iguaria muito apreciada.

O que é o foie gras? É um patê gorduroso feito com o fígado dilatado de patos, gansos ou marrecos. Essa dilatação pode ser o resultado orgânico de uma ave que se alimentou a seu bel-prazer e engordou muito, como pode também ser induzida, fazendo com que as aves sejam submetidas a uma vida confinada com alimentação forçada.

Quem não gosta de uma camada de foie gras no pão, seja no café da manhã ou como antepasto? Seria um erro achar que é uma iguaria apenas dos ricos. Quantos camponeses por esse mundo afora, e não só na França, criadores de aves, se beneficiam de vez em quando do foie gras extraído de um de seus animais mais gordos!

Pois bem, agora a Prefeitura Municipal de São Paulo aprovou uma lei proibindo o consumo de foie gras! Ele decorreria de uma crueldade para com as aves!

Poder-se-ia argumentar que alguns métodos de alimentação de animais são tão artificiais que, pelo que têm de exagerado, atentam contra a própria racionalidade humana. A admitir-se essa possibilidade, seria o caso então de proibir esses métodos, mas não de proibir toda e qualquer comercialização do foie gras.

Não vamos nos deter no aspecto legal, pois uma lei desse tipo só teria sentido se promulgada no âmbito federal. É ridículo obrigar o paulistano a deslocar-se até um município vizinho, como Guarulhos ou São Caetano, por exemplo, para servir-se de foie gras.

Segundo historiadores, os primeiros foie gras datariam de três mil anos antes de Cristo e teriam sido detectados pelos egípcios em gansos selvagens, imigrados às margens do rio Nilo. Os egípcios concluíram que algumas espécies de aves migratórias poderiam se superalimentar naturalmente, para conseguir sobreviver durante o inverno, ou para enfrentar longos trajetos migratórios. Eles começaram então a desenvolver a prática da engorda dos gansos, de maneira a obter o foie gras.

O foie gras também é citado na época romana. Horácio descreve um magnífico banquete, no qual o fígado de um ganso branco engordado com figos estaria no menu.

O chefe de cozinha Gabriel Matteuzzi,  formado na Escola Hofmann, em Barcelona, explica que a engorda ou confinamento de animais não se aplica apenas aos patos e gansos, mas também aos bovinos, galinhas e perus, para que deem mais carne. “Vamos proibir tudo isso? Vamos proibir a pesca de arrastão, porque prejudica nossa fauna marinha? […] Essa lei abrirá precedente para futuras leis? Ou simplesmente estamos perdendo nosso poder de livre-arbítrio?” questiona ele. (“Folha de S. Paulo”, 23-5-15)

A proibição do foie gras é mais um exemplo da influência deletéria exercida por certa corrente ecologista radical que nega o preceito bíblico de que os animais devem estar submetidos ao homem e servi-lo. Para essa corrente, haveria uma igualdade de direitos entre homens e animais, o que é frontalmente contrário à ordem da Criação e ofende o Criador.

Relata a Sagrada Escritura: “Então Deus disse: ‘Façamos o homem à nossa imagem e semelhança. Que ele reine sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos e sobre toda a terra, e sobre todos os répteis que se arrastem sobre a terra’” (Gen. 1,26).

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


Deputado Marco Feliciano desmente mensagem sobre roqueiros

Por Enzo Gabriel  |  Fonte: Twitter

O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) disse, em seu perfil no Twitter, ter notificado a Polícia Federal sobre uma suposta mensagem atribuída a ele em que relacionava roqueiros a pactos com o demônio.

Segundo o deputado, a mensagem que viralizou nas redes sociais é falsa.

Abaixo o post com o desmentido e a imagem falsa em questão.B_Q7LgfWoAEkKHe

Esta mensagem foi uma montagem produzida por um fake. A polícia federal já foi notificada. –>


NÚMEROS ELOQUENTES

Familia pais e filhos 2

Paulo Roberto Campos

Os números são eloquentes, mas o governo PT, assim como muitos candidatos petistas, insistem em fingir de surdo. O governo sabe, mas finge não perceber o óbvio: que a maioria dos brasileiros é contrária ao aborto, contrária ao “casamento” homossexual e contrária à legalização da maconha. É o que constatou recente pesquisa realizada pelo Instituto Ibope e divulgada no dia 4 último.

Só lamento que as cifras relativas às pessoas contrárias a práticas tão antinaturais — práticas tão opostas às Leis de Deus — não sejam ainda mais elevadas, mas, em qualquer caso, a maior parte é contra. Ufa!

Eis um excerto da notícia publicada no “O Estado de S. Paulo” no dia 4 último:

IBOPE: QUASE 80% SÃO CONTRA LEGALIZAR MACONHA E ABORTO

Daniel Bramatti e José Roberto Toledo

“A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo revela que 79% dos eleitores brasileiros são contra a descriminalização da maconha, e apenas 17% a favor. Um placar semelhante envolve a questão do aborto: 79% são contrários à legalização e 16% favoráveis. A maioria — ainda que por margem não tão larga — também rejeita o casamento homossexual: 53% a 40%”.

(*) Paulo Roberto Campos é jornalista e colaborador da ABIM.

