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Itens à venda no Mercado Livre para colecionadores – Revistas de Rock

Paz, amigos do Jesus, Vida & Rock’n’Roll! Esse post é de caráter de divulgação, pois estou me desapegando de parte do meu acervo. São algumas edições da Roadie Crew, Metal Head e Templo Metal. Para mais informações e adquirir os produtos, basta clicar nos links a seguir:vendas-roadie-ml

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 126 Chickenfoot

Revista Roadie Crew – Ano 10 Nº 109 Iron Maiden

Revista Roadie Crew – Ano 10 Nº 104 Saxon

Revista Roadie Crew – Ano 11 Nº 118 Motörhead

Revista Roadie Crew – Ano 11 Nº 113 Testament

Revista Roadie Crew – Ano 11 Nº 116 Rush

Revista Roadie Crew Ano 11 Nº 114 – Whitesnake

Revista Roadie Crew Ano 11 Nº 121 – Metallica

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 128 – Immortal

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 132 – Slayer

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 134 – Slash

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 162 Kreator

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 170 Metallica

Revista Roadie Crew – Ano 17 Nº 186 Ratos De Porão

Revista Roadie Crew – Ano 17 Nº 192 Angra

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 127 Steve Vai

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 129 Manowar

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 131 André Matos

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 133 Dream Theater

Revista Roadie Crew – Ano 13 Nº 136 Especial Bay Area

Revista Roadie Crew – Ano 13 Nº 138 Korzus

Revista Roadie Crew – Ano 14 Nº 149 Sepultura

Revista Roadie Crew – Ano 14 Nº 152 Dream Theater

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 164 Scorpions

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 165 Testament

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Revista Metal Head Extra 2007 Encadernado Rock Heavy Metal

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Revista Templo Metal Nº 1 (formato Pocket – Rock Cristão)

Então, aproveitem e boas compras! God bless you all! \m/_

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Teramaze: confira música com novo vocalista

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Traduzido por Jefferson Guedes Giammelaro | Fonte: Site Oficial

A banda de Thrash/Prog-Power Metal TERAMAZE, anunciou recentemente a contratação de um novo vocalista e também de um novo tecladista, confira a nova música “For The Innocent” já com a participação de ambos:

http://www.youtube.com/embed/jbCN909aK2M?feature=oembed

O novo vocalista Nathan Peachey se une a Dean Wells – Guitarrista e Backing Vocal, Dean Kennedy- bateria, Luis Eguren – Baixo e ao também novo membro, o tecladista Dave Holley que já tinha gravado todos os teclados do CD “Esoteric Symbolism” e agora foi efetivado como membro permanente da banda.


Sitra Ahra: Música, Fibonacci e o Diabo

Por Adriano C. Monteiro | Fonte: Revista Sitra Ahra

Um dos meios para se expandir a consciência e modificar e transformar o indivíduo em seu aspecto psicomental é a música.

A música sempre esteve presente em todas as culturas e épocas do mundo e foi se desenvolvendo ao longo do tempo, sendo usada para diversas finalidades. Os antigos povos de quase todos os lugares pensavam que a música fosse uma dádiva, um presente dos deuses, e especialmente para os gregos, um presente das deusas: as musas, mais especificamente a musa Euterpe.

Se realmente foi a musa da música quem estruturou todos os elementos musicais, talvez ninguém saiba ao certo… Mas, como se sabe, a música é caracterizada basicamente pelos seguintes elementos: melodia, harmonia e ritmo. A melodia pode ser definida como uma sequência de notas dentro de uma escala, uma após a outra (são os solos instrumentais e as linhas vocais ou instrumentais); harmonia é a combinação de notas que são vibradas simultaneamente; e ritmo é marcação do tempo e o que faz a melodia e a harmonia fluírem. Além desses, a boa música ainda apresenta dinâmica (volume e intensidade dos sons), timbres etc. Para que uma música possa ser diferente da outra, esses elementos característicos devem ser compostos e arranjados de modos diferentes e com o feeling e o “jeito” pessoal de cada músico/compositor/instrumentista. E essas características e elementos apresentam variedade: diversos modos/tonalidades de escalas, que são a base para as harmonias/acordes e diversos modos rítmicos. Isso tudo provavelmente muitos aqui devem saber.

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Mas… E o que Fibonacci tem a ver com isso?

