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Maria Antonieta De Las Nieves, a Chiquinha do Chaves, aceita Jesus como Salvador

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A atriz mexicana Maria Antonieta de las Nieves, ficou conhecida internacionalmente por seu papel como “Chiquinha” no programa “Chaves”. Segundo o site Mundo Cristiano, ela aceitou Jesus como seu Salvador publicamente durante a cruzada evangelística que Luis Palau fez em Nova York.

Um vídeo postado na página da cruzada no Facebook mostra que a personagem era uma das atrações para as crianças que estariam presentes no evento.

Ruben Proietti, presidente da Aliança Cristã das Igrejas Evangélicas da Argentina (ACIERA) e membro da equipe do evangelista Luis Palau, deu uma entrevista ao site da rede CBN dia 9 de dezembro.

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Ele conta que no final da cruzada, quando foi feito o apelo, Nieves repetiu a oração, juntamente com milhares de pessoas. Depois, recebeu o livro dado para aqueles que demonstraram querer seguir a Jesus.

“Assim que confirmamos que ela tinha tomado essa decisão… Imagine nossa alegria”, disse Proietti. A atriz está sendo discipulada e semana passada, novamente vestida como Chiquinha, participou de um festival evangelístico no Paraguai. Promovido pelo evangelista paraguaio Juan Cruz Cellammare, ela visitou escolas e uma prisão feminina.

Onde vai ela tem compartilhado uma mensagem de esperança as pessoas.

Cellammare contou que após a atividade na prisão, durante uma coletiva de imprensa, Nieves abraçou a Bíblia junto ao peito e disse que através da Palavra de Deus as vidas podem ser transformadas.

Fonte: Gospel Prime

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A Lógica dos Crossovers de Tokusatsu

Texto originalmente publicado no Henshin Journey por Rafael de Jesus
(rafaeldjesus@hotmail.com)

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Desde que a TOEI ingressou no mundo dos tokusatsus, ela produz crossovers entre suas séries, como atrações a mais para serem exibidas no cinema e em ocasiões específicas na TV. Porém tais encontros não agradam muito aos fãs ocidentais em alguns aspectos, pois a impressão inicial é que não há uma lógica única para conectar as franquias da TOEI. O que de fato é verdade, diferente da lógica dos “filmes de encontro” no ocidente. Cada filme estabelece o seu “realismo” e não há o compromisso de coerência com os crossovers anteriores e séries originais. Esses filmes também são conhecidos por trazerem de volta personagens que já estão mortos ou inativos ao fim de suas séries. Também são oportunidades para que os personagens tenham suas personalidades deslocadas temporariamente (muitas vezes fingimento por parte dos heróis para enganar os antagonistas, passando-se por seus aliados) a fim de acentuar o drama do plot.

Uma queixa recente foi em relação ao crossover entre Kamen Rider Drive (2014-2015) e Shuriken Sentai Ninninger (2015). Os dois Super Hero Taisens (2012 e 2013), crossovers entre as franquias Kamen Rider e Super Sentai, haviam “estabelecido” que todos os heróis de ambos os universos habitavam o mesmo mundo. Então veio Kamen Rider Drive vs. Shuriken Sentai Ninninger: The Movie (2015) e sugeriu que Kamen Riders e Super Sentai Heroes habitavam dimensões diferentes.

Super Hero Taisen Z (2013)

Super Hero Taisen Z (2013)

No ocidente, cuja literatura e narrativas em geral prezam pela coerência e continuidade, tais variações soam para nós como desrespeito aos personagens por parte da TOEI e de seus roteiristas.

Para entender esta “incoerência” precisamos entender primeiro alguns elementos da estética da arte japonesa.

“O sistema de representação tem por função representar, assumindo a realidade crua como objeto. O sistema de apresentação, por outro lado, tem a função de apresentar, possuindo diversas manifestações de estilo, porém sem o compromisso de assumir a realidade crua.”

– Donald Richie em A Hundred Years of Japanese Film – A Concise History (2005), p.11

 

“…Entre outras ideias, a estética oriental sugere que estruturas ordenadas forjam, que a exposição lógica falsifica e que a linearidade eventualmente limita.”

