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Ameaças de internacionalizar a Amazônia

Fatores determinantes da campanha pró-internacionalização da Amazônia brasileira: mídia internacional, reservas indígenas e principalmente esquerda católica.

Gregorio Vivanco Lopes  

Amazônia

Ao analisar, em 1987, o projeto de Constituição que depois se cristalizou na atual Carta Magna, Plinio Corrêa de Oliveira denunciava “a existência de um plano arquitetado, dentro e fora do País, com vistas à internacionalização da Amazônia e sob pretexto da defesa das prerrogativas indígenas”.

Citando o então Ministro da Justiça, Paulo Brossard, o Prof. Plinio salientava ainda que “a emenda constitucional patrocinada [na época] pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) ‘comprova a existência de plano preparado pelos que imaginam solapar a soberania nacional por conta de seus interesses’” (Projeto de Constituição Angustia o País, Cap. VII; item 7: Concepção hipertrofiada dos direitos dos índios: ameaça à soberania nacional).

Em resumo: 1) já naquela data, era patente a existência de uma ameaça à soberania nacional sobre a Amazônia; 2) a internacionalização desse precioso pedaço de chão brasileiro estava sendo arquitetada “dentro e fora do País”; 3) dentro do País, um dos atores mais evidentes dessa pressão para entrega da Amazônia era o Cimi, órgão da esquerda católica ligado à CNBB; 4) o pretexto alegado era a defesa das prerrogativas indígenas.

Depois disso, até jornais de Londres e Nova York falaram em internacionalização:

1) “Uma coisa precisa ficar clara. Esta parte do Brasil é importante demais para ser deixada aos brasileiros. Se perdermos as florestas, perderemos a batalha contra as mudanças climáticas”. A afirmação é do jornal “The Independent”, de Londres, em artigo intitulado Salvem os pulmões de nosso Planeta (15-5-08). E acrescenta: “A Amazônia constitui um precioso recurso para o mundo todo, e sobre a qual nós devemos tomar as responsabilidades”. É como dizer: a casa do meu vizinho constitui um precioso recurso para mim, logo vou invadi-la.

2) Com o título De quem é a Amazônia, afinal?, o jornal norte-americano “The New York Times” (18-5-08) disse que “um coro de líderes internacionais tem declarado cada vez mais abertamente que a Amazônia faz parte de um patrimônio mais amplo do que o das nações que dividem seu território”. E cita o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, que em 1989 afirmou: “Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não pertence a eles; ela pertence a todos nós”.

Reservas indígenas causam muitas preocupações

Ante tais ameaças, a existência de extensas e desprotegidas reservas indígenas na Amazônia aumenta as preocupações.

Para o próprio bem dos índios, deveriam eles ser normalmente integrados à civilização e catequizados aqueles que ainda não o foram, pois são eles parte da população brasileira, e não tem sentido permanecerem confinados em guetos, para ali vegetar numa vida infra-humana. Mas, além disso, há o problema muito sério de que os índios isolados não teriam como resistir a uma investida estrangeira.

Já não falo de uma investida armada, contra a qual arcos, flechas e bordunas não fariam melhor figura do que peças de museu; mas falo de uma “imigração” insidiosa, patrocinada por ONGs suspeitas que, uma vez estabelecidas na Amazônia como em território próprio, facilmente se aproveitam da ignorância e do pequeno número de indígenas em cada reserva imensa, para tentar aí a aventura de um estado comuno-indígena, independente e mesmo contrário ao Estado brasileiro.

O governo brasileiro fica aquém do momento histórico

Ante a estranheza que se vem levantando na opinião pública nacional em face de tais manobras, a presidente Dilma tem feito uma ou outra afirmação no sentido de que a Amazônia é brasileira. Mas essas afirmações não têm o timbre da indignação e da força que a gravidade da situação e o interesse do País exigem. Sobretudo não se vê que estejam sendo tomadas medidas à altura do perigo.

A preocupação ecológica com a biodiversidade não pode virar uma mania e um despropósito, a ponto de nos cegarmos para outras realidades mais altas, como a defesa da integridade do território nacional ameaçada, bem como a preservação da nacionalidade e dos valores que ainda nos restam da Civilização Cristã.

