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Milagres e erros: Guitarrista do Korn Brian “Head” Welch lança livro em maio

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Lizandra Pronin

O guitarrista do Korn Brian “Head” Welch lança o livro autobiográfico “With My Eyes Wide Open: Miracles And Mistakes On My Way Back To Korn” no próximo dia 17 de maio.

Escrito em parceria com Carol Traver, editora que já ajudou outras personalidades a escreverem suas memórias, o livro fala em suas 240 páginas sobre o período de oito anos em que o músico deixou o Korn e abraçou o cristianismo até sua volta à banda, em 2013.

O novo livro virá ainda com um link para o download gratuito de uma música do Love and Death, projeto paralelo de Brian Welch. Não há previsão de lançamento em português para a obra.

Carreira de escritor

Esse não é o primeiro livro de Brian Welch. Em 2007, o músico lançou “Save Me From Myself”, no qual falava sobre os excessos da vida na estrada e no rock n’ roll – alcool, drogas e automedicação -, e como essas coisas destruíram sua vida. No ano seguinte, “Washed by Blood: Lessons from My Time with Korn and My Journey to Christ” chegou às prateleiras e era uma versão diferente para a mesma história.

Dois anos depois, em 2010, o guitarrista lançou “Stronger: Forty Days of Metal and Spirituality”, um livro com 40 passagens da Bíblia que foram importantes em sua jornada para se livrar das drogas.

Fonte: Território da Música


Itens à venda no Mercado Livre para colecionadores – Revistas de Rock

Paz, amigos do Jesus, Vida & Rock’n’Roll! Esse post é de caráter de divulgação, pois estou me desapegando de parte do meu acervo. São algumas edições da Roadie Crew, Metal Head e Templo Metal. Para mais informações e adquirir os produtos, basta clicar nos links a seguir:vendas-roadie-ml

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 126 Chickenfoot

Revista Roadie Crew – Ano 10 Nº 109 Iron Maiden

Revista Roadie Crew – Ano 10 Nº 104 Saxon

Revista Roadie Crew – Ano 11 Nº 118 Motörhead

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 124 Deep Purple

Revista Roadie Crew – Ano 11 Nº 113 Testament

Revista Roadie Crew – Ano 11 Nº 116 Rush

Revista Roadie Crew Ano 11 Nº 114 – Whitesnake

Revista Roadie Crew Ano 11 Nº 121 – Metallica

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 128 – Immortal

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 132 – Slayer

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 134 – Slash

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 162 Kreator

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 170 Metallica

Revista Roadie Crew – Ano 17 Nº 186 Ratos De Porão

Revista Roadie Crew – Ano 17 Nº 192 Angra

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 127 Steve Vai

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 129 Manowar

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 131 André Matos

Revista Roadie Crew – Ano 12 Nº 133 Dream Theater

Revista Roadie Crew – Ano 13 Nº 136 Especial Bay Area

Revista Roadie Crew – Ano 13 Nº 138 Korzus

Revista Roadie Crew – Ano 14 Nº 149 Sepultura

Revista Roadie Crew – Ano 14 Nº 152 Dream Theater

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 164 Scorpions

Revista Roadie Crew – Ano 15 Nº 165 Testament

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Revista Metal Head Extra 2007 Encadernado Rock Heavy Metal

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Revista Templo Metal Nº 1 (formato Pocket – Rock Cristão)

Então, aproveitem e boas compras! God bless you all! \m/_


Heaven’s Banger anuncia sua próxima edição

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A nova edição da revista nacional Heaven’s Banger já está em produção. A terceira edição da publicação traz: Barren Cross, Thy Bleeding Skies, Emperador, Orationem, Perpetual Legacy, Azorrague, Corbã, Templo de Fogo, Mashiaj e Uncaved. O lançamento está previsto para o início de 2016 em versão impressa. Confira o comunicado do editor.

