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Símbolos do Movimento Nova Era e outras religiões (Parte 9)

Postado em Igreja com as tags , , , , em 14/03/2010 por Amauri Menezes

SÍMBOLOS MAÇÔNICOS

O ESQUADRO E O COMPASSO

O compasso e o esquadro reunidos tem sido mais antiga bem como a mais comum representação da Instituição Maçônica. Tanto se apresentou este símbolo compasso-esquadro, que ele é prontamente reconhecido, até mesmo pelos profanos (pessoas não iniciadas na Maçonaria). É o sinal distintivo do Venerável Mestre (Presidente da Loja) uma vez que esotericamente representa a “Justa Medida”.

A Justa Medida quer dizer em última análise a Retidão. Faz lembrar aos maçons em geral e a cada instante que todo as suas ações deverão ser plantadas com serenidade, bom senso e espírito de justiça. Faz recordar o compromisso solene assumido pelo iniciado, de sempre agir dentro de uma escola de perfeita honestidade e retidão.

O COMPASSO - O Compasso é considerado um Símbolo da espiritualidade e do conhecimento humano. Sendo visto como Símbolo da espiritualidade, sua posição sobre o Livro da Lei varia conforme o Grau. No Grau de Aprendiz, ele está embaixo do esquadro, indicando que existe, por enquanto, a predominância da matéria sobre o espírito . A abertura indica o nível do conhecimento humano, sendo esta limitada ao máximo de 90º, isto é ¼ do conhecimento. A sua Simbologia ainda é muito mais variada, podendo ser entendido como Símbolo da justiça, com a qual devam ser medidos os atos humanos. Simboliza a exatidão da pesquisa e ainda pode ser visto como Símbolo da imparcialidade e infalibilidade do Todo-Poderoso.

O ESQUADRO – O primeiro instrumento passivo e companheiro por excelência do Compasso é o Esquadro. Seu desenho nos permite traçar o ângulo reto e, por tanto, esquadrejar todas as formas. Deste modo, é visto como Símbolo, por excelência, da retidão. É também a primeira das chamadas Jóias Móveis de uma Loja, constituindo-se na Jóia do Venerável, pois, dentre todos, este deve ser o mais justo e eqüitativo dos Maçons. O Esquadro, ao contrário do Compasso, representa a matéria; por isso é que, em Loja de Aprendiz, ele se apresenta sobre o Compasso. Predominância da Matéria sobre o espírito.

A LETRA “G’: É o símbolo de Deus, o Divino Geômetra. Uma das razoes de ser tomada como símbolo sagrado da Divindade, é que, com ela, a palavra Deus, se inicia em vários idiomas. GAS, em Siríaco; GADA, em persa; GUD, em sueco; GOTT, em alemão; GOD, em inglês, etc.

A TROLHA

A TROLHA – Ou colher de pedreiro. Trata-se de uma espécie de pá achatada com a qual os Pedreiros assentam e alisam a argamassa. Sendo um instrumento neutro, deve ser visto como um Símbolo da tolerância, com que o Maçom deve aceitar as possíveis falhas e defeitos dos demais Irmãos. Pode ser vista, também, como um Símbolo do amor fraternal que será, então, o único cimento que uniria toda a Maçonaria. Desta forma, passar a Trolha, significa perdoar, desculpar, esquecer as diferenças. Entendida desta forma, pode ser vista como Símbolo da Paz que deve reinar entre os Irmãos.

O AVENTAL

É o símbolo do trabalho. É a parte principal do vestuário maçônico, constituindo-se um dos símbolos mais importantes da Maçonaria. Tem a forma de um retângulo, encimado por um triângulo; nos dois primeiros graus são simples, sem enfeites ou adornos, e de tecido branco. Os aventais dos demais graus, tem cor e desenhos variados, conforme os graus que representa e conforme o rito adotado. O fundo porém é sempre branco.

A PEDRA BRUTA

Simboliza a inteligência do aprendiz maçon, ainda rude, porque com os vestígios do Mundo Profano, está apenas iniciando sua aprendizagem nos Mistérios da Maçonaria. As arestas desta Pedra Bruta cabe ao aprendiz desbastar disciplinando, educando instruindo sua personalidade, objetivando vencer suas paixões e subordinar sua vontade à prática do bem. Assim a tarefa principal do Aprendiz consiste em trabalhar e estudar para adquirir o conhecimento do simbolismo do seu grau e a sua interpretação filosófica.

O MALHO E O CINZEL

Estas duas ferramentas servem para desbastar a pedra bruta.

A primeira representa nossas resoluções espirituais: éo cinzel de aço, que se aplica sobre a pedra com a mão esquerda lado passivo, e corresponde à receptividade, ao discernimento especulativo

A segunda é a vontade executiva, o malho, insígnia do mando, vibrado com a mão direita, lado ativo, relacionada coma energia atuante e a determinação moral donde dinama a realização prática.

A PEDRA CÚBICA

Havendo o Aprendiz trabalhado na Pedra Bruta como Malho e o Cinzel, transformando-a num cubo imperfeito, caber ao Companheiro (Grau 2), polir este cubo com o auxílio do esquadro, do Nível e do Prumo, tornando-a finalmente em pedra cúbica. Desbastadas as rudes arestas da personalidade, ainda como Aprendiz, cabe agora, ao Companheiro disciplinar suas ações através do conhecimento adquirido realizando contornos e nuances delicadas em seus psiquismos, fazendo então, do seu “eu”, um cubo perfeito, a pedra polida que assim estará apta a ser utilizada na construção do edifico do Templo, isto é, a humanidade Perfeita.

O MALHETE

É o instrumento de trabalho do Venerável Mestre e dos Vigilantes (na hierarquia os dois cargos logo abaixo do Venerável Mestre e que juntamente com ele dirige os trabalhos da loja)

Nada mais é que uma espécie de malho, e como tal é símbolo da vontade, da força, do trabalho e da determinação. Um aspecto fundamental na utilização deste instrumento é o do discernimento e lógica que devem conduzir a vontade. Utilizando ao caso, com força apenas, ele passará a ser um instrumento de destruição, incompatível com a Maçonaria.

O DELTA LUMINOSO

Também chamado de Triângulo Fulgurante, representa na Maçonaria o Supremo Criador de todas as coisas, cujo olho luminoso é o Olho da Sabedoria e da Providência, que observa tudo que vê e provê. Ele simboliza também, os atributos da Divindade: Onipresença, Onividência e Onisciência, que o verdadeiro maçon tem como lembrete divino de sua suprema relevância para sua vida.

Não sendo efetivamente uma religião, a Maçonaria compreende e reverencia todas as crenças e cada crente maçom pode ter no Delta Luminoso a representação de todos os sentimentos de religiosidade.

Ele é como uma lembrança para uma advertência permanente e solene, traduzida pela compreensão fraternal, que não procura sobrepor a importância de qualquer religião em particular, as demais profissões de fé.

Espiritualistas por princípio, sabem os maçons, na interpretação do Triangulo Fulgurante, que há um Deus que tudo vê e por esta razão entendem que uma oportunidade de fazer o bem que deixam escapar , é uma eternidade que se lhes espera.

OBS: Há muitos outros símbolos na Maçonaria. Apresentamos aqui somente os mais difundidos e conhecidos do povo em geral.

Fontes:
* Ritual de instruções do Aprendiz-maçom – GOMG
* A Total Perfectibilidade – Welington Paiva
* Sociedades Secretas – A. Tenório de Albuquerque

Via: http://www.aminternacional.org/maconaria_simbolos_maconicos.html

Encerrando por aqui então essa série sobre Símbolos do Movimento Nova Era e outras religiões. Darei sequência com mais uma série sobre símbolos cristãos, ainda relacionado com símbolos religiosos.

Meus agradecimentos a todos que acompanham esse blog, em especial essa série de posts que foi uma sugestão do meu amigo e irmão Jonas Silva, da Comunidade Ágape de Macaé. Valeu, brother!!!!! Deus abençoe a todos em nome de Jesus!

Amauri Menezes.

