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Cultura

Revista em quadrinhos do Megadeth será lançada no Brasil

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Cryptic Writings of Megadeth é uma revista que adaptou para os quadrinhos 12 músicas da banda e agora será lançada no Brasil por um selo novo especializado em Heavy Metal.

Neste link você encontrara alguns locais aonde estará a venda pelo Brasil, e assim que outras localidades forem surgindo o site será atualizado.

Além das histórias em quadrinhos a revista também traz uma matéria baseada num bate-papo do criador da revista com Dave Mustaine. E você ainda pode ajudar esta revista a ser feita patrocinando-a e ganhando várias revistas em troca como você confere na abertura do álbum de imagens da página.

Agora, confira uma dessas histórias em forma de vídeo:
www.youtube.com/watch?v=0ONNR8Ct5XM

Fonte: Roadie Crew


Orival Pessini, criador do Fofão e Patropi, morre aos 72 anos

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Morreu na madrugada desta sexta-feira (14) em São Paulo Orival Pessini, criador do Fofão e Patropi. O ator e humorista de 72 anos tinha câncer no baço e estava internado no Hospital São Luiz, no Morumbi, na Zona Sul da capital.

Álvaro Gomes, empresário do ator, afirmou por meio do Facebook que Pessini faleceu às 4h.

“Uma pessoa que trouxe alegria a várias gerações com seu humor adulto ou para as crianças, com o Fofão”, disse.

Nascido em Marília (SP) em 1944, Pessini iniciou a carreira no teatro amador e atuando em comerciais. Estreou na TV em 1963, no infantil “Quem conta um conto”, da TV Tupi. O sucesso viria anos depois, com os personagens Sócrates e Charles, do “Planeta dos Homens” (Globo).

O Fofão foi criado em 1983, para o programa “Balão Mágico” (Globo). O alienígena atrapalhado de enormes bochechas, nascido no planeta fictício “Fofolândia”, tornou-se um dos mais populares personagens infantis dos anos 1980.

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Em 1986, migrou para a Rede Bandeirantes, onde estreou um programa inteiramente dedicado ao monstrinho. O “TV Fofão” ficou no ar até 1989.

Antes do fim da atração, criou outro personagem de sucesso, o Patropi, para o programa “Praça Brasil”. Um típico hippie universitário, o personagem tornou famosos bordões como “Sei lá, entende?!” e “Sem crise, meu!”. Como Patropi, participou ainda do “A Praça É Nossa” e “Escolinha do Gugu”, ambos do SBT, “Escolinha do Professor Raimundo” (Globo) e “Escolinha do Barulho” (Record).

No “A Praça É Nossa”, também lançou o locutor Juvenal, conhecido pelo bordão “Numa velocidade…”. Entre seus personagens, está ainda Ranulpho Pereira, um aposentado reclamão que participou de “Uma Escolinha Muito Louca” (Band).

Em 2014, atuou sem máscara na série “Amores Roubados” (Globo), como o padre José. Nos últimos anos da carreira, também se apresentava com o espetáculo “Eles sou eu”, uma síntese dos quase 30 anos de trabalho, na qual revivia alguns de seus principais personagens.

O personagem Fofão foi um dos homenageados pela escola de samba Rosas de Ouro em 2014. “Fico abismado com a reação do público. Fofão fez 30 anos em 2013 e as pessoas querem fazer foto comigo. Hoje em dia participo de eventos para adultos. Pessoas que me viam quando criança”, disse Pessini ao G1 antes do desfile.

Fofão no Balão Mágico, em 1984 (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fofão no Balão Mágico, em 1984 (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

O Macaco Sócrates, um dos primeiros personagens de Orival Pessini, criado na década de 1970 e que integrava o programa 'Planeta dos Homens' (Foto: Reprodução/TV Globo)

O Macaco Sócrates, um dos primeiros personagens de Orival Pessini, criado na década de 1970 e que integrava o programa ‘Planeta dos Homens’ (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

Fofão e crianças do programa 'Balão Mágico', entre elas a atriz Simony, na década de 1980 (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fofão e crianças do programa ‘Balão Mágico’, entre elas a atriz Simony, na década de 1980 (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

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Poucos artistas se tornam donos de um formato ou estilo. No Brasil, Orival Pessini se tornou único na confecção e interpretação de personagens com máscaras de borracha.

O indefinível Fofão, o hippie Patropi e o símio Sócrates do humorístico Planeta dos Homens foram seus personagens mais famosos. Apesar de ter o rosto encoberto, Pessini conseguia impressionante expressividade.

A máscara enrijecida ganhava vida, literalmente. E aquela aparência surreal exalava carisma. Tentativas de imitá-lo se mostraram simpáticas; contudo, ninguém conseguiu atingir a mesma originalidade.

Inconfundíveis, seus personagens tinham em comum o humor debochado, às vezes cínico, que era a marca da personalidade de seu criador.