Viemos por esta informar que estamos perto de contemplar a existência da terceira edição da revista HEAVEN’S BANGER. Infelizmente a meta de manter a periodicidade (uma edição a cada dois meses) falhou. E pouco mais de cinco meses se passaram deste a edição anterior. O principal problema é mesmo a questão financeira. Ao mesmo tempo que o custo de impressão aumentou, dois patrocinadores pularam fora de última hora. Porém, o empenho para materializar o novo número será concluído. O prazo máximo para o lançamento será no início do próximo mês de Janeiro. Além de uma quantidade maior de páginas, temos a presença de Barren Cross, Thy Bleeding Skies, Emperador, Orationem, Perpetual Legacy, Azorrague, Corbã, Templo de Fogo, Mashiaj e Uncaved além de matérias, Hq’s e muitas informações. Tudo impresso com tecnologia CTP, o ápice da indústria gráfica. Aproveitamos para informar que as edições anteriores (#1 e #2) estão caminhando para suas últimas unidades.

Mais detalhes: http://www.metalsurvivor.net

Fonte: Templo Metal


O heavy metal na ciência: pesquisadores usam estilo musical em seus estudos

Daniel Buarque
Do UOL, em São Paulo

A ciência comprova: jovens superdotados gostam mais de heavy metal de que de outros estilos musicais, e pesquisas acadêmicas dizem ainda que homens que gostam de metal são mais atraentes para mulheres. Por outro lado, estudos revelam que fãs de rock pesado são mais imprudentes, depressivos e correm o risco de machucar o cérebro e o pescoço ao agitar as cabeças para cima e para baixo no ritmo do som pesado.

Não são poucos os estudos científicos realizados em algumas das mais importantes universidades do mundo envolvendo o heavy metal. Só uma busca no site de USP tem 1.250 referências para música e heavy metal, desde artigos e pesquisas acadêmicas até arquivos de jornais e revistas, mesmo que a maioria das referências seja de citações do termo em textos relacionados a outros assuntos.

Já a Biblioteca Britânica, um dos maiores arquivos do mundo, tem 1.025 retornos para a busca por “heavy metal” e “música”, enquanto o arquivo da biblioteca do King’s College, de Londres, uma das melhores universidades do mundo, oferece 3.415 referências para estudos acadêmicos acerca do heavy metal (o estilo musical, não confundir com estudos químicos e de medicina sobre metais pesados).

As pesquisas vão desde assuntos curiosos e engraçados, como a relação entre atração sexual e preferência musical, até análises de física cinética que comparam o movimento dos roqueiros em rodas de pogo (dança em que eles se empurram e dão cotoveladas uns nos outros em frente ao palco) com a dispersão de gases.

O UOL reuniu abaixo oito das mais interessantes pesquisas acadêmicas relacionadas ao heavy metal no mundo.

1 – Metaleiros superdotados

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Em 2007, uma pesquisa da Academia Nacional para Jovens Talentosos e Superdotados da Universidade de Warwick, no Reino Unido, apontou uma relação entre heavy metal e estudantes superdotados. Estudantes que se identificaram com a subcultura metaleira disseram que o heavy metal pode ser usado como instrumento de catarse, com a música normalmente agressiva e em alto volume usada para liberar as suas frustrações e irritações.

O estudo descobriu que rock era o estilo mais popular entre os jovens gênios e que, de fato, havia uma associação entre os estilos musicais e a personalidade dos estudantes: os que dizem gostar de heavy metal teriam uma autoestima mais baixa do que os outros.

Os pesquisadores Stuart Cadwallader e Jim Campbell avaliaram 1.057 alunos entre 11 e 18 anos e suas respostas sobre família, escola, lazer e mídia, além de opiniões sobre gosto musical. “Talvez as pressões associadas ao talento e a superdotação possam ser temporariamente esquecidas com o auxílio da música”, escreveu Cadwallader, em um trecho do trabalho. “Como um estudante sugeriu, talvez jovens mais inteligentes se sintam mais pressionados do que os outros e usem a música para lidar com isso.”

2 – Física da roda de pogo

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O movimento de metaleiros em uma rodinha daquelas abertas durante os shows, que pode ser confundida com uma briga pelos desavisados, se assemelha ao comportamento de partículas gasosas, segundo um estudo do departamento de física da universidade de Ithaca, nos Estados Unidos.