Símbolos do Movimento Nova Era e outras religiões (Parte 8)

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , em 14/03/2010 por Amauri Menezes

SÍMBOLOS DE CONOTAÇÃO SATÂNICA

Cruz Invertida

Um dos símbolos que mais polemiza por ser um símbolo de origem cristã. No satanismo é um símbolo de zombaria da Cruz Sagrada de Jesus. Usado em rituais satânicos.

Na realidade, os satanistas se apossaram desse símbolo para significar o homem em sua queda moral e espiritual. Mas essa é, na verdade, a conhecida Cruz de São Pedro.

No livro  “História Eclesiástica: os primeiros quatro séculos da Igreja cristã”, de Eusébio de Cesaréia, editado pela CPAD – Casa Publicadora das Assembléias de Deus (2000), pág. 79, lemos: “Pedro parece ter pregado aos judeus da dispersão em Ponto, Galácia, Bitínia, Capadócia e Ásia, e no fim chegou a Roma e foi crucificado de cabeça para baixo, pois pediu para si esse sofrimento”.

Antes de Eusébio, já Orígenes falara a mesma coisa: “Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo”.

Se você também consultar a “Grande Enciclopédia Larousse Cultural“, ilustrada, vol. 7 (1998), verbete “Cruz”, na pág. 1713, poderá ver que existe um quadro contendo 26 tipos de cruzes, entre elas (a nº 3), uma cruz invertida devidamente chamada “cruz de São Pedro”, por fazer referência ao martírio do bem-aventurado Apóstolo. Como você pode ver então, a cruz invertida tem uma origem cristã e não satânica.

Pedro foi crucificado quase mil anos antes dos satanistas forjarem essa paródia com os cristãos, e a intenção: vilipendiar a Igreja de Jesus Cristo. E parece que tem muito cristão indo nessa mesma onda.

Cruz Satânica ou Cruz da Confusão

Usada pelos que odeiam Cristo. Simboliza a confusão que satanás quer produzir na fé dos homens (1 Cor 14.33; Gl 1.7).

Cruz de Nero

Ou “pé-de-galinha”. É uma cruz com os braços quebrados e caídos. Simboliza a “verdadeira” paz sem Cristo. O círculo representa o inferno. Símbolos no movimento Hippie e Ecologia. (Jo 14.27)

Pentagrama

Um pentagrama (do grego antigo πεντάγραμμος) é uma estrela composta por cinco retas e que possui cinco pontas.

Ao pentagrama são atribuídos vários significados esotéricos.

Originalmente símbolo da deusa romana Vênus foi associado a diversas divindades e cultuado por diversas culturas. O símbolo é encontrado na natureza, como a forma que o planeta Vênus faz durante a aparente retroação de sua órbita. Não simboliza qualquer coisa referente ao satanismo. Trata-se de um dos símbolos pagãos mais utilizados na magia cerimonial pois representa os quatro elementos (água, terra, fogo e ar) coordenados pelo espírito, sendo considerado um talismã muito eficiente.

O pentagrama é conhecido também como o símbolo do infinito, já que é possível fazer outro pentagrama menor dentro do pentágono regular do pentagrama maior , e assim sucessivamente.

Possui simbologia múltipla, sempre fundamentada no número cinco, que expressa a união dos desiguais. Representa uma união fecunda, o casamento, a realização, unindo o masculino,o 3, e o feminino, o 2, simbolizando ainda, dessa forma, o andrógino.

O pentagrama é um símbolo muito utilizado pelos eruditos da escola francesa de Cabala. Autores como Eliphas Levi e Papus o estudaram a fundo e o estabeleceram como um símbolo de proteção, Vontade e Bem.

O pentagrama é composto de um pentágono regular e cinco triângulos isósceles côngruos, tal que a razão entre o lado do triângulo e sua base (lado do pentágono) é o número de ouro.

O pentagrama também foi usado como emblema da escola pitagórica.

Baseados na antiga astronomia ptolomaica, que tentava manter a órbita dos outros planetas ao redor da Terra, astrônomos do passado especulavam órbitas excêntricas para os planetas e isso fez com que, aparentemente, a órbita de Venus desenhasse um pentagrama no espaço.

Para os pagãos, cada ponta do pentagrama representa um dos Cinco Elementos da Natureza: Ar, Fogo, Água, Terra, e um espírito que a todos coordena.

Cinco Elementos da Natureza e o Pentagrama

Atualmente, muitos pagãos usam um Pentagrama no pescoço, como símbolo de orgulho da sua religião e representando a sua fé, ou ainda como um amuleto de proteção. É importante notar que isso não é nenhuma obrigação para qualquer religião pagã.

Além do seu significado primordial, dos cinco elementos, o pentagrama também representa o corpo humano (os 4 membros e a cabeça). Para alguns dos pagãos, então, o pentagrama passa ainda a ser conhecido como “estrela do microcosmo” (pequeno universo), que simboliza o mago dominando o espírito sobre a matéria, inteligência sobre instintos, mente sobre o corpo.

Nos rituais da religião Wicca, além de ser um dos símbolos da deusa, o pentagrama às vezes é usado como símbolo da terra, outras vezes para consagrar os instrumentos ritualísticos, objetos e amuletos.

O pentagrama pode ser feito de qualquer material (metal, madeira, argila, vidro, etc.) e até desenhado em pedaços de pano ou mesmo no chão.

Muitas pessoas que se intitulam satanistas usam o Pentagrama invertido (com duas pontas para cima), afirmando significar o triunfo da Matéria sobre o Espírito. Ainda que, originalmente, o Pentagrama com duas pontas para cima já aparecia, no paganismo pré-cristão, como um dos símbolos da Grande Mãe (pela semelhança com um canal vaginal, um útero e duas trompas). Assim sendo, o pentagrama invertido possui significados paralelos.

Signo de Lúcifer

Este sinal é o símbolo da bandeira de Lúcifer. O círculo representa o planeta Terra como reino de satanás. O ponto são os homens, instrumentos a serviço deste reino (Dt 6.13).

Serpente

Assim como o dragão e o escorpião, a serpente é associada ao próprio satanás. (Ap 20.2; Lc 10.18-19)

Olho de Hórus

Usado em roupas e outros meios. Simboliza o olho de satanás vendo tudo e chorando por aqueles que estão fora do seu alcance – judeus e cristãos principalmente – (At 13.10 e Rm 16.20).

Olho de Lúcifer

É um olho dentro de um triângulo. Simboliza o olhar de satanás sobre as finanças do mundo – ver nota de um dólar – (Lc 16.13). Também usado pela maçonaria, é o olho que tudo vê (Apenas Deus é onipresente).

Raio

É o reconhecimento do poderio de satanás, senhor, Satã, e a disposição de estar a seu serviço (Lc 10.18).

Cabeça de Bode

É um símbolo de zombaria ao cordeiro de Deus: “Jesus”. No satanismo é o símbolo do demônio “Amon”. (Jo 1.29)

Mancha Louca ou de Sangue

Usada principalmente em automóveis. É uma gota de sangue em zombaria ao sangue redentor de Jesus (Mt 26.28).

Besouro ou Escaravelho

Símbolo que mostra que a pessoa que usa tem poder dentro do satanismo (Ap 17.12-14).

Chifrinho

Satã é o Senhor! Usado por artistas ligados à música (principalmente Rock) e seus fãs. Simboliza o louvor em rituais satânicos (Is 58.9).

Em resposta, o Rock cristão usa o famoso “unchifrinho” que pode ser feito de duas formas:

Esse gesto significa “I love you” na linguagem de libras para surdos-mudos.

Ou assim, declarando que o diabo já caiu por terra!!!

SS

Usado por grupos nazistas e grupos de Rock também em roupas, broches, tatuagens, etc. Simboliza o louvor e invocação de satanás (Mt 22.37).