Toda essa variedade dentro da música, que existe essencialmente na matemática, está relacionada à sequência numérica de Fibonacci, que também está relacionada a diversas áreas do conhecimento. Fibonacci, ou Leonardo de Pisa, foi um matemático italiano da Idade Média (1170-1240) que descobriu uma sequência numérica em que o número seguinte é sempre a soma dos dois anteriores, assim: 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8… Na música, essa sequência está presente nos intervalos musicais, ou seja, na relação entre duas notas, formando as escalas que são a base para as melodias e para os acordes (harmonia). Esses intervalos procedem em graus a partir da primeira nota, ou tônica. Por exemplo, a escala básica e simples é formada por intervalos de terça (3º grau), quinta (5º grau) e oitava (8º grau) a partir da tônica (1º grau), ou seja, a sequência Fibonacci: 3, 5, 8. Essa sequência na escala natural, de tonalidade dó maior (ou C, em notação cifrada), apresentará, então, as notas mi (3º grau), sol (5º grau) e dó (8º grau) a partir da tônica dó (1º grau) – em cifras, E, G e C, respectivamente.

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Mas há outros números na série Fibonacci, antes e depois dos números 3 e 8. Na série, o número zero obviamente “expressa” pausa (ou silêncio), usada na música; o número 1 é a tônica; o outro número 1 é o uníssono, quer dizer, dó e dó, de mesmo grau e altura (ou frequência). Os números depois de 8 apresentam outros intervalos com notas da escala natural (no caso de dó maior) que entram na formação de outros acordes dessa tonalidade, repetindo as notas em oitavas, infinitamente. Quando se tratar de outras tonalidades/escalas, os mesmos intervalos são transpostos para a tonalidade em questão, mantendo-se a série Fibonacci inalterada.

Mas as músicas compostas com a escala natural (dó maior) e suas transposições para outras tonalidades, que sempre estarão nos intervalos correspondentes à série Fibonacci, em geral são bastante consonantes, “agradáveis”, estáveis em sua vibração, como a grande parte das composições musicais fáceis de digerir pela maioria das pessoas. Músicas ou meros sons consonantes são literalmente harmônicos, segundo o conceito geral e o senso comum predominante. Refletem a harmonia comum e “perfeição” do mundo como ele deveria se manifestar para a grande maioria dos seres humanos e segundo o que esses humanos pensam sobre o que é harmonia. Os sons consonantes expressam, de modo geral, a harmonia segundo os padrões “rígidos” de estética, beleza e, até mesmo, alguns tipos de religiosidade. As escalas e intervalos consonantes e a série Fibonacci seguem padrões tradicionais que refletem um mundo/universo organizado segundo regras pretensamente restritas. Mas, certamente, existem muitas obras musicais relativamente consonantes realmente inspiradas, em diversos gêneros musicais, e que podem levar o ouvinte a um grau de êxtase.

Agora… O que o capeta tem a ver com tudo isso?

Antigamente, quando a religião mandava e desmandava no mundo ocidental, controlando até mesmo a produção cultural, certos tipos de combinações de notas musicais, ou intervalos, eram proibidos e categorizados como coisas do Diabo. O mais famoso desses intervalos era conhecido como “diabolus in musica”, que era um intervalo dissonante de quarta aumentada (4º grau mais meio tom, a partir da tônica dó, por exemplo, que resulta na combinação entre as notas dó e fá sustenido), ou de quinta diminuta, ou seja, dó e sol bemol, sendo o sol bemol igual ao fá sustenido. Esse intervalo, usado exaustivamente no blues, no jazz e no rock (um exemplo clássico e muito conhecido é o riff da música “Black Sabbath”, entre outras, da banda de mesmo nome), também era chamado de trítono porque era feito de três tons inteiros. No nosso exemplo, contando-se do dó (C) e indo até o fá sustenido (F#), temos três intervalos inteiros: 1) dó–ré; 2) ré–mi; e 3) mi–fá sustenido. Não seria trítono se, a partir da nota dó, o intervalo fosse apenas fá natural; do mi ao fá natural há meio tom e não um tom inteiro. Logo, o “maldito” intervalo “diabolus in musica” é dó com fá sustenido (a 4º aumentada, conhecida também como “blue note”), podendo ainda ser combinado com outros intervalos que podem ou não estar na série Fibonacci. É claro que esse e outros intervalos dissonantes são muito usados em diversos gêneros musicais, mas apreciado somente por uma minoria, se comparada às grandes populações ao redor do globo. Está claro que os intervalos dissonantes podem “perturbar” a ordem das coisas, se o leitor já estiver entendendo…