Essa posição tíbia do governo, que deixa muito a desejar, estadeou-se francamente contrária aos interesses nacionais quando se tratou da demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Chamou a atenção o esforço quase desesperado do governo em retirar daquela parte da Amazônia os brancos, negros e pardos, como se aquele território não pertencesse mais ao Brasil.

A esquerda católica manipula a questão indígena

A grande fautora dessa política indigenista na Amazônia é sem dúvida a esquerda católica.

Seu ativismo de incitamento de índios contra brancos, numa velada, mas autêntica luta de raças, já teve uma consequência bastante violenta em Altamira, no Pará, por ocasião de um encontro para discutir a construção de barragens na bacia do rio Xingu. Quando o engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Rezende, terminou sua palestra, “índios de diversas etnias, sobretudo caiapós, levantaram-se e começaram a gritar, cantar, dançar em círculos e se aproximar lentamente de onde estavam os palestrantes. Armados de facões e bordunas, eles cercaram o grupo e não deixaram ninguém sair” (“Folha de S. Paulo”, 21 a 23-5-08). Como se vê, um ritual para pegar a vítima. “O engenheiro teve a camisa rasgada, foi chutado e teve um corte profundo no braço”.

Quem forneceu esses facões aos índios? “Segundo o delegado Jorge Eduardo Ferreira de Oliveira, o padre espanhol Joseba Andoni Ledesma Sanchez e o secretário do Cimi em Altamira, José Cleanton Curioso Ribeiro, aparecem em imagens gravadas por uma loja de Altamira comprando três facões, acompanhados por um índio. O delegado da PF disse que as imagens são um indício forte de que houve ajuda aos índios na compra do material”.

O “argumento”: Quia nominor leo

Ante tais indícios de envolvimento de um sacerdote e do Cimi, seria de esperar que algum bispo, na ocasião, tomasse providências enérgicas, da parte da Igreja, para apurar o ocorrido e punir os responsáveis. Aconteceu o contrário.

“O bispo da prelazia do Xingu e presidente do Cimi, D. Erwin Krautler, disse na ocasião que ‘para os índios, os facões não são armas, são uma ferramenta usada como adereço em suas manifestações’. Ele eximiu o padre e o funcionário do Cimi de qualquer culpa. ‘Eles são gente minha’”.

Ficamos então sabendo que facões são… instrumentos de propaganda. Seria uma manifestação propagandística esfaquear o engenheiro da Eletrobrás? Quanto aos sacerdotes e demais integrantes do Cimi, segundo D. Krautler, são inimputáveis, pois “são gente minha”! Lembra a fábula do leão que, vendo cair por terra todos os argumentos que apresentava para comer o cordeiro, apresentou o argumento decisivo: Quia nominor Leo (Porque me chamo leão).

Vai se cristalizando uma ameaça

Estamos em 2015, e aquilo que era um alerta vai, por não ter sido ouvido vai se cristalizando numa ameaça.

O jornal “O Estado de S. Paulo” afirma em editorial (11-7-15): “A Amazônia é tema obrigatório em todos os grandes foros internacionais sobre meio ambiente e muito se discute a respeito de como preservar sua fauna e sua flora. Afinal ela representa mais da metade das florestas tropicais remanescentes no planeta, com uma biodiversidade ímpar”.

Ainda recentemente, a Encíclica Laudato Si, do Papa Francisco, adverte para a destruição da biodiversidade como uma ameaça ao planeta: “Mencionemos, por exemplo, os pulmões do planeta repletos de biodiversidade que são a Amazônia e a bacia fluvial do Congo, ou os grandes lençóis freáticos e os glaciares. A importância destes lugares para o conjunto do planeta e para o futuro da humanidade não se pode ignorar. Os ecossistemas das florestas tropicais possuem uma biodiversidade de enorme complexidade”.

