Arquivo de jesus

Aparentes contradições da Bíblia – 13. Jacó viu a face de Deus?

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , , , em 04/04/2012 por Amauri Menezes

 

Em Gênesis 32.30, Jacó diz que viu Deus face a face e foi salvo, porém Deus diz que nenhum homem verá a Sua face e viverá em Êxodo 33.20,23; e João 1.18 diz que ninguém viu a Deus, mas o Deus unigênito (Jesus) é quem  O revelou.

Apesar da aparente contradição, é simples entender que o que aconteceu com Jacó foi uma teofania, uma aparição do Senhor em forma humana, ou seja, Deus não se mostrou pra Jacó em toda Sua glória, senão ele teria realmente morrido. Confere Gênesis 32.24.

Deus somente se revela ao homem mortal através de Jesus (2Co. 4.6; Jo. 14.9).

 

Texto de Amauri Menezes, Metal Missionary.

Novidades da Caverna do Rock de Juiz de Fora-MG

Postado em Eventos, Igreja, Música com as tags , , , , , , em 06/10/2011 por Amauri Menezes

Sábado próximo, 8 de outubro às 18h,tem UNDERGROUND ROCK SHOW 13

com SAINT FIRE (Death Metal-BH), 180 GRAUS, FEARLESS e HOLYWAY.

Confira também a gravação da reportagem da Caverna pra TV Globo:

“Jesus Cristo Sarado” faz sucesso nos Estados Unidos

Postado em Humor, Igreja com as tags , , , , , , em 24/09/2011 por Amauri Menezes

Publicado originalmente na BBC, Jesus Cristo, herói do século XXI. A reinvenção de quem, para os cristãos, é o filho de Deus gerou um fenômeno artístico nos Estados Unidos.

Com peitoral marcado, braços musculosos e atitude de vencedor, o Cristo chegou inclusive à capa do jornal ‘The New York Times’. ‘Um Chuck Norris de sandálias’, assim definiu-o a publicação.

O autor dos desenhos, o artista Stephen Sawyer, de 58 anos, criou o projeto Art4God para tentar aproximar os jovens da religião. ’Todos somos evangelistas de alguma coisa’, disse Sawyer à BBC. ‘Sou o pregador do homem que viveu há 2 mil anos e continua sendo meu herói.’ O artista sustenta que a imagem de Jesus masculino e forte vem da Bíblia. ’Dificilmente poderiam ter narrado cenas como o ataque de Jesus aos mercadores do templo se o protagonista da história fosse um fracote’, defende Sawyer.

Através de livros, revistas e blogs, o desenhista, que vive em Kentucky, tem viajado os Estados Unidos alimentando o seu movimento. Apesar do sucesso, as imagens foram questionadas por grupos de conservadores, para quem destacar o físico de Jesus relega o seu aspecto espiritual.

‘Fico feliz que se crie um movimento em torno disto. A ideia é deixar de lado nossos prejuízos e aceitar as crenças de todos a partir da tolerância’, responde o autor. ’Não sei como Cristo era visto há 2 mil anos, nem me importa. Quero criar uma iconografia que seja relevante para hoje.’

Fonte: 6R.com.br

Série Biografia dos 12 Apóstolos de Jesus: Parte 12- São Simão

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , , , , em 06/09/2011 por Amauri Menezes

Simão, dito Simão, o Zelote ou Simão, o Cananeu, foi um dos discípulos de Jesus Cristo que fazia parte do grupo dos doze apóstolos. É referido como o Cananeu de acordo com o Livro de Mateus e como o Zelote no Livro de Lucas e em Atos dos Apóstolos.

A palavra grega Cananeu e a palavra Zelote, derivada do aramaico, significam a mesma coisa: “zeloso”. Supõe-se por esse apelido que Simão pertencia à seita judaica conhecida como zelotes.

O momento no qual se ocorreu o chamamento de Simão para se unir aos apóstolos não é muito claro na Bíblia. Sabe-se apenas que foi convidado ao mesmo tempo que André, Simão Pedro, Tiago e João, filhos de Zebedeu, Judas Iscariotes e Judas Tadeu (Mateus 4:18-22).