Fonte: Agência Boa Imprensa


Ovos e mais ovos a favor do aborto

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Santiago Laia

Enquanto um grupo de jovens do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira fazia nas ruas de São Paulo uma de suas costumeiras campanhas na semana passada – desta vez convidando os motoristas a “buzinarem contra o aborto” – de dentro de um carro desceu um homem gritando pela legalização do aborto. Quase uma rotina nas campanhas, aliás, se ele não tivesse voltado dentro de algum tempo depois…

A campanha se desenvolvia normalmente com os participantes portando cartazes, proclamando slogans e uma gaita de fole quebrava o ramerrão daquele logradouro público, tudo acompanhado de um verdadeiro buzinaço dos passantes que se manifestavam a favor da campanha, isto é, atendendo ao pedido que se fazia de buzinarem contra o aborto.

De repente, surge o mesmo carro com a mesma pessoa que antes invectivava e gritava a favor da legalização do aborto. Munido de algumas dúzias de ovos, ele desce do carro e os vai atirando um a um e a queima roupa contra os rapazes do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, tendo recebido em troca apenas réplicas verbais como “agressor” e “não joguem comida fora!”.

O que mais me chamou a atenção foi que o atacantr gravava tudo com seu iPhone, e tinha como cúmplice uma pessoa do outro lado da rua que filmava tudo. O mais provável e que eles alimentavam a esperança de registrar alguma violência contra o agressor, razão para que eles chamassem a polícia e, com isso, atrapalharem o bom andamento da campanha.

O vídeo postado no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (ipco.org.br) que há tempos vem esclarecendo a opinião pública brasileira do perigo de uma aprovação de lei abortista no País, mostra todos os detalhes do que aconteceu naquela sexta-feira, 29 de agosto, no cruzamento da Pedroso de Morais, próximo à Av. Faria Lima, bairro Pinheiros da cidade de São Paulo. Um dos agredidos registrou boletim de ocorrência em seguida.

O agressor já foi identificado, e, pela internet, pode-se constatar que além de cabo eleitoral do candidato a deputado Toninho (PSTU), ele é participante ativo de diversos eventos pró-aborto. O curioso é que ele tenha ido parar no Egito a fim de participar dos protestos da Primavera Árabe, incentivada pela Irmandade Muçulmana.

Um dos comentários ao vídeo não deixa de ser revelador. O agressor fazia propaganda do PSTU, era contra a burguesia, andava de carro novo e utilizava iPhone… Quanta presença de espírito tiveram os jovens ordeiros que se contiveram de responder com qualquer agressão, mas o carimbaram com slogans “não jogue comida fora”, gesto que a esquerda acusa a burguesia de fazer…

(*)Santiago Laia e estudante é escritor e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa


Dave Mustaine: milionário e ainda precisa de aprovação de exames

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Traduzido por Fernando Portelada | Fonte: Blabbermouth

No começo desse mês, Cutter do podcast “Hangar 19”, conduziu uma entrevista com o frontman do MEGADETH, Dave Mustaine. Alguns trechos desta conversa estão transcritos abaixo.

Sobre o processo de composição para o sucessor de “Super Collider”:

Mustaine: “Acredite ou não, eu estive de pé desde 6:46 da manhã editando faixas de bateria em meu estúdio…”

“Algumas vezes as bandas esperam um bom tempo entre os lançamentos de álbum. Nós nunca tivemos esses problemas, porque há muitas pessoas que quando fazem um disco, elas descansam na glória. E eu acho que é realmente legal se você fizer um grande disco, mas se você tem isso dentro de você, divida com o mundo, cara.”

“No Heavy Meal não é como se estivéssemos escrevendo músicas como o U2, onde sempre há algo que deva ser avaliado pelo mundo inteiro e você tem que viver e morrer pelas suas músicas. O Heavy Metal é mais divertido, e acho, onde você pode estar com seus amigos escutando músicas e começar a fazer jams e solos e coisas assim. […]”

Sobre a inspiração para o próximo álbum do MEGADETH:

“Qualquer um que assista as notícias hoje em dia, eu assisto as notícias eu leio vorazmente. Eu sou um dos autores mais vendidos do New York Times, então, obviamente, eu sei um pouco sobre escrita e leitura, e quando você pensa sobre o queacontece no mundo que conhecemos, especialmente em nosso país, tudo isso mudou e não somos o mesmo país que costumávamos ser. É realmente triste e os covardes do Congresso não fazem nada sobre isso. Você vê o que está acontecendo em nossas fronteiras.”

“Eu moro em San Diego e posso viver de forma pacífica com qualquer nacionalidade e coisas assim, porque sou uma estrela do rock internacionalmente conhecida, mas quando chega a hora de destruir um país para proteger os lobistas e coisas esse tipo? Não […]”

“Eu fiz uma cirurgia no pescoço e estava indo ao médico ontem,para fazer um CT scan, porque eu tive um problema no nervo, e ele disse: ‘Bem, eu tenho que mandar o pedido e ver se você pode ser aprovado para um CT Scan.’ E eu disse: ‘Quer saber? Sou um maldito milionário, e eu tenho que ir lá e pedir permissão para conseguir um Raio X?’ Que vergonha, se vocês estão fazendo isso comigo, o que vocês estão fazendo com a classe média? O que vocês estão fazendo com as classes mais baixas?’ Eu era um garoto pobre, mas essas coisas me irritam. E isso vai aparecer no próximo álbum do MEGADETH, acredite.”

 

Fonte: Whiplash!