O Comandante do Exército, General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, em recente palestra sobre a Amazônia, feita na sede do Ministério da Defesa, constatou que ali existe “falta de infraestrutura, desmatamento, contrabando e questões sociais”. E acrescentou: “O Brasil até hoje não tem uma política específica para a Amazônia” (Folha Militar, 10-6-15).

Se não abrirmos os olhos, tudo – ecologia, indigenismo, minérios no subsolo – será pretexto para nos roubarem a Amazônia.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


Anjos de Resgate – Novo CD “Inspiração” e download MP3 FREE

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Percorrendo todo o Brasil, Anjos de Resgate é um fenômeno que já vendeu cerca de 1 milhão de cópias, conquistando 6 discos de ouro, 2 discos de platina, 1 disco de platina duplo, 2 DVDs de ouro, sendo a primeira banda a receber a premiação de DVD de ouro na história da música católica.

Mantendo a sua tradição de inovação e qualidade, a banda inova com mais uma obra, lançando o CD Inspiração.

O CD nasceu de um momento forte de renovação que penetrou em toda banda, a entrada de Diego Tiguez foi parte desse processo, valorizando suas raízes, estilo musical e letras que marcaram esses 15 anos de história da banda.

“Inspiração” traz uma nova marca em qualidade musical, dentro da sequência de música católica no Brasil: “demos tudo que tínhamos de melhor para produzir as músicas que nos foram inspiradas, com a qualidade que éramos capazes de tocar, cantar, gravar e reproduzir”.

Assim como você inspira o ar, que esse CD ajude a inspirar o amor que fortalece a sua vida, o amor que vem de Deus, o amor que nasce a cada dia e impulsiona viver a alegria da caminhada.

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Fonte: Portal da Música Católica


A quem estes bispos prestam culto?

ASSOMBRO, CONFUSÃO, DESCONCERTO

Alejandro Ezcurra Naón

 Um bruxo andino realiza uma oferenda às deidades Pachamama, Tata Inti e aos Malkus. Atrás dele, um grande número de bispos…

Um bruxo andino realiza uma oferenda às deidades Pachamama, Tata Inti e aos Malkus. Atrás dele, um grande número de bispos…

Ninguém ignora que a Igreja Católica vive hoje dias tormentosos, marcados por perseguições cruentas na Ásia e na África, e incruentas, mas não menos implacáveis, no Ocidente laicizado. Tal quadro é agravado por sérias dissensões internas como as ocorridas no último Sínodo Extraordinário de Bispos, realizado no mês de outubro de 2014 em Roma.

Somam-se a esse quadro as atitudes e condutas completamente contraditórias de autoridades eclesiásticas em relação à sua missão de orientar o rebanho de Jesus Cristo, causando confusão, desconcerto e escândalo entre os fiéis.

Uma deplorável amostra disso ocorreu no dia 17 de janeiro último no Chile, por ocasião da sagração do novo bispo diocesano de Arica, Dom Moisés Atisha.

No final da cerimônia, diante da catedral e na presença de todos os bispos assistentes — entre eles o Núncio Apostólico e o Cardeal-Arcebispo de Santiago —, realizou-se um estranho ritual pagão, executado por um bruxo. Tratou-se de uma oferenda às deidades Pachamama (a terra), Tata Inti (o sol) e os Malkus (espíritos das montanhas).

Em um “altar” improvisado sobre um tapete colocado no chão, o xamã ofereceu folhas de coca, sementes, água e chicha fermentada. Em seguida, impôs colares de papel colorido ao novo bispo e ao prelado consagrante, Dom Cristian Contreras, os quais depois se ajoelharam diante do “altar” idolátrico para recolher algumas folhas de coca “bentas” pelo bruxo, parecendo que também as ofertavam.

A imprensa evitou noticiar o insólito fato, mas fotografias tiradas na ocasião se difundiram nas redes sociais, causando nos fiéis estupor e repúdio generalizado.

Tal reação é mais do que justificada. “Todos os deuses dos gentios são demônios”, adverte o Espírito Santo pela boca do Salmista (Ps. 95, 5). E o reitera por meio de São Paulo, quando este previne os Coríntios: “Meus queridos, fugi da idolatria”, advertindo-os de que “os pagãos oferecem seus sacrifícios aos demônios e não a Deus”.