Orival Pessini, assim como tantos outros artistas igualmente fenomenais, foi desprezado pela TV. Nos últimos anos fez trabalhos eventuais, aquém do espaço merecido.

Quem o viu em cena sabe que ele tinha uma produção artística variada que poderia ter sido aproveitada pelos humorísticos exibidos atualmente. Era também bom ator quando estava de ‘cara limpa’.

Uma das últimas aparições aconteceu no programa Pânico, na Band. Ele foi entrevistado para comentar o sucesso do cover de Fofão no grupo de dançarinos Carreta Furacão.

Sem perder o bom humor, o artista reclamou não ter sido consultado a respeito do uso de seu personagem mais popular – idolatrado por diferentes gerações de telespectadores – em performances divertidamente bizarras.

No fundo, ele parecia se sentir homenageado e, de certa maneira, contente em constatar que o Fofão original, mesmo fora da TV, continuava a inspirar e entreter.

E continuará, mesmo com a morte de seu criador. Fofão é eterno.

Fontes: Textos copiados do G1 e Terra.


Bob Dylan vence o Prêmio Nobel de Literatura 2016

Por Igor Miranda

Bob Dylan venceu o Prêmio Nobel de Literatura 2016. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (13), em um evento na cidade de Estocolmo, na Suécia.

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Dylan não foi escolhido por uma obra recente em específico. A opção pelo músico foi porque ele criou “uma nova expressão poética no cancioneiro tradicional americano”.

Além de cantor e compositor, Bob Dylan também lançou livros como “Tarantula”, de prosa poética; “Crônicas: Volume Um”, a primeira parte de suas memórias; várias obras com as letras de suas músicas e seis trabalhos literários sobre arte.

Fonte: Whiplash!


Globo fará nova versão do humorístico “Os trapalhões”. Será que vai dar certo?

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Seguindo o sucesso de remakes com o da Escolinha do Professor Raimundo, a Globo estuda retomar agora o humorístico Os trapalhões. Sucesso entre as décadas de 1970 e 1990, o programa mostrava as histórias do quarteto Didi, Dedé, Mussum e Zacarias.

— Achei muito boa a sugestão e só pedi para não ter substitutos porque o quarteto é insubstituível. Tem que ser com imitadores, como na Escolinha. Fiquei feliz, é uma grande homenagem. Toda ideia nova é boa, desde que bem realizada — disse Renato Aragão ao site Ego.

O projeto, com estreia prevista para 2017, está sendo capitaneado por Ricardo Waddington, que também dirige a nova Escolinha. A emissora vai escolher novos atores para os protagonistas, mas o programa deverá contar com a participação de Renato Aragão e Dedé Santana. Eles podem interpretar tios de seus personagens originais. Mussumzinho está cotado para reviver o papel que foi de seu pai, Mussum.

A ideia é produzir 12 episódios de 30 minutos cada na primeira temporada. Segundo a colunista Patricia Kogut, a Globo planeja exibir o novo Os trapalhões nos domingos na faixa das 13h.
Fonte:  Zero Hora

Primeiro gibi de ‘Tintin’ será republicado na versão colorida quase 90 anos depois do lançamento

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O primeiro álbum das aventuras do célebre repórter criado por Hergé, Tintin no país dos Sovietes, será publicado em janeiro pela primeira vez em cor, quase 90 anos seu lançamento e apenas meses antes do centenário da Revolução de Outubro.

A empresa Moulinsart, que administra os direitos de exploração da obra do belga e presidida pela viúva de Hergé, Fanny Rodwell, anunciou nesta sexta-feira que a “primeira grande história que marca o nascimento” do imortal correspondente do “Le Petit Vingtième”, e que até este momento era em preto e branco e agora será em cores.

A coloração, que ficou sob responsabilidade de Michel Bareau com a assistência de Nadège Rombaux, dos estúdios Hergé, “melhora a legibilidade da história, a clareza dos desenhos e surpreende por sua modernidade, como se tratasse de um novo disco”, afirmou Moulinsart em comunicado.

Esta é a primeira aventura deste imortal repórter que Georges Remi, mais conhecido por seu pseudônimo Hergé, transformou no correspondente mundial do Le Petit Vingtième, cujos desenhos foram inicialmente publicados em 1929, e depois compiladas em um álbum no ano seguinte.

A nova edição chegará nas livrarias no dia 11 de janeiro de 2017, um dia depois do 88º aniversário do álbum e “alguns meses antes das celebrações do centenário da Revolução de Outubro”, destacou a editora.

Na história em quadrinhos, hoje considerado um clássico, um jovem Hergé de apenas 21 anos começa a definir seu estilo de desenho, conhecido como “linha clara”, e antecipa a dinâmica e viajante que se tornaria a marca registrada das aventuras de Tintin.

