Living The Life Without Labels

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Quem diz o que é certo?

…os gentios, que não têm lei […] servem eles de lei para si mesmos. (Romanos 2.14)

Os que rejeitam os padrões de certo e errado são, muitas vezes, absolutamente incoerentes. Quando pensam que são tratados de forma injusta, apelam para um modelo de justiça e esperam que todos sigam tal padrão.

Um professor de filosofia começava cada novo semestre perguntando à classe: “Vocês acreditam que existem valores absolutos, como a justiça, e que estes podem ser comprovados?” Os alunos adeptos do livre pensamento argumentavam que tudo é relativo e nenhuma lei pode ser aplicada de forma universal.

Ao final do semestre, o professor dedicava um período de aula para debater a questão. Por fim, concluía: “Independente do que vocês pensam, quero que saibam que a existência de valores absolutos pode ser comprovada. E se vocês não aceitam o que estou dizendo, vou reprová-los!” Um estudante, irado, levantou-se e insistiu: “Isto não é justo!” E o professor respondeu: “Você acabou de comprovar a minha tese: apelou para um padrão maior de justiça.”

Deus deu a todos o discernimento sobre o certo e o errado (Romanos 2:14,15), e Seus padrões morais estão descritos na Bíblia. Toda vez que usamos as palavras bom e mau indicamos um padrão, pelo qual fazemos tais julgamentos. Os valores bíblicos valem para qualquer época, porque têm sua origem no Deus eterno e imutável.

Somente Deus tem o direito de definir o que é errado.
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O poder da influência

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Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor?… Mateus 5.13

No dia 9 de fevereiro de 1964, os Beatles apareceram na televisão e cativaram a juventude do mundo todo. Depois de ouvir a música e observar o visual deles, fiz o que milhões de jovens fizeram — pedi a meus pais que me deixassem usar cabelos compridos.

Na sequência, formei uma banda de garagem com o meu melhor amigo. A apresentação dos Beatles teve impacto tão grande em nós que tentamos intencionalmente ser como eles. Para mim, foi uma demonstração importante do poder da influência.

Anos mais tarde, o poder da influência tornou-se algo muito mais significativo para mim, quando comecei minha jornada como seguidor de Cristo. Eu queria viver sob a Sua influência — mas também queria influenciar outros, mostrando-lhes o Salvador.

Em parte, isso é o que Jesus nos desafia a entender no evangelho de Mateus 5:13-16. O sal e a luz são fatores de influência neste mundo sombrio e corrompido. E Cristo — que é a Luz do mundo — nos chama para sermos também luzes que influenciam. O Mestre, que é a perfeita pureza, diz-nos que devemos ser o sal que dá sabor e impede que as coisas se estraguem.

Neste mundo cheio de necessidades, não sejamos apenas influenciados por Cristo: sejamos também influenciadores no que diz respeito a Cristo.

Como “sal da terra”, os cristãos fazem com que outros tenham sede da “Água da Vida”.

Felicidade a qualquer preço

BEM-AVENTURADOS OS QUE CHORAM2

Mateus 5:4 – Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;

Observe os anúncios de uma revista de variedades. Eles sempre tentam lhe convencer de que lhe falta algo para ser feliz. O carro que lhe dará status, o cigarro que lhe dará a liberdade, a bebida que lhe dará alegria, o smartphone que lhe conectará com o mundo. O bom papel do marketing é despertar o desejo pelo consumo e, mesmo em dias de crise internacional, as pessoas gastam montantes imensos de dinheiro em busca de paz, sucesso e alegria e, a grande maioria sairá frustrado dessa procura, pois está buscando no local errado.

A sociedade busca uma felicidade a qualquer preço. A segunda beatitude mais uma vez virá em rota de colisão a essa necessidade humana de “estar bem”, ao afirmar que bem aventurados são os que choram. Cristo diz que esses seus discípulos, que estavam aflitos e chorando, seriam consolados. Na ótica do Salvador, feliz não é quem ganhou, mas sim quem perdeu. Nos contrastes tão evidentes nas bem-aventuranças, quem pensa que ganhou, perdeu, mas quem perdeu algo pelo Reino, ganhará como recompensa não uma consolação impessoal, mas a própria presença do Deus Consolador no seu coração.

Fonte: Amor Em Cristo


Jesus, o referencial do cristão

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Todas as pessoas, conscientemente ou não, vivem de acordo com um conjunto de conceitos, que aceitam como verdadeiros e reais. O apóstolo Paulo afirma que, para os cristãos, a cosmovisão é Cristo: “De fato, vocês ouviram falar Dele e Nele foram ensinados de acordo com a verdade que está em Jesus” (Efésios 4:21).

Pessoas com um mínimo de normalidade mental e emocional, naturalmente constroem uma rede de fatos e de conceitos, na qual depositam sua confiança. Uma vez aceita como verdadeira e real, a rede existencial estabelecida influencia o comportamento e as convicções do seu seguidor. Ao explicar aos Efésios o que é a vida cristã, Paulo declara que discípulo de Jesus é aquele que, ao experimentar a verdade de Cristo, estabelece o Senhor como o absoluto ponto de referência para seu presente e seu futuro.