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Note que o “som do capeta”, o intervalo de quarta aumentada, não faz parte da série Fibonacci. Quando se quebra a consonância com a dissonância, abre-se outro universo musical (e não somente musical), mais rico e multifacetado; quando essa sequência numérica sofre alteração, a harmonia estável das coisas é quebrada e a “rebelião” é instaurada na ordem das coisas, advêm as transformações, as mudanças, o progresso, novas regras (ou ausências de regras), novas experiências, novas percepções, novos mundos… E esses mundos são aqueles que as pessoas “docemente” rançosas das consonâncias diabeticamente açucaradas evitam experimentar. As dissonâncias subvertem as tradições e as regras inúteis e restritivas e provocam uma inquietação e geram inquietudes por descobertas, por novas experiências, pela expansão da consciência. A dissonância na música é equivalente ao surrealismo nas artes plásticas; à poesia “maldita” simbolista e aos poemas sem métricas exatas, na literatura; aos sabores “estranhamente” condimentados, agridoces e apimentados, na gastronomia; etc.

Em uma autêntica experiência dissonante, sons, cores e sabores se fundem em uma única entidade que “encarna” a essência de determinada vibração, e comunicações podem ser feitas à mente. O som se funde no indivíduo, e este pode literalmente sentir o sabor de uma combinação de notas, pode ver o som em cores correspondentes às notas em suas progressões dinâmicas dentro de uma escala. As notas se mostram como entidades vivas e inteligentes e como som musical sem palavras, mas que podem se tornar palavras inteligíveis. O “diabo na música” é a Sombra junguiana de cada um e pode trazer à tona atavismos da subconsciência e resolver problemas psicológicos – ou piorá-los, dependendo da vontade, compreensão e discernimento de cada um –, pois cada tonalidade, cada modo de escala, cada tipo de ritmo e cada timbre de instrumento têm suas características correspondentes no ser humano.

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Quando o “diabolus in musica” se manifesta na experiência do indivíduo, com a nota “intrusa” “quebrando” a sequência da escala convencional, a dissonância faz uma ruptura, um buraco negro na sequência Fibonacci, e as notas desse intervalo abrem um portal para o qual a consciência é “sugada”, entrando assim na dimensão conhecida como Sitra Ahra (um tema muito abordado nas letras da banda sueca Therion, e não somente no álbum “Sitra Ahra”). De modo geral, a experiência se amplia e a consciência se expande de acordo com a combinação de notas. Uma nota tônica com sua quarta aumentada gera o vórtice energético para o lado oculto, para o “lado negro da força” (quem tem medo disso?); a quarta aumentada é que cria a fenda para o “Outro Lado” (Sitra Ahra).

Esse som dissonante juntamente com o ritmo sincopado (muito usado no rock progressivo e no metal progressivo, entre outros) é o buraco negro aberto na superfície da consciência comum. Basicamente, a síncope é um deslocamento do tempo normal, da nota do acento rítmico para a batida fraca, que pode se prolongar até a batida forte (acento rítmico), abrindo um buraco no andamento rítmico (como um deslocamento de ar, ou o deslocamento da mente para outro “mundo”, uma mudança de chave na consciência). A síncope “quebra” o ritmo, causando a sensação de vazio e de queda, e de queda no vazio; nesse “vazio”, o “diabulus in musica” vibra e um portal pode ser aberto para a consciência. Quando a síncope e o trítono são contextualmente experimentados, pode-se atingir certo grau de êxtase. Se o êxtase for demais, o indivíduo pode, ele mesmo, ter uma síncope, ou seja, “apagar” temporariamente, com a consciência “vazia”.

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Pelo que precede, o “diabo intruso” é o guardião do portal para a senda da consciência expandida. O intervalo de quarta aumentada e a síncope vão além do conceito “tradicional”, comum e corrente do que seja divino ou diabólico (o que é muito relativo e nada absoluto no próprio nível da vida cotidiana). O trítono sincopado rompe a tal harmonia supostamente “divina” para ir mais além da ordem pretensamente estabelecida, além das regras inúteis da existência e dos tabus sociorreligosos sem fundamentos, para mais além, para o “Outro Lado” (Sitra Ahra), para o Universo B, além do universo “conhecido”.

Parece que Fibonacci e o Diabo (para quem acredita nele tal como foi criado pelas religiões) viviam em desarmonia.