Hang Loose

Dizem que esta saudação começou a ser utilizada quando algures no mundo (penso que foi no Havai, onde se pode surfar muito) um Rei que por acaso só tinha os dedos polegar e mindinho numa das mãos (talvez tivessem sido comidos por um tubarão ou algo do gênero), estava a surfar e, ao acenar para a multidão que o observava da praia, usou essa mão. Obviamente que as pessoas viram só os dedos que ele tinha, mas parece que a partir daí os surfistas começaram a usar esse gesto, ou melhor, um equivalente (que eu saiba, ninguém andou por lá a cortar dedos só para ficar igual ao rei).

Mas, para os satanistas, significa frouxidão, relaxamento, estado de embriaguez, de prostração, de negligência. Este gesto significa também o rebaixamento e queda da trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – (os três dedos abaixados) e exaltação do diabo. Os dois dedos levantados (polegar e mínimo) formam o chifre que simboliza o diabo.

Enfim, mais uma paródia dos satanistas.

Tridente

Espécie de garfo gigante com três pontas; representa a maneira como o diabo segura e fere fortemente suas vítimas; muito usado em rituais de magia negra (Jo 8.44). Simboliza uma aliança com o poder das trevas (1 Cor 10.21).

Pesquisa feita por: Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fontes:

*http://caiafarsa.wordpress.com/

*http://pt.wikipedia.org/wiki/Pentagrama

*Grupo Sandálias de Cristo

Na sequência, um post sobre símbolos maçônicos, em Símbolos do Movimento Nova Era e outras religiões (Parte 9). Aguardem!

Amauri Menezes.

Símbolos do Movimento Nova Era e outras religiões (Parte 7)

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , em 12/03/2010 por Amauri Menezes

Chifre

Usado em colares, pulseiras, brincos, etc. Simboliza o afastamento de fluídos negativos (mal olhado, olho gordo…). É usado no pescoço, como pendentes em pulseiras, na sala principal das casas como amuleto e objeto de superstição (Gl 5.19-21 e Is 3.16-23).

Cruz Suástica

Para o Movimento Nova Era simboliza o movimento cósmico e perpétua regeneração (2 Sm 12.23). A cruz suástica é inspiração de Chamberlain, um vidente satânico e conselheiro de Hitler. Foi ele que inspirou a Hitler as idéias de um reino de terror e poder. Também conhecida como cruz gamada. Trata-se de um símbolo místico usado há mais de três mil anos.

Lua Celta

Amuleto de proteção. Os Celtas paganizaram muitos dos símbolos cristãos, sob a roupagem de adaptação cultural do cristianismo (Mc 10.1 ou Sl 90.4).

Triskle Celta

Associado aos quatro elementos básicos da natureza – a terra, o fogo, o ar e a água – , o triskle celta é o símbolo que sintetiza toda a sabedoria desse povo. Ele representa as três faces da mulher, considerada a expressão máxima da natureza: a anciã, a mãe e a virgem. Usado como talismã, esse objeto atrai as três principais qualidades femininas – ou seja, a intuição, a ternura e a beleza – e ajuda a obter proteção contra todos os males. A divindade relacionada a esse talismã é a própria natureza, cultuada pelos celtas (1 Cor 8.5; 10.20; 12.2).

Cruz Celta

Associada à coragem e ao heroísmo, a cruz celta ajuda a superar obstáculos e a conquistar vitórias graças aos próprios esforços. Atrai reconhecimento, fama e riqueza, mas essas bênçãos só são garantidas para quem trabalha com afinco e dedicação. Por isso, a cruz celta também concede força de vontade e disposição. A divindade relacionada a esse talismã é Lug, o Senhor da Criação na mitologia celta.

Mas, esse é o significado dessa cruz para os adeptos das seitas e falsas religiões. Para os cristãos, ela tem outro significado, que estudaremos em breve.

Chalice Well

Associado aos poderes mágicos, o chalice well representa o poço do Glastonbury, no fundo do qual estaria escondido o Santo Graal – o cálice usado por Cristo na última ceia. É um objeto da tradição celta mais recente, pois remonta o início da Era Cristã e ao período medieval. Usado como talismã, atrai proteção e facilita a comunicação com os seres elementais – fadas, gnomos, ondinas, silfos, salamandras e duendes. Não há uma divindade associada a esse talismã, porque ele se identifica com o cristianismo (incorporado pelos celtas), não tendo, portanto, uma ligação direta com o druidismo nem com a mitologia celta primitiva.

Cruz de Caravaca

Muitas vezes utilizado como talismã, amuleto, ou como símbolo cabalístico em rituais mágicos. Adotado pelos cruzados, templários e missionários como símbolo de proteção. Esotéricos e bruxos também a usam em seus rituais. O problema reside em se distanciar do que realmente representa – Jesus – e usar como amuleto (1 Tes 2.4).

Espiral

Simboliza o conceito de crescimento, expansão e energia cósmica. Para os antigos habitantes da Irlanda, a espiral representava o sol (Jo 4.22).

OM

É o símbolo universal da Yoga, e quando pronunciado se torna o mais poderoso dos mantras. O “Om” é considerado a origem e o fim de todos os verbos. Nele o universo se cria, se conserva e se dissolve. É o som-semente que desenvolve o centro de força da “Terceira Visão”, responsável pela intuição, meditação e pelos fenômenos da telepatia e clarividência. O “Om” é considerado o som mais próximo da palavra divina, e a origem de todas as demais.

Pesquisa feita por Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fonte: Grupo Sandálias de Cristo.

Na Parte 8 de Símbolos do Movimento Nova Era e outras religões, trarei símbolos que são totalmente relacionados ao satanismo. Fiquem ligados!!!

Símbolos do Movimento Nova Era e outras religiões (Parte 6)

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , em 10/03/2010 por Amauri Menezes

Yin-Yang

Yin Yang é na Filosofia Chinesa uma representação do príncipio da dualidade de Yin e Yang, o conceito tem sua origem no Tao (ou Dao), base da filosofia e metafísica da cultura daquele país. Em chinês este conhecido símbolo que representa a integração de Yin e Yang é denominado como “Diagrama do Tai Chi” (Taiji Tu). Mum

Segundo este princípio, duas forças complementares compõem tudo que existe, e do equilíbrio dinâmico entre elas surge todo movimento e mutação. Essas forças são:

  • Yin: o princípio passivo, feminino, noturno, escuro, frio
  • Yang: o princípio activo, masculino, diurno, luminoso, quente.

Também é identificado como o tigre e o dragão representando os opostos.

Essas qualidades acima atribuídas a cada uma das dualidade são, não definições, mas analogias que exemplificam a expressão de cada um deles no mundo fenoménico.

Os princípios em si mesmos estão implícitos em toda e qualquer manifestação.

Os exemplos acima não incluem qualquer juízo de valor, e não há qualquer hierarquia entre os dois princípios. Assim, referir-se a Yin como negativo apenas indica que ele é negativo quando comparado com Yang, que será positivo. Esta analogia é como a carga elétrica atribuída a protons e eletrons: os opostos complementam-se, positivo não é bom ou mau, é apenas o oposto complementar de negativo.

O diagrama do Taiji simboliza o equilíbrio das forças da natureza, da mente e do físico. (Preto) e (branco) integrados num movimento contínuo de geração mútua representam a interação destas forças.

A realidade observada é fluida e em constante mutação, na perspectiva da filosofia chinesa tradicional. Portanto, tudo que existe contém tanto o princípio Yin quanto o Yang. O símbolo Taiji expressa esse conceito: o Yin dá origem ao Yang e o Yang dá origem ao Yin.

Yin Yang então representa o equilíbrio, unidade, entre as forças contrárias: negativo e positivo, bem e mal, preto e branco. O bem e o mal é a mesma coisa, apenas são vibrações altas ou baixas. Assim, a Nova Era afirma que Deus e Lúcifer se completam, pois as forças opostas são parte da mesma perspectiva divina (3 Jo. 1.11).

Triângulo

É um símbolo de manifestação finita na magia ocidental, sendo usado em rituais para invocar os espíritos quando o selo ou sinal da entidade a ser invocada está no centro do triângulo (Lv 20.27). O triângulo é equivalente ao número três – número mágico poderoso – e é um símbolo sagrado da Deusa Tripla: Virgem, Mãe e Anciã (Sf 2.11). Invertido simboliza o princípio masculino.