– Donald Richie em A Tractate of Japanese Aesthetics (2007), p.6

 

“…Muitos escritores prezam pela qualidade da indecisão na estrutura de seus trabalhos. E algo muito lógico e muito simétrico é evitado…”

– Donald Richie em A Tractate of Japanese Aesthetics (2007), p.6

 

“…Então, se estética no Ocidente está principalmente ligada às teorias da arte, no Japão está ligada a questões de gosto [estética].”

– Donald Richie em A Tractate of Japanese Aesthetics (2007), p.23

 

A televisão japonesa tem raízes de estilo e storytelling no cinema, teatro e literatura locais, conjugadas com diversos outros elementos herdados do audiovisual ocidental, onde a construção estética está acima da construção narrativa (em diversos níveis), sem compromisso com uma representação (e/ou emulação) da realidade. Há construção de realidade, mas cada obra fabrica a sua. Apresentar uma situação de espetáculo de forma livre é dominante sobre uma narrativa realista, linear e prosaica. Este paradigma vem sendo suprimido ao longo das décadas pela maior influência do cinema ocidental que é lógico, racional e linear. Porém este modo de pensar nunca morreu, pois é algo intrínseco da cultura japonesa em diversos segmentos, não só da arte, mas também da forma de observar e apreender o mundo.

Super Sentai World (1994)

Super Sentai World (1994)

Uma prova de que tal modelo está vivo são os “filmes de encontro” de tokusatsu (não somente os da TOEI, mas também os da Tsuburaya e filmes especiais de animes). O desejo de juntar personagens que jamais deveriam se encontrar (e de deslocá-los do contexto das séries) é maior que o formalismo narrativo. Não há impossibilidades quando se tem o dispositivo cinema. O desejo pela concretização do espetáculo estreita a manifestação da narrativa lógica que é agente limitador da criatividade. Tais filmes falam da imaterialidade e atemporalidade de personagens que se tornaram ícones, sendo invencíveis até mesmo para as regras do tempo e do espaço, de tal forma que não há necessidade de um subtexto que articule um ponto de vista realista. O autor tem uma ideia e irá apresentá-la ao espectador, da forma que ele achar melhor, da maneira que faça o fã sorrir e se emocionar com os encontros e retornos milagrosos. Em outras palavras, tem a finalidade de fan service. Na iconografia dos tokusatsu nada se perde, tudo se recicla e ganha potência a cada incidência.

Aplicar o paradigma ocidental de narrativa para entender os processos narrativos japoneses só trará frustração. Devemos entender que o processo criativo deles é outro bem diferente do nosso, pautado em outros princípios que não encontramos no ocidente. Podem parecer estranhos numa primeira análise, mas se mostram autênticos e originais em estudos mais profundos. Então, devemos fazer o que os japoneses fazem em relação aos crossovers: se divertir sem precisar articular o filme num modelo realista, porque, no fim das contas, se pararmos para analisar, o cinema é uma grande fantasia, até mesmo os filmes ditos realistas e documentais.

Via: Senpuu


Fox marca a estreia da série de TV “Gotham”

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A Fox agendou a data de estreia da série de TV Gotham nos EUA. A história do jovem Bruce Wayne começa a ser contada na telinha no dia 22 de setembro. No Brasil, por enquanto, não há previsão.

James Gordon (Ben McKenzie) será o protagonista da série. O primeiro caso a ser investigado pelo policial, no episódio piloto, será o da morte dos pais de Bruce Wayne (David Mazouz). A produção da série é de Bruno Heller, de The Mentalist, e o piloto tem direção de Danny Cannon.

Fonte: Omelete


Elenco de “Anos Incríveis” se reúne 21 anos depois para lançamento de DVD

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Uma das séries mais queridas para quem cresceu no início dos anos 90 terminou há 21 anos. Mas um outro capítulo de Anos Incríveis, aparentemente, está apenas começando: depois de uma longa espera, os episódios do programa serão lançados em DVD.