Em tempos terríveis de dominação dogmática, a Inquisição via o mal em tudo e categorizava coisas, animais e pessoas como sendo coisas do Diabo, de acordo com sua visão distorcida, tendenciosa e perversa (e isso não é um fato?). Tendo a música autêntica e honesta sido inspirada pela musa ao longo da história, fica evidente sua relação com feminino e sua forte influência. A musa Euterpe era também considerada a doadora dos prazeres, dos deleites e da alegria. Daí o controle da produção musical (e de todos os prazeres do povo) pelos mecanismos sociorreligiosos repressores e opressores (isso é outro fato), já que também controlavam, perseguiam, torturavam e buscavam eliminar o feminino por essas e outras infinitas e absurdas razões “diabólicas”…

Adaptado de: MONTEIRO, A. C. Música, Fibonacci e o Diabo. Revista Sitra Ahra, n. 1, nov. 2011. Disponível em:
http://www.geocities.ws/sitraahra/Revista_SITRA_AHRA_1.htm…

P.S.: Caro leitor, esta matéria tem unicamente o intuito de informar algo sobre um determinado tema relacionado à música, independentemente das crenças pessoais de quem quer que seja. Se você gostou do texto, reflita, pense, estimule a mente. Comentários inteligentes são sempre bem-vindos. Se não gostou, você pode esquecer esta matéria e poupar o seu tempo, não “trollando”, demonstrando assim maturidade e inteligência.
Fonte: Sitra Ahra: Música, Fibonacci e o Diabo http://whiplash.net/materias/biografias/203304.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2FiSMr+%28WHIPLASH.NET+-+Rock+e+Heavy+Metal%29#ixzz31i6OAxhI


SOMBRE HOLIDAY: detalhes do An Hour Of Light revelados

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O projeto internacional de rock progressivo SOMBRE HOLIDAY vai lançar de forma independente seu terceiro álbum de estúdio, An Hour Of Light, em 15 de abril de 2014. O  vocalista canadense e guitarrista Terry Friesen e o baterista nascido na Califórnia, Trevor Friesen gravaram An Hour Of Light noWalker Studios, em Saskatoon, SK e Take One Studios em Waterford, CA. Terry compôs todas as músicas enquanto Trevor contribuiu com as letras.

Comentou Terry Friesen: “Meu sentimento pessoal sobre este novo álbum é que é perfeito para a Páscoa! Trevor disse que a última Páscoa, Sexta-feira Santa é o exemplo perfeito de um “feriado sombrio”… e eu acho que nós temos um álbum que faz a pessoa refletir sobre o que Cristo passou por esse fim de semana e como isso pode afetar o nosso coração.

“Mesmo que Trevor escreveu todos os poemas (como sempre), essas músicas tornaram-se muito pessoais para mim. Eu acredito que a música realmente se encaixa na poesia e atinge os tons e emoções musicais apropriadas para ajudar a transmitir a luta do que significa andar intimamente com Cristo. Há momentos em que a nossa vida com Jesus é clara, mas grande parte da vida se sente como a neblina que apenas não parece levantar. Ao mesmo tempo, o compromisso de Jesus para caminhar conosco nunca vacila.”

SOMBRE HOLIDAY tem o seu início em 2009, com a oferta do full-lenght In Search Of Understanding… antes de seguir até três anos depois, com o seu segundo álbum Four Shadows. Ambos se combinam para formar um conceito de álbum de dois discos que “tecem uma história de uma luta do homem para escolher entre a senhora sabedoria e a senhora loucura”. Numa entrevista à imprensa SOMBRE HOLIDAY entra em mais detalhes: “O caráter antagônico é a estranha mulher proverbial (Provérbios 7 e 8) que seduz muitos e, em seguida, eventualmente, leva aqueles que seguem a sua em um caminho para a destruição. Através de determinado esforço, o protagonista finalmente se afasta de seus próprios desejos e volta para o que ele sabe ser verdadeiro e sábio.”

O review do  Angelic Warlord (85%) de Four Shadows reforça como o grupo traz “um Saviour Machine misturado com Deliverance”, com composições que são “altamente complicadas e complexas, mas ricamente orquestradas ao mesmo tempo”. Há também “momentos e ambientes etéreos (que) não faltam, refletidos no uso agregado do grupo de instrumentação clássica”.

Além disso, todas as pré-encomendas também receberão um CD de edição limitada dessas faixas recém remasterizadas!

An Hour Of Light track listing

01. “Night Falls”
02. “Transparence”
03. “The Dangers Of Loving A Love Story”
04. “Death, My Friend”
05. “Night Surrounds”
06. “The Apology Progression”
07. “To Whom We Cry”
08. “The Commiseration Of Souls”
09. “Inside The Incense Circle”
10. “Ascendance”

SOMBRE HOLIDAY online: http://sombreholiday.bandcamp.com & www.facebook.com/pages/Sombre-Holiday

Traduzido de Angelic WarLord


VENI DOMINE revela arte da capa e track-listing de Light

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Os suecos veteranos do épico doom metal progressivo VENI DOMINE irão lançar seu novo álbum, Light, em 23 de maio de 2014 via Massacre Records. O acompanhamento para 2007 Tongues liberado pelo grupo, foi gravado na Room of Doom, em Estocolmo, Suécia, com produção e deveres sendo manipulados pelo guitarrista Torbjörn Weinesjö. O vocalista Fredrik Sjöholm contribuiu para a capa do álbum.