Claro que nem todo triângulo é um símbolo místico ou religioso.

Fita Entrelaçada – Sem Fim

Significa a vida entrelaçada, onde há sempre uma continuidade em outras encarnações. Representa, assim, a teoria do espiritismo e da reencarnação (Ef 1.7).

Não confundir com o símbolo da Santíssima Trindade, do qual trataremos mais adiante. Nem precisa deixar de investir no Unibanco, afinal a fita também significa infinitude.

Ankh, Cruz com Laço ou Cruz Egípcia

Simboliza o desprezo da virgindade e troca de parceiros conforme a escolha pessoal. A sexualidade é a parte que purifica o ser humano, eleva o espírito e embeleza o corpo. É a volta ao paganismo antigo, cujos “deuses” promoviam as danças com barulho excessivo, as orgias, a prostituição ritual etc. (2 Pd 2.18).O Ankh simboliza no Egito antigo a vida, o conhecimento cósmico, o intercurso sexual e o renascimento.

Mais uma vez, não confundir com a Cruz de Alça, que trataremos em um próximo post.

Unicórnio

É o símbolo da liberdade e promiscuidade sexual: homossexualismo, lesbianismo, heterossexualismo, fornicacionismo, sexo grupal, a androgenia etc (Gl 5.13, 1 Pd 4.3).

Casal Transpessoal

Símbolo do fim do casamento representado pela letra ômega, última letra do alfabeto grego. Os adeptos da Nova Era dizem que o ser humano não deve pertencer a nenhuma família possessiva, mas deve ficar sempre livre para buscar outros parceiros (Gn 2.24, 1 Cor 7.4, Mt 19. 9).

Pesquisa feita por: Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fontes:

*http://knol.google.com/k/o-poder-dos-s%C3%ADmbolos#

*Grupo Sandálias de Cristo.

Símbolos do Movimento Nova Era e outras religiões (Parte 5)

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , em 08/03/2010 por Amauri Menezes

Pirâmide

A pirâmide é uma figura geométrica formada por um polígono contido em um plano (por exemplo, o plano horizontal) e um ponto V localizado fora desse plano. Uma pirâmide é a reunião de todos os segmentos que têm uma extremidade em P e a outra num ponto qualquer do polígono. O ponto V recebe o nome de vértice da pirâmide.

Coincidência ou não?

Se pegarmos a Estrela de Davi, fixarmos uma das bases de um triângulo e a outra posterior, elevarmos as pontas destes triângulos até que eles se juntem teremos construído sem muito esforço um triângulo.

Então fica-nos a pergunta. Os hebreus (de onde descendem as tribos de Israel) tinham o conhecimento da arquitetura da pirâmide ou este conhecimento foi adquirido no Egito, durante o tempo em que viveram por lá?

A pirâmide é mais que um símbolo, é monumento. Foi feita com o intuito de ser vista! E porque não a Estrela de Davi ser uma codificação da pirâmide?

A pirâmide (no caso, a Egípcia, ou mesmo as da civilização Maia) em questão, tem cinco lados: a base e quatro laterais. E também cinco pontas.
Coincidência? Talvez não.

A pirâmide é tida como elemento que capta a energia cósmica e beneficia as pessoas dando sorte nos negócios e protegendo e energizando o local de trabalho e o lar. Muitas vezes, para confundir, vem com um símbolo ou imagem cristã dentro (2 Cor 17-18).

Cristais

O cristal é usado como captador da suposta energia cósmica (chi) com o fim de equilibrar as supostas energias curativas (yin e yang). (2 Cor 17-18).

Urano

Urano simboliza a harmonia com o cosmo, adoração à deusa Gaia (terra-mãe ou mãe natureza), o que eles chamam de “Lado feminino de Deus” (Ex 20.3).

Arco-Íris pela Metade

Na Bíblia, o arco-íris completo é o símbolo da Aliança entre Deus e o Seu povo (Gn 9.13). Para a Nova Era representa a ponte entre a alma humana individual e a cidade de Shambala, governada pela “Grande Mente Universal” ou “Alma Universal”, que é Lúcifer (Is 14.12-15).

Hexagrama

No hexagrama, os triângulos são independentes e entrelaçados, diferente da Estrela de Davi. O triângulo que aponta para baixo apresenta a involução da energia divina que desce às formas mais boçais, ao passo que o triângulo voltado para cima indica a evolução dos seres a se tornarem deuses (Gn 3.5).

Pesquisa feita por: Amauri Menezes do Nascimento.

Fontes:

*http://knol.google.com/k/o-poder-dos-símbolos#

*Grupo Sandálias de Cristo.

Símbolos do Movimento Nova Era e outras religiões (Parte 4)

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , em 05/03/2010 por Amauri Menezes

Estrela de Davi

A Estrela de Davi é um símbolo muito utilizado pelo Judaísmo, Cristianismo e outras religiões. Trata-se de uma estrela com seis pontas, formando em seu interior um hexagrama (figura geométrica com seis lados iguais e seis ângulos iguais). No entanto, ela tem uma particularidade, pois é formada por dois triângulos invertidos entrelaçados. Esta figura pode ser encontrada na bandeira de Israel.

Alguns estudiosos acreditam que as seis pontas simbolizam o controle de Deus sob o universo em todas as seis direções: norte, sul, leste, oeste, em cima e em baixo. Outra explicação seria a de que a estrela de seis pontas recebe forma e substância através de seu centro. A parte interna representa a dimensão espiritual, cercada pelas seis direções universais (uma idéia semelhante se aplica ao Shabat, o sétimo dia que dá equilíbrio e perspectiva ao seis dias de semana).

Na Cabalá, os dois triângulos representam as dicotomias inerentes ao homem: bom versus mal, espiritual versus físico, etc. Os dois triângulos também representam a relação recíproca entre Deus e o povo judeu. O triângulo que aponta “para cima” simboliza nossas boas ações que sobem para o céu, e então ativam um fluxo de bondade pelo mundo, simbolizado pelo triângulo que aponta para baixo.

Durante o período de rebelião de Bar Kochbá no primeiro século, onde este comandou seus soldados em direção a Jerusalém, reconquistando a cidade de onde, com o título de Nassi (príncipe), proclama o restabelecimento da independência do Estado Judeu. Moedas cunhadas na época trazem símbolos religiosos judaicos e inscrições como: “Segundo ano da Liberdade de Israel”, Libertação de Jerusalém”. Uma nova tecnologia estava sendo desenvolvida para os escudos utilizando a estabilidade inerente ao triângulo. Atrás do escudo havia dois triângulos entrelaçados, formando um padrão hexagonal de ponto de suporte.

A estrela de Davi (chamada de Escudo de David), é um símbolo real, um selo de realeza representativo do reinado de David sobre a Terra, e por extensão do futuro Reino Messiânico sobre a Terra ocupado por Yeshua, que nasceria de sua decendência.

O nome David em hebraico é composto de três letras na seguinte ordem: Dálet-Vav. Dálet. No hebraico antigo, a letra Dálet tinha a forma semelhante a um triângulo com vértice para cima.

A pergunta que fica é: que relação tem o fato de Yeshua ser ao mesmo tempo homem e Deus com a Sua representação na estrela de David? É porque a estrela de David é composta de DOIS triângulos. Um representa Yeshua como homem (sendo que os três lados representam a tríplice divisão do homem: ele é um espírito que possui uma alma (mente natural) e que habita num corpo físico). E o outro triângulo representa Yeshua como Deus. Os três lados deste outro triângulo fala na manifestação de Deus nas Pessoas de HaAv, HaBen e HaRuach Hakodesh. (Pai, Filho e Espírito Santo). A união dos dois triângulos falam da tarefa de Messias Yeshua de ser o Mediador e Reconciliador entre Deus e o homem.

http://www.descobrindo.com.br/ensestrela.htm

A Estrela de Davi em círculo é usada pelo movimento Nova Era como símbolo da unificação da humanidade com a força cósmica – que é um deus não cristão (1 Cor 8.5).