Cientistas desenvolveram uma pesquisa sobre o movimento do pogo, como ficou conhecido esse estilo de dança praticado por metaleiros e punks, e alegaram que “shows de heavy metal são modelos únicos para estudar o movimento coletivo humano de forma confiável, consistente e ética”. O nome do estudo é “Movimento Coletivo de Humanos em Rodas de Pogo em Shows de Heavy Metal”, e ele foi publicado em 2013.

Um grupo de quatro pesquisadores se debruçou sobre vídeos da internet que mostram as rodas em shows de metal para estudar a forma como se dava o movimento dos envolvidos. “Descobrimos que esses grupos sociais extremos geram comportamentos igualmente extremos: um estado de desordem semelhante a um gás no chamado ‘mosh pit’ [roda de pogo em que os participantes batem de frente] e um movimento ordenado como um vortex, no que é chamado de ‘circle pit’ [roda de pogo em que eles correm em círculos, empurrando uns aos outros]. Os dois fenômenos são reproduzidos em simulações de movimento de manada, demonstrando que o comportamento coletivo humano é consistente com as previsões de modelos simplificados.”

“Em ‘mosh pits’ tradicionais, os participantes se movimentam aleatoriamente, colidindo uns contra os outros de forma não dirigida.” Segundo o estudo, “este fenômeno se assemelha à cinética das partículas gasosas, embora ‘moshers’ sejam agentes com autopropulsão que experimentam colisões dissipadoras e existem em uma densidade muito mais elevada do que a maioria sistemas gasosos.”

3 – Abraçados ao caos

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As rodas de pogo formadas por metaleiros também foram estudadas por uma pesquisadora do Canadá, que desenvolveu uma análise dos “mosh pits” sob o ponto de vista cultural. Segundo ela, “‘moshing’ é uma forma de dana ritualizada e furiosa que combina a agressão física com exibição coletiva de emoções”.

O trabalho buscou entender o que leva os frequentadores a entrarem em espaços nos quais, aparentemente, os movimentos dos participantes geram completo caos e violência. “O ‘mosh pit’ é considerado parte vital da experiência de ir a um show, oferecendo uma oportunidade para fãs de metal jogarem com aspectos mais obscuros da existência, subvertendo convenções sociais normativas e liberando frustrações mundanas enquanto fortalece o senso de comunidade.”

O trabalho de Gabrielle Riches foi publicado em julho de 2011 no “Journal for Cultural Research”. Seu título é “Abraçando o Caos: Rodas de Pogo, Música de Metal Extremo e Liminaridade”. Riches ainda aproveita a pesquisa para apresentar a história dessas rodinhas. Segundo ela, o termo surgiu no início dos anos 1980 em Washington, DC, graças à banda punk Bad Brains, que costumava usar o termo “mash” (amassar, esmagar) em suas letras, incentivando danças violentas em frente ao palco. Segundo a pesquisadora, o sotaque forte de H.R., o vocalista da banda, levou os fãs a entenderem erroneamente “mosh”, e o termo acabou se espalhando.
4 – Metaleiros imprudentes

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Adolescentes que gostam de rock pesado têm comportamentos mais imprudentes, passando a ser mais irresponsáveis em relação à direção de veículos, à vida sexual, ao uso de drogas, e até mais próximos de atividades criminosas, segundo uma pesquisa de psicologia realizada na virada da década de 1980 para os anos 1990. O estudo “Música Heavy Metal e Comportamento Imprudente entre Adolescentes”, de Jeffrey Arnett, comparou adolescentes que ouvem heavy metal com outros que não gostam do estilo e descobriu que os fãs de rock pesado são diferentes e têm autoestima mais baixa.

Com um olhar que hoje pode ser considerado cheio de preconceitos, a pesquisa cita protestos de associações de pais dos EUA nos anos 1980 contra o heavy metal, alegando que o estilo promovia comportamentos perigosos como promiscuidade, uso de drogas e satanismo.

A pesquisa até tenta fugir do preconceito ao falar que a relação não indica causa, mas diz que a relação entre a preferência musical por metal e diferenças de comportamentos é real. “Pode se dizer que a atração pelo heavy metal reflete um alto nível de busca por sensações, e o alto nível de comportamento imprudente reflete o fracasso em dirigir essa busca por sensações através de canais socialmente aceitos.”