Comentário de  Weinesjö: “Temos trabalhado (pelo trabalho no álbum ) por um par de anos. Na verdade, (nós) começamos a gravar algumas faixas de bateria ou planejávamos de volta em 2011, mas retirou-se que, como nós decidimos que queríamos uma banda completa que ensaiasse as músicas antes de gravar, como nos velhos tempos . E sim, se sente como um esforço da banda, desta vez, embora eu puxei as cordas e produzi e mixei (o projeto ). Fredrik e eu escrevi as canções como de volta ao dia. Mesmo que o processo (tem) sido há alguns anos que não passei 24 meses no estúdio, (mas) um dia aqui, um fim de semana e assim por diante como o tempo permitia, o que , em retrospectiva é uma coisa muito boa (em que leva ao) trabalho final mais maduro. Como produtor, estou muito atento para não exagerar as coisas, o que é fácil quando você possui seu próprio estúdio e tem tempo em suas mãos”.

Ele entra em mais detalhes sobre a direção musical do álbum: “Eu acho que (o álbum) é uma mistura de todos os nossos CDs anteriores. Nós temos músicas muito longas, (outras) bastante diversas, algumas mais lentas (com) os elementos pesados ​​ou atmosféricos e atuais (momentos) . Em outras palavras, parece comVENI DOMINE”.

Light track listing:

01. “In Memoriam”
02. “Farewell”
03. “Hope”
04. “Where The Story Ends”
05. “Last Silence Before Eternity”
06. “The Hour Of Darkness”
07. “Waiting”
08. “O Great City” (2014 Edition)

VENI DOMINE tem o seu início na Edge Records em 1991 com sua estréia total com Fall Babylon Fall, antes de sair para Massacre Records, lançando o Material Sanctuary (1994) e Spiritual Wasteland (1998). À virada do século, encontravam-se na Rivel Records por seu quarto álbum full-length,  IIII – The Album Of Labour (2004), e MCM Music para seu quinto e sexto23:59 (2006) e Tongues (2007).

VENI DOMINE line-up:

Fredrik Sjöholm – Lead Vocals & Guitars
Torbjörn Weinesjö – Guitars
Olov Andersson – Keyboards
Klas Petterson – Bass
Thomas Weinesjö – Drums

VENI DOMINE online: www.venidomine.com & www.facebook.com/pages/Veni-Domine

Traduzido de Angelic WarLord


AURYAH LANÇA SEU ÚLTIMO SINGLE

Auryah - The End

A banda prog metal Auryah está oficialmente encerrando suas atividades. Para fechar sua história que durou quase 6 anos, será lançado no inicio de março, o single “The End”, apresentando seu já conhecido prog metal na mesma linha do single anterior: “Space Invaders”.
Seu fundador, Leandro Ranna, deve seguir apenas com sua banda solo e a metal opera Vitam Revocare, visto que o mesmo também deixou a banda Agnus Domine, devido a distância geográfica entre a banda e o cantor (Pernambuco e São Paulo, respectivamente).

Fonte:
https://www.facebook.com/groups/195847773806112/?fref=ts

Via: Divine Rock Webzine


INNERSENSE: “URBAN TALES” – EP COMPLETO PARA AUDIÇÃO

Inersense

InnerSense, uma das bandas do cantor Lean Van Ranna, está disponibilizando seu EP “Urban Tales” completo para audição no site Sound Cloud.
São 7 faixas, com um som intitulado pelo grupo como “Progressive Dark Symphonyc & Cinematic Metal”, com temas que tratam de Lendas Urbanas, como por exemplo ” A Loira do Banheiro”, uma lenda originária na cidade de origem do mentor da banda: Guaratinguetá/SP.Em breve a banda deve divulgar as letras destas canções.

Estas músicas estarão no CD solo de Lean Van Ranna, que já conta com 16 feixas gravadas em 2012 com o próprio InnerSense e outras bandas como Refine e Auryah, além de seu próprio solo.

Acesse o link com o EP completo:
https://soundcloud.com/lean-van-ranna-1/sets/innersense-urban-tales-ep

Fonte: Facebook

Via: Divine Rock Webzine