Não se sabe ao certo qual teria sido o ministério de Simão posteriormente. Algumas tradições o colocam como grande auxiliador no estabelecimento do cristianismo no Egito, juntamente com São Marcos e São Filipe e na Síria. Sua pregação era bem parecida com a dos outros quatro Apóstolos que foram para o Oriente, tida por alguns como ascética e judaica, tal como aquelas preservadas na Epístola canônica de Judas.

Encontrou o martírio na cruz ou, segundo outras tradições menos seguras, pela fogueira, na Armênia. Mas a tradição católica diz que Simão foi martirizado sendo cortado ao meio, vivo, por um serrote.

Pesquisa feita por Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fonte: Wikipedia.

Série Biografia dos 12 Apóstolos de Jesus: Parte 10- São Tiago Menor

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , , , , , em 29/08/2011 por Amauri Menezes

Tiago, filho de Alfeu, também conhecido como Santiago Menor (para distingui-lo de Santiago Maior), é referido no Novo Testamento como irmão do apóstolo Judas e filho de Maria, esposa de Cléofas. Segundo a Igreja Católica, foi o primeiro bispo de Jerusalém (anos42 a 62 d.C) e o mesmo que escreveu a epístola canônica de São Tiago, uma das Epístolas do Novo Testamento. Alguns consideram que ele e Tiago, o Justo são a mesma pessoa, porém essa tese não se fundamenta pois no início da Espístola de Tiago ele se denomina irmão do Senhor (Jesus).

Tiago consta da lista dos doze apóstolos, da mesma maneira que Santiago Maior: Mt 10:3, Mc 3:18, Lc 6:15, At 1:13. Também é mencionado quando sua suposta mãe aparece em Mc 15:40, onde lhe é dado o epíteto “o menor” (Almeida RA) ou “o mais jovem” (NVI), dependendo da versão, e em Mt 27:56.Tiago Apóstolo

Segundo o Evangelho de São Mateus Jesus escolheu doze companheiros para seus discípulos. Simão (que foi chamado de Pedro) e seu irmão André, Tiago e seu irmão João, Filipe, Bartolomeu, Tomé, Mateus, Tiago, Tadeu, Simão Cananeu e Judas Iscariotes. O próprio Jesus os chamou de apóstolos, em Lucas 6: 13, palavra que em grego significa “enviados” e a eles coube a tarefa de iniciar a evangelização do mundo.

Tiago, irmão de João, é conhecido como Tiago Maior e após a crucificação de Cristo, teria saído em direção à península Ibérica na região da Galiza, para pregar o cristianismo. No entanto, poucos habitantes da região teriam se convertido. Não obtendo o resultado esperado Tiago teria voltado àPalestina.

No ano de 42 em Cesareia Palestina, Tiago foi perseguido por ordem do rei Herodes Agripa I, que mandou prendê-lo, decapitá-lo e jogar os seus restos para os cães. Diz a lenda que esses restos foram recolhidos por dois de seus discípulos, Atanásio e Teodoro, e levados secretamente à Espanha, local onde Tiago havia manifestado o desejo de ser enterrado. Após sete dias de viagem, de barco, chegaram nas costas galegas de Iria Flávia, perto da atual vila de Padrón. Os discípulos de Tiago pediram permissão para a rainha Lupa, uma dama pagã rica e influente, que vivia na vila de Lupariou ou de Francos a pouca distância de Santiago de Compostela, para depositar os restos de sue mestre em seu feudo, mas ela não permitiu que o enterrem em sua propriedade. No entanto, uma onda de milagres atribuídos a Tiago acabaram por convencê-la. Um desses milagres foi presenciado por ela e segundo a tradição foi este o motivo da sua conversão ao Cristianismo.

“A chamada rainha Lupa, simulando uma mudança de opinião, levou os dois discípulos ao Monte Iliciano, hoje conhecido como Pico Sacro, e ofereceu-lhes dois bois selvagens que viviam em plena liberdade e mais um carro para transportar os restos do apóstolo Tiago desde Padrón até Santiago. Os discípulos chegaram perto dos animais, que para assombro de Lupa, deixaram que lhes colocassem os arreios mansamente. Frente esta cena, Lupa decide abandonar as suas crenças e converter-se ao Cristianismo”.

