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Além dos 12: O ministério apostólico hoje

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O apostolado não ficou restrito aos doze apóstolos de Jesus. Além de Pedro e cia. houveram outros apóstolos que levaram o Evangelho e, até nos dias de hoje, o ministério apostólico está em voga. A Bíblia fala de Paulo, Barnabé, Tiago, irmão de Jesus e traz evidências  de que houveram outros, além de indicar que o ministério apostólico prosseguiria enquanto existisse Igreja.

Matias foi escolhido para substituir Judas, ou seja, ele completou a escola dos doze; por isso, ele precisava ter acompanhado todo o tempo que o Senhor Jesus andou aqui na terra, começando do batismo de João, até o dia em que foi levado às alturas. Esses requisitos eram necessários para a escolha de Matias, pois ele faria parte da escola dos doze (cf. At. 1.21,22).

Os requisitos aplicados à escolha de Matias não podem ser aplicados, por exemplo, a Paulo. O apóstolo que a si mesmo chamou de abortivo, foi chamado pelo próprio Jesus, mas não acompanhou Sua trajetória ministerial, menos ainda a ascensão de Cristo.

Quando Paulo estava em Antioquia, ele exercia o ministério de profeta e mestre, juntamente com Barnabé. Ali os dois foram chamados ao apostolado (cf. At. 13.1-3). Eles são chamados de apóstolos claramente em Atos 14.14 (v. 1Co. 9.5,6).

Quando os apóstolos se reuniram em Jerusalém para resolver como seria levado o Evangelho aos gentios, eles reuniram-se juntamente com os presbíteros. Tiago, irmão do Senhor Jesus, estava entre os apóstolos e foi ele quem deu a palavra final sobre o assunto. Outra evidência de que ele, Tiago, era apóstolo está em Gl. 1.18,19.

Então, está confirmado pelas Escrituras que os apóstolos não foram apenas doze. E até os dias atuais deve existir o ministério apostólico na Igreja.

Os apóstolos de hoje continuam debaixo de diretrizes, as quais se submeteram os primeiros apóstolos. Eles devem ser comissionados por Jesus (cf. Mc. 3.14; Gl. 1.1), testemunhar a ressurreição de Cristo (cf. At. 1.22), ter poder de realizar milagres, ratificando a mensagem do evangelho (cf. 2Co. 12.12). Devem ser chamados pela graça (Rm. 15.15), precisam ter um coração de pai (1Co. 4.15); os apóstolos são cooperadores de Cristo na lavoura de Deus (1Co. 3.9), e é responsável para preparar novos obreiros (2Tm 2.2).

 

Texto de Amauri Menezes, Metal Missionary.


O dom de línguas hoje

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De acordo com Marcos 16.17, um dos sinais que seguiriam os crentes em Jesus seria o falar novas línguas. Mas, que novas línguas seriam essas? Novo é algo recente e línguas são idiomas ou formas de comunicação verbal. Então, segundo o texto, os discípulos falariam essas novas línguas como sinal. Mas seriam sina de que eles receberam o Espírito Santo, ou sinal de que eles eram seguidores de Jesus? As perguntas acerca desse assunto são muitas, mas nem sempre são bem respondidas.

A primeira manifestação desse sinal ocorre em Atos 2.1-4. Ali, quando os discípulos se reuniram, de repente, veio um vento impetuoso que encheu toda a casa, e apareceram distribuídas entre eles línguas como de fogo, e pousaram sobre cada um deles. Essas línguas citadas no versículo 3, línguas de fogo, não são línguas identificadas como fala mas são línguas no sentido de algo no formato de língua. É como se pequenas tochas de fogo pousassem sobre eles. E, no versículo 4, todos ficaram cheios do Espírito Santo, ou seja, o Espírito Santo passou a habitar neles; e começaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem. Essas outras línguas eram línguas estrangeiras, plenamente inteligíveis para quem os ouvia falar, conforme os versículos 5-11. Esta forma de manifestação do dom de línguas só é registrado nessa passagem. Creio que ali houve a necessidade desse tipo de manifestação do dom de línguas.

