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dC Talk assiste ao show do U2 com OneRepublic

Enquanto eles estão se preparando para o Jesus Freak Cruise no próximo mês, TobyMac, Michael Tait e Kevin Max separaram um tempo para participar do Joshua Tree Tour do U2 em Tampa, FL. O lendário trio também passou parte da noite saindo com os membros do OneRepublic.

O Joshua Tree Tour comemora o aniversário de 30 anos do lançamento do álbum definidor da carreira do U2 “The Joshua Tree”, um projeto que influenciou profundamente inúmeros músicos contemporâneos – incluindo os então jovens membros do dC Talk. O cantor principal do grupo pop OneRepublic, Ryan Tepper Tedder, foi influenciado pelo álbum, mas suas influências também incluíram o dC Talk. Ryan Tedder cresceu na música cristã nos anos 90, quando o dC Talk estava no auge.

Todos os artistas compartilhavam instagrams e snapshots durante toda a noite, incluindo a captura da impressão de Ryan Strader sobre Kevin Max, cantando “What If I Stumble”.

No instagram de Michael Tait, o atual líder da Newsboys compartilhou: “Pendurado nos bastidores em Tampa com o @rynerderer depois do seu slot de abertura com @U2 ….. nós temos tanta história juntos e ele cresceu como o principal fã do dC Talk!!!”.

A noite emocionante para dc Talk vem menos de um mês antes do Jesus Freak Cruise navegar. A reunião oficial tão aguardada da banda terá lugar de 11 a 15 de julho. Outros artistas que aparecem no cruzeiro incluem Finding Favor, Capital Kings, Ryan Stevenson e Hollyn. Você pode descobrir mais em jesusfreakcruise.com.

Traduzido de NewsReleaseToday

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U2 fará mais um show no Brasil e nova turnê arrecada 200 milhões em apenas um mês

Por Guilherme Silva, Fonte: U2 Wolves Brasil

Em seu site oficial o U2 anunciou um show extra no Estádio do Morumbi.

O show acontecerá no sábado 21 de outubro e os ingressos estarão à venda na próxima quinta-feira, 22 de junho, às 00:01 (hora local)

A pré-venda para assinantes do U2.com abrirá neste sábado, 17 de junho, as 10h e será executada até o domingo 18 de junho às 17h. (Todos os horários locais).

Por Bruce William, Fonte: Billboard

A turnê do U2 para comemorar os trinta anos de lançamento do “The Joshua Tree” arrecadou US$62 milhões (cerca de R$203 milhões) em apenas um mês, tendo todos os seus ingressos esgotados, inclusive do show agendado para o dia 19 de outubro em São Paulo cujos ingressos acabaram em menos de duas horas, informa a Billboard.

Veja abaixo os cinco primeiros colocados no levantamento semanal feito pela Billboard das turnês mais procuradas com seus respectivos valores em dólares, lembrando que a do U2 ainda não traz os números de São Paulo.

U2 – US$62,267,951
2º TIM MCGRAW & FAITH HILL – US$16,350,439
IRON MAIDEN – US$10,591,312
4º ANDRÉ RIEU – US$6,218,951
5º THE WEEKND – US$5,715,340
6º JASON ALDEAN – US$5,421,968
7º TOOL – US$3,813,537
8º DARYL HALL & JOHN OATES – US$3,447,854
9º CHRIS BROWN – US$2,184,065
10º GLORIA TREVI VS. ALEJANDRA GUZMÁN – US$2,158,650

Fonte: Whiplash! e Whiplash!


U2 celebra álbum ‘The Joshua Tree’ com espetáculo visual ambicioso

Por: Rodrigo Salem, do Folha de São Paulo.

A eterna luta do U2 contra a irrelevância sofreu um baque no fim do ano passado. A banda anunciou que, pela primeira vez, faria uma série de shows comemorativos de um disco, tocando a íntegra do álbum “The Joshua Tree”, que alçou os irlandeses para o topo do mundo há 30 anos.

