Living The Life Without Labels

Pessoal

Por que a pornografia mata o sexo

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A matéria de capa da revista TIME desta semana fala sobre uma nova iniciativa contra a pornografia na internet. Esses ativistas antipornografia, no entanto, não são os moralistas caricatos que mordem os lábios de raiva quando falam desse assunto. Ao contrário, são jovens que afirmam que a pornografia compromete o desempenho sexual na vida deles.

A capa chamou a minha atenção porque tenho visto uma situação similar apresentar-se muitas vezes com casais que procuram aconselhamento pastoral comigo. Em uma versão típica de tal cenário, um jovem casal busca ajuda porque pararam de ter relação sexual. Neste cenário típico, o marido é alguém que não consegue manter o interesse no sexo. Quando se faz as perguntas certas, descobre-se que ele está profundamente mergulhado na pornografia desde a adolescência. Não é que ele não possa, nessas situações, alcançar a mecânica do sexo para executá-lo. É que ele constata que a intimidade com uma mulher da vida real deve ser, na palavra que emerge repetidamente, “estranha”. Muitos desses homens só conseguem fazer sexo com suas esposas repetindo as cenas de pornografia em suas mentes enquanto o fazem.

O que está acontecendo aqui, então? Por que parece que a pornografia, em última instância, mata a intimidade sexual? Há muitas explicações psicológicas, para ser exato. A pornografia dessensibiliza a pessoa para o estímulo sexual, alimenta a busca por inovações intermináveis e cria um roteiro de expectativas que não atendem – e não podem atender – à dinâmica real do relacionamento pessoal. Mas penso que há algo mais acontecendo aqui.

A fim de entender o poder da pornografia, precisamos perguntar por que Jesus nos advertiu que a luxúria é errado. Não é porque o sexo é um assunto embaraçoso para Deus (vide Cantares de Salomão). Deus concebeu a sexualidade humana não para isolar, e sim para ligar. A sexualidade foi feita para unir esposa e marido e, satisfeitas as condições, resultar em novidade de vida, conectando, assim, gerações. A pornografia rompe essa conexão, convertendo o que foi feito para o amor íntimo e encarnacional em solidão masturbatória. A pornografia oferece uma emoção psíquica e uma liberação biológica tencionada para a comunhão no contexto da liberdade a partir da conexão com o outro. Ela não pode manter essa promessa.

Quando a pornografia adentra no casamento, o resultado é vergonha. Não estou me referindo ao sentimento de vergonha (embora isso possa fazer parte dela). Refiro-me a algo que está, no nível mais íntimo, oculto. Há algo dentro de nós que sabe que a sexualidade é para outra coisa que não a manipulação de imagens e partes do corpo.

A pornografia mata a sexualidade porque ela não é apenas sobre sexo e porque o próprio sexo não é apenas sobre sexo.

Na antiga cidade de Corinto, o aviso foi dado acerca das prostitutas nos templos pagãos da cidade. Elas eram pagas para a atividade sexual sem compromisso; eram parte de um sistema cúltico que atribuía quase todos os poderes místicos ao orgasmo. Em quê isso difere da indústria pornográfica de hoje? O apóstolo Paulo advertiu que as implicações de cometer imoralidade com essas prostitutas não eram apenas uma questão de consequências relacionais ruins ou um mau testemunho de Cristo mundo afora (embora estas questões também fossem verdade). Quem se juntava a uma prostituta participava de uma realidade espiritual intangível, ao unir Cristo à prostituta, ao tornar-se um com ela (1Co 6.15-19). Uma vez que o corpo é o templo do Espírito Santo, a imoralidade sexual não é apenas uma “safadeza” – é um ato de profanação do templo, de trazer um culto profano para dentro de um lugar santo do santuário (1Co 6.19).

A pornografia não é apenas imoralidade – é ocultismo.

É por isso que a pornografia possui uma atração tão forte. Ela não é uma questão meramente biológica (embora isso seja importante). Se existem, como a Bíblia ensina, espíritos maus vivos no cosmos, então a tentação envolve mais coisas do que simplesmente estar no lugar errado na hora errada. O cristão professo, não importa quão insignificante ele ou ela se sinta, é um alvo de interesse. A imoralidade sexual parece apresentar-se aleatoriamente quando, de fato, como com o jovem de Provérbios, é parte de uma expedição de caça cuidadosamente orquestrada (Pv 7.22-23).