Muitos creem que Tiago foi enterrado num lugar chamado Libredunnum, onde há muito tempo havia um cemitério romano, em 44 d.C.. Com as invasões bárbaras a queda do Império Romano e posteriormente, com as invasões muçulmanas, o túmulo acabou sendo “esquecido” ou perdido.

Flávio Josefo em sua obra Antiguidades Judaicas narra que um certo Tiago tomou para si o encargo de dirigir a Igreja de Jerusalém após a partida dePedro e que participou ativamente do primeiro Concílio da Igreja, que tratava da questão da circuncisão e da pregação do evangelho para os pagãos, evento este que teria ocorrido por volta de 54 d.C.. De fato, tal tradição é reconhecida e confirmada por Eusébio de Cesaréia, que narra ter sido este apóstolo o líder da comunidade cristã daquele local por cerca de dezoito anos e que sua conduta piedosa e atuante provocou a fúria dos sacerdotes judeus, em especial o sumo sacerdote Anás II, que instigaram as turbas a trucidarem o apóstolo, apedrejando-o até a morte. Uma tradição relatada por Eusébio de Cesareia, esta menos confiável, nos conta que por não renegar e tampouco amaldiçoar o nome de Jesus foi atirado doPináculo do Templo e que sobreviveu à queda, sendo consumado seu martírio com uma pá de pisoeiro. Mas aqui está se falando do Tiago, irmão de Jesus, não do filho de Alfeu, do qual pretendíamos tratar.

Geralmente Santiago Menor é identificado como sendo o apóstolo Tiago, filho de Alfeu. Eusébio de Cesareia relata a tradição de identificar o chefe da igreja cristã primitiva em Jerusalém com Tiago, o menor, que como já falamos essa tradição não tem fundamento. Assim sendo, ficamos sem uma biografia mais aprofundada sobre esse apóstolo.

Pesquisa feita por Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fonte: Wikipedia.

Série Biografia dos 12 Apóstolos de Jesus: Parte 8- São Mateus

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , , em 16/08/2011 por Amauri Menezes

Entre os primeiros seguidores e apóstolos de Jesus, Mateus é mencionado em Mateus 9:9 e Mateus 10:3 como tendo sido um coletor de impostos de Cafarnaum que foi convidado para o círculo dos Doze por Jesus. Ele também é mencionado como um dos doze apóstolos, embora sem a menção de sua profissão anterior, em Marcos 3:18, Lucas 6:15 e Atos 1:13. Ele é geralmente identificado como sendo o Levi, filho de Alfeu, também coletor de impostos e que é citado em Marcos 2:14 e Lucas 5:27.

Durante a ocupação romana, que iniciou em 63 a.C. com a conquista de Pompeu, Mateus coletava impostos do povo hebreu para Herodes Antipas, o tetrarca da Galileia. Sua coletoria estava localizada em Cafarnaum. Judeus que enriqueciam desta maneira eram desprezados e considerados párias. Porém, como um coletor de impostos, ele deve ter sido alfabetizado em aramaico (ainda que provavelmente não em grego e nem em latim).

Foi neste cenário, perto de onde hoje está Almagor, que Jesus convidou Mateus para ser um dos Doze Apóstolos. Após o chamado, Mateus convidou Jesus para um banquete em sua casa. Ao ver isto, os escribas e os fariseus criticaram Jesus por cear com coletores de impostos e pecadores. A provocação fez Jesus responder, «Não vim chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento.» (Lucas 5:29).

O ministério de Mateus no Novo Testamento é bastante complexo de atestar. Quando ele é mencionado, é geralmente junto com Tomé. Como discípulo, ele seguiu Cristo e foi uma das testemunhas da Ressurreição e da Ascensão. Depois, Mateus, Maria, Tiago e outros seguidores próximos a Jesus se recolheram ao cenáculo em Jerusalém. Na mesma época, Tiago sucedeu a Jesus como líder da igreja de Jerusalém.

Eles permaneceram nas redondezas de Jerusalém e proclamaram que Jesus, filho de José, era o Messias prometido nas profecias. Acredita-se que estes primeiros cristãos judeus eram chamados de nazarenos. É quase certo que Mateus era um deles, uma vez que tanto o Novo Testamento quanto o Talmud assim atestam.