Fonte: Estadão


Reação contra o ensino público obrigatório no século XIX

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A primeira vez que li sobre este assunto, questionei, já que estava acostumado ao modelo educacional posto pelo Governo. Mas, resolvi me aprofundar e pesquisar o conceito mais tradicional de Educação e, agora, sou favorável a esse formato. Aconselho que leiam este texto com atenção e carinho, e fiquem à vontade para concordar ou discordar.

Plinio Maria Solimeo (*)

O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, líder católico do século XX, falando em sua monumental obra Revolução e Contra-Revolução sobre uma das características da crise pela qual passa o mundo hodierno, diz que ela “se desenvolve numa zona de problemas tão profunda, que se prolonga ou se desdobra, pela própria ordem das coisas, em todas as potências da alma, em todos os campos da cultura, em todos os domínios, enfim, da ação do homem” (Parte I, Cap. III, 3).

Por isso não poderiam estar isentas dessa crise nossas instituições de ensino. Quando se comenta que as escolas atuais mal ensinam os alunos — que prestam pouca atenção nas aulas e nos professores, desafiando-os e mesmo maltratando-os. E que elas estão se tornando antros de drogas, o que representa mais um passo do processo revolucionário várias vezes secular que está liquidando os últimos vestígios da civilização cristã.

Um passo muito importante para essa descristianização do ensino foi a implantação das escolas públicas obrigatórias.

Isso não ocorreu sem que houvesse fortes reações de setores católicos, que viam todo o mal que delas adviria.

Nesse sentido, temos em mãos um editorial do “Boston’s Catholic Newspaper” do final do século XIX, quando o estado de Massachusetts promulgou a primeira lei compulsória sobre a educação pública nos Estados Unidos. Eis o que publicou então o mencionado jornal católico:

 “O princípio geral sobre o qual essas leis estão baseadas é radicalmente mal sonante, falso, ateu. […] É o princípio de que a educação das crianças não é tarefa da Igreja ou da família, mas trabalho do Estado. […] Desse princípio decorrem duas consequências […] A de que em matéria de educação o Estado é supremo sobre a Igreja e a família, e desse modo ele pode e deve excluir a instrução religiosa das escolas. […] Tendo como consequência inevitável que […] o maior número de escolares têm que ser  ateus”.

         Outra consequência que o jornal aponta é a de que o Estado praticamente adota as crianças, enfraquecendo os laços que as ligam aos pais, os quais ficam obrigados a mandar seus filhos à escola pública, não podendo educá-los em casa.

Ademais, alega a publicação:

“A própria compreensão do mundo, e desse modo uma educação acertada, é aquela centrada em torno de Deus. Deus não é algo ‘extra’ que as pessoas religiosas somam ao mundo como lhes apraz, com uma visão secular neutra. Pelo contrário, Deus e a religião têm que estar no centro de qualquer verdadeira visão do mundo. Qualquer outra coisa leva ao ateísmo ou à rejeição de Deus”. […]  

“As crianças são, em primeiro lugar, da responsabilidade de seus pais. A família, como o pensamento social católico diz, é a ‘célula vital’ da sociedade. É anterior ao Estado, tanto cronológica quanto ontologicamente. O Estado pode oferecer ajuda à família, mas nunca suplantar sua estrutura básica ou integridade”.

Embora isso tenha sido dito em finais do século XIX, a argumentação é bem válida para os dias de hoje, em que o Estado está açambarcando tudo.

Como uma saudável reação a essa intromissão do Estado, cresce nos Estados Unidos o número de famílias adeptas do homeschooling, isto é, que preferem ensinar seus filhos em casa. Como resultado, as crianças assim educadas figuram entre as melhores classificadas quando ingressam em cursos superiores.

Infelizmente isso está proibido no Brasil pelo Estado-Patrão. A consequência é o nível baixíssimo de cultura dos nossos estudantes.

          ( * ) Plinio Maria Solimeo é escritor e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


Baby é vaiada após comentário dito “preconceituoso” em bloco LGBT

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“Apesar das kengas, todo homem para mim é homem. O que talvez tenha faltado é uma boa mulher”. Foi com essa frase que a cantora Baby do Brasil “agradeceu” o convite para representar o bloco de travestis, drag queens e gays Desfile das Kengas, no último domingo, em Natal. O que aconteceu? Ela recebeu vaias do público e até ofensas em sua conta no Facebook.

Baby tentou se explicar via Facebook, escreveu que tem amigos e membros da família homossexuais e que o significado de seu comentário foi, na verdade que “não importa a escolha sexual, pois ela não invalida um homem ser homem ou uma mulher ser mulher”, escreveu.  “Tenho amigos gays que são tão maravilhosos que me casaria com um deles (…)”, acrescentou.

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Seguidores da famosa, no entanto, não perdoaram o mal entendido e a acusaram de ser preconceituosa, de não apoiar a causa LGBT e “estar cega” pelas crenças da igreja – Baby se tornou evangélica nos anos 1990. Os mais de 200 comentários na página de Baby se misturam entre críticas, decepções e apoio à cantora:

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Fonte: Vírgula