Tomado de santo zelo, o Apóstolo acrescenta: “Eu não quero que vocês entrem em comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; tampouco podem sentar-se à mesa do Senhor e à mesa dos demônios” (I Cor. 10, 14 ss.).

 

*     *     *

      Alguém poderá objetar que exageramos o alcance do fato, que a oferenda desse xamã não foi um ato religioso, mas cultural, folclórico, próprio de uma pessoa ignorante em matéria de fé.

Tal hipótese poderia talvez ser admitida no caso do bruxo, mas jamais no dos ministros de Jesus Cristo, bispos da Santa Igreja! Estes sabem muito bem que cultos como o da “pachamama” são formas da velha gnose panteísta, a superstição diametralmente oposta à fé católica.

Dita crença nega a existência de um Deus único e pessoal, Criador de todas as coisas, e em seu lugar atribui qualidades divinas às criaturas, considerando-as fragmentos de um “deus cósmico” disseminado pelo Universo, com o qual se confundem. Este erro possui mil variantes, sendo uma delas a idolatria da Terra como um ser vivo e dotado de espírito.

Cabe então perguntar: ajoelhar-se diante da “pachamama” não é propriamente “sentar-se à mesa dos demônios”? Que outra interpretação pode ser dada ao fato? E que juízo fariam dele o grande evangelizador do Peru, São Toríbio de Mongrovejo, ou os milhares de mártires que como o bispo Santo Inácio de Antioquia preferiram morrer a oferecer incenso aos ídolos romanos?

Deixamos a resposta ao bom discernimento do leitor. Mas, por um dever de justiça, não podemos deixar de assinalar que, em pelo menos dois de seus livros, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira já previra que à medida em que o processo revolucionário de Ocidente caminhasse para seu desfecho no caos, o comunismo deixaria de ser sua ponta de lança, e uma nova revolução ocuparia seu lugar: O tribalismo indígena.

Nessa revolução neotribal o fator ideológico já não pesaria: a razão ficaria “atrofiada e feita escrava a serviço do totemismo transpsicológico e parapsicológico”, no qual já seria dado ao católico “divisar as fulgurações enganosas, o cântico a um tempo sinistro e atraente, emoliente e delirante, ateu e fetichisticamente crédulo com que, do fundo dos abismos em que eternamente jaz, o príncipe das trevas atrai os homens que negaram Jesus Cristo e sua Igreja”.

E como tentaria essa neo-revolução penetrar na Igreja? Paralelamente à atrofia da razão, o ensino da doutrina católica se evanesceria e a própria estrutura eclesiástica iria se transformando “num tecido cartilaginoso, mole e amorfo, de dioceses e paróquias sem circunscrições territoriais definidas, de grupos religiosos em que a firme autoridade canônica vai sendo substituída gradualmente pelo ascendente dos ‘profetas’ mais ou menos pentecostalistas, congêneres, eles mesmos, dos pajés do estruturalo-tribalismo, com cujas figuras acabarão por se confundir”.

Isto fora previsto por Plinio Corrêa de Oliveira quatro décadas atrás, em 1976, ao redigir a Parte III de Revolução e Contra-Revolução. Naturalmente esse derrapar da Igreja para o tribalismo deveria contar com a colaboração de membros da Hierarquia, especialmente daqueles que no tempo do socialismo e do comunismo foram coniventes com eles (no Chile não foram poucos!…).

Se a advertência do saudoso líder católico tivesse sido ouvida, assistiríamos hoje à deplorável paródia religiosa aqui descrita?

(*)  Alejandro Ezcurra Naón é   colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


Patti Smith está entre os 18 artistas convidados pelo Papa Francisco para fazer o show anual de Natal. Decisão vem dividindo opiniões

Patti e Papa

Se o Papa João Paulo II era pop, temos agora um Papa punk.  Francisco convidou a cantora punk Patti Smith para cantar no concerto anual de Natal do Vaticano junto com outros 18 artistas. O anúncio foi feito pela Santa Sé ontem. Conhecida como a “Avó do Punk”, Smith se apresentará no Auditório de Conciliação de Roma, no dia 13 de dezembro. O concerto será transmitido ao vivo pela TV.