Mateus pregou por quinze anos o Evangelho em hebraico para a comunidade judaica na Judeia. Mais tarde, ele viajaria pelas nações gentias (presumivelmente seguindo o ordenamento de Jesus em Mateus 28:16-20) e espalhou os ensinamentos de Jesus entre os etíopes, macedonianos, persas e partos. Acredita-se também que ele tenha morrido uma morte natural, na Etiópia ou na Macedônia. Porém, tanto a Igreja Católica quanto a Ortodoxa sustentam a crença tradicional de que ele tenha morrido mártir.

Os cristãos do tempo de Mateus ainda se consideravam judeus e, como tais, eles adoravam no Templo e reverenciavam e Lei dada por Deus a Moisés. Eles também reverenciavam uma tradição oral chamada Torah Shebeal Peh, que interpretava a lei escrita. Foi neste contexto cultural (chamado de Sitz im Leben) que a tradição oral cristã nasceu, conforme Jesus e rabinos cristãos desenvolveram a “mensagem” (evangelios) oral interpretando a lei escrita.

Quando o Segundo Templo em Jerusalém foi destruído em 70 d.C., esta tradição oral não era mais possível e se tornou necessário escrevê-la, o que ocorreu na Mishnah (parte do que seria posteriormente o Talmude). Acredita-se que Mateus traduziu a “tradição oral cristã” (ou Logia) na forma escrita antes de partir para Roma.

Orígenes afirma que o primeiro evangelho foi escrito por Mateus. Este evangelho foi escrito em hebraico em Jerusalém para ser utilizado por cristãos-judeus e traduzido para o grego, embora esta não tenha sobrevivido. Uma cópia do original hebraico era mantido na Biblioteca Teológica de Cesareia Marítima. A comunidade nazarena transcreveu uma cópia para Jerónimo, que a utilizou em sua obra De Viris Illustribus. O Evangelho de Mateus era então chamado de “Evangelho dos Hebreus”  ou, às vezes, “Evangelho dos Apóstolos” e acredita-se que ele foi o original “Mateus grego” encontrado na Bíblia. Porém, esta interpretação foi contestada por estudiosos modernos como Bart Ehrman e James Edwards.

Os padres da Igreja Epifânio de Salamina e Jerônimo de Strídon mencionam um evangelho primordial, o hoje perdido Evangelho dos Hebreus, que foi parcialmente preservado nos escritos deles, e que teria sido escrito por Mateus. Epifânio porém não afirma por si que o autor seria Mateus, ele apenas afirma que esta era a crença dos heréticos Ebionitas. Muitos estudiosos hoje em dia, notavelmente Raymond E. Brown, acreditam que “o evangelho canônico de Mateus foi escrito em grego por alguém que não foi testemunha ocular e cujo nome é desconhecido para nós e que dependia de fontes como o Evangelho de Marcos e a fonte Q”, uma teoria conhecida como Prioridade de Marcos. Há opiniões divergentes, como a de Craig Blomberg.

Pesquisa feita por Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Mateus_(evangelista)

Série Biografia dos 12 Apóstolos de Jesus: Parte 7- São Bartolomeu

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , , em 09/04/2011 por Amauri Menezes

 

Seu nome vem do aramaico, com uma referência patronímica: Bar Talmay – filho de Talmay. Há historiadores que também mantêm uma referência patronímica, mas dá outro significado para o nome: Bar Ptolomeu – Filho de Ptolomeu. Esta última hipótese não é inverossímil, visto que Ptolomeu (suposto pai de Bartolomeu) possuía um prenome grego, e a cultura grega tinha uma grande influência na Judeia da época.

Nenhuma narração bíblica lhe enfoca especialmente e seu nome consta apenas nas listas dos doze. No entanto, segundo a tradição, ele é o Natanael de que falam outras passagens, e isso fica evidente através da comparação entre os quatro Evangelhos. Natanael significa “Deus deu” – o significado desse nome fica claro levando-se em conta que ele vinha de Caná, onde deve ter testemunhado a ação de Jesus nas Bodas de Caná (Jo. 2. 1-11).

