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U2 celebra álbum ‘The Joshua Tree’ com espetáculo visual ambicioso

Por: Rodrigo Salem, do Folha de São Paulo.

A eterna luta do U2 contra a irrelevância sofreu um baque no fim do ano passado. A banda anunciou que, pela primeira vez, faria uma série de shows comemorativos de um disco, tocando a íntegra do álbum “The Joshua Tree”, que alçou os irlandeses para o topo do mundo há 30 anos.

Esse tipo de artifício é visto como sinal de fadiga criativa e apetite por uma grana extra. Mas na estreia mundial da turnê The Joshua Tree 2017, na noite de sexta (12), em Vancouver, no Canadá, o U2 mostrou como celebrar o passado sem deixar de pisar no futuro em um dos shows mais espetaculares da banda desde o fim dos anos 1990.

A turnê é um arrebate visual que utiliza um telão de altíssima definição de um lado ao outro do palco para construir uma sequências de filmes –quase todos dirigidos pelo holandês Anton Corbijn, que fez o visual do “The Joshua Tree” original.

Com 33 datas esgotadas em questão de horas na América do Norte e Europa –boatos apontam que o grupo pode tocar no Brasil em outubro–, seria fácil não investir no espetáculo e embolsar uma bela grana. Mas não foi o que a noite, iniciada com filas gigantes e atrasos, entregou.

O show foi dividido em três atos. O primeiro foi o caminho do U2 até o estrelato, parte em que a banda tocou sucessos como “Sunday Bloody Sunday” e “Pride” em um palco menor. A grande surpresa foi a reestreia de “A Sort of Homecoming”, música que não era tocada desde 2001.

O segundo ato foi o filé mignon: o U2 toca o “The Joshua Tree” na íntegra e na sequência original. Apoiadas pelas imagens hipnotizantes, canções que eram meio batidas do repertório (“With or Without You”, “I Still Haven’t Found…”) ganharam uma nova força. “Where The Streets Have No Name” continua sendo a música mais poderosa ao vivo que existe.

Bono não possui a mesma potência na voz dos seus 20 anos. Mas a banda preparou arranjos para suprir essa necessidade. “Red Hill Mining Town”, que o vocalista nunca cantou ao vivo porque o alcance das notas forçaria demais sua garganta, ganhou um formato soul magnífico.

Mas foi em “Exit” que o U2 mostrou a perfeita alquimia entre protesto político, visual e música, jogando anunciando “o fim do mundo à meia-noite” e chamando Trump de “mentiroso”. Por quase uma hora, “The Joshua Tree” parece o disco mais moderno do planeta. Até no emocionante fim com “Mothers of the Disappeared”, dedicada às mães da Plaza de Mayo, que perderam seus filhos durante da ditadura argentina.

Se a coluna cervical foi um show poderoso em todos os sentidos, a volta para tocar hits mais recentes foi um desastre. Neste terceiro ato, “Beautiful Day” e “Elevation” ficaram deslocadas. Em “Ultraviolet”, Bono e o guitarrista The Edge pareciam tocar músicas diferentes com o telão homenageando importantes mulheres da história.

A partir daí, foi ladeira abaixo. “One” não escapou do enfado costumeiro e Bono não se controlou quando chegou aos discursos sociais. Em “Miss Sarajevo”, o público foi inundado por cenas da Síria destruída e de campos de refugiados na Jordânia. Uma bandeira na plateia deixou o momento não apenas deprimente, mas piegas –para piorar, usaram uma gravação de Luciano Pavarotti.

Isso não foi bom para a recepção da última música da noite, a nova “The Little Things That Give You Away”, balada que deve fazer parte do próximo disco, “Songs of Experience”, ainda sem data. O público ficou desnorteado. Parecia não ser o fim, tamanho anticlímax de uma noite tão magnífica. Se a ideia era celebrar o passado, o grupo conseguiu. Agora deve apenas ajustar o futuro.

Fonte: Folha de São Paulo.


Bono Vox e Larry Mullens, do U2, indenizarão empresário em R$ 1,5 milhão em ação movida em SC

Foto: Andrew Cowie / AFP

Foto: Andrew Cowie / AFP

O vocalista Bono Vox e o baterista Larry Mullens, integrantes da banda irlandesa U2, terão que pagar R$ 1,5 milhão de indenização por danos morais e materiais ao empresário Franco Cecchini Bruni Neto, promotor de três shows do grupo no Brasil em 1998. Na época, Bruni morava em Balneário Camboriú, onde deu entrada ao processo. A decisão foi tomada em sessão da 4ª Câmara Civil do TJ, em Florianópolis, na manhã desta quinta-feira.

