Living The Life Without Labels

Música

Lançamento do Kutless em 2017

A banda da BEC Recordings, Kutless, lançará o seu novo álbum ALPHA / OMEGA em 10 de novembro. O décimo álbum de estúdio da banda já está disponível para pré-encomenda. Com seu próximo álbum ALPHA / OMEGA, a Kutless criou uma coleção de músicas de rock e adoração de faixas originais e de capa que são verdadeiras para aquilo que a banda tem sido nos últimos 17 anos. Eles queriam criar um projeto que envolvesse a comunidade cristã e tivesse o maior impacto. As músicas são verdadeiras para o que está no centro da banda – rock e adoração.

“Nossa banda realmente começou como uma banda de adoração enquanto estávamos na faculdade, e isso se tornou o ponto de partida para a música que faríamos nos últimos 15 anos”, compara o líder Jon Micah Sumrall. “Eu acho que muitas pessoas pensam que a música de adoração e a música rock estão em desacordo uma com a outra. Eu acho que uma das coisas realmente únicas sobre nossa banda é a capacidade de combinar esses dois mundos juntos”.

Track Listing:

01. Your Great Name

02. Strong Tower

03. King Of My Heart

04. Cornerstone

05. You Are Love

06. Great Are You Lord

07. Your Love Awakens Me

08. Shepherd Of My Soul

09. Gave It All (I Surrender All)

10. No Wonder

 

Traduzido de New Release Today.

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Stryper anuncia o baixista novo Perry Richardson

A banda de rock multi-platinum retornará do hiato em 2018 com o novo álbum e a próxima turnê

Depois de meses de especulação, a banda de rock multi-platinum Stryper está animada para anunciar a adição do baixista icônico Perry Richardson à programação da banda. Richardson junta-se aos membros originais Michael Sweet (vocal e violão), Robert Sweet (bateria) e Oz Fox (guitarra), todos os quais estão atualmente em pré-produção em seu próximo álbum devido em 2018 pela Frontiers Music SRL.

A posição de baixista ficou disponível após o sucesso do 30th Anniversary To Hell With The Devil Tour do ano passado, que teve grande número de faixas e apresentou a maior produção de som e iluminação da Stryper em quase duas décadas. Perry se torna apenas o terceiro baixista para preencher esse slot na carreira de 34 anos da banda.

Richardson é mais conhecido como um membro fundador da multi-platinum banda Firehouse, que explodiu na cena no início da década de 1990 com singles de sucesso como “Do not Treat Me Bad”, “Love of a Lifetime” e “When I Look Into Your Eyes”. Em 1992, a banda levou para casa um American Music Award para o Favorite Heavy Metal/Hard Rock New Artist, batendo Nirvana e Alice In Chains. Desde a saída da Firehouse, Richardson permaneceu ativo visitando vários artistas, incluindo Trace Adkins e Craig Morgan.

“A primeira vez que conheci os caras do Stryper foi em 1985, quando minha primeira banda, Maxx Warrior abriu para eles em Charlotte, NC”, diz Richardson. “Desde essa primeira reunião, eles sempre foram uma das minhas bandas favoritas e uma grande influência para mim, pessoalmente e musicalmente. Para ter a honra de me tornar um membro do Stryper hoje, é uma experiência indescritível para mim. Estou tão sobrecarregado que posso, diga-se de passagem, ser solicitado a ser um membro de uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos é uma das maiores honras da minha carreira. Estou ansioso para fazer parte deste próximo capítulo do legado do Stryper . Estou pronto para balançar o mundo com meus novos irmãos!”.

“Perry é um ajuste perfeito dentro da nossa banda”, acrescenta Michael Sweet, o líder da Stryper. “Ele é um incrível cantor, um excelente baixista e apenas um grande ser humano. No momento em que ensaiamos pela primeira vez com Perry, nós sabíamos que estava certo. Nós cantamos harmonias e os sons de voz soaram incríveis. Ele compartilhou histórias de como Stryper era um de seus bandas favoritas e que ele sempre nos respeitou. Isso significou muito para ouvi-lo dizer isso. Ele trouxe um espírito amável e humilde para a banda. Ele é um cavalheiro profissional e absoluto. Seu currículo é bastante extenso e tão impressionante quanto ele. Obrigado. Temos a honra de tê-lo em nossa equipe e estamos extremamente entusiasmados com o futuro!”.