Como narra a Bíblia, São Filipe comunicou a Natanael (São Bartolomeu) que havia encontrado o Messias, e que esse provinha de Nazaré, ao que Natanael responde dura e preconceituosamente: “De Nazaré pode vir alguma coisa boa?” (Jo. 1.46a). Essa observação é importante indicador das expectativas judaicais quanto à vinda do Messias, então tidas.

No seu primeiro encontro com Jesus, recebe um elogio: “Aqui está um verdadeiro Israelita, em quem não há fingimento” (Jo. 1.47), ao qual o apóstolo responde: “Como me conheces?”. Jesus responde de forma que não podemos compreender claramente somente através das Escrituras: “Antes que Filipe te chamasse, eu te vi quando estavas sob a figueira”. Com certeza se tratava de um momento crítico e decisivo na vida de Natanael. Após essa revelação de Jesus, Natanael faz a sua adesão ao Mestre com a seguinte profissão de fé: “Rabi, tu és o filho de Deus, tu és o Rei de Israel”.

Segundo fontes históricas, São Bartolomeu teria pregado o cristianismo até na Índia. Outra tradição diz que o apóstolo morreu por esfolamento em Albanópolis, atual Derbent, Cáucaso, a mando do governador, tanto que na Capela Sistina ele é pintado segurando a própria pele na mão esquerda e na outra o instrumento de seu suplício, um alfange. Segundo a Igreja Católica, mais tarde suas relíquias foram levadas para a Europa e jazem em Roma, na Igreja a ele dedicada.

O Papa, na audiência do dia 4 de outubro de 2006, disse estas palavras que concluem o ensinamento da vida de São Bartolomeu: “Para concluir, podemos dizer que a figura de São Bartolomeu, mesmo sendo escassas as informações acerca dele, permanece contudo diante de nós para nos dizer que a adesão a Jesus pode ser vivida e testemunhada também sem cumprir obras sensacionais. Extraordinário é e permanece o próprio Jesus, ao qual cada um de nós está chamado a consagrar a própria vida e a própria morte”.

Pesquisa feita por Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fonte: Wikipedia.

Série Biografia dos 12 Apóstolos de Jesus: Parte 6- São Filipe

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , , , , em 25/03/2011 por Amauri Menezes

 

De acordo com o Evangelho de São João (1:43-51), Filipe veio de Betsaida , a cidade de André e seu irmão Pedro, e pertencia ao grupo de discípulos que acompanhavam São João Batista. Filipe estava presente quando João indicou Jesus como o Cordeiro de Deus. Cristo chamou Filipe de discípulo no dia seguinte a escolher André e Pedro como seus discípulos. Nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas todos se referem a Filipe na sua lista usualmente colocando-o no quinto lugar logo após Pedro, André, Tiago e João. O evangelho de João oferece mais informação sobre o discípulo mencionando Filipe no episódio de alimentar as multidões (6:5-7), o desejo de vários gregos de conhecerem e encontrarem Jesus (12:21-23) e a memorável conversa dele com Jesus quando Filipe disse: “Senhor, mostrai a nós o Pai e isto será o suficiente para nós”, para o que Jesus respondeu: “Estou tão longe de você, por tanto tempo que você ainda não me reconhece, Filipe? Todo aquele que me vê, está vendo o Pai!….”

Tinha uma agradável personalidade, mas era um discípulo hesitante em forçar o seu ponto de vista ao outros. Poucos detalhes se conhece das atividades de Filipe após a Ascensão do Senhor . Uma certa confusão ocorre entre Filipe, o Apóstolo e Filipe o Evangelista mencionado no capítulo oitavo dos “Atos dos Apóstolos” .
São Eusébio e outros escritores e estudiosos preservaram tradições variadas sobre a vida de Filipe após a morte de Jesus. Ele supostamente pregou na Frígia, na Ásia Menor; Clemente da Alexandria informa que Filipe morreu como um mártir durante o reinado do imperador Domiciano (81-96) sendo crucificado de cabeça para baixo ou talvez teria morrido em Hierápolis na Ásia Menor, onde também teria revivido um defunto. As suas duas filhas profetizas foram mencionadas por Polycrates, bispo de Eféso e muito reverenciadas nos primeiros anos da igreja católica. Ele, na verdade, teve quatro filhas, mas duas delas se destacaram por suas previsões.

