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Tatuagens religiosas serão aceitas entre os militares desde que não interfira nas missões

‘Expressões individuais de crenças sinceras’ serão permitidas pelos comandantes

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post
tatuagem

As forças armadas dos Estados Unidos passarão a tolerar tatuagens religiosas ou outros adereços ligados à determinadas crenças, como turbantes, barbas ou chapéus, desde que não interfira nas missões dos militares.

Desde que não ultrapasse a importância da uniformidade de membros a serviço, o Departamento de Defesa estabelece que “expressões individuais de crenças sinceras” serão permitidas pelos comandantes, segundo um comunicado do Pentágono.

Cada item religioso de militares cristãos, muçulmanos, judeus, wiccanos ou siques será aceito pela nova política depois de passar por uma triagem dos oficiais, que caso não aprove determinado adereço poderá encaminhá-lo para uma nova avaliação de um comando superior.

A medida de mudança sobre as questões religiosas foi tomada depois do pedido de Kamaljeet Singh Kalsi, um major sique que solicitou por seu direito de usar sua indumentária de acordo com sua comunidade religiosa, reforçado pelo interesse de outros militares siques.

Apesar da abertura dada aos artigos religiosos, alguns grupos ainda se queixam de não receber o devido respeito sobre sua liberdade religiosa dentro do serviço militar, buscando inclusive validar uma emenda que garanta definitivamente ao direito de expressar suas crenças.

“Os cristãos que optam por viver a sua fé encontram-se incompatíveis com a visão secular desta administração”, destacou Tony Perkins, presidente do Conselho de Pesquisa da Família, órgão que visa eliminar o ataque contra a religião nas forças armadas norte-americanas.

Vários casos de coalizão entre grupos religiosos e militares contra a liberdade religiosa têm conduzido a episódios controversos nos EUA. Em novembro de 2013, capelães militares foram proibidosde usar o nome de Jesus ou recitar a Bíblia na classe de um programa de treinamento.

Já em abril de 2013, evangélicos e católicos foram apontados como “extremistas”, comparados com terroristas ou membros da seita racista Ku Klux Klan.

 

Fonte: The Christian Post

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