Stryper continua a dominar a cena de Hard Rock/Heavy Metal. Seu nono álbum de estúdio, Fallen (Frontiers Music SRL), foi lançado em outubro de 2015 e estreou no topo das tabelas do Billboard, incluindo o n. ° 2 no quadro Top Hard Music Albums, # 2 no quadro Top Contemporary Christian Albums, # 2 em The Top Christian/Gospel Albums e # 5 no Top Current Rock Albums chart.

Balançando desde 1984, Stryper é responsável por álbuns clássicos clássicos dos anos 80 como Soldiers Under Command, To Hell with the Devil e In God We Trust. De fato, Stryper é a primeira banda a ter duas músicas no Top 10 da MTV simultaneamente com seus sucessos “Free” e “Honestly”. Depois de um ano sabático durante grande parte da década de 1990, Stryper voltou forte no início do século XXI. Até à data, a banda ganhadora de Dove Award e GRAMMY vendeu mais de 10 milhões de discos em todo o mundo.

Para mais informações, visite www.stryper.com.

Traduzido de New Release Today.


Megadeth se apresenta hoje em São Paulo

Ícone do heavy metal, a banda americana, liderada pelo guitarrista Dave Mustaine, faz show no Espaço das Américas, nesta terça (31). Recentemente, o grupo conquistou o Grammy de melhor performance de heavy metal pelo trabalho em “Dystopia” (2016), seu 15º álbum, que deve servir de base para a apresentação. Hits da carreira também aparecem no set list.
Espaço das Américas – R. Tagipuru, 795, Barra Funda, região central, tel. 4003-6860. 8.000 pessoas. Ter. (31): 22h. 90 min. 18 anos. Ingr.: R$ 240 a R$ 440. Ingr. p/ eventim.com.br.

Fonte: Folha de São Paulo


U2 abre turnê do álbum ‘The Joshua Tree’ com quatro shows em São Paulo

POR RODRIGO SALEM
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE LOS ANGELES

Da última vez em que esteve no Brasil com a gigantesca “360º Tour”, o grupo irlandês U2 bateu o recorde de turnê mais rentável da história, alcançado no segundo show em São Paulo, em abril de 2011.

A relação com a cidade continua especial na nova vinda do quarteto. Além de ser palco pela primeira vez do encerramento de uma turnê mundial do U2, São Paulo será o único local a sediar quatro shows da “The Joshua Tree Tour 2017”, a partir desta quinta (19).

Organizada em comemoração aos 30 anos do “The Joshua Tree”, álbum que transformou a banda numa potência global com mais de 25 milhões de cópias vendidas, a turnê chega ao Brasil seis meses depois de começar em Vancouver, Canadá.

O que era para ter sido uma programação com menos de 10 shows se tornou se em um evento com 50 apresentações nos Estados Unidos, Europa, México e América do Sul.

“Não sabíamos se conseguiríamos fazer uma turnê que honrasse ‘The Joshua Tree’ sem sermos nostálgicos”, disse o vocalista Bono em entrevista à revista “Rolling Stone”.

O show é dividido em três atos. O primeiro engloba os anos de formação do grupo com os hits que começaram a mudar o status do U2, como “Sunday Bloody Sunday” e “Pride (In The Name of Love)”.

O segundo, banhado por um telão em 8K que toma o palco inteiro, é a espinha dorsal do show, com o “The Joshua Tree” tocado na íntegra.

O terceiro ato é quando Bono, The Edge (guitarra), Adam Clayton (baixo) e Larry Mullen Jr. (bateria) mostram sucessos mais recentes (“Beautiful Day”, “One”) e aproveitam para fazer algumas mudanças discretas no setlist.

A Folha foi a três shows da turnê nos EUA e detalha como devem ser os quatro no país.

*

TURNÊ DO U2
Faixa a faixa

1º ATO

‘Sunday Bloody Sunday’
Baterista Larry Mullen Jr. começa sozinho o hino político em um palco mais próximo da plateia

‘New Year’s Day’
Bono canta a versão original do disco ‘War’ (1983)

‘Bad’
Balada passou a substituir a mais rara ‘A Sort of Homecoming’ em shows e agora parece ser a titular

‘Pride (In The Name Of Love)’
Último momento no palco secundário joga a banda diretamente no mote da noite

2º ATO

‘Where The Streets Have No Name’
U2 assume o palco principal e o ‘The Joshua Tree’ começa a ser tocado. Imagens em preto e branco no telão de 8K caminham por uma estrada no meio do parque ‘Joshua Tree’, na Califórnia

‘I Still Haven’t Found What I’m Looking For’
Parte da música é levada pelo público, que é inundado pelo telão em uma floresta com as árvores que batizam a turnê. Quase hipnotizante