Esta realidade continua a ser, nos dias de hoje, a marca de todos os cristãos. Não é a tradição, nem são as liturgias, mas a verdade do Jesus ressuscitado, que modifica e sustenta a vossa vida. Não importa a cultura nacional em que vivemos: o Cristo que experimentamos e a Quem nos submetemos, continua sendo o mesmo e será sempre o mesmo. Ser cristão é viver de acordo com “a verdade que está em Jesus”.

 

Autor: Pr. Olavo Feijó

Fonte: Amor Em Cristo


Palavras Perversas

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Pr. Olavo Feijó

Provérbios 4:24 – Desvia de ti a falsidade da boca, e afasta de ti a perversidade dos lábios.

O autor do livro de Provérbios nos alerta sobre tremendo impacto que as palavras podem causar: “Afaste da sua boca as palavras perversas; fique longe dos seus lábios a maldade” (Provérbios 4:24).

As palavras são muito mais do que um amontoado de letras e de sons. Elas têm o objetivo de comunicar e receber informações significativas, dentro de comunidades. São as comunidades que decidem sobre o significado das palavras. Por isso, falar bem uma língua é muito mais do que decorar um monte de palavras: falar bem exige conhecer os valores de uma sociedade, os significados que são bons e os que são ruins.

Ao recomendar que nosso lábios não exprimam maldade e perversidade, a Bíblia se refere, evidentemente, aos setores que controlam nossos lábios: nossa mente, nosso coração. Se eu cultivo sentimentos e conceitos espiritualmente saudáveis, o natural será usar meus lábios para expressar coisas boas e construtivas. Moral da história: alimentemos do amor de Cristo nossa mente. Quando cultivamos o amor de Cristo em nosso coração, naturalmente usamos nossos lábios para ajudar e abençoar o próximo. Será o fim das palavras perversas.

Fonte: Amor Em Cristo.


Vi Satanás Cair Do Céu

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Pr. Olavo Feijó

Lucas 10:18 – E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu.

Jesus, como bom planejador, escolheu a dedo setenta e dois dos Seus discípulos e os enviou como “olheiros”, para as cidades em que pretendia pregar Sua mensagem. O relatório trazido pelos discípulos levou Jesus confirmar aquilo que Deus programara, mesmo antes da criação: “Jesus respondeu – de fato, Eu vi Satanás cair do céu como um raio” (Lucas 10:18).

Se é que alguém ainda tenha dúvida, quanto a quem é que manda no universo, a declaração de Jesus deve ser recebida como definitiva. No contexto inteiro das Escrituras, nunca ninguém encontrará a teologia das religiões não bíblicas, nas quais o “bem” e o “mal” são duas entidades com poderes iguais: nelas, quando uma das entidades consegue mais adeptos, seus poderes são reforçados, conferindo às suas divindades mais chances de vitória.

A bipolaridade do “bem” paralelo ao poder do “mal” é substituída, na Bíblia, pela realidade única de Jeová, o Eu Sou, que criou o universo e nunca abdicou da Sua soberania sobre ele. O Livro de Jó é emblemático: Satanás, o príncipe das trevas deste mundo, tem que pedir licença ao Soberano do universo, na sua vã tentativa de destruir um filho de Deus. Ao nos dizer que “Satanás caiu do céu como um raio”, Jesus Cristo declara abertamente o poder inferior e já derrotado do anjo decaído. É nesta convicção vitoriosa que se baseia a “vida abundante” dos discípulos de Cristo. Satanás, o “pai da mentira”, insiste em que não precisamos do poder do Cristo ressuscitado. Por isso, a escolha é nossa: colocamos nossa fé naquele que já caiu do céu ou erguemos a cabeça e depositamos nossa fé naquele que é o Senhor dos céus?

Fonte: Amor em Cristo


Jesus Explica Davi

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Pr. Olavo Feijó

Salmos 23:1 – ¶ [Salmo de Davi] O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.

Comparando nossa vida com a de uma ovelha vivendo no meio do rebanho de um pastor competente, Davi afirma: “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará” (Salmo 23:1).

Infelizmente, quando lemos a Bíblia, nossa tendência é a de atribuir às Escrituras uma teologia limitadamente humana. Consequentemente, atribuímos ao “nada me faltará” pequenos detalhes como o carro do ano, a última moda das roupas de grife, a viagem anual ao Santuário Disney e o celular multiuso com capacidade até de ser usado para conversa telefônica… Não é de estranhar, por isso, que de vez em quando o tal Senhor da nossa teologia semibíblica tire a escada dos nossos pés, enquanto ficamos agarrados ao pincel com que estávamos pintando a parede da nossa vida cristã moderninha…

Jesus garante tudo aos Seus discípulos, menos coisas como “travesseiro onde reclinar a cabeça”, “evasão de imposto”, amor do “mundo que Me odeia”, um “mundo sem tribulações”. Será que nosso Senhor nunca leu o Salmo 23? Ou, talvez, o que Jesus e Davi nos prometem é a garantia de que o Senhor sempre nos dará aquilo de que, realmente, necessitamos? Vale a pena optar pela segunda hipótese. Ela é absolutamente bíblica.

Fonte: Amor em Cristo