Esse tipo de artifício é visto como sinal de fadiga criativa e apetite por uma grana extra. Mas na estreia mundial da turnê The Joshua Tree 2017, na noite de sexta (12), em Vancouver, no Canadá, o U2 mostrou como celebrar o passado sem deixar de pisar no futuro em um dos shows mais espetaculares da banda desde o fim dos anos 1990.

A turnê é um arrebate visual que utiliza um telão de altíssima definição de um lado ao outro do palco para construir uma sequências de filmes –quase todos dirigidos pelo holandês Anton Corbijn, que fez o visual do “The Joshua Tree” original.

Com 33 datas esgotadas em questão de horas na América do Norte e Europa –boatos apontam que o grupo pode tocar no Brasil em outubro–, seria fácil não investir no espetáculo e embolsar uma bela grana. Mas não foi o que a noite, iniciada com filas gigantes e atrasos, entregou.

O show foi dividido em três atos. O primeiro foi o caminho do U2 até o estrelato, parte em que a banda tocou sucessos como “Sunday Bloody Sunday” e “Pride” em um palco menor. A grande surpresa foi a reestreia de “A Sort of Homecoming”, música que não era tocada desde 2001.

O segundo ato foi o filé mignon: o U2 toca o “The Joshua Tree” na íntegra e na sequência original. Apoiadas pelas imagens hipnotizantes, canções que eram meio batidas do repertório (“With or Without You”, “I Still Haven’t Found…”) ganharam uma nova força. “Where The Streets Have No Name” continua sendo a música mais poderosa ao vivo que existe.

Bono não possui a mesma potência na voz dos seus 20 anos. Mas a banda preparou arranjos para suprir essa necessidade. “Red Hill Mining Town”, que o vocalista nunca cantou ao vivo porque o alcance das notas forçaria demais sua garganta, ganhou um formato soul magnífico.

Mas foi em “Exit” que o U2 mostrou a perfeita alquimia entre protesto político, visual e música, jogando anunciando “o fim do mundo à meia-noite” e chamando Trump de “mentiroso”. Por quase uma hora, “The Joshua Tree” parece o disco mais moderno do planeta. Até no emocionante fim com “Mothers of the Disappeared”, dedicada às mães da Plaza de Mayo, que perderam seus filhos durante da ditadura argentina.

Se a coluna cervical foi um show poderoso em todos os sentidos, a volta para tocar hits mais recentes foi um desastre. Neste terceiro ato, “Beautiful Day” e “Elevation” ficaram deslocadas. Em “Ultraviolet”, Bono e o guitarrista The Edge pareciam tocar músicas diferentes com o telão homenageando importantes mulheres da história.

A partir daí, foi ladeira abaixo. “One” não escapou do enfado costumeiro e Bono não se controlou quando chegou aos discursos sociais. Em “Miss Sarajevo”, o público foi inundado por cenas da Síria destruída e de campos de refugiados na Jordânia. Uma bandeira na plateia deixou o momento não apenas deprimente, mas piegas –para piorar, usaram uma gravação de Luciano Pavarotti.

Isso não foi bom para a recepção da última música da noite, a nova “The Little Things That Give You Away”, balada que deve fazer parte do próximo disco, “Songs of Experience”, ainda sem data. O público ficou desnorteado. Parecia não ser o fim, tamanho anticlímax de uma noite tão magnífica. Se a ideia era celebrar o passado, o grupo conseguiu. Agora deve apenas ajustar o futuro.

Fonte: Folha de São Paulo.


Lifehouse e Switchfoot unem-se pela primeira vez na turnê ‘Looking For Summer’

Os fãs de rock em toda a América do Norte podem esperar por Lifehouse & SWITCHFOOT juntos pela primeira vez na turnê “Looking for Summer”, oferecendo mais de 30 shows em vários locais dos Estados Unidos e do Canadá. A turnê começa no dia 23 de julho no Fillmore Auditorium em Denver, CO e será lançada no outono, culminando em The Masonic em San Francisco em 10 de setembro. A cantora Brynn Elliott vai se apresentar todas as noites da turnê.