Pesquisa feita por: Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fontes:

*http://knol.google.com/k/o-poder-dos-símbolos#

*Grupo “Sandálias de Cristo”


Símbolos do Movimento Nova Era e outras religiões (Parte 3)

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , em 23/02/2010 por Amauri Menezes

Neste post, traremos vários símbolos relacionados à Nova Era, porém nem sempre os símbolos aqui apresentados são utilizados em conexão com alguma religião, tampouco com a Nova Era. Cabe então o uso do discernimento e do bom senso ao identificar um símbolo em algum lugar.

Borboleta

A borboleta é o símbolo próprio dos adeptos da Nova Era. Como a lagarta entra no casulo e se transforma numa borboleta, assim a humanidade passa de uma era antiga, influenciada pelo cristianismo, para uma era onde Cristo não será mais adorado (Cl 2.8-9).

Pomba com Ramo

Embora de uso legítimo pelo Cristianismo, a Nova Era usa como símbolo de sua paz, na esperança de que as águas de Peixes sequem para dar lugar à Era de Aquário, sem influência da paz pregada pelo cristianismo (Jo 14.27). Deve se tomar muito cuidado no contexto em que é apresentado o símbolo, pois ele também tem uma significação cristã.

Netuno

Simboliza a transformação das crenças. A cruz para baixo significa que todas as crenças serão destruídas para que o planeta Terra seja governado por um “Novo Messias” e uma nova doutrina, mas anticristãos (Mt 16.18).

Anarquia

Movimento que prega a destruição de toda e qualquer organização, religiosa ou não, que não queira se integrar ao novo sistema ateu universal, a ser implantado (Rm 13.1 ou Tt 3.1).

Plutão

Simboliza o novo nascimento do planeta Terra. Todos viverão em paz, sem fronteiras, acima de credos, cor e raça. Estaremos unidos a um deus que é uma mera energia cósmica e seremos como deuses (Gn 3.5). Na mitologia grega, Plutão é o deus dos infernos.

Lua-Estrela

Símbolo muito usado. Significa poder, capacidade, para transportar através do cosmos, longe do Deus revelado nas Escrituras (Gl 4.8).

Continua…

Pesquisa por Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fonte: http://www.vivos.com.br/60.htm

Símbolos do Movimento Nova Era e outras religiões (Parte 2)

Postado em Pessoal com as tags , , , em 18/02/2010 por Amauri Menezes

Símbolo oficial da Sociedade Teosófica

O símbolo da Sociedade Teosófica é uma perfeita equação algébrica com todos os termos expressos encerrando uma infinidade de valores, representando a intenção da Teosofia de redimir a humanidade da miséria, aflição e pecado, frutos da ignorância, causa de todo mal.

No alto, a cruz suástica, que simboliza o movimento cósmico; no centro a estrela de Davi, que representa os processos de involução e evolução; dentro da estrela a cruz com laço, símbolo de perversão sexual, contra a pureza sexual criada por Deus. E, em volta a serpente que representa Satanás (Ap. 13.8-9).

Este sinal, a sílaba sagrada AUM, em sânscrito, é a representação gráfica e sonora (OM) do mistério do PRÍNCIPIO UNO, manifestado em seus três aspectos – A Trindade. A letra “A” representa o nome de Vishnu (O Preservador); “U”, o nome de Shiva (O Destruidor), e M, o de Brahmâ (O Criador); é o nome místico da Divindade, a palavra mais sagrada de todas na Índia, a expressão laudatória ou glorificadora com que começam os Vedas e todos os livros sagrados ou místicos.
Todas as grandes religiões falam da Trindade embora dando nomes diferentes. Assim, por exemplo, no Cristianismo, são: PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO; na Teosofia: 1º, 2º e 3º LOGOS.

Os dois triângulos eqüiláteros entrelaçados simbolizam o Universo como dualidade Espírito-Matéria. O de vértice para cima é o do Fogo, Espírito ou Pai; o de vértice para baixo é o da Água, Matéria ou Mãe.
Os lados do triângulo do Fogo, entre outras coisas significam Existência, Consciência e Bem-Aventurança; os do triângulo da Água significam as três características da Matéria: Inércia, Movimento e Equilíbrio. Os doze lados iguais formados pelo cruzamento das linhas da figura consideradas em conjunto, representam os “dozes deuses” da Cabala e de outras religiões antigas, os doze signos do Zodíaco, os doze meses do ano.

A cruz ansata simboliza o Espírito mergulhado na Matéria e nela está crucificado, porém que ressuscitou da morte permanecendo triunfante nos braços do vitimário já vencido e, por isso, é considerada a “Cruz da Vida”, o símbolo da Imortalidade.

A cruz suástica (cruz alada ou cruz de fogo) é o símbolo da energia vertiginosa que cria um Universo. Ao contrário do que muitos acreditam, a suástica é usada há mais de três mil anos pelos chineses, tibetanos, antigas nações germânicas; encontrada também entre os bompas e budistas; usada como símbolo do budismo esotérico, figurando a frente de todos os símbolos religiosos de todas as nações antigas, sendo o mais sagrado e místico símbolo da Índia. Tem estreita relação e até identidade com a cruz cristã. Como diagrama místico de bom augúrio “svástika”, ou seja, signo de saúde, não mantém relação alguma com o símbolo usado na Segunda Grande Guerra.

A serpente que morde a própria cauda é o milenar símbolo da Eternidade, o círculo sem começo nem fim em que todos os universos crescem e declinam, nascem e morrem. Ao redor do símbolo o lema do Maharâja de Benares: Satyât nâsti paroDharma (“Não há Religião superior à Verdade”, na foto: “There is no religion higher than Truth”).

Esta serpente que pica a própria calda chama-se “Ouroboros” ou “Serpente sansara”. O círculo simboliza a roda das reencarnações.
Principalmente utilizado por: Maçonaria; Sociedade Teosófica.

Pesquisa feita por Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fontes:

*http://www.sociedadeteosofica.org.br/pagina.asp?item=6

*http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=t00120

Símbolos do Movimento Nova Era e outras religiões (Parte 1: 666)

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , , , em 01/01/2010 por Amauri Menezes

O movimento da Nova Era (do inglês New Age) possui muitas subdivisões, sendo geralmente uma fusão de ensinos metafísicos de influência oriental, de linhas teológicas, de crenças espiritualistas, animistas e paracientíficas, com uma proposta de um novo modelo de consciência moral, psicológica e social além de integração e simbiose com o meio envolvente, a Natureza e até o Cosmos.

A “Era Cristã” é considerada, pelos adeptos da Nova Era, como a “Era de Peixes” (símbolo do zodíaco), por quê, conforme a astrologia, as eras do zodíaco vão se sucedendo, dura em média 2.150 anos; atualmente, está terminando a de Peixes e deve começar, em breve, a Era de Aquarius. Para eles, a de Peixes é identificada como era cristã, visto que o peixe era, para os primeiros cristãos, um símbolo de Jesus Cristo e do “Salvador”, pois devido às perseguições da época, torturas e prisões, eles não podiam divulgar o Evangelho abertamente.

É um movimento cheio de símbolos e sobre estes é que vamos tratar em alguns posts daqui por diante. E, pra começar, vamos falar do 666.

Apocalipse 13. 16-18: “A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes sejam dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.”

O texto de Apocalipse 13. 11-18 fala de uma besta que emerge da terra, também chamada de falso profeta (16.13; 19.20; 20.10), que atua como propagandista da primeira besta, que emerge do mar. Suas ações falsificam o testemunho do Espírito Santo.