A segunda citação de manifestação do dom de línguas está em Atos 10.44-46. Ali já não fala de entendimento ou interpretação, mas diz que eles falavam em novas línguas e engrandeciam a Deus. Em Atos 19.6, acontece o mesmo com os discípulos de João Batista em Éfeso, a terceira citação. Porém, quem esclarece e desmitifica o assunto é o apóstolo Paulo.

Em sua primeira epístola aos Coríntios, Paulo ensina acerca dos dons espirituais, entre os quais ele cita dois importantes dons: variedade de línguas e interpretação dessas mesmas línguas (1Co. 12.10). Ele explica, primeiro que, tanto estes como os outros dons são distribuídos a nós pelo mesmo Espírito e Ele o faz como melhor lhe parece (v. 11). Todos os dons devem contribuir, segundo Paulo, para o crescimento do corpo de Cristo, que é a Igreja. O dom de variedade de línguas é importante para edificação do corpo, mas não está acima de apóstolos, profetas, mestres, operadores de milagres, cura, socorros e governo (v.28). Nem todos possuem o dom de línguas ou são capazes de interpretá-las, o que desqualifica o falar em línguas como sinal do batismo com Espírito Santo (v. 29).

No capítulo 13 versículo 1, Paulo ensina que se o dom de línguas não for acompanhado pelo amor não tem valor algum. Mas é no capítulo 14 que o apóstolo explana o correto uso desse dom, tão importante e tão mal entendido até os dias de hoje.

O apóstolo São Paulo começa ensinando que se deve buscar com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar. Porque quem fala em outra língua não fala para homens, fala para Deus; até porque ninguém entende a pessoa que faz uso desse dom, afinal ela está falando coisas misteriosas, ininteligíveis à compreensão comum. Quem fala em outra língua está autoedificando-se. Seria bom que todos os cristãos falassem em outras línguas, mas é melhor que profetizem, porque quem profetiza é superior ao que fala em  outras línguas, salvo se este as interpretar para que a Igreja receba edificação.

Agora, imaginem a cena: o brother falando em outras línguas no meio do culto! Ninguém entende o cara. Mas se ele falar por meio de revelação, ciência, profecia, ou doutrina será compreendido certamente. Devemos progredir para edificar a Igreja, não regredir. Então, aquele que fala em outra língua deve orar para que a possa interpretar. Porque, se eu oro em línguas, o meu espírito ora bem, mas a minha mente fica infrutífera. Assim, eu posso orar, cantar com o espírito, mas também devo orar, cantar com a mente. Porque, se alguém me ouve orando ou cantando em línguas, não poderá dizer amém, visto que não me compreende nem é edificado.

Portanto, é preferível falar na igreja cinco palavras com entendimento, para instruir outros, do que falar mil palavras em outra língua.

Não devemos ser meninos no entendimento. Ok?

As línguas são um sinal para aqueles que não creem, para que eles vejam que somos de Jesus, mas isso não significa que eles vão compreender. Já a profecia é para os crentes, mas os incrédulos são capazes de entender o que se diz.

Se a igreja estiver reunida e todos começarem a falar em línguas estranhas, no caso de entrarem indoutos ou incrédulos, com certeza dirão que todo mundo ficou louco. Agora, se todo mundo ali profetizar, eles serão convencidos e poderão julgar e poderão julgar o que ouviram, podendo até mesmo adorar e se render diante de Deus.

Concluímos assim que, num culto, um traz salmo, outro traz doutrina, outro revelação, outro língua e ainda outro interpretação. Tudo deve ser feito para edificação. No caso de alguém falar em outra língua, que sejam no máximo três, sendo um de cada vez e que haja intérprete. Não havendo intérprete, fique calado, falando consigo mesmo e com Deus. Deus é Deus de paz e não de confusão. Proibir falar em línguas também não é o melhor caminho, mas faça-se tudo com decência e ordem.