As pré-vendas para os clubes de fãs da Lifehouse e da SWITCHFOOT começaram dia 3 de abril às 11 horas, com pré-venda adicional durante a semana, incluindo a pré-venda do cartão Citi® (terça-feira, 4 de abril às 10:00), visite http://www.citiprivatepass. Com pré-venda do Facebook (quarta-feira, 5 de abril às 10:00), pré-venda do Spotify (quarta-feira, 5 de abril às 10:00) e pré-venda do Live Nation (quarta-feira, 5 de abril às 10:00). Geral à venda a partir de sexta-feira, 7 de abril @ 10:00 AM em livenation.com. Para informações completas sobre o ingresso, visite http://www.lookingforsummertour.com.

“Estamos empolgados em anunciar que nós estamos indo em turnê com LIFEHOUSE pela primeira vez”, disse o co-fundador e vocalista do Switchfoot Jon Foreman. “Estamos chamando-a de “Looking for Summer” Tour e não podemos esperar para cantar essas músicas com você.”

Foi em 2001, quando o Lifehouse de Los Angeles, em primeiro lugar, arrebentou em grande estilo quando “Hanging by a Moment”, de No Name Face, passou 20 semanas no Top Ten, e ganhou um Billboard Music Award para “Hot 100 Single Of The Year”. Desde então, a banda lançou mais seis álbuns, três dos quais fizeram parte do Top 10 da Billboard, venderam mais de 15 milhões de discos em todo o mundo e lançaram singles como “You and Me”, “First Time”, “Whatever Takes” “Broken”, “Halfway Gone”, “Between the Raindrops” e “Hurricane”. O 7º álbum de Lifehouse, Out of the Wasteland, estreou em #1 nas paradas de álbuns independentes em 2015.

O último álbum de SWITCHFOOT, Where The Light Shines Through, foi lançado em 8 de julho de 2016 via Vanguard Records. Where The Light Shines Through é o décimo álbum da banda e o primeiro desde o muito aclamado Fading West de 2014. O álbum foi auto-produzido em colaboração com John Fields, que dirigiu o avanço multi-platina The Beautiful Letdown.

 

Traduzido de New Release Today.


Bob Dylan sai em turnê com Mavis Staples para lançar “Fallen Angels”

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Por Lizandra Pronin – Redação TDM

A lenda viva do folk, Bob Dylan está com um novo disco pronto. Sem divulgar detalhes do álbum, o músico anunciou uma turnê ao lado da também veterana cantora Mavis Staples para lançar o novo material.

O disco se chamará “Fallen Angels” e irá chegar às lojas no dia 20 de maio, pouco mais de um ano após o lançamento de “Shadows in the Night”, cujo repertório trouxe versões para canções que ficaram famosas na voz de Frank Sinatra.

A nova turnê de Bob Dylan tem início no próximo dia 04 de abril, com um show em Tóquio, no Japão, onde o músico fará uma série da apresentações, e já há datas agendadas nos EUA até julho deste ano.

Mavis Staples e Bob Dylan

Mavis Staples e Bob Dylan tem um histórico. Os artistas tiveram um relacionamento na década de 60. Mavis, aliás, garante ter sido pedida em casamento por Bob Dylan na época. Os artistas já dividiram o palco diversas vezes e gravaram duetos, incluindo a canção “Gotta Change My Way of Thinking”, que foi premiada com um Grammy – a faixa está no repertório de “Gotta Serve Somebody: The Gospel Songs of Bob Dylan”, lançado em 2003.

Vale comentar que Mavis Staples lançou recentemente “Livin’ On a High Note“, álbum que chegou aos fãs junto com um documentário sobre a cantora, “Mavis!“, produzido pela HBO.

Fonte: Território da Música


U2 pode vir ao Brasil em novembro de 2016

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Por Guilherme Silva, Fonte: U2 Wolves

O site U2Wolves (u2wolves.com), conseguiu mais informações sobre a vinda da banda para a América Latina

Agora a fonte vem de um fã clube oficial da banda na Argentina, que traz formações exclusivas. Confira:

“São cada vez mais fortes os sinais de que a banda vai vir para a América Latina até o final do próximo ano.