A vergonha que surge na consciência como resultado de um episódio pornográfico – ainda mais uma vida inteira de tais práticas – só pode levar à quebra da intimidade na união em uma só carne do casamento. Desde o início da história humana, a vergonha perante Deus conduz à vergonha de um para com o outro (Gn 3.7-12). A nudez (intimidade), concebida para parecer natural, agora parece dolorosa e vulnerável – ou, como muitos homens têm colocado, “estranha”.

Se isso descreve você, dificilmente você está sozinho. O casamento é sempre difícil, sempre uma questão de guerra espiritual (1Co 7.5). A fim de lutar, a pessoa deve, primeiro, tratar a vergonha – o que significa arrepender-se do desejo de manter tudo escondido. Procure um presbítero confiável em sua igreja, e busque ajuda.

Os jovens que procuram insurgir-se contra a pornografia com a qual cresceram devem ser elogiados. Mas a pornografia é uma isca poderosa demais para ser combatida apenas pela força de vontade ou pelos movimentos sociais por si sós. Precisamos levar as cargas um do outro, por meio do vigor do Espírito Santo dentro do novo templo da igreja. Isso começa com ser honesto acerca do que a pornografia é – e o que ela faz.

Por: Russell Moore. © 2016 Copyright • Ethics and Religious Liberty Commission of the Southern Baptist Convention. Original: Why Porn Kills Sex.
Tradução:Leonardo Galdino. Revisão: Vinicius Musselman. © 2016 Voltemos ao Evangelho. Todos os direitos reservados. Website: voltemosaoevangelho.com.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.
Russell Moore serve como o oitavo presidente da Ethics & Religious Liberty Commission, da Convenção Batista do Sul. Um comentarista cultural amplamente procurado, Dr. Moore tem sido reconhecido por uma série de organizações influentes. O Wall Street Journal chamou-o “vigoroso, alegre, e ferozmente articulado”, enquanto o The Gospel Coalition referiu-se a ele “um dos moralistas mais astutos no evangelicalismo contemporâneo”. Um especialista em ética e teólogo, Dr. Moore é também ministro ordenado da Southern Baptist e autor de vários livros. Nascido no Mississipi, ele e sua esposa Maria são os pais de cinco filhos.

Fonte: Voltemos ao Evangelho.


Itens à venda no Mercado Livre para colecionadores – Quadrinhos e diversos

Para os colecionadores de quadrinhos, tenho alguns itens disponíveis para venda, bem como algumas revistas relacionadas à cultura pop e outros assuntos. Aproveitem!

Quadrinhos

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Super Almanaque Zero Nº 17 (ed. Rio Gráfica, 1984)

Almanaque Especial Turma Do Menino Maluquinho Nº 5 (globo)

Almanaque Turma Do Astronauta Nº 3 (ed. Globo, 2004)

Almanaque Do Cascão Nº 81 (ed. Globo, 2004)

Almanaque Da Mônica Nº 89 (ed. Globo, 2002)

Mônica Especial De Natal Nº 2 (panini, 2008)

Marvel Especial Nº 4 As Grandes Batalhas (ed. Abril, 1987)

Almanaque Os Padrinhos Mágicos Nº 1 (online Editora)

Gibi Juba & Lula Nº 1 – Editora Nova Fronteira, 1988

Almanaque Turma Da Tina Nº 4 (panini, 2008)

Coleção Luluzinha Teen 1ª, 2ª E 3ª Temporadas (estilo Mangá)

O Incrível Hulk Nº 27 (editora Abril, 1985)

Especial Justiceiro 2099 Nº 1 (abril Jovem, 1994)

X-men Anual Nº 1 (abril Jovem, 1994)

Almanaque Pernalonga E Sua Turma Nº 1 (panini Comics, 2004)

Mônica Nº 18 [100 Anos Brasil & Japão] (panini Comics, 2008)