 

Postado por Amauri Menezes, Metal Missionary.


Aparentes contradições da Bíblia – 45. Quando começou o reinado de Acazias, rei de Judá?

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1Reis 8.25 declara que Acazias, rei de Judá começou a reinar no ano duodécimo de Jorão, rei de Israel; enquanto 9.29 afirma que Acazias assumiu o trono de Judá no ano undécimo de Jorão. A suposta contradição observada pelos céticos reside no fato de que o cálculo do reinado dos monarcas era feito de maneiras diferentes em Israel e Judá.

No sistema adotado em Judá, por meio do qual o reinado de Acazias foi contado, o primeiro ano oficial do governo começava no final do ano da posse. Já o sistema empregado pelos israelitas, o ano oficial do reinado era contado a partir do momento em que ocorria a coroação. Consequentemente, o que era considerado “ano onze” do reinado de Acazias em Judá, para o governo de Israel era “ano doze”, de acordo com o método de contagem empregado.

 

Estudo baseado em citações da Bíblia de Estudo Apologética do ICP.


Músicas cristãs com letras erradas (2)

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Pois então, hermanos! Pensei que um post fosse suficiente pra tratar de músicas evangélicas com letras duvidosas, mas me vejo obrigado a voltar com o tema, já que alguns compositores insistem em atropelar a Bíblia, a Teologia e, quiçá, a Língua Portuguesa já exausta de tanto ser ferida!

Trago-vos então, amados leitores, a análise de mais três músicas, e uma quarta, cujo tema já abordei no post anterior sobre o assunto.

Música: Última Chance

Intérprete: Ministério Ipiranga

Trecho: “Quero estar em Tua presença,/Nem que seja a última vez!”

Taí uma coisa que eu não quero: estar na presença do Senhor pela última vez!

Primeiro, porque o Espírito Santo habita em mim; então, eu quero Sua presença 24 horas por dia. “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1Co. 6.19).

Segundo, porque o Senhor Jesus prometeu estar conosco todos os dias até a consumação dos séculos e, ainda mais, nos promete a vida eterna com Ele. “E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos.” Mt. 28.20b. “Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono.” (Ap. 3.21). Então, eu quero estar em Sua presença eternamente.

Terceiro, porque um dia na presença de Deus vale mais que mil em outro lugar. “Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil.” (Sl. 84.10a).

Você acha que eu vou querer estar na presença de Deus pela última vez, sabendo disso? Eu quero sim estar na presença de Deus de uma vez por todas!

Música: Em Nome Do Pai

Intérprete: Édison e Telma

Trecho: “Em nome do Pai,/Em nome do Filho,/Em nome do Santo Espírito.”

Musical e poeticamente, a letra nesse refrão do Èdison Coelho está perfeita; mas, teologicamente falando, a forma como o texto apresenta o “nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” dá uma impressão que são três nomes diferentes para deuses diferentes, o que fere a doutrina da Trindade, a qual deixa claro que há um só Deus que subsiste nas pessoas do Pai, e do Filho e do Espírito Santo.

Se há um só Deus, este só pode ter um nome, o qual foi revelado em Jesus (At. 4.12).

A forma correta para a expressão é “Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo” conforme Mt. 28.19. Então, o poeta deveria ter escrito a letra assim: “Em nome do Pai,/Do Pai e do Filho,/Do Filho e do Santo Espírito.”

Música: Olha o Anjo que Desce Lá da Glória

Intérprete: Pra. Luciana

Trecho: “Olha o anjo que desce lá da glória…/E vai descendo agora/Vai renovando agora”

Só me cabe perguntar onde está escrito na Bíblia que anjo traz renovo(!?).

 

Música: Promessa de Deus

Intérprete: Marquinhos Gomes

Trecho: “Não morrerei enquanto a promessa não se cumprir./Quem tem promessa de Deus não morre não, não desiste não,/Pois tem a fé, a fé de Abraão.”