5 – Roqueiros depressivos

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Adolescentes que gostam de heavy metal têm uma tendência “significativamente mais alta” a comportamentos depressivos do que adolescentes que preferem outros estilos musicais, segundo uma pesquisa de psicólogos da Turquia.

Segundo o artigo acadêmico “A Associação da Preferência Musical e Sintomas Depressivos em Estudantes do Ensino Médio”, o percentual de estudantes com relações problemáticas com os pais era mais alto entre os jovens que gostam de heavy metal. O estudo analisou 1.226 estudantes de quatro escolas de Istambul, dos quais 27,7% indicaram o rock como estilo musical preferido.

Os pesquisadores defendem que a música tem um importante impacto na vida dos adolescentes, independentemente do gênero, e que ela é uma forma de refletir os sentimentos, valores, necessidades e conflitos dos jovens.

6 – Torcicolo de quem “bate cabeça”

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Uma música de heavy metal tem em média 146 batidas por minuto, o que pode causar danos leves no cérebro e no pescoço quando o metaleiro sacode a cabeça para cima e para baixo em um movimento com amplitude maior do que 75 graus. Esta é a conclusão do estudo “Danos à Cabeça e ao Pescoço no Heavy Metal”, da universidade australiana New South, publicado em 2008. Quanto maior a velocidade da música, maior o risco de ferimento no pescoço.

“Jovens que vão a shows de heavy metal costumam se sentir tontos e confusos, possíveis sintomas de dano traumático leve ao cérebro”, diz a pesquisa, que explica que “bater cabeça” (headbanging, em inglês), “é uma atividade violenta associada com rock pesado e vários subgêneros do heavy metal”. Para minimizar o risco de ferimentos, os “batedores de cabeça” ou “headbangers” devem diminuir a amplitude do movimento de cabeça e pescoço. Outras precauções são bater cabeça em músicas mais lentas ou mexê-la em batidas alternadas. Outra opção é usar equipamento de proteção.

O estudo ainda explica que o termo “bater cabeça” surgiu em 1968 em um show do Led Zeppelin em Boston. Durante a apresentação, as filas do público na frente do palco balançavam as cabeças no tempo da música, dando origem à expressão.

7 – Sem esperança

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A história do heavy metal é marcada por processos judiciais nos EUA em que músicos foram acusados de incentivar o suicídio de jovens. Mesmo que isso seja parte de uma postura preconceituosa em relação ao estilo, um estudo acadêmico publicado em 1998 revelou que há ligação entre gostar de heavy metal e a aceitação do suicídio por conta da “exposição a uma cultura de caos pessoal e social marcada pela falta de esperança”.

Segundo Steven Stack, autor de “Heavy Metal, Religiosidade e Aceitação do Suicídio”, não é possível dizer de forma direta que metaleiros são suicidas, mas existe evidência para uma ligação entre o estilo musical e suicídios. “Caos é o tema que distingue o metal das outras formas de rock surgidas antes dele. O caos tem duas dimensões no metal: pessoal e social”, diz um trecho do estudo.

O trabalho também defende que essa relação deixa de ser significativa quando o nível de religiosidade é controlado. “Fãs de metal têm baixa religiosidade, o que contribui, por sua vez, para uma maior aceitação do suicídio.”

8 – Metaleiros atraentes

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Homens que gostam de heavy metal são mais atraentes de que os que gostam de outros estilos musicais, segundo o estudo “Efeitos da Associação a Gêneros Musicais na atração Heterossexual”, desenvolvido em 1989 por Dolf Zillmann e Azra Bhatia.

Segundo a pesquisa, a preferência por música country diminui a atração em entrevistados dos dois sexos. Por outro lado, a devoção à música clássica e ao heavy metal teve uma reação específica por gênero.  O fascínio pela música pesada aumentou muito o apelo dos homens e diminuiu o apelo das mulheres. Enquanto a adoração por música clássica teve consequências contrárias, aumentando o apelo das mulheres e diminuindo o de homens.