Almanaque Piteco & Horácio Nº 1 (panini Comics, 2009)

Almanaque Bidu & Mingau Nº 1 (panini Comics, 2008)

Almanaque Historinhas De Uma Página Turma Da Mônica Nº 1

Almanaque Da Magali Coleção [reedição] (globo, 2003)

 

Revistas de Cultura Pop

Revista Superinteressante Nº 202 – Casamento Gay

Coleção Mundo Estranho – 100 Melhores Clássicos Super-heróis

Coleção Mundo Estranho – 10 Melhores Capas (ed. Abril, 2012)


METAMORFOSE DOS TOPETES

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De Jacinto Flecha

Naquele período da vida em que o comando hormonal faz surgir os primeiros fios de barba, e a voz sobe ou desce repentinamente entre dó maior e ré menor, o topete se destaca nas transformações. Suponho que o prezado leitor já tenha passado por isso, e sabe de quais transformações e topetes estou falando. Não me preocupo em falar para as leitoras, cujo amadurecimento mais precoce já as teria desiludido, nessa época da vida, quanto à superioridade imaginária de alguns topetudos.

Em geral, junto com os primeiros fios de bigode surge a rebeldia contra a autoridade dos pais, professores e tantas outras, procurando falar grosso no hesitante tom dó maior/ré menor. O jovem precisa emancipar-se, sacudir o jugo da autoridade, estabelecer regras próprias. Quer mostrar autoafirmação, autonomia, independência, e o faz adotando um modo característico de pentear os cabelos. Ao mesmo tempo submete-se à moda, geralmente a que prevalece no seu grupo. Muda assim de uma submissão para outra, e nem sequer nota a contradição. É uma personalidade à procura de definição, e parece ter como lema aquele hay gobierno, soy contra.

Essa fase caracteriza-se por alterações de comportamento como atrevimento, ousadia, desobediência, petulância. A maioria fica só em aspirações grandiosas, até que alguém os submete a uma manifestação inequívoca de manda quem pode, obedece quem tem juízo. Autoridades familiares e escolares sentem logo essas alterações físicas e comportamentais, e costumam retribuir o atrevimento com frases cortantes:

— Recolha-se à sua insignificância.

— Cresça e apareça.

— Fale quando souber do que está falando.

— Depois eu troco suas fraldas.

Nada a estranhar ou lamentar nas novidades arquitetônicas do topete e nos sons cacofônicos da petulância (conjunto rotulável como topetulância), quando se limitam ao período teen (thirteen a nineteen). Mais tarde a maioria cai na realidade, passa a ocupar nichos do espectro político-social destinados a fisiológicos, acomodados, conservadores, sensatos, pragmáticos, ou simplesmente centro. Escapam assim daquele caminho indesejável: Quem não foi esquerdista quando jovem não tem coração; quem continua esquerdista depois de adulto não tem cabeça. A vox populi usa uma linguagem mais direta: O homem nasce, cresce, fica bobo e casa.

Não pretendo que esta síntese evolutiva das mentalidades seja completa ou corresponda às definições de alguma escola de psicologia. Estou apenas preparando o terreno e a pontaria para atirar as flechas de hoje, cujo alvo é a topetulância em várias fases da vida. Falta mencionar, aliás, a última e mais insensata: Negar a existência de Deus. Ela costuma nascer bem pequena junto com o primeiro fiapo de barba, cresce, mas aos poucos cede junto com o reconhecimento da realidade. Pode também dominar desde o início os mais pervertidos, que dificilmente retornam ao caminho indicado por todas as evidências. Alguns procuram mesmo atenuar a péssima imagem de ateus, adotando o rótulo bem menos arrogante de agnósticos.

Considero perda de tempo argumentar com lógica, tentando mostrar a esses a insensatez de alguém declarar-se ateu. Produz melhor efeito deixá-los amontoar suas dúvidas, pretensões, contradições. Depois de inúmeras incoerências sucessivas, talvez acabem percebendo o abismo negativista em que se meteram. Não se converterão espontaneamente, isso depende da correspondência às graças que Deus nunca recusa nem aos seus piores inimigos. Rezar por eles, enquanto despejam suas incredulidades, pode ajudá-los a abrir os olhos e reconhecer-se muito distantes do bom caminho.