A besta introduzida em Apocalipse 13. 1-10 é uma falsificação de Cristo. Observe os seguintes paralelos: (a) A besta é uma imagem de Satanás, que Satanás trouxe à luz (13. 1), assim como Cristo é a imagem exata do Pai (Sl. 2.7; Cl. 1.15; Hb. 1. 3); (b) a besta tem dez coroas e nomes blasfemos (13.1), enquanto Cristo tem muitas coroas e nomes dignos (19.12); (c) o dragão deu à besta o seu poder, um trono e grande autoridade (13.2), assim como Cristo tem o poder (5.12, 13), o trono (3.21) e a autoridade (12.10) do Pai (Jo. 5.21-23); (d) a besta tem uma ferida aparentemente fatal da qual se recuperou (13.3), numa tentativa de imitar a ressurreição de Cristo, e a recuperação da besta é um dos fatores principais que atraem os seguidores (13.4), assim como a ressurreição de Cristo é um dos pontos principais da proclamação evangelística; (e) a adoração é dirigida tanto ao dragão com0 à besta (13.4),  assim como os cristãos adoram tanto o Pai como o Filho (Jo. 5.23); (f) a besta atrai a adoração do mundo inteiro (13.7),  assim como Cristo será adorado universalmente; (g) a besta fala blasfêmias (13.5), enquanto Cristo  proclama seu louvor a Deus (Hb. 2.12); (h) a besta guerreia contra os santos (13.7), enquanto Cristo faz guerra contra a besta (19.11-21). A canção de adoração à besta, em 13.4, falsifica a canção a Deus de Êx. 15.11. A surpreendente justaposição entre Cristo e a besta, em 19.11-21, mostra que estes são os dois guerreiros principais na batalha: Cristo é o guerreiro divino, preenchendo as imagens de Êx. 15.3; Is. 59.16-18; 6.1-6; Hc. 3.3-15; Zc. 9.13-15; 14.1-5; e a besta é o guerreiro pagão, cheio de falsidade, preenchendo a imagem de Dn. 7.1-8.

Na Ásia Menor do século I, os principais propagandistas teriam sido sacerdotes do culto ao imperador e a “Comuna da Ásia”, um concílio de representantes cidades distantes que promoviam lealdade ao imperador. Também nos tempos modernos, o totalitarismo alista propagandistas. Imediatamente antes da segunda vinda, falsos milagres acompanharão o aparecimento do homem da iniquidade (2Ts. 2.3,9). O falso profeta incorpora um modelo repetitivo.

A marca da besta é uma falsificação do selo do nome de Deus nos santos (Ap. 7.2-8; 14.1; Ez. 9). A besta se apropria daqueles que estão marcados, e eles são seus escravos (14.9; 19.20; 20.4). Especulações em torno de uma marca visível erram o alvo principal da distinção entre os dois grupos.

Número da Besta, Marca da Besta, 666, seiscentos e sessenta e seis ou ainda meia-meia-meia, é, de acordo com a tradição cristã, um número correspondente ao sinal da besta.

Os manuscritos gregos (na realidade cópias de um protótipo que, ainda que outros discutem a originalidade, foi escrito em Hebraico) não escrevem a frase literalmente como seis-seis-seis (três palavras gregas para seis em uma série — εξ εξ εξ) mas como χξϛ´ (ele é 666 em forma numérica grega) ou algumas vezes seiscentos e sessenta e seis (grego: ἑξακόσιοι ἑξήκοντα ἕξ).

O texto grego de Codex Alexandrinus do Novo Testamento recita:

Ὧδε ἡ σοφία ἐστίν• ὁ ἔχων νοῦν ψηφισάτω τὸν ἀριθμὸν τοῦ θηρίου, ἀριθμὸς γὰρ ἀνθρώπου ἐστίν• καὶ ὁ ἀριθμὸς αὐτοῦ ἑξακόσιοι ἑξήκοντα ἕξ.

Hōde hē sophia estin; ho echōn noun psēphisatō ton arithmon tou thēriou, arithmos gar anthrōpou estin; kai ho arithmos autou hexakosioi hexēkonta hex.

Na Vulgata, ou Bíblia latina:

Hic sapientia est. Qui habet intellectum, computet numerum bestiae. Numerus enfim hominis est, et numerus eius est sescenti sexaginta sex.

De acordo com a Teosofia este número tem qualidades sagradas e por isso, deveria ser usado com maior freqüência possível para representar a Nova Era, segundo os ensinamentos da Alice Bailey, suma-sacerdotisa da Sociedade Teosófica.

Os números 13 e 666 retêm uma significância peculiar na cultura e psicologia das sociedades ocidentais. É perceptível como muitos tentam evitar os supostos números de “azar” 13 e 666; e as fobias a esses números são chamadas de “triscaidecafobia” e “hexacosioihexecontahexafobia”, respectivamente. Por exemplo, quando a gigantesca fábrica de CPU Intel introduziu o Pentium III 666 MHz em 1999, eles escolheram para o mercado o Pentium III 667 com o pretexto de que a velocidade 666,666 MHz teria mais específicamente proximidade ao inteiro 667 do que o inteiro 666 MHz. Curiosamente, também, da mesma forma a empresa desenvolvedora de softwares Corel, ao lançar o que seria a versão 13 do seu conjunto de ferramentas para editorações gráficas, os lançou batizando-os de CorelDraw Graphics Suite X3, que é a versão 13 e posterior a versão 12, caracterizando assim sua superstição ao número.

Há  canções heavy metal em alusão ao número da besta:

* Iron Maiden: The Number Of The Beast;
* Drowned: By The Grace Of Evil;
* Dimmu Borgir: Enthrone Darkness Triumphant;
* Anvil: Metal On Metal;
* Brujeria: Sèis sèis sèis
* Dark Funeral: 666 Voices Inside;
* Helloween: The Dark Ride;
* Old Man’s Child: The Historical Plague;
* Tankard: Alien;
* Slipknot: The Heretic Anthem.
* Aphrodite’s Child : 666
* Avenged Sevenfold : Beast and the Harlot
* Rolling Stones : Sympathy for the Devil
* Slayer : Cult
* Zao : Praise The War Machine

Também há álbuns de rock em alusão ao número da besta.

* Marilyn Manson: Antichrist Superstar;
* In Flames: Whoracle.
* HIM: Greatest lovesongs vol.666
* Bloc Party: Helicopter (I’m thinking six, six, six)
* Pixies: Monkey Gone To Heaven
* The Number Of The Beast : Iron Maiden

Lembrando que algumas destas músicas apenas aludem ao tema, sem fazer apologia ao satanismo ou qualquer tipo de religião. Por exemplo, The Number Of The Beast (Iron Maiden) apenas aborda o tema de uma forma didática.

As pessoas esperavam o fim do mundo em 1666, que seria a soma do fim dos mil anos (quando então Satanás seria solto conforme Apocalipse 20.3), com o terrível número da besta. Mas para decepção dos prognosticadores de plantão, o fim não veio. Entretanto, para quem pensa que a superstição e especulação em torno do 666 ficaram restritas à Idade Média está muito enganado. Estes algarismos apocalípticos continuam em alta, principalmente nos meios religiosos. E, diga-se de passagem, que não só as seitas protestantes, mas até mesmo católicos, arriscam um palpite cabalístico em cima deste misterioso número, como podemos ver no livro do padre Léo Persch. A interpretação vem de uma tal Vassula, vidente católica, que diz receber visões e orientações de Jesus e Maria a respeito do fim dos tempos. Numa dessas interpretações ela associa o anticristo com a maçonaria:

“Com a inteligência iluminada pela luz divina consegue-se decifrar o número 666 o nome de um homem, e esse nome, indicado por tal número é o anticristo. [...] O número 666 indicado três vezes , isto é, multiplicado por três, exprime o ano de 1998. Nesse período histórico, a franco-maçonaria, aliada com a maçonaria eclesiástica, conseguirá o seu grande intento…”

A propósito, este é o número preferido dos satanistas e virou até nome de revista em Marselha/França.

Sem dúvida, ultimamente, há muito barulho não só em torno deste número como também do nome “besta”, que no Brasil ganhou fama com um automóvel, a van Besta, fabricada pela Hyundai. Já em Bruxelas um computador gigantesco foi batizado com o mesmo nome.