Então, acabamos de estudar o quinto apóstolo de Jesus. Próxima semana será a vez de São Bartolomeu. Aguardem!

God bless you! Paz extrema! \m/_

Pesquisa feita por Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fontes: http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/SaoFilip.html

http://www.cademeusanto.com.br/sao_felipe.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Filipe_(ap%C3%B3stolo)

Série Biografia dos 12 Apóstolos de Jesus: Parte 5- Santo André

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , , em 19/03/2011 por Amauri Menezes

 

Santo André (em grego: ‘Ανδρέας, transl. Andreas; século I d.C.), conhecido na tradição ortodoxa como Protocletos (o “primeiro [a ser] chamado”), é um apóstolo cristão, irmão de São Pedro. O nome “André” (do grego “ανδρεία”, andreía, “hombridade” ou “coragem”), como diversos outros nomes gregos, parece ter sido comum entre os judeus dos séculos II ou III a.C.. Não se tem registro de qualquer nome hebraico ou aramaico seu.

O Novo Testamento registra que Santo André era irmão de São Pedro, do que se pode concluir que ele também era filho de Jonas, ou João (Mateus 16:17; João 1:42). Nasceu em Betsaida, às margens do Mar da Galileia (João 1:44). Tanto ele quanto seu irmão Pedro eram pescadores, por profissão, e segundo a tradição Jesus teria lhes chamado para serem seus discípulos dizendo que faria deles “pescadores de homens” (em grego: ἁλιείς ἀνθρώπων, transl. halieís anthrópon). André também teria ocupado a mesma casa que Jesus, no início da vida pública deste, em Cafarnaum. (Marcos 1:21-29) .

O Evangelho segundo João conta que André era um discípulo de João Batista, cujo testemunho levou o próprio André e João, o Evangelista, a seguirem Jesus (João 1:35-40). André imediatamente reconheceu Jesus como o Messias, e apressou-se a apresentá-lo a seu irmão (João 1:41). A partir daí os dois irmãos se tornaram discípulos fiéis de Jesus. Numa ocasião posterior, antes do derradeiro chamado ao apostolado, passaram a ser companheiros mais íntimos, e abandonaram todos os seus pertences para seguir Jesus (Lucas 5:11; Mateus 4:19-20; Marcos 1:17-18.

André é mencionado nos evangelhos como estando presente em diversas ocasiões de importância, como um dos discípulos mais próximos de Jesus (Marcos 13:3; João 6:8, João 12:22); os Atos dos Apóstolos apenas o mencionam uma única vez (Atos 1:13).

Eusébio de Cesareia, citando Orígenes, conta que André pregou na Ásia Menor e na Cítia, ao longo do mar Negro, chegando até o rio Volga e Kiev – daí que se tenha tornado padroeiro da Romênia e da Rússia. De acordo com a tradição, teria fundado a sede de Bizâncio (Constantinopla), em 38 d.C., e instaurado Estácio como bispo. Esta diocese iria posteriormente se transformar no Patriarcado de Constantinopla, do qual André é reconhecido como santo padroeiro.

André teria sofrido o martírio através da crucifixão, em Patras (Patrae), na Aquéia. Embora os textos mais antigos, como os Atos de André, mencionados por Gregório de Tours, descrevem que ele teria sido atado, e não pregado, a uma cruz latina, desenvolveu-se uma tradição de que André teria sido crucificado numa cruz do tipo conhecido como Crux decussata (“cruz em forma de ‘x’”), comumente conhecida como “cruz de Santo André”, e que isto teria sido feito a pedido dele próprio, que se julgava indigno de ser crucificado no mesmo tipo de cruz que havia sido usada para crucificar Cristo. A iconografia familiar de seu martírio, que mostra o apóstolo atado à cruz em forma de ‘x’, não parece ter sido padronizada até o fim da Idade Média.