‘With Or Without You’
Balada de maior sucesso do grupo se desgastou com o tempo, mas o público se encarrega de injetar vigor

‘Bullet The Blue Sky’
“Vem a encrenca”, grita Bono. Show começa a pegar fogo. O telão mostra imagens do fotógrafo Anton Corbijn. É um mix das cenas consagradas no filme ‘Rattle and Hum’ com a tecnologia da tour ‘Zoo TV’

‘Running To Stand Still’
The Edge vai para o teclado numa versão mais idílica da balada sobre vício em heroína. Bono volta a se arriscar na velha gaita

‘Red Hill Mining Town’
Mais um grande momento do show. Versão com metais (pré-gravados para sincronizar com a banda do telão) e corais tem novos arranjos. A música nunca havia sido tocada ao vivo

‘In God’s Country’
Bono avisa: “É hora do lado B do disco. Deve ter uns arranhões no vinil”. A música ficou mais azeitada ao longo da turnê

‘Trip Through Your Wires’
Bono toca gaita na clássica introdução de uma música raramente tocada pela banda

‘One Tree Hill’
Canção volta ao setlist com homenagens a populações nativas e mudanças para adequar as notas mais altas que Bono não consegue mais alcançar

‘Exit’
Melhor momento do show. Começa com cenas de um faroeste com um personagem chamado Trump (“Você é um mentiroso, Trump”, diz um personagem). Visual de Bono remete à turnê original (terno, colete e chapéu negros). The Edge brilha

‘Mothers Of The Disappeared’
Escrita sobre as Mães da Praça de Maio (mulheres que perderam o filho durante a ditadura militar argentina), a canção ressoa mais forte na América do Sul

3º ATO

‘Beautiful Day’
U2 entra no modo mais alegre. O palco ganha cores e o hit de 2000, versão mais dance

‘Elevation’
Música que funciona muito bem ao vivo, principalmente com o público latino, que interage mais

‘Vertigo’
Não há muita diferença para a canção que era um dos pontos altos da “Vertigo Tour”, que passou pelo Brasil

‘Miss Sarajevo’
Canção sumiu nos últimos shows -parecia deslocada

‘You’re The Best Thing About Me’
U2 mostra que ainda faz músicas novas

‘Ultra Violet (Light My Way)’
Banda aproveita para homenagear mulheres importantes da história. O telão mostra fotos de figuras femininas internacionais e locais

‘One’
Hit encerra o show

*

CURIOSIDADES DO U2

1 – Todos os integrantes do U2 estudavam na Mount Temple Comprehensive School, quando começaram a ensaiar na cozinha da casa do baterista, em 1976. Ele foi responsável pela formação da banda, após espalhar panfletos pela escola atrás de outros músicos para poder estrear sua bateria nova.

2 – Antes de virar oficialmente U2, o grupo se chamou Feedback e era um quinteto: Larry Mullen Jr. (bateria), Adam Clayton (baixo), Paul Hewson (vocalista, mais conhecido pelo apelido Bono), Dave Evans (o guitarrista The Edge) e seu irmão, Dick (guitarra). Já com a formação tradicional, a banda virou The Hype para somente depois assumir o nome U2.

3 – O nome U2 veio de uma lista criada por um amigo do baixista Adam Clayton com várias sugestões, como “The Blazers” e “Flying Tigers”. A inspiração foi um avião norte-americano de espionagem.

4 – Ninguém do grupo gostou inicialmente do nome. Eles decidiram manter porque era pequeno -perfeito para a banda trabalhar em pôsteres, panfletos e bottons.

5 – O apelido Bono Vox surgiu no fim dos anos 1970. Seu amigo, o também músico Gavin Friday tirou o nome de uma loja em Dublin chamada Bonavox -um trocadilho com o latim “boa voz”. No início dos anos 1990, o “Vox” foi cortado e hoje ficou apenas Bono.

6 – Durante a turnê do segundo disco, “October”, o guitarrista The Edge pediu para sair da banda. Foi uma época em que o U2 estava lidando com as raízes católicas (Bono e Mullen Jr.) e protestantes (The Edge e Clayton), um problema na Irlanda dos anos 1980, dividida entre os dois grupos. O quarteto superou a fase e nunca chegou a ter outro nível de tensão motivado pelas escolhas religiosas e a vida no rock.

