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ATO DE REPÚDIO À PEÇA “JESUS CRISTO SUPERSTAR”

Em frente do teatro “Tomie Ohtake”, na capital paulista, ato público de protesto contra a representação blasfema “Jesus Cristo Superstar”

Em frente do teatro “Tomie Ohtake”, na capital paulista, ato público de protesto contra a representação blasfema “Jesus Cristo Superstar”

 

Essa eu recebi por email. Confere:

“Favorecida por verbas públicas — através do Ministério da Cultura, que autorizou a captação de R$ 5,7 milhões pela lei Rouanet —, estreou no dia 14 de março, no teatro “Tomie Ohtake” da capital paulista, a peça blasfema “JESUS CRISTO SUPERSTAR”. Ela denigre e escarnece a figura sacrossanta de Nosso Senhor Jesus Cristo e com isso a fé Católica. Entre várias ofensas, nosso Redentor é apresentado como um revolucionário que manteve relações ilícitas com Santa Maria Madalena, e os Apóstolos são apresentados como bêbados. Para maiores informações, recomendamos o site www.ipco.org.br

Na tarde desse mesmo dia, teve início uma campanha de rua, promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, distribuindo ao público nas proximidades do teatro um manifesto de repúdio à encenação que afronta a Honra do Divino Salvador. O referido Instituto convida todos a participarem em seu site de um abaixo-assinado, que já ultrapassou 38 MIL firmas.

E à noite, pouco antes do início da ignóbil “ópera-rock”, realizou-se um ato de protesto em frente ao teatro, repudiando a peça e em reparação a Nosso Senhor. Consistiu na recitação de um terço, proclamação de slogans, bem como em cânticos e toques musicais. Desse ato participaram também as associações Devotos de Fátima, Sagrado Coração de Jesus e Brasil pela Vida. Eventos públicos análogos ocorreram em diversas outras cidades brasileiras.

A esse propósito, e também em espírito de reparação pela injúria lançada contra o Deus Humanado, transcrevemos aqui palavras de Plinio Corrêa de Oliveira, extraídas da Via Sacra redigida por ele em 1951. Palavras lapidares que salientam o quanto as dores morais são piores que as corporais. Neste sentido, pode-se afirmar que aqueles que zombam de Nosso Senhor — como ocorre na mencionada peça teatral — renovam em nossos dias a Crucifixão do Divino Redentor.

“Que são os males do corpo, em comparação com os da alma? Se Jesus sofresse todos aqueles tormentos, mas ao seu lado houvesse corações compassivos! Se o ódio mais estúpido, mais injusto, mais alvar, não ferisse o Sagrado Coração enormemente mais do que o peso da Cruz e dos maus tratos feriam o Corpo de Nosso Senhor! Mas a manifestação tumultuosa do ódio e da ingratidão daqueles a quem Ele tinha amado… a dois passos, estava um leproso a quem havia curado… mais longe, um cego a quem tinha restituído a vista… pouco além, um sofredor a quem tinha devolvido a paz. E todos pediam a sua morte, todos O odiavam, todos O injuriavam. Tudo isto fazia Jesus sofrer imensamente mais do que as inexprimíveis dores que pesavam sobre seu Corpo”.

E-mail para o autor: catolicismo@terra.com.br

(*) Paulo Roberto Campos é jornalista e colaborador da ABIM.


Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

 

 

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