Dotado de inteligência e livre arbítrio, o homem tem capacidade, argumentos racionais e muitos outros dados para reconhecer a existência de Deus e a sua suprema autoridade. Negando-a, como fez Adão no Paraíso, candidata-se às consequências dessa decisão livre. É muito fácil encontrar sofismas, subterfúgios ou artifícios para tal negação, e o mundo moderno parece uma enorme fábrica de todos eles.

Muito tempo depois que os hormônios deixam de gerar topetulâncias, os fios que antes se organizavam em vaidosos topetes vão perdendo a cor, e em muitos casos despedem-se do espaço arredondado que ocupavam. Mas petulâncias como o ateísmo têm origem sobretudo no interior, e podem coexistir com cabelos brancos ou com a falta deles. Sem deixar espaço na alma para o Criador, no fim da vida um petulante assim toma a insignificância própria como seu limite, fica rempli de soi-même (esta flecha é francesa). Reduzido a uma miniatura de si mesmo, o velhinho-ateu-careca é vazio por dentro e por fora. Lamentável decadência para quem, segundo Santo Agostinho, foi criado para amar a Deus, e só Deus poderá preencher sua alma.

(*) Jacinto Flecha é médico e colaborador da Abim

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


A desigualdade, uma injustiça?

Leo Daniele  

 

Corriam os anos 60. Estávamos no Viaduto do Chá, centro de São Paulo, realizando campanha contra uma reivindicação das esquerdas, quando um grupo de vermelhiformes desocupados pôs-se a gritar: “Queremos pão, queremos pão!” Não pareciam famintos, a não ser de agitação. Nossa resposta foi pronta: “Trabalha prá ter pão, trabalha prá ter pão!”

Os agitadores nada responderam à voz do bom senso, pois uma tréplica imediata dificilmente poderia provir de quem positivamente não queria nenhum serviço…

                É por isso que celebrei a notícia de que o Brasil terminou 2014 com a menor taxa de desemprego já registrada. Dos brasileiros pesquisados pelo IBGE em seis regiões metropolitanas (Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Porto Alegre), na média do ano ficaram sem trabalho 4,8%.(1) Os outros vão trabalhar e ter pão, e quem sabe mais alguma coisa. Vão aumentar, embora em grau modesto e sem desprezo pelos que não têm pão, a desigualdade entre os homens. Isso é mau?

                Aliás, a revista Catolicismo, informa em sua edição de fevereiro último, que houve uma “vertiginosa” melhoria econômica dos extremamente pobres. Segundo um relatório do Banco Mundial, “a população da Terra em estado de pobreza extrema caiu mais da metade nos últimos 30 anos. A porcentagem mundial dessa faixa era de 34,6% em 1990, caindo para 14,5% em 2011”.

                Como dizia meu velho professor de Economia Política na Faculdade de Direito do Largo São Francisco (São Paulo), o problema não é dividir o bolo, mas aumentá-lo. E é o que se pode obter, entre outras coisas, diminuindo o nível do desemprego e da ociosidade.

                Os vermelhiformes vão repetindo a surrada ladainha dizendo – e, pior ainda, pensando – que a desigualdade de riqueza tem aumentado no mundo e que isso é um mal em si. Ora, lemos no famoso e nunca refutado livro Reforma Agrária, Questão de Consciência, escrito e propagado nos anos 60 sob a liderança de Plinio Corrêa de Oliveira e reeditado em 2010, por ocasião dos 50 anos de sua primeira edição:

“Todos os homens ativos e probos têm igual direito à vida, à integridade física, à fruição de condições de existência suficientes, dignas e estáveis. Mas é justo que os mais capazes, mais ativos, mais econômicos tenham, além deste mínimo, o que produzirem graças a suas superiores possibilidades. Daí decorre legitimamente a diferenciação das propriedades em grandes, médias e pequenas, e quiçá a existência de uma classe condignamente remuneradamas sem propriedade”.