Há alguns anos, a popularização do código de barras fez brilhar o imaginário religioso. Começou-se a divulgar nos meios cristãos que este código trazia nas extremidades e no meio de modo oculto o número 666, o qual seria marcado na mão direita dos consumidores. Contudo, isto já é coisa do passado, foi abandonado de vez, agora a coqueluche do momento é o chamado “bio-microchip”. Criado pelo Dr. Carl Sanders, é atualmente produzido por várias empresas inclusive a Motorola para o Mondex SmartCard.

Certos periódicos afirmaram que os cientistas que trabalharam neste projeto descobriram que o melhor lugar do corpo humano para ser implantado o tal “chip” é na testa e na mão direita.  Seria essa a marca da besta ou mais um boato sensacionalista? Seja como for, o caso é que esta notícia já está causando pânico em alguns meios evangélicos.

De fato muita contra-informação pode ser encontrada, especialmente na internet sobre este assunto. Apocalipse 13, tem trabalhado com o imaginário de cristãos e não cristãos desde a época pós-apostólica. Muito se tem escrito sobre isso, sem contudo, haver consenso. Este trecho foi assunto nos escritos de alguns vultos da patrística, mereceu atenção no pensamento dos reformadores e chegou até ao nosso turbulento século XXI com força total.

O caso é que para muitos isso está se transformando numa verdadeira esquizofrenia escatológica. Até mesmo o próprio versículo que traz o número, dizem esconder o 666, isto é, 18 = 3 x 6 (6+6+6=18) .

É notório a todos que literaturas orientais, principalmente as antigas, quando vertidas para o ocidente, tende a apresentar não só dificuldades lingüísticas. Isso porque, quando lemos tais livros não estamos apenas lendo simples caracteres, mas absorvendo também seus costumes, crenças, filosofias, enfim, toda uma bagagem cultural diferente e estranha a nós ocidentais. E se tratando de matéria religiosa, a coisa tende a complicar ainda mais. A Bíblia, o livro dos cristãos, é uma literatura também oriental com uma riquíssima linguagem: simbólica, poética e cultural, não fazendo exceção à regra.

Não obstante, há de se esclarecer, que a Bíblia enquanto mensagem de salvação, no essencial, é de fácil compreensão, ou parafraseando Isaías, “até mesmo os loucos não poderão errar esse caminho” (Isaías 35.8), o qual é Jesus Cristo (João 14.6).

Mas à parte da mensagem essencial, ou Evangelho, existem as exceções que se encontram no livro sacro. Essas são passagens não tão claras, que por vezes envolvem o conhecimento do contexto sócio-cultural e religioso da época para uma real compreensão. Quando não, são passagens no campo das profecias a serem ainda cumpridas num futuro próximo. Quanto a esta última, não raro poucas passagens merecem tanta atenção quanto Apocalipse 13.16-18, quando o assunto é especulação.

Os intérpretes que se aventuram a decifrar o número e o nome da besta geralmente procuram se basear em grandes personagens da história mundial para impingir o famigerado título bestial.

As interpretações, como não poderiam deixar de ser, são as mais variadas possíveis assim como os métodos utilizados para decifrar o enigma apocalíptico.

No afã de se conseguir tal intento às vezes, os pressupostos empregados forçam tais intérpretes (até mesmo os mais cautelosos) a sair fora do eixo bíblico, tornando suas interpretações um verdadeiro malabarismo, destituídas de qualquer análise contextual mais lata. Os princípios fundamentais da boa exegese bíblica são deixados de lado em detrimento de interpretações forçadas oriundas de uma mentalidade pré-conceituosa. A história mundial é forçada ao máximo, para não dizer adulterada, a fim de se encaixar em pressupostos doutrinários.

Os estudiosos em geral entendem que João estava usando a gematria, um sistema criptográfico (ato de em escrever em cifra ou em código) que consiste em atribuir valores numéricos às letras.

É sabido que o latim, o grego e o hebraico usavam letras em lugar de algarismos. Assim as letras funcionavam como números. Troca-se as letras pelos números e consegue-se chegar ao famigerado 666.

Na época de João este era um método vulgar. Foi descoberto pela arqueologia o nome de moças em valores numéricos. Na cidade de Pompéia sobre um muro aparece uma inscrição: “Phílo hes arithmós phme”, (amo aquela cujo número é phme, onde ph=500 + m = 40 + e = 5, total = 545).”Eu amo aquela cujo nome é 545”. Tanto, pagãos como judeus e cristãos usavam o simbolismo numérico. Os “Oráculos Sibilinos” do século II d.C., apontava o valor do nome de Cristo que daria 888. Já os gregos invocavam o deus Júpiter cujo número do nome era 717. Os gnósticos viam no número 365 algo de místico, pois transferidos para o alfabeto grego traduzia a palavra “Abrasaks”.

Por seu turno Clemente e Orígenes jogavam com o significado do número 318 que seria a abreviação do nome de Cristo – IHT.

Parece que o primeiro escritor cristão a tentar decifrar a besta do apocalipse usando este método foi Ireneu em sua obra “Adv. Haer. V, 30,3″. Ele sugeriu vários nomes dentre os quais Lateinos (Latino) e Teitan (Titã). A transliteração destes nomes somados dá o valor 666.

Também o nome “Neron Caesar” (César Nero) em grego vertido para o hebraico dá 666:

N V R N R S Q

50 + 6 + 200 + 50 + 200 + 60 + 100 = 666

Em forma latina (tirando-se o “n”) o número varia para 616. Parece que esta era a interpretação mais convincente para os cristãos primitivos. Tanto é que dois pequenos manuscritos do Apocalipse, que hoje já não mais existem, trazia 616 ao invés de 666.

Com a chegada da Reforma protestante, alguns reformadores viam no papa, a figura do anticristo, a besta do Apocalipse. A propósito a palavra Italika Ekklesia daria o número 666. O que faziam muitos pensar que a besta sairia dessa igreja. Lutero chegou a conjecturar “São seiscentos e sessenta e seis anos; é o tempo que já dura o papado secular”. Ainda outros nomes como Signal da Crvx, Latinvs Rex Sacerdos e Ioannes Pavlvs Secvndo também dão 666.

Em seu livro “Guerra e Paz” , Leon Tolstoi especula em torno da idéia de Napoleão ser a besta com o número 666. O teólogo Petrelli aplicou esse número a Joseph Smith. Diocleciano, Lutero, Calvino, Hitler e outros foram igualmente vítimas dos matemáticos do Apocalipse. O último grande nome cogitado para engrossar essa lista foi o senhor Bill Gates, dono da Microsoft, que segundo dizem também daria 666.

Como já dissemos, a Bíblia de fato possui alguns pontos obscuros. As seitas aproveitam essa “dificuldade”, usando justamente essas passagens para extrair delas novas revelações, até então desconhecidas para o mundo. As seitas alimentam esta utopia teológica baseadas na suposição de que Deus esteja através delas revelando “mistérios” para os tempos do fim. Isso é sintomático entre esses movimentos. Essa patologia teológica incurável em algumas seitas tem feito especulações absurdas em torno do número 666. Vejamos algumas:

1. Adventistas do Sétimo Dia

“O Papa é a Besta”:

Para os adventistas o Papa é inquestionavelmente o anticristo. Embora não se possa achar nada de concreto nos escritos de Ellen G. White sobre este cálculo, alguns pioneiros adventistas como Uriah Smith, em seu livro “As profecias do Apocalipse”, já trazia o cálculo do número 666 aplicando-o ao papa.

Fazem isso partindo da premissa de que o papa mudou a lei de Deus, principalmente o quarto mandamento, então chegam a conclusão que ele deve ser o anticristo conforme fala Daniel 7.25.

Para confirmar tal fato era preciso forjar uma ligação de seu nome com o número 666.