Para comemorar, sete atores do programa voltaram a se encontrar e registraram tudo no Twitter.

Fred Savage, Josh Saviano, Danica McKellar, Jason Hervey, Dan Lauria, Alley Mills e Olivia D’Abo se encontraram para gravar depoimentos que entrarão nos extras dos DVDs. Confira a foto do encontro:

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Anos Incríveis foi lançado em 1988 e tinha um clima de nostalgia que marcou época. A trama contava a história da família Arnold em episódios sempre narrados pelo pequeno Kevin, vivido por Fred Savage. Nos anos 90, ela foi exibida no Brasil pela TV Cultura.

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Curiosa é a descrição do perfil de Savage no Twitter: “Eu era um ator, mas o showbusiness decidiu que eu deveria ser um diretor. Tenho mulher, filho, filha, outro filho, dois prêmios da People’s Choice”. O tempo voa, não?

Ainda não há previsão de lançamento da versão brasileira do DVD.

 

Fonte: Veja SP


Ator da série “O Incrível Hulk” morre em acidente de automóvel

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O ex-fisiculturista e ator Lou Ferrigno, famoso pela série “O Incrível Hulk”, faleceu em razão de um acidente de automóvel envolvendo seu carro e um caminhão em Santa Barbara, nos Estados Unidos. A informação é do site USA Today. De acordo com a publicação, Lou foi socorrido por paramédicos que constararam sua morte.

Testemunhas contaram que Lou tentou desviar de um caminhão. O porta-voz do departamento de polícia de Santa Barbara afirmou que o veículo capotou diversas vezes e que Lou morreu na hora. A causa específica da morte, no entanto, não foi divulgada.

“Estamos investigando a causa do acidente, neste momento não podemos determinar nada. A hipótese de ingestão de bebida alcoólica não parece ser o motivo”, disse o chefe de polícia Rubio Torres.

Lou ficou fez sucesso ao estrelar o seriado “O Incrível Hulk” exibida entre 1978 e 1982. Em 1988 ele retornou ao papel do herói em “O Incrível Hulk – O retorno”. Ele participou ainda das duas versões cinematograficas de Hulk, em 2003 e 2008, ambas no papel de um guarda. Ele também dublou o personagem no segundo filme, após uma proposta do diretor Louis Leterrier na New York Comic Con de 2008.

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Fonte: UOL


Band volta a exibir Power Rangers e tem alta repercussão no Twitter

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Na surdina e sem qualquer aviso na programação, a Band voltou a exibir a primeira temporada do famoso seriado “Power Rangers”.

A atração infantil começou a ser exibida na madrugada desta segunda para terça (27) desde o seu primeiro episódio, que foi produzido em 1993.

No Twitter, a novidade repercutiu bastante, mesmo pegando muita gente de surpresa. “Quanto tempo não assistia Power Rangers”, disse a internauta @_mameedeiros. O nome do seriado entrou no Trending Topics da rede social e a grande maioria elogiava a iniciativa da emissora do Morumbi em passar o programa, que voltou no lugar da novela “Rosário Tijeras”, que terminou na última sexta (23).

A Band tem contrato com a Saban Brands, produtora da série, até o fim deste ano, e tem direito a todas as temporadas, o que dá cerca de 750 episódios produzidos.

Atualmente, “Power Rangers” também é exibido no Cartoon Network, todas às segundas, a partir das 16h30. Na Band, ele começa a ser exibido às 01h45.

 

Fonte: Fatima News


Chapolin Colorado irá virar desenho animado igual o Chaves

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O Chapolin Colorado, uma das séries mais populares do mundo vai voltar às telinhas para a criançada se divertir com histórias inéditas e remakes de episódios já gravados em 2015.
A novidade é que o super herói volta como desenho animado, assim como Roberto Bolaños fez com Chaves.
O produtor e filho do comediante, Roberto Gómez Fernandez, informou que a equipe já trabalha na produção dos episódios da série.
“Vai chegar à TV no próximo ano. Agora sabemos que pode ser feita, por causa da experiência que Chaves Animado nos deu!”.