É a voz do bom senso e da justiça social segundo os princípios ensinados pela Igreja, como convém especialmente em nossos dias repetir. É o oposto à igualdade de escravos  a que o socialismo conduz. O Papa Leão XIII afirma que o socialismo leva a “uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos”.(2)

A desigualdade é ensinada na parábola dos talentos (3): A cada qual Deus dá em medida diversa e de cada um exige rendimento proporcionado.

_______________ 

Notas:

            1.“Jornal da Globo”, Edição do dia 29-1-15.

            2.Leão XIII, Encíclica Rerum Novarum, de 15 de maio de 1891 – “Editora Vozes Ltda.”, Petrópolis, pág. 11.

           3.Mt. 25, 14-30.

(*) Leo Daniele é escritor e colaborador da ABIM

 

 

 


 

 

 

 

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

 

 


Maconha — comprovados prejuízos

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 Paulo Roberto Campos

Praticamente todos os dias surgem notícias relativas ao agravamento do problema das drogas no Brasil. O número de dependentes cresce diariamente e, em muitos casos, tal dependência é gerada a partir do uso da maconha.

Apesar de muitos “maconheiros”, e mesmo alguns que não experimentaram os efeitos da erva, contestarem os malefícios da cannabis, alegando que o “baseado é droga leve”, ela tem se revelado como porta de entrada para drogas ainda mais nocivas, como a cocaína, heroína, crack, oxi, etc. Neste sentido, abundam testemunhos de usuários que começaram pela maconha e encontram-se viciados em “drogas mais pesadas”, sem falar do gravíssimo problema do envolvimento com o narcotráfico.

Sobre os preocupantes malefícios da maconha, uma matéria muito bem fundamentada, de autoria de pesquisadores norte-americanos do “National Institute on Drug Abuse”, foi publicada no dia 5 de junho no “The New England Journal of Medicine” — revista da Sociedade Médica de Massachusetts (EUA), uma das mais prestigiosos do mundo.

O estudo comprova os danos que causam o THC — sigla de tetra-hidrocanabinol, substância que se encontra nas folhas da cannabis. Entre diversos malefícios da maconha, os pesquisadores revelam que 9% dos usuários ficam dependentes, causando neles crises de abstinência e, em consequência, irritabilidade, insônia, instabilidade de humor e ansiedade.

Segundo os mesmos pesquisadores, os “maconheiros” apresentam menos conexões entre neurônios em áreas específicas do cérebro, que controlam funções como aprendizado e memória; que o uso regular da maconha aumenta o risco de crises de ansiedade, depressão e psicoses, sobretudo em pessoas com vulnerabilidade genética; provoca inflamações das vias aéreas; danifica as artérias e predispõe ao infarto e ao derrame cerebral.

Em razão do conhecimento real dos graves prejuízos provocados pela cannabis, torna-se incompreensível que ainda haja pessoas — até mesmo entre figuras que desejam aparecer como “moderninhas” e tidas no Brasil como intelectuais — que defendam a descriminalização da droga e que ainda se autorize “Marchas pela legalização da maconha”.

(*) Paulo Roberto Campos é jornalista e colaborador da ABIM.

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


8 hábitos que vão lhe ajudar a ser rico com um pequeno salário

Livre-se das dívidas e defina um objetivo

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publicado no administradores

A diferença entre uma vida sob estresse financeiro e uma cheia de prosperidade está nos pequenos hábitos que temos em relação ao dinheiro. OBusiness Insider recorreu aos consultores Nancy Butler e David Blaylock, que atuam na área de planejamento financeiro, e reuniu um plano com oito passos que ajudarão você a economizar, primeiramente, e a usar essas economias com sabedoria.

Saiba quais pequenas mudanças vão lhe direcionar para um futuro próspero.

1. Inverta seu pensamento

Mesmo que depois de pagar as contas sua remuneração líquida pareça anêmica, é preciso aprender a destinar uma parte desse dinheiro para o seu objetivo financeiro, o que não ocorre do dia para a noite. Por isso é necessário adaptar sua mente gradativamente.

“Muitas pessoas gastam dinheiro, pagam as contas e guardam o que sobrou e isso está ao contrário: você deve primeiramente guardar para os objetivos financeiros, pagar as contas e depois considerar gastar o dinheiro que restou”, declara Butler ao Business Insider.