Como não conseguiram o resultado usando o nome de nenhum papa, inventaram um título latino que supostamente o papa usaria em sua Tiara, o “VICARIVS FILII DEI” (Vigário do Filho de Deus). Daí a famosa sominha que passou a fazer parte da teologia adventista até hoje:

V I C A R I V S F I L I I D E I

5 + 1 + 100+1+5+ 1+50+1+1 + 500+ 1= 666

Acontece, porém, que esta soma enfrenta algumas dificuldades insuperáveis:

A primeira delas é que a soma correta não dá 666, mas 664. Veja o computo correto:

5+1+100+ IV + 1+50+1+1 + 500+ 1= 664 IV é = 4 e não O 5, COMO XL é = 40 e não 60

A segunda questão é que isto não é o “nome de um homem”, mas o título de uma suposta função que aquele líder católico exerce.

Outrossim, temos que levar em consideração que não se pode provar que tal título existia de fato na Tiara papal. E ao que tudo indica, nem mesmo este corresponde ao nome correto do título, o qual seria corretamente chamado de “Vigário de Cristo”.

Outra, o Apocalípse foi escrito em grego e não em latim, conseqüentemente o cálculo deveria ser feito por estas letras. É temeroso acreditar que os destinatários de João conhecessem o latim já que este era um idioma usado apenas nos territórios do Ocidente Europeu.

Demais disso, pode-se até usando este mesmo cálculo, encaixar a profetisa dos adventistas nele:

E L L E N G O U L D W H I T E
50+50+ 5+50+500 5+5 + 1 = 666 – o número da besta.

Onde “w” é = v,v = 5,5 (tanto é que no nome “Walter” o “W” é lido com som de “V”)

Diante disso, atualmente, muitos teólogos adventistas já não mais associam o número da besta com o título papal.

2. Testemunhas de Jeová

“A Besta é sistema político do mundo”:

Depois de mudarem diversas vezes suas doutrinas a respeito do Apocalipse, as Testemunhas de Jeová chegaram a conclusão no livro “Revelação – seu grande clímax está próximo” que a besta seria apenas o mundo em sua forma organizada politicamente, sendo a ONU a imagem da besta. Dizem: “Assim, como seis é inferior a sete, assim 666 – seis em três estágios – é um nome apropriado para o gigantesco sistema político do mundo.”

É claro que esta interpretação é descabida e vai contra o próprio texto que diz que é o “nome de homem” e não de um sistema político. É uma interpretação sem pé nem cabeça!

O que muitos não sabem é que hoje a ONU já não é mais vista como a imagem da besta. Essa mudança ocorreu porque a “Sociedade Torre de Vigia”, tentou se filiar a ONU. É a velha tática da seita de mudar constantemente sua doutrina!

3. “Movimento do Nome Sagrado”

“O nome Jesus é a Besta”

A principal preocupação deste movimento é com o homônimo escrito e oral do nome sagrado: Yahweh para Deus e, Yahshua para Jesus. Desta ênfase deriva o nome deste Movimento, cujos representantes principais aqui no Brasil são conhecidos como “Testemunhas de Yehoshua”.

Como a seita detesta o nome Jesus, resolveram encontrar o equivalente numérico para o nome fatídico da besta em cima do nome do Filho de Deus. Demonstram isso da seguinte maneira:

I E S U S C R I S T V S F I L I I D E I (Jesus Cristo Filho de Deus)

1 + 5 + 100 + 1 + 5 + 1 + 50 + 2 + 500 + 1 = 666

Em primeiro lugar, gostaríamos de lembrar que IESVS CRISTVS FILII DEI é IESVS CRISTVS + FILII DEI. Em segundo lugar, IESVS CRISTVS sozinho equivale a 112. Em terceiro lugar, FILII (genitivo masculino singular) deveria ser FILIVS (nominativo masculino singular). Assim sendo, teríamos:

F I L I V S D E I

1 + 50 + 1 + 5 + 500 + 1 = 558

I E S U S C R I S T V S = 112 + F I L I V S D E I = 558 = 670

670 é diferente de 666

Percebemos, portanto, a necessidade da presença de títulos ou apostos – sem contar com a presença de FILII, ao invés da forma correta FILIVS – para se chegar ao número 666.

Outrossim, o restante da expressão “Filho de Deus” não faz parte do nome, mas é um título.

Outros, no entanto, levados por uma obstinação mórbida, preferem usar apenas o nome “Jesus” e transliterá-lo em caracteres hebraicos, fazendo valer 666.

Esse foi o artifício exposto por outra variante deste movimento conhecidos como “Comunidade Judaica Messianitas”:

J não há essa letra em hebraico = -

E não há valor numérico em hebraico = -

S vale 60 – 0 = 6

U vale 6 = 6

S vale 60 – 0 = 6

Não é necessário ser teólogo para perceber que os erros e as interpretações forçadas neste cálculo estão às escâncaras. Primeiro, porque a soma destes números daria 126 e não 666. Segundo, porque ele faz arbitrariamente 60 valer 6 e depois usa uma palavra portuguesa transformando-a em numerais hebraicos. Isso é simplesmente ridículo!

Há comentaristas que acreditam que a figura de Nero preenche perfeitamente o cumprimento da profecia. Contudo, o Apocalipse é uma revelação para o futuro. O alcance dos eventos descritos ali terão um cumprimento bem mais amplo do que qualquer um já visto na história. Neste caso, acredito que Nero, pode ser visto apenas como mais um tipo do anticristo e não o próprio anticristo.

Por outro lado há os que enxergam neste número apenas um simbolismo da imperfeição humana. O número da besta não é só número de homem, ou seja, do homem terreno em contraste com o divino, mas também significa a imperfeição e rebelião contra Deus. Satanás sempre quis imitar a Deus. Como o número de Deus é sete, o número da perfeição, o inimigo de Deus também terá seu número. Enquanto Deus marca nas testas de seus servos o seu nome, a besta deixará sua marca naqueles que a servirão. Significando que o anticristo procurará chegar a perfeição, mas sempre ficará aquém dela.

Mas o que essa sabedoria e esse conhecimento permitem que os crentes façam? A passagem diz que podemos “calcular”. Calcular o quê? Podemos calcular o número da besta.

O principal propósito de alertar os crentes sobre a marca é permitir que eles saibam que, quando em forma de número, o “nome” da besta será 666. Assim, os crentes que estiverem passando pela Tribulação, quando lhes for sugerido que recebam o número 666 na fronte ou na mão direita, deverão rejeitá-lo, mesmo que isso signifique a morte. Outra conclusão que podemos tirar é que qualquer marca ou dispositivo oferecido antes dessa época não é a marca da besta que deve ser evitada. Todos saberão e aderirão conscientemente a ela, enquanto outros a rejeitarão e sofrerão as conseqüências por isso.

O que o nome e o número da besta significam será conhecido dos santos que estiverem na terra na época em que a besta estiver aqui em pessoa. De uma coisa temos certeza: mingúem na terra atualmente tem sabedoria suficiente para compreender o número da besta.

Admito que no momento é impossível averiguar a identidade deste diabólico personagem, pelos motivos já expostos.

Quanto às interpretações acima mencionadas é praticamente inútil, tentar abordar, ainda que por alto, todos os aspectos ou analisar-lhes as contradições.

Todos os cálculos que se fez até agora mostraram-se falhos. Isto porque, com um pouco de criatividade, é fácil impingir o número da besta em qualquer um. Se não funciona com letras hebraicas, troca-se por latinas ou gregas. Acrescenta-se e tira-se títulos. Existem vários modos de se obter o número. Principalmente quando usamos líderes mundiais que mormente possuem vários títulos. Mas até mesmo usado num “João da Silva” este número pode se encaixar. Os vários recursos disponíveis tornam as chances bastante altas. É o malabarismo do estica-encolhe exegético afim de forçar o número 666 se encaixar no personagem de sua escolha. O vale tudo em nome do fanatismo!

Isto posto, repudiamos tal irresponsável teologia escatológica especulativa que serve mais para confundir, do que para elucidar a questão.

FONTES:

*http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=919&menu=7&submenu=4
*http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_da_Besta
*http://www.vivos.com.br/60.htm
*Bíblia de Estudo Genebra (Editora Cultura Cristã)

Estudo e Pesquisa: Amauri Menezes, Metal Missionary.

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