O iNNOCENCE + eXPERIENCE Tour, que atualmente está prestes a começar a parte Europa da tour, voltará o território europeu novamente no próximo ano sob o mesmo formato.

Eles planejam passar a turnê para grandes estádios e locais ao ar livre no próximo verão e que nesse formato volta para a América do Sul em novembro de 2016.

Como falamos meses, tanto os membros da banda como parte da ‘tripulação’ da turnê deram a entender que a # U2ieTour passará por Argentina, Chile e Brasil, no final do próximo ano. Estima-se também que países como o Peru e a Colômbia tenham shows”


Eterna volta aos palcos com formação clássica e anuncia turnê

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Uma das bandas mais tradicionais e premiadas do cenário cristão pesado esta de volta, a Eterna anuncia sua volta aos palcos com a turnê Shema Israel – Eighteen Tour 2015/2016, no dia 12 de julho no Carioca Club em Pinheiros. Neste dia, ainda as bandas Ceremonya e Lírios do Vale farão uma participação especial, celebrando o Dia Mundial do Rock.

Há mais ou menos um mês a banda anunciou a sua volta com a formação original clássica como power trio, com Danilo Lopes na bateria e vocal, Alexandre Soul no baixo e vocal e Paulo Frade na Guitarra. Esse retorno já era aguardado pelos fãs, que insistiam muito com a volta da banda original cantando as mais tradicionais músicas que fizeram parte destes 19 anos da banda no cenário.

A expectativa é grande e é aguardado um público que lote as capacidades do Carioca. Grandes canções embalaram multidões que fizeram destas grandes composições suas orações diárias.

Todos os ingressos estão sendo vendidos pelo site Clube do Ingresso ou direto nas bilheterias do Carioca Club. Mais informações através das redes sociais oficiais da Eterna ou pelo site do Carioca Club Pinheiros.

Informações do Show:
Data: 12/07 Domingo
Abertura da Casa 16h
Carioca Club – Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros – São Paulo – SP (Próximo da estação Faria Lima do metrô)
Informações: (11) 3813-8598 / 3813-4524 / 3814-5711
Venda de ingressos: www.clubedoingresso.com/eterna
Valores: 35,00 estudante, 40,00 pista promocional e 70,00 camarote.

História da Banda:
A Eterna teve sua origem em 1995 na antiga banda Refúgio, pertencente ao Mosteiro da Esperança, e era inicialmente formada por: Rita Frade, Vera Frade, Alexandre Soul e Maurício Cailet. Em 1996, lançou uma fita de demonstração chamada “Alguém Fundamental”, que tornou o trabalho conhecido, possibilitando assim, a gravação de seu primeiro CD, que foi lançado em março de 1997, após uma mudança de formação para power-trio com Paulo Frade, Alexandre Emanuel Cláudio e Danilo Lopes. O CD chamado “Shema Israel”, foi lançado pelo selo católico CODIMUC. Excursionou por diversas cidades do Brasil tendo participado de vários eventos. Em julho de 1998, participou de um festival católico realizado na Espanha chamado Multifestival David. Em abril de 1999, Douglas Codonho junta-se à banda assumindo o posto de tecladista. Em setembro de 1999 o quarteto lança, de forma independente, seu segundo CD, chamado “Papyrus”. Tal disco, levou a banda a receber, nas eleições de melhores de 99, várias indicações para melhor disco, banda revelação, melhor capa, melhor banda nacional, melhor tecladista, etc. Redatores e leitores das principais revistas especializadas elevam a banda a um posto cobiçado por muitos.