Essa pede as mesmas explicações da música homônima da Cassiane, no post anterior.

 

Autor: Amauri Menezes, Metal Missionary.


Bíblia que pertenceu a Elvis Presley é leiloada por mais de R$ 190 mil

 

Uma Bíblia que pertenceu ao cantor Elvis Presley foi leiloada por 59 mil libras (aproximadamente R$ 191 mil) na cidade de Stockport, na Inglaterra, neste sábado (8).
O livro com capa de couro e detalhes em ouro tem 1.600 páginas. O cantor ganhou a Bíblia de seus tios, Vester e Clettes, para o seu primeiro Natal em sua casa, Graceland, em 1957. A Bíblia do cantor contém várias de suas anotações.

O comprador foi um americano que reside no Reino Unido e que preferiu não ser identificado.

Os mais de 100 pertences disponibilizados no leilão tinham como dono um colecionador britânico de itens do cantor Elvis Presley. Ele colocou um quarto de sua coleção à venda.

Karen Fairweather, um dos leiloeiros, disse: “Foi uma atmosfera realmente emocionante”. Segundo Karen, mais de 300 pessoas em licitação on-line e por telefone demostram interesse em levar a Bíblia.

No Brasil foi inaugurada no último dia 5, a exposição “The Elvis Presley Experience” uma homenagem ao cantor, após 35 anos de sua morte.

Os objetos foram disponibilizados por Pricilla Presley, ex-mulher do rei do rock, que esteve pessoalmente ao Brasil para abrir a mostra.

Segundo a viúva, o Brasil foi escolhido para ser o segundo país a receber a exposição por ser o local com maior número de fãs depois dos Estados Unidos.

Elvis Aaron Presley nasceu nos Estados Unidos, e ficou mundialmente conhecido como Rei do Rock. Em sua infância frequentou a 1ª Igreja Evangélica Assembleia de Deus da sua cidade e tinha como um de seus cantores favoritos o cantor gospel J. D. Sumner.O cantor morreu em 16 de agosto de 1977, aos 42 anos.

CPAD News

Via: Blog do Angelo.


Aparentes contradições da Bíblia – 44. Pedro vai ao túmulo de Jesus…

 

O texto de Lucas 24.12 diz que Pedro, ao chegar no sepulcro de Jesus já ressurreto, abaixando-se, não viu mais nada, senão os lençóis de linho que O envolviam; tendo, depois disso, se retirado para casa, maravilhado do que acontecera. Porém, o texto de João 20.6-7 diz que São Pedro viu os lençóis e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixados num lugar à parte. Acontece que São Lucas não cita o fato de Pedro ter entrado no sepulcro, mas somente se abaixado e visto de fora apenas os lençóis. São João conta os detalhes, citando exatamente que, depois de ter se abaixado e visto os lençóis, entrou no sepulcro e viu também o lenço.

 

Texto de Amauri Menezes, Metal Missionary com citações da Bíblia de Estudo de Genebra.


Aparentes contradições da Bíblia – 43. A idade do pai de Abraão

 

Gênesis 11.26: “Viveu Tera setenta anos e gerou a Abrão, a Naor e a Harã.”

Gênesis 11.32: “E, havendo Tera vivido duzentos e cinco anos ao todo, morreu em Harã.”

Se Abrão nasceu quando Tera tinha setenta anod de idade, e se Abrão partiu de Harã quando tinha setenta e cinco anos (12.4), após a morte de seu pai Tera (At. 7.4), a idade de Tera seria de apenas 145 anos quando morreu.

Várias alternativas  a esta aparente dificuldade tem sido apresentadas. Alguns sugerem que Estêvão, em Atos 7.4, se apoiou numa tradição textual diferente (o Pentateuco Samaritano traz “145 anos”). Outros propõem que a palavra hebraica “gerou”, no v.26, significa “começou a gerar” e que Abrão não era o primogênito.

 

Texto de Amauri Menezes, Metal Missionary com citações da Bíblia de Estudo de Genebra.


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