Como não poderia deixar de ser, as lendas também fazem parte da história desse santo homem: O destino de suas relíquias varia de acordo com as diversas tradições de sua lenda; seus ossos, inicialmente em Patras, cidade da qual Santo André é o patrono, teriam sido levados para Constantinopla, por decreto imperial, onde foram exibidas num triunfo magnífico em 3 de março de 357, quando chegaram à capital do Império Romano do Oriente, até seu lugar de repouso final, na Igreja dos Apóstolos. Durante a Quarta Cruzada (1203/1204) foram roubadas pelos cruzados – supostamente para protegê-los dos turcos. A cabeça do santo, considerada um dos tesouros da Basílica de São Pedro, seria um presente do déspota bizantino Tomás Paleólogo ao papa Pio II, em 1461. Recentemente, por decisão do papa Paulo VI, em 1964, as relíquias que ainda eram mantidas no Vaticano, que consistiam de um dedo, parte do topo do crânio e pequenos pedaços da cruz, foram enviadas de volta a Patras – onde são mantidas na Igreja de Santo André, num santuário especial, e reverenciados anualmente a 30 de novembro – gesto que foi visto como um gesto de reaproximação entre as igrejas Romana e Ortodoxa. Uma tradição escocesa afirma que as relíquias teriam sido levadas para o país, mais especificamente a cidade que leva o seu nome, Saint Andrews; a bandeira da Escócia apresentaria a sua cruz, que, após a união da Escócia com a Inglaterra, também passaria a fazer parte da bandeira do Reino Unido.

Mas, lendas a parte, é uma linda história de serviço ao Reino de Deus.

No próximo post da série Biografia dos 12 Apóstolos de Jesus, traremos a história de São Filipe. Que revelações nos traz a história de vida deste apóstolo do Senhor. Até a próxima! Deus abençoe vcs! Paz extrema! \m/_

Pesquisa feita por Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fonte: Wikipedia.

Série Biografia dos 12 Apóstolos de Jesus: Parte 4- São João

Postado em Igreja, Pessoal com as tags , , , , , , , em 10/03/2011 por Amauri Menezes

São João Evangelista ou Apóstolo João, foi um dos doze apóstolos de Jesus e além do Evangelho segundo João, também escreveu as três epístolas de João (1, 2, e 3) e o livro do Apocalipse. Há que se destacar aqui a existência de uma controvérsia sobre o verdadeiro autor do Apocalipse, mas uma tradição representada por São Justino e amplamente difundida no século II por Ireneu de Lyon, Clemente de Alexandria, Tertuliano, o Cânone Muratori, identifica o autor como sendo o apóstolo João, o autor do quarto evangelho. Mas até o século V as igrejas da Síria, Capadócia e mesmo da Palestina não pareciam ter incluído o Apocalipse no cânon das Escrituras, prova de que não o consideraram como obra do apóstolo. Apresenta inegável parentesco com os escritos joaninos, mas também se distingue claramente deles por sua linguagem, seu estilo e por seus pontos de vista teológicos referentes, sobretudo à parúsia de Cristo (comentário de introdução ao Apocalipse na Bíblia de Jerusalém).

João seria o mais novo dos 12 discípulos, tinha provavelmente cerca de vinte e quatro anos de idade à altura do seu chamado por Jesus. Consta que seria solteiro e vivia com os seus pais em Betsaida. Era pescador de profissão, consertava as redes de pesca. Trabalhava junto com seu irmão Tiago, e em provável sociedade com André e Pedro.

As heranças deixadas nos escritos de João, demonstram uma personalidade extraordinária. De acordo com as descrições ele seria imaginativo nas suas comparações, pensativo e introspectivo nas suas dissertações e pouco falador como discípulo. É notório o seu amadurecimento na fé através da evolução da sua escrita.

Foi manifesta nos livros da Bíblia a admiração de João por Jesus. Jesus chamou-lhe o Filho do Trovão e posteriormente ele foi considerado o “Discípulo Amado”.

Segundo os registros do Novo Testamento, João foi o apóstolo que seguiu com Jesus, na noite em que foi preso e foi corajoso ao ponto de acompanhar o seu Mestre até à morte na cruz.

A História conta que João esteve presente, e ao alcance de Jesus, até a última hora , e foi-lhe entregue a missão de tomar conta de Maria, a mãe de Jesus. Na visão Protestante, a Bíblia indica que Jesus não era filho único de Maria (Mt 12.46; Mt 13.55), porém seria o mais velho e por isso teria a responsabilidade de cuidar de sua mãe após a morte de José.