Uma armadilha onde muitos caem é adiar hábitos de poupar dinheiro para quando as finanças estiverem mais folgadas, porque quanto mais se ganha, mais se gasta. Blaylock adverte que não precisa ser muito, o importante é economizar. “Não estou pedindo para você reservar $ 1000 por mês, estou pedindo para guardar $ 50, ou uma pequena quantia que você consiga bancar. Não podemos subestimar o poder de começar pequeno”.

2. Olhe para onde você quer chegar

Especialistas em finanças sempre sugerem àqueles que estão poupando para o futuro começar com um plano de 5 anos, com metas específicas. O que você precisa para alcançar seu objetivo dentro de um tempo específico, que não precisa ser necessariamente 5 anos. Por exemplo, economizar dinheiro alguns anos para dar entrada no pagamento ou seis meses para criar um fundo de emergência.

“Ter um objetivo em mente nos ajuda a guardar”, declara Blaylock. “Se esse objetivo é a poupança de emergência, ou a poupança para uma viagem, ou poupar para a faculdade, não importa”, declara.

3. Crie seus próprios truques mentais

Como o primeiro item, devemos começar devagar. Deixar de comer em restaurantes com frequência ou limitar um valor a ser gasto mensalmente em itens supérfluos pode ser uma de suas novas regras.

Também conhecido como”heurística”, ou seja, uma maneira de solucionar um problema – que no caso é o hábito de guardar dinheiro-, esse método é uma ótima forma de desenvolvermos bons hábitos em relação ao nosso ganha pão. Muitas escolhas que fazemos em um dia podem nos ajudar a não gastar dinheiro em coisas desnecessárias.

4. Viva como um rico “anônimo”

Nem todo milionário vive em uma mansão ou dirige um Ferrari. Aliás, a maioria deles leva uma vida abaixo do padrão que poderia bancar. De acordo com Thomas J. Stanley, co-autor do livro “The Millionaire Next Door: The Surprising Secrets of America’s Wealthy” (O Vizinho Milionário: os segredos supreendentes da riqueza da América, em tradução literal), os milionários não esbanjam dinheiro, eles economizam mais do gastam. O livro mostra que a maior parte da riqueza dos Estados Unidos vem do trabalho duro e poupança regular.

David Sapper e sua esposa, por exemplo, faturam mais de US$ 500 mil por ano com um negócio de carros usados, no entanto, eles não se dão ao luxo de gastar mais do que US$ 2,5 mil por mês. Ao aplicar 90% da renda em investimentos e em economias, Sapper diz que poderá se aposentar mais cedo.

“Encontre o ponto no qual você tem o que precisa e está feliz e confortável, e apenas fique por lá”, aconselha o empresário.

5. Providencie sua aposentadoria agora

Para aqueles na faixa etária entre 20 e 30 anos, a aposentadoria pode parecer algo muito distante e, por isso, talvez não seja uma prioridade. Entre contas a pagar, despesas de modo geral, economias para o financiamento de uma casa ou para férias, como é possível ainda reservar dinheiro para aposentadoria? Quanto mais tarde você deixa para juntar dinheiro, mais você terá que juntar.

Se aos 30 você depositar mensalmente $ 50 em uma conta de aposentadoria com o retorno sobre o investimento de 7%, em 30 anos você terá $ 56 mil, contudo, se você esperar chegar aos 40 para se preocupar com sua aposentadoria, para chegar ao valor final, você terá que investir $ 110 por mês. Isto se deve porque seu dinheiro tem menos tempo para crescer, minimizando o impacto dos juros compostos.

6. Saiba quanto está entrando e quanto está indo embora

Se você não sabe ao certo o quanto é depositado mensalmente em sua conta bancária, você não saberá quanto dinheiro pode direcionar para cumprir sua meta financeira.

É preciso conhecer seus gastos para poder controlá-los, além do mais, “conhecimento é o primeiro passo para uma mudança duradoura”.

Caso você tenha dificuldade para conferir seu contracheque e organizar suas economias, há aplicativos como o LearnVest que podem auxiliá-lo gratuitamente.