7 – A única vez que um membro do U2 perdeu um show foi em 26 de novembro de 1993. O baixista Adam Clayton teve uma recaída na luta contra o alcoolismo no fim da turnê Zoo TV. Ele bebeu tanto que não conseguiu se apresentar na primeira noite em Sydney, Austrália. Seu técnico de som assumiu o baixo, porque a banda não podia adiar a apresentação, pois a noite seguinte seria transmitida ao vivo para o mundo todo. Clayton ficou sóbrio desde então.

8 – A árvore que batiza o disco “The Joshua Tree” e aparece na contracapa do álbum fica perto da entrada do Vale da Morte, no deserto californiano. A árvore foi derrubada pelos ventos, mas ainda se encontra no mesmo local da foto da banda. Há um memorial feito por fãs ao redor dela, mas a maioria prefere manter em segredo a exata localização para evitar peregrinações.

9 – O disco teve vários nomes antes de ganhar o título final. “The Two Americas”, “Desert Album” e “Desert Songs” foram algumas das opções. No fim, Bono escolheu “The Joshua Tree” depois do fotógrafo holandês Anton Corbijn sugerir uma viagem pelo deserto do Mojave.

10 – “Where the Streets Have No Name”, talvez a música mais poderosa do U2 ao vivo, quase foi apagada da história. Irritado por passar semanas trabalhando sem frutos na versão final da faixa, o produtor Brian Eno decidiu apagar a fita master com a gravação. Ele foi fisicamente afastado da mesa de som. Eno admite o episódio, mas diz que “teria sido mais fácil começar do zero”.

11 – O baixista Adam Clayton é casado com a brasileira Mariana de Carvalho desde 2013. A primeira filha do casal, Alba, nasceu em julho passado.

12 – O U2 já ganhou 22 Grammy e dois Globo de Ouro, mas não venceu o Oscar nas duas vezes em que foi indicado, em 2003 e 2014: melhor canção por “The Hands That Built America”, de “Gangues de Nova York”; e “Ordinary Love”, de “Mandela: Longo Caminho para a Liberdade”.

*

THE JOSHUA TREE – TOUR 2017
QUANDO 19, 21, 22 e 25/10, às 19h
ONDE Estádio do Morumbi (pç. Roberto Gomes Pedrosa, São Paulo)
QUANTO de R$ 260 a R$ 900
CLASSIFICAÇÃO 14 anos

Fonte: Folha de São Paulo


Com 30 anos de estrada, Oficina G3 anuncia pausa na carreira

Por Gustavo Morais

A banda Oficina G3 anunciou, semana passada, via YouTube, que vai sair de férias em dezembro de 2017. Ícone do rock cristão, o quarteto vai completar 30 anos de carreira no final deste ano.

Segundo os integrantes, não há brigas e não é o fim do Oficina. O período de férias, no entanto, não tem data para acabar. Antes de sair de cena, a banda vai lançar um single – completando quatro, lançados neste ano –  e vai manter os compromissos agendados até dezembro. Dê o play e confira o anúncio completo.

Fonte: CifraClub


Novo lançamento do Spoken: IX

Com duas décadas de música, Spoken provou ser um excelente exemplo de uma banda que se esforça continuamente para melhorar a si mesma e evoluir com cada lançamento subsequente.

Track Listing:

1 – This Is Not The End

2 – Stronger

3 – Dying Without You

4 – Silence

5 – I Will Not Fade

6 – Remember The Memories

7 – Pages Of The Past

8 – The Light

9 – Sleepless Nights

10 – In My Sights


Baixista do Stryper é demitido por ter se divorciado

Por João Renato Alves, Fonte: KNAC

Após meses de especulação, o baixista Tim Gaines confirmou não ser mais um integrante do Stryper. O músico alegou ter sido mandado embora após ter se divorciado recentemente, o que iria de acordo com os preceitos cristãos que conduzem a banda. “Ninguém se importou em entender os motivos. Foram vinte anos de um casamento ruim, com diversas consequências que não foram levadas em consideração. Curioso que todos os outros músicos do grupo estão casados com pessoas que se divorciaram. E eu sou o cara mau”, declarou Tim ao KNAC.COM.

Gaines ainda comentou os ataques pessoais que sofreu nas redes sociais por conta do ocorrido. “Por fazer parte de um grupo que fala sobre valores cristãos, você acaba sendo colocado como modelo, de uma forma que ninguém consegue ser. As pessoas que vão à igreja se vestem da mesma forma e ouvem determinado tipo de música. É uma subcultura estranha. Ao invés de se relacionar com todo mundo, se prendem a um mundo restrito, que não interage com ninguém. E quando alguém do meio passa por um problema, como no meu caso, agem como se o inferno tivesse se libertado”.

Fonte: Whiplash!