Na pesquisa, estudantes universitários foram convidados a estimar traços de comportamento e avaliar a quantidade de desejo por um potencial encontro heterossexual.  O estudo descobriu que a revelação da preferência musical tem influência sobre a atração heterossexual, assim como a percepção e a avaliação dos traços pertinentes. O estudo revelou ainda que as mulheres não preferem necessariamente homens que têm as mesmas preferências musicais que elas, enquanto homens se sentem mais atraídos por mulheres que têm os mesmos gostos que eles.

Fonte: UOL


Em vez de dinheiro, festival de metal cobra ingressos com cabelo para amenizar a dor de crianças com câncer

Publicado no Hypeness

Uma das formas de amenizar o sofrimento de crianças que lutam contra o câncer é devolvendo a elas o cabelo, perdido durante a quimioterapia. Isso é feito por meio de perucas que chegam a custar US$ 1.500 cada, mas que poderiam ser feitas a partir da doação de cabelo humano.

Foi então que um festival de bandas de metal, evento com a maior quantidade de cabeludos por metro quadrado na região, tornou-se a forma perfeita de ajudar os pequenos que passam por esta batalha: em vez do dinheiro, o ingresso seria comprado com cabelo.

Realizado na Cidade do México, o Hair Fest contou com 9 bandas para comandarem cerca de 8 horas de metal. E nos riffs de guitarra, os headbangers, conhecidos por balançarem o cabelo ao som da música, tiveram que se contentar com a careca. A iniciativa conseguiu arrecadar cabelo suficiente para 107 perucas (o equivalente ao arrecadado durante todo um ano) e virou notícia nos principais veículos do mundo.

Além de ajudar as crianças com câncer, o projeto ainda serviu para provar de uma vez por todas que metaleiro também faz o bem. Confira tudo isso no vídeo e nas fotos abaixo:

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Fonte: Pavablog


Sepultura: coverizando “Ciranda Cirandinha” no Fantástico

Por Jonathan Silva | Fonte: G1

 

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O Fantástico estreou nesse último domingo (18) um novo quadro no programa chamado “Câmera Kids”. Não tenho muito o que falar sobre esse novo quadro pois não tenho certeza se o Fantástico faz parte da sua audiência em matéria de televisão, mas o que ocorre é que o Sepultura fez uma participação inusitada no programa. Como se trata de um quadro em que participam crianças, a banda coverizou, sem deixar de lado o seu lado pesado, um clássico da música popular infantil: Ciranda Cirandinha. As crianças, ao contrario do que se possa imaginar, pareceram gostar e muito da presença da banda e bateram cabeça ao som da música (mesmo assim, elas não são de ferro: é possível ouvir uma menina dizer “Ai minha coluna!” no final da apresentação), como vocês poderão ver no link abaixo (a partir dos 0:47 segundos, caso queriam ver só o cover):

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/05/camera-kids-m…


Nova York: Fã morre após stage dive durante show de Metalcore

Por Paulo Pontes | Fonte: Loudwire

Na noite do dia 3 de maio, um fã morreu após realizar um “Stage Dive” durante o show da banda de Metalcore Miss May I, no Studio at Webster Hall, em Nova York.

Alberto Scott, de 21 anos, mergulhou do palco durante o show, mas ninguém o pegou. Ele, aparentemente, sofreu um grave ferimento na cabeça quando caiu e não conseguiu ser reanimado por paramédicos.

Em uma postagem no Facebook, a banda Miss May I reconheceu o incidente sem entrar em muitos detalhes. O post da banda dizia o seguinte: “Olá a todos, estamos cientes do incidente que ocorreu no Webster Hall na noite passada e estaremos postando um comunicado em breve. No entanto, estamos aguardando mais informações sobre a situação antes que sejamos capazes de fazer uma declaração completa “.

Vários amigos de Scott o descreveram como um grande fã de Miss May I.

Miss May I está em turnê em apoio do seu novo álbum, “Rise of the Lion”, que foi lançado no dia 29 de abril.

Maiores detalhes em:
http://loudwire.com/fan-dies-stage-dive-miss-may-i-show-new-…

 

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