Em novembro de 2000, os músicos deram uma entrevista ao jornal O Globo e criticaram o trabalho do produtor, dizendo que não tinham recebido parte do cachê combinado pelas apresentações. Bruni comprovou que bancou o valor do contrato, de US$ 8 milhões, de forma antecipada. Dias depois, a banda se retratou e admitiu ter recebido os cachês, mas apontaram inadimplência no recolhimento de direitos autorais através do Ecad. As intimações da Justiça catarinense a Bono e Larry foram feitas dentro de um avião no aeroporto de Guarulhos (SP), em fevereiro de 2006, quando o U2 esteve no Brasil.

Uma audiência em Balneário Camboriú já havia condenado o baterista Larry Mullens em 2011 a pagar indenização de R$ 800 mil. Desta vez, o desembargador Joel Figueira promoveu alterações na sentença da comarca da cidade do litoral norte, incluindo o cantor Bono Vox, e manteve a obrigação dos músicos em ressarcir o empresário pelos danos causados a sua imagem. O valor da indenização ficou em R$ 1,5 milhão. Com as correções, deve atingir cerca de R$ 5 milhões.

Fonte: Diário Catarinense


Bono é considerado um dos 15 maiores líderes mundiais

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Por Guilherme Silva, Fonte: U2 Wolves

Bono foi considerado pela revista norte-americana Fortune como o 14º principal líder mundial em uma lista de 50 nomes. A lista também inclui o papa Francisco (4º), a premiê alemã Angela Merkel (2ª) e sua parceira de longa data Aung San Suu Kyi (3º).

Bono aparece logo atrás do juiz e único brasileiro da lista, Sérgio Moro (13º).

Abaixo o top 15 Fortune:

1 – Jeff Bezos
2 – Angela Merkel
3 – Aung San Suu Kyi
4 – Papa Francisco
5 – Tim Cook
6 – John Legend
7 – Christiana Figueres
8 – Paul Ryan
9 – Ruth Bader Gingsburg
10 – Sheikh Hasina
11 – Nick Saban
12 – Huateng ‘Pony’ Ma
13 – Sergio Moro
14 – Bono
15 – Stephen Curry e Steve Kerr


Bono Vox escreveu música sobre atentados de Paris

Com informações da AFP

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Bono Vox, o vocalista da banda islandesa U2, escreveu uma música sobre os atentados de Paris. A banda se apresentou no último domingo (6) e fará uma apresentação nesta segunda-feira (7). O U2 havia cancelado dois shows previstos em Paris depois dos atentados extremistas que deixaram 130 mortos em 13 de novembro.

A banda resolveu voltar à capital francesa para duas apresentações no AccorHotels Arena, uma sala com capacidade para 16 mil pessoas. “Pensamos na música como um som da liberdade”, declarou o guitarrista The Edge em um entrevista ao canal americano CNN. “Pensamos que o Rock’n’Roll tem um papel a desempenhar, então voltar a Paris para nós não é apenas simbólico. Acredito que, na realidade, estamos iniciando o processo de resistência, de desafio contra esse movimento”, declarou, referindo-se ao grupo Estado Islâmico, que reivindicou os atentados de novembro.

O vocalista Bono recitou parte da letra de sua nova canção intitulada “Streets of Surrender” (Ruas de Rendição), durante a entrevista. De acordo com Vox, ele começou a escrever para o cantor italiano Zucchero, um de seus amigos. “Cada homem tem uma cidade de liberdade, para mim é Paris, a amo”, diz a canção. “Cada vez que me perco em suas ruas antigas, volto a me encontrar. Não vim aqui combatê-los. Vim a estas ruas de amor e de orgulho me render”.

PARTICIPAÇÃO

A banda americana Eagles of Death Metal, que tocava na casa parisiense Bataclan em 13 de novembro, quando um comando de extremistas matou 90 pessoas, poderá participar do show do U2 na segunda-feira. A presença ainda não está confirmada.

Confira a entrevista da CNN com o U2

Fonte: Guiame


Com Bono recuperado, U2 faz show em estação de metrô de Nova York

Reprodução: Instagram

Reprodução: Instagram

Bono, vocalista do U2, parece estar completamente recuperado do acidente de bicicleta que quase o impossibilitou de voltar a tocar violão. Na última segunda, 4, ele e os companheiros de banda se disfarçaram e fizeram uma apresentação surpresa em uma estação de metrô de Nova York.