A Associação católica Portosalvo se manifestou contra o convite e chamou a idéia de “blasfêmia”. Já para Anthony DeCurtis, editor da Revista Rolling Stones, o convite faz sentido. “A pessoa que teve essa idéia entendeu o quanto a atmosfera católica é envolvida no trabalho de Patti Smith. É sobre salvação e redenção”.

Em abril de 2013, a roqueira assistiu à audiência geral do papa na praça São Pedro e o cumprimentou.Na ocasião, ela se disse “muito feliz” por ter conseguido saudar o pontífice, que, como ela “tanto queria”, escolheu um nome para homenagear São Francisco de Assis.

Fonte: Diário do Nordeste


Freira italiana arrebenta em “Livin’ On A Prayer”

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Por Marcelo Araújo | Fonte: Ogro do Metal

Cristina Scuccia, uma freira siciliana de 27 anos de idade, e atual vencedora do programa The Voice italiano, lançará no dia 11 de novembro um álbum composto por dez covers e duas canções inéditas, com todas essas músicas sendo escolhidas por ela pelo “conteúdo do texto e seu significado”. O mais curioso disso tudo, é que uma das faixas se trata de uma versão da polêmica música “Like A Virgin”, originalmente lançada pela cantora Madonna em 1984.

“Sister Cristina”, como é conhecida por todos, fez belíssimas apresentações no programa, conquistando de forma arrebatadora os quatro jurados. Confira abaixo o vídeo de “Livin’ On A Prayer”.

Para conhecer a belíssima história por trás dessa canção, acesse o link abaixo.

Bon Jovi: o mistério de Tommy e Gina em “Livin’ On A Prayer”

Fonte: Bon Jovi: freira italiana arrebenta em “Livin’ On A Prayer” http://whiplash.net/materias/curiosidades/212911-bonjovi.html#ixzz3HyTmoMT2


P.O.D, novo álbum, mais uma polêmica.

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A banda P.O.D.  anunciou em sua página do Facebook a capa do novo álbum, “SoCal Sessions” que será um álbum acústico. O trabalho será lançado no dia 17 de novembro pela T-Boy Records.

A arte da capa causou um certo espanto para muitos fãs, principalmente fãs brasileiros que estão discutindo a essência da arte na página da banda, alguns agindo com mais compreensão, outros nem tanto, é possível ler comentários bem agressivos por parte de alguns brasileiros na página.

Para quem já acompanha a banda a mais tempo, a capa não foi motivo de muita surpresa, já que se sabe que apesar de ser uma banda cristã, a P.O.D. não é uma banda essencialmente protestante. Não é a primeira vez que imagens pertencentes ao culto católico estão associadas à banda. A capa do álbum “Payable on Death” e  “The Fundamental Elements of Southtown” também foram alvo de muita polêmica, bem como algumas cenas do clipe “Goodbye for Now” onde o baterista aprece com uma camisa com uma estampa da Virgem Maria nas costas.

Concordando ou não, já sabemos que essa história vai render uma boa novela, pelo menos aqui no Brasil, onde falta muita informação na maioria dos casos. Que isso não gere para eles uma imagem generalizada do público brasileiro associada à intolerância e desrespeito. E que isso também não possa afetar as prováveis próximas turnês da banda por aqui.

Para comprar o novo álbum, basta clicar aqui e fazer sua encomenda.

Fonte: Apenas Música


Eterna: ouça “Medo”, a nova música da banda

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Por Paulo Pontes | Fonte: Eterna

A banda de metal cristã Eterna, divulgou em seu canal oficial no Youtube uma nova música, “Medo”, presente no mais recente disco da banda, “Spiritus Dei”.

O álbum foi gravado, produzido, mixado e masterizado por Neno Fernando no NF-Estúdio em São Paulo.

Confira.