No exterior, garantiu também vários comentários positivos em revistas e sites especializados, fazendo com que fosse assinado um contrato com a gravadora italiana Scarlet, para distribuição do CD na Europa, com direito à uma capa exclusiva. Ainda no ano de 2000, a banda recebe um convite para participar de um projeto baseado na obra de Willian Shakespeare, “Hamlet”, financiado pela Die Hard Records. A banda grava a faixa “Good bye my dear Ophelia”, primeira gravação sem o baixista/vocalista Alexandre Soul, marcando a estréia de Leandro Caçoilo nos vocais e Jason Freitas no baixo. Na seqüência, a banda mata a curiosidade do público acerca de sua nova formação, lançando em 2001, seu terceiro álbum “The Gate”. O disco é aclamado tanto pelos fãs, quanto pela crítica especializada, apontando a Eterna, definitivamente, como uma das mais bem sucedidas bandas nacionais da atualidade. Desta vez, os resultados de melhores do ano de 2001, foram muito mais generosos.

A Eterna recebe, nas revistas “Rock Brigade”, “Roadie Crew” e  a extinta “Valhala”, dos redatores e dos leitores, indicações para todas as categorias: melhor banda nacional, melhor disco, melhor vocalista, melhor guitarrista, melhor baixista, melhor baterista, melhor tecladista, melhor capa, banda revelação e melhor show (ficando atrás, mais uma vez, somente dos medalhões, como Angra, Sepultura e Krisiun). Preparando-se para as gravações de seu quarto disco e para a segunda parte da tour do “The Gate”, com shows agendados por várias cidades pelo Brasil, especialmente citando a tour Norte/Nordeste (sendo esta a primeira vez que a banda toca em terras nordestinas), Douglas Codonho, deixa o grupo, sendo substituído pelo tecladista Rafael Agostino. Nos meses de mai/jun/jul de 2002, a banda entra em estúdio para gravar o disco “Terra Nova”.

Voltando a trabalhar no Creative Sound, com a produção assinada por Philip Colodetti, que já trabalhou com Angra, Shaaman, Paul D’ianno, Luca Turilli, Kamelot, entre outros, além de ter sido responsável pela gravação do “Papyrus” e pela própria fita demo da Eterna lançada em 95, “Alguém Fundamental”. Em 2003, A banda sofre nova mudança, sai o baterista e vocalista Danilo Lopes, e entra Paulo Henrique para assumir o posto. Finalmente em 2004, a banda lança seu quinto álbum de estúdio, o CD “Epiphany”, consolidando assim a nova formação.

No início de 2006 a banda recebe uma triste notícia, pois o grande amigo e tecladista Rafael Agostino, deixaria o grupo por motivos profissionais, pois ele exercia paralelamente outras funções além da música. Então o já renomado músico, e ex-professor de piano de Rafael Agostino, José Cardillo, se junta ao Eterna para consolidar o que é considerada por muitos, uma das melhores e mais eficientes formações do Eterna em todos os tempos. No mês de Agosto de 2006, a banda anuncia a todos os seus fãs um dos momentos mais aguardados em sua carreira, a gravação do seu primeiro CD e DVD ao vivo. As gravações aconteceriam na cidade de São Paulo, nos dias 02 e 03 de setembro, no Teatro Dias Gomes. Desta vez o projeto seria abraçado pela Gravadora Die Hard, com quem o Eterna já tinha um antiga história de carinho, devido a todo suporte oferecido nas gravações do projeto “Hamlet”. O show seria realizado em 2 dias, mas devido a uma cláusula de contrato com o teatro, acabou-se optando por apenas um único dia de apresentação, para o dia 02. O show foi privilégio de poucos, apenas 450 lugares à disposição, e com a casa lotada, o Eterna consagrou definitivamente sua história em um show perfeito! Ainda em dezembro deste mesmo ano, é lançado o álbum ao vivo: “Eterna Live!”, trazendo as músicas executadas no show do dia02 de setembro, com grandes clássicos de toda a carreira do Eterna e confirmando as apostas de que esta seria uma das melhores formações que a banda já teve!

Discografia
1996 – Alguém Fundamental (Demo)
1997 – Shema Israel
1998 – Papyrus
2001 – The Gate
2002 – Terra Nova
2004 – Epiphany
2006 – Live! (CD ao vivo)
2007 – Live! (DVD ao vivo)
2010 – Arcanjo (single)
2011 – Turning Back (EP)
2014 – Spiritus Dei

Fonte: Roadie Crew