Segundo o site do semanário britânico NME, o show acústico secreto foi gravado em vídeo para integrar um quadro do programa Tonight Show, apresentado por Jimmy Fallon, que deve ser exibido esta semana nos Estados Unidos.

Em novembro do ano passado, o U2 faria cinco apresentações seguidas na atração diária, mas foi forçado a cancelar as participações por conta da contusão de Bono. O acidente com o vocalista aconteceu dias antes da residência do grupo no Tonight Show.

Usuários que passaram pela estação Grand Central do metrô nova-iorquino registraram pelo celular algumas fotos e vídeos da banda irlandesa tocando. Alguns dos registros foram compartilhados no Instagram, pelos usuários u2italianfans, dreyarchives, u2news.

Sobre o acidente de Bono
Em novembro de 2014, em um domingo, Bono tentou evitar o choque com outra bicicleta, enquanto andava pelo Central Park, em Nova York, e terminou sofrendo o que os médicos chamaram de um “acidente de bicicleta de alta energia”.

Bono foi rapidamente levado ao departamento de emergência do centro médico New York-Presbyterian/Weill Cornell e foi submetido a “exames múltiplos de raio x e tomografia computadorizada”, seguidos por cinco horas de cirurgia.

O músico sofreu diversas lesões, incluindo uma “fratura facial envolvendo a órbita do olho”, três fraturas separadas na escápula do ombro esquerdo e uma fratura no osso úmero esquerdo, na parte superior do braço.

Esta última lesão foi particularmente prejudicial, com o osso se partindo em seis lugares diferentes e despedaçando-se pela pele. Na época, o cirurgião Dean Lorch afirmou à Rolling Stone EUA que Bono foi tratado com três placas de metal e 18 parafusos.

Alguns dias depois, o líder do U2 endereçou uma carta aos fãs, via site da banda. Ele afirmou: “A recuperação tem sido mais difícil do que eu imaginava. Enquanto escrevo isso, não está claro se voltarei a tocar guitarra novamente.”

Bono ainda comentou que “as consequências deste acidente maluco são tão sérias que eu terei que me concentrar muito para estar pronto para a turnê do U2”. “Por isso, cancelei todas as aparições públicas e decidi que esta carta é toda a comunicação que posso garantir pela primeira metade de 2015, além de murmurar e cantar para mim mesmo, claro.”

Fonte: Rolling Stones


Mensagem subliminar em capa de álbum do U2

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Na capa do álbum ¨All That You Can´t Leave Behind¨, lançado pela banda U2 em 2000, mostra a banda no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris (França). Há um código digital (J33-3), que nada mais é, do que uma passagem bíblica (Jeremias Capítulo 33 Versículo 3), onde se lê: ¨Clama a mim e eu te responderei coisas grandes e firmes que não sabes¨.

O vocalista Bono Vox se referiu ao código como sendo ¨o número do telefone de Deus¨, e em 2009, no álbum ¨No Line On The Horizon¨, ele foi inserido na canção ¨Unknown Caller¨, no verso ¨3:33 when the numbers fell off the clock face¨.


Bono participará da produção musical para filme com Willie Nelson

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Ícone da música country nos EUA, Willie Nelson volta às telonas para estrelar o filme “Waiting for the Miracle to Come”, e Bono, amigo de longa data do cantor, estará presente como produtor-excecutivo da trilha sonora e compositor de uma canção que será cantada por Nelson no filme. Leia mais!

Willie Nelson está abrindo as portas de seu “saloon” para Hollywood, mais uma vez. “Waiting for the Miracle to Come”, um filme de aventura e fantasia será estrelado pela estrela country dos EUA em um de seus papéis principais e será filmado no Lone Star, mesmo local onde foi rodado o filme “Red Headed Stranger” – também estrelado por Nelson – de 1986. A produção do filme deverá começar em março.

Lian Lunson, diretora e escritora do filme, escalou o líder do U2, Bono, como produtor-executivo musical e também compositor de uma canção que Willie irá cantar no filme. Lunson tem uma história com os dois músicos: ela escreveu e dirigiu o documentário de 1997, “Willie Nelson: Down Home”, e contou com Bono para seu documentário de 2005, “Leonard Cohen: I’m Your Man” (foto abaixo).

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Willie Nelson e Bono são conhecidos há muito tempo. O irlandes escreveu a canção “Slow Dancing” para Nelson em 1989. Eles também gravaram a canção em conjunto para o álbum do U2 de 2011 “U2 DUALS” (ver vídeo abaixo).

Fonte: Rolling Stones

Via: U2BR