Já a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa sustentam que Cristo não tinha irmãos carnais pois no aramaico, antigo idioma utilizado por Jesus, as palavras que designavam irmãos eram utilizadas indistintamente para primos e outros parentes, devendo ser frisado que Jesus falava aramaico, mas os evangelhos foram escritos em grego, idioma mais rico, o que pode ter gerado esta confusão, no momento da tradução.

Mais tarde João esteve fortemente ligado a Pedro nas atividades iniciais do movimento cristão, tornando-se um dos principais sustentáculos da Igreja de Jerusalém. Foi o principal apoio de Pedro, no Dia de Pentecostes. É tradição constante e ininterrupta que pregou na Ásia Menor, especialmente em Éfeso, onde teria encerrado o ministério com morte em idade muito avançada.

Depois da morte e martírio de Tiago, o Justo (também conhecido como Irmão do Senhor), João teria se dirigido à Ásia Menor, onde dirigiu a importante e influente comunidade cristã de Éfeso, fundada por Paulo anos antes. João esteve várias vezes na prisão, foi torturado e exilado para a Ilha de Patmos, por um período de cerca de quatro anos, onde teria escrito o Apocalipse até que o cruel imperador Domiciano foi assassinado e o manso imperador Nerva chegasse ao poder em Roma.

Em Patmos, ilha no leste do Mar Egeu, local onde fez o seu exílio, João escreveu o Livro da Revelação do Apocalipse. Acredita-se que este Livro da Revelação contém os fragmentos que sobreviveram de uma grande revelação, da qual se perderam grandes partes e outras partes foram retiradas, depois que João o escrevera. Apenas uma parte fragmentada foi preservada. Por outro lado, alguns teólogos e exegetas afirmam que o caráter fragmentário deste livro resulta de outros dois livros de Apocalipse que foram unidos, resultando no que conhecemos hoje, sendo que um deles já estaria escrito desde o tempo de Nero. João viajou muito, trabalhou incessantemente e, depois de tornar-se dirigente das igrejas da Ásia, estabeleceu-se em Éfeso. Orientou o seu colaborador, Natan, na redação do chamado Evangelho segundo João, em Éfeso, aproximadamente no ano 90 D.C. .

De todos os doze apóstolos, João Zebedeu finalmente tornou-se o mais destacado teólogo. Ele morreu de morte natural, em Éfeso, no ano 103 d.C., quando tinha 94 anos. Segundo bispo Polícrates de Éfeso em 190 (atestada por Eusébio de Cesareia na sua História Eclesiástica, 5, 24), o Apóstolo “dormiu” (faleceu) em Éfeso. Contudo, conta-se que a tumba estava vazia quando foi aberta por Constantino para edificar-lhe uma igreja.

Segundo algumas interpretações João era o apóstolo que Jesus mais amava. Ele tinha um enorme afeto pelo Senhor e vice-versa.

Controvérsias são suscitadas baseadas nos próprios textos bíblicos que afirmam que este discípulo não passou pela morte, segundo a interpretação de alguns. Com efeito é possível ler: Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu Reino. (Mateus 16.28)

De outra parte está também escrito nos Evangelhos: Então, Pedro, voltando-se, viu que também o ia seguindo o discípulo a quem Jesus amava, o qual na ceia se reclinara sobre o peito de Jesus e perguntara: “Senhor, quem é o traidor?” Vendo-o, pois, Pedro perguntou a Jesus: “E quanto a este?” Respondeu-lhe Jesus: “Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me.” Então, se tornou corrente entre os irmãos o dito de que aquele discípulo não morreria. Ora, “Jesus não dissera que tal discípulo não morreria”, mas: “Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa?” (João 21.18-25)

Interpretações teológicas, contudo, resolvem essa dificuldade bíblica como Jesus afirmando que ele deveria permanecer vivo até a Revelação final do cânon bíblico, o Apocalipse. A partir daí, sua morte ocorreria naturalmente, no tempo devido.

Esta é a história do apóstolo João! Semana que vem será a vez do apóstolo Santo André. Graça e paz a todos! God bless you! \m/_

Pesquisa feita por Amauri Menezes, Metal Missionary.

Fontes: Wikipedia e Bíblia de Jerusalém.

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