7. Livre-se das dívidas

Certamente, em algum momento de nossa vida, já tivemos que lidar com dívidas. Enquanto dívidas relativas a empréstimos estudantis ou a um financiamento imobiliário são compreensíveis e muitas vezes necessárias, as de cartão de crédito, por outro lado, nas quais são pagas altas taxas mensais, podem ser evitadas.

Quitar as dívidas deve ser a prioridade número um. Apesar disso, para Blaylock, vale mais a pena guardar parte do dinheiro reservado para as dívidas. Mesmo demorando mais para quitar o cartão de crédito, por exemplo, o indicado é garantir as economias para o fundo de emergência. Caso surja algum imprevisto, como uma batida de carro, você não precisará fazer novas dívidas para consertar seu automóvel.

8. Aumente seus ganhos

Para crescer o patrimônio líquido você tem que gastar menos e juntar mais. A questão não é ter um salário maior, é saber investir as economias. “Na maioria das vezes, ganhar mais não leva à um maior patrimônio líquido porque o estilo de vida e as despesas crescem junto com ele”, informa a consultora de planejamento financeiro Natalie Taylor, sócia de Blaylock.

Mas para quem não consegue minimizar os gastos o suficiente para juntar dinheiro há algumas maneiras de aumentar a renda mensal sem um aumento no salário ou sem ganhar na loteria. Uma sugestão é procurar um outro emprego, que de preferência tenha a ver com sua personalidade.

“Eu tenho uma grande amiga que é advogada. Ela tem um grande hábito de viagem que ela não está disposta a deixar de lado. Então ela trabalha em uma loja de flores aos sábados durante a temporada de casamentos. É um ganho para todos: a loja de flores tem uma funcionária de confiança e, como minha amiga ama flores, ela não pensa nisso como trabalho”, conta Blaylock.

Fonte: Pavablog


Celulares “antigos” podem valer até R$ 3 MIL

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Guarde o seu nokia azulzinho! Guarde o seu V3 rosa! (esse era só das meninas chics da escola hue)
Quem sabe você vende e compra um iPhone de última geração e ainda saí com um troquinho?! Pois é, tem hipster endinheirado por aí disposto a pagar muita grana pra comprar um celular old sk00l.

O site vintagemobile.fr é especializado na venda de celulares recondicionados, tem gente disposta a pagar até 999 euros (uns R$ 3 mil) por um aparelho. Entre eles, o Nokia 8800 Arte Gold. Os mais baratos, tipo o querido indestrutível da Nokia (aquele azul que dava pra trocar de capa), saem por 34,99 euros (cerca de R$ 105).

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De acordo com o site Daily Mail, o vintagemobile foi criado em 2009 por Djassem Haddad, que imaginava ter poucos consumidores. Porém, segundo ele, desde o início de 2013 as vendas dispararam. Nos últimos três anos, ele vendeu cerca de 10 mil celulares. “Os preços altos são em razão da dificuldade de achar certos modelos, que foram edições limitadas na época”, explicou ao Daily Mail. “A população mais velha está em busca de celulares mais simples”, comenta.

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Você acha que esse site não tem concorrência? Tem sim! O site Lëkki, também francês e também no mercado de aparelhos “vintage”. Além de vender aparelhos antigos “reformados” eles também CUSTOMIZAM aparelhos antigos de acordo com as cores que você quiser. Então  ainda dá pra realizar o sonho de ter um motorola Startac laranja só pra você! O Lëkki também vende  videogames: Game Boy, Nintendo 64 e o Super Nintendo, originais e customizados e em várias cores.

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“Muitas redes sociais e um excesso de emails e aplicativos nos fizeram escravos da tecnologia em nosso dia a dia. Mas o Lëkki oferece uma solução, permitindo um retorno ao básico”, declara o site. Ééééé… Talvez não seja tão ~hipster~ assim! Tem momentos que dá saudade aquela época que os celulares só realizavam ligações e mandavam SMS, mas aí não sei ao certo dizer se a saudade é do celular mais simples ou se era de uma época que a vida era mais simples :D

Vi na Época Negócios

